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IDEB 2025: evolução de 5 municípios que já utilizaram o Aprimora

Conheça cinco municípios que avançaram no IDEB 2025 e veja como o Aprimora apoiou a personalização e o acompanhamento da aprendizagem.

Tempo de leitura:11 minutos

Foto de alunos usando a tecnologia em sala de aula

Os resultados do IDEB 2025, divulgados pelo Inep em 5 de agosto de 2026, mostram que Campo Largo, Campo Mourão, Sengés, Resende e Santa Maria avançaram entre 2023 e 2025 nos anos iniciais das redes municipais. Os números, porém, contam histórias diferentes. Em Campo Mourão, o principal destaque foi a Matemática. Em Santa Maria, as duas áreas avaliadas pelo Saeb cresceram, mesmo com uma variação pequena no IDEB.

Há também um ponto em comum entre as cinco redes: o trabalho com os dados de aprendizagem acontece entre uma edição do indicador e outra. Em todas essas redes, o Aprimora fez parte das estratégias pedagógicas adotadas, funcionando como um motor para as intervenções baseadas em dados, integrando-se às ações dos gestores e professores.

O IDEB reúne informações sobre aprendizagem e fluxo escolar, enquanto os resultados do Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb) permitem observar com mais detalhe o desempenho dos estudantes. Comparar esses dados permite perceber onde os resultados mudaram e quais pontos merecem atenção no trabalho pedagógico.

Table of Contents

    O que o IDEB 2025 mostra sobre a aprendizagem?

    O IDEB combina o desempenho dos estudantes no Saeb com as taxas de aprovação registradas no Censo Escolar. O índice vai de 0 a 10 e considera tanto os resultados das avaliações quanto o fluxo escolar.

    Nos anos iniciais, o IDEB nacional passou de 6,0 em 2023 para 6,3 em 2025, considerando as redes públicas e privadas. Nas redes públicas, a evolução foi de 5,7 para 6,1.

    Para as redes de ensino, porém, o resultado que aparece a cada dois anos é apenas uma parte do acompanhamento. Nesse intervalo, professores e gestores acompanham o que os estudantes estão aprendendo, observam os pontos que ainda precisam de atenção e ajustam o trabalho pedagógico conforme as necessidades de cada turma.

    Quais municípios avançaram no IDEB entre 2023 e 2025?

    A tabela abaixo considera os anos iniciais das redes municipais:

    MunicípioIDEB 2023IDEB 2025Variação
    Campo Largo6,97,1+0,2
    Campo Mourão6,77,1+0,4
    Sengés7,57,6+0,1
    Resende6,16,3+0,2
    Santa Maria5,85,9+0,1

    Campo Largo: de 5,9 para 7,1 desde 2021

    Campo Largo chegou a 7,1 no IDEB 2025, depois de registrar 5,9 em 2021 e 6,9 em 2023. Ao longo desse período, foram 1,2 ponto de crescimento.

    Os resultados do Saeb ajudam a entender onde esse avanço foi mais expressivo. Entre 2023 e 2025, em Matemática, o resultado avançou 2,47 pontos. Em Língua Portuguesa, a variação foi de 0,03 ponto, enquanto a Nota Média Padronizada passou de 7,17 para 7,22 

    A personalização de atividades, via Aprimora, foi um dos pilares que permitiu essa evolução constante.

    Campo Mourão: avanço de 5,7 para 7,1

    Em Campo Mourão, o IDEB passou de 5,7 em 2021 para 6,7 em 2023 e 7,1 em 2025. O crescimento acumulado em quatro anos foi de 1,4 ponto, a maior evolução entre os cinco municípios analisados no período.

    Matemática concentrou o principal avanço nos resultados do Saeb. A nota aumentou 8,94 pontos, maior crescimento da disciplina entre os cinco municípios. Em Língua Portuguesa, o movimento foi diferente: a nota passou de 242,59 para 242,04, evidenciando que os desafios de cada área exigem intervenções específicas, exatamente o ponto onde a personalização da plataforma se torna estratégica

    O Aprimora atua dentro de um trabalho mais amplo de acompanhamento da aprendizagem. A experiência de Campo Mourão também já foi apresentada em case publicado pelo Educacional, onde muitos professores relataram melhorias na aprendizagem dos estudantes.

    Sengés: 7,6 no IDEB, maior resultado da série histórica

    Sengés alcançou 7,6 no IDEB 2025, o maior resultado registrado pelo município. O índice era de 6,6 em 2021 e chegou a 7,5 em 2023, acumulando 1 ponto de crescimento desde 2021.

    Das seis escolas municipais analisadas, todas ficaram acima da média nacional de 6,1, e quatro tiveram resultado superior ao de 2023. No Saeb, Matemática ficou em 267,56 e Língua Portuguesa, em 247,28. A Nota Média Padronizada foi de 7,57. 

    Resende: crescimento ao longo de três edições

    Resende passou de 5,6 no IDEB em 2021 para 6,1 em 2023 e 6,3 em 2025. Nesse intervalo, o município acumulou 0,7 ponto de crescimento.

