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Educação bilíngue: por que as escolas bilíngues estão em alta?

A globalização, a forte influência da cultura norte-americana no Brasil e a demanda do mercado por profissionais proficientes em Inglês são as principais razões para esse modelo estar em alta.

Tempo de leitura:6 minutos

Foto de estudante brasileira segunda bandeira dos Estados Unidos no corredor da escola de aula bilíngue

A educação bilíngue é uma das tendências educacionais que mais têm crescido no Brasil. Segundo dados da Associação Brasileira do Ensino Bilíngue (ABEBI), o número de escolas bilíngues cresceu em 10% no período de 2014 a 2019. 

Além disso, a demanda por escolas desse tipo aumentou em 64% no ano de 2023, de acordo com dados do Ministério da Educação (MEC). As cidades com maior procura foram São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília. 

Neste artigo, o Educacional vai abordar os diferenciais da educação bilíngue Português-Inglês e explicar por que esse modelo está tão em alta. Antes de prosseguir, aproveite para baixar o e-book do Educacional: Como Implantar Tecnologias Educacionais na Escola.

Como funciona a educação bilíngue em Inglês?

De acordo com as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Plurilíngue, as escolas bilíngues possuem um “currículo único, integrado e ministrado em duas línguas de instrução”.

O tempo de instrução na língua inglesa deve representar, pelo menos, 30% da carga horária da Educação Infantil e do Ensino Fundamental, e no mínimo 20% da carga horária do Ensino Médio.

Como o currículo é integrado, os alunos estudam Matemática, Geografia, Ciências e outras disciplinas utilizando o Inglês. Assim, eles ampliam seu vocabulário de forma contextualizada.

O objetivo da educação bilíngue é capacitar os estudantes a pensarem, falarem, ouvirem, lerem e escreverem tanto em Português quanto em Inglês, com naturalidade. 

Segundo a professora Debra Titone, chefe da Canada Research in Language & Multilingualism na McGill University, ser bilíngue significa “falar uma segunda língua obedecendo às estruturas desta língua e não parafraseando a primeira língua”.  

Ou seja, é preciso pensar na língua estrangeira, como se fosse um nativo. 

Para que isso aconteça, os estudantes devem ter contato com a segunda língua de forma frequente, rotineira, imersiva e significativa, preferencialmente desde os primeiros anos de vida. 

Daí a importância de introduzir o Inglês na Educação Infantil, quando as crianças estão com o cérebro em alta plasticidade.

Por que esse modelo está em alta?

A globalização, a forte influência da cultura norte-americana no Brasil e a demanda do mercado por profissionais proficientes em Inglês são as principais razões para esse modelo estar em alta.

Também tem crescido o número de estudantes que querem estudar fora do país. Em algumas escolas particulares de São Paulo, o índice de alunos aprovados em universidades no exterior chegou a 40% em 2024.

Nesses colégios, os pais e estudantes são orientados desde cedo sobre as possibilidades de Ensino Superior nos Estados Unidos ou na Europa: quais são os benefícios, como tirar visto e como ingressar nas universidades. 

Todos esses fatores colaboram para a procura dos pais por escolas bilíngues. Trata-se de uma tendência educacional que oferece, para as instituições, um público nichado e um diferencial da concorrência.

Vantagens do ensino bilíngue

Mas quais são as vantagens do ensino bilíngue para os estudantes? Confira abaixo as mais relevantes:

  • aumenta as chances de o estudante se tornar fluente na segunda língua;
  • facilita o aprendizado de novas línguas no futuro;
  • gera mais oportunidades de emprego;
  • possibilita ao estudante viajar para outros países;
  • expande o repertório cultural da criança;
  • melhora as habilidades cerebrais como memória, criatividade, foco e resolução de problemas.

Sobre o último tópico, vários estudos científicos relacionam o bilinguismo com o desenvolvimento cognitivo. A revista Frontiers in Psychology, por exemplo, identificou alterações cerebrais benéficas em indivíduos bilíngues:

“Especificamente, bilíngues exibiram conectividade funcional de longo alcance mais forte entre o córtex frontal e as regiões posteriores, incluindo o córtex occipital e parietal; enquanto monolíngues exibiram maior conectividade de curto alcance, principalmente centrada no córtex frontal”.

Isso significa que um cérebro bilíngue é mais eficiente, flexível e capaz de realizar tarefas complexas!

O que uma escola precisa ter para ser bilíngue?

Foto de sala de aula bilíngue, em aula de gramática inglesa

Para ser considerada uma escola bilíngue, a instituição precisa ter:

  • projeto pedagógico bilíngue que contemple todas as etapas de ensino, da Educação Infantil ao Ensino Médio;
  • currículo único, integrado e ministrado em duas línguas, obrigatório a todos os estudantes da escola;
  • tempo de instrução na segunda língua corresponde a, no mínimo, 30% da carga horária da Educação Infantil e do Ensino Fundamental, e pelo menos 20% da carga horária do Ensino Médio;
  • professores com formação específica em educação bilíngue e proficiência na língua estrangeira, de nível mínimo B2 no Common European Framework for Languages (CEFR).

Esses critérios foram definidos pelo Conselho Nacional de Educação (CNE) nas Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Plurilíngue

O documento também alerta que escolas com carga horária estendida na segunda língua, sem que o desenvolvimento linguístico ocorra de forma integrada e simultânea ao desenvolvimento dos conteúdos curriculares, NÃO se enquadram na denominação de escola bilíngue!

Além dos pontos citados acima, é esperado que as escolas utilizem materiais didáticos bilíngues, como livros e apostilas em Inglês. A Mesa Educacional também é um ótimo recurso, porque permite a alfabetização em Língua Portuguesa e em Inglês!

Os elementos culturais da língua inglesa, como as tradições, festas e comidas típicas, também devem ser explorados! Afinal, o bilinguismo envolve não apenas aspectos linguísticos, mas também sociais e interculturais. 

Recursos didáticos bilíngues para a sua escola

A Mesa Educacional é um recurso pedagógico que apoia a alfabetização e o letramento das crianças de forma lúdica e ativa. Ela é composta por:

  • monitor;
  • blocos coloridos com letras, números, sinais matemáticos e figuras; 
  • módulo de “leitura” dos blocos;
  • software com livros e atividades;
  • e sintetizador de voz.
Mesa Educacional no ensino do Inglês

Na Mesa Educacional, as crianças formam palavras em Inglês usando os blocos, e treinam a pronúncia e a leitura. Essa tecnologia comporta até 6 estudantes de uma só vez. 

Outro recurso do Educacional que beneficia escolas bilíngues é o Hub Educacional, que possui vários livros em Inglês. A plataforma também contém diversas atividades e videoaulas de outros componentes curriculares, além de softwares de gestão escolar.

Quer levar essas tecnologias para a sua instituição? Entre em contato com um dos consultores do Educacional e invista na educação bilíngue!

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