    Em 2025, Matemática teve alta de 2,59 pontos, enquanto Língua Portuguesa avançou 0,22 ponto. A Nota Média Padronizada também subiu, de 6,34 para 6,40.

    Os resultados mostram uma evolução distribuída ao longo das três edições, e não concentrada apenas no último ciclo. 

    Santa Maria: avanço nas duas áreas do Saeb

    Santa Maria é um exemplo em que a evolução aparece tanto no IDEB quanto nas duas áreas de aprendizagem avaliadas pelo Saeb. O município passou de 5,8 em 2023 para 5,9 em 2025 no índice.

    O avanço também foi registrado nas notas do Saeb. Em Matemática, o crescimento foi de 3,23 pontos e, em Língua Portuguesa, de 1,42 ponto. A Nota Média Padronizada acompanhou esse movimento e passou de 6,14 para 6,23.

    Assim, ainda que a variação do IDEB tenha sido de apenas 0,1 ponto, os resultados mostram uma evolução mais ampla: Santa Maria avançou no índice e, ao mesmo tempo, apresentou melhora nas duas áreas de aprendizagem consideradas pelo indicador.

    O que as cinco trajetórias têm em comum?

    Os cinco municípios melhoraram o IDEB entre 2023 e 2025, mas os resultados do Saeb mostram que cada rede teve uma trajetória diferente. 

    Além do IDEB, os cinco municípios registraram aumento na Nota Média Padronizada, que sintetiza o desempenho em Língua Portuguesa e Matemática. A magnitude e a composição desse avanço, porém, também foram diferentes em cada rede.

    Em Campo Mourão, a Matemática concentrou o avanço. Santa Maria teve crescimento nas duas áreas avaliadas. Campo Largo mantém uma sequência de resultados melhores desde 2021, enquanto Resende apresenta crescimento gradual. Em Sengés, o IDEB chegou ao maior patamar registrado pelo município.

    Essa comparação ajuda a entender porque olhar apenas para a variação do IDEB pode ser insuficiente. Um mesmo aumento no índice pode estar associado a mudanças diferentes no desempenho dos estudantes.

    Os dados de Campo Mourão e Santa Maria deixam essa diferença evidente. No primeiro caso, o destaque está na Matemática. No segundo, as duas áreas apresentaram crescimento. A análise, portanto, muda conforme o que os resultados mostram.

    Por isso, entre uma edição do IDEB e outra, vale observar quais habilidades avançaram, onde as dificuldades permanecem e como os estudantes respondem às intervenções pedagógicas.

    Foto de alunos usando a tecnologia em sala de aula com mediação do professor

    Como o Aprimora apoia o acompanhamento da aprendizagem?

    Em uma mesma turma, os estudantes podem estar em momentos diferentes da aprendizagem. Enquanto um já domina determinada habilidade, outro pode precisar retomar conhecimentos anteriores antes de avançar. Identificar essas diferenças no dia a dia nem sempre é simples.

    A plataforma ajuda a organizar essas informações. A partir dos resultados das atividades, identifica conhecimentos consolidados, dificuldades e habilidades que ainda precisam ser trabalhadas, tanto individualmente quanto no conjunto da turma.

    Com apoio de inteligência artificial, oferece trilhas adaptativas de Língua Portuguesa e Matemática, ajustando conteúdos, atividades e desafios de acordo com o desempenho apresentado. Quando um estudante erra uma atividade, por exemplo, o percurso pode indicar conteúdos de apoio antes de seguir para uma nova etapa.

    O Aprimora trabalha competências da Base Nacional Comum Curricular (BNCC) e habilidades relacionadas aos descritores avaliados pelo Saeb em Língua Portuguesa e Matemática. Essa organização aproxima o percurso de aprendizagem dos conhecimentos e habilidades observados nas avaliações externas, sem transformar a plataforma em preparação para uma prova específica. 

    A proposta combina essa personalização com elementos de gamificação, como desafios, metas e recompensas, que tornam a jornada de aprendizagem mais envolvente. 

    Os dados produzidos durante esse percurso ficam disponíveis em relatórios. Assim, professores e gestores conseguem observar quais habilidades concentram mais dificuldades e acompanhar mudanças ao longo do tempo.

    Na prática, isso pode ajudar o professor a tomar decisões mais específicas. Se uma determinada habilidade aparece como dificuldade recorrente, é possível retomar o conteúdo, mudar a abordagem ou propor uma atividade complementar. Depois, os novos resultados permitem verificar como os estudantes responderam à intervenção.

    Para os gestores, a análise pode ser ampliada para diferentes turmas e escolas. Um mesmo padrão de dificuldade, quando aparece em vários grupos, pode indicar a necessidade de uma ação da rede.

    A inteligência artificial, nesse contexto, funciona como apoio à análise e à personalização dos percursos. A decisão pedagógica continua com o professor, que interpreta os dados, considera o contexto da turma e define como agir.

    Foto de professor usando tablet em aula, em alusão a consulta de dados em tempo real

    Tecnologia, sozinha, melhora o IDEB?

    A evolução do IDEB não pode ser atribuída a uma única ação. O resultado é construído no dia a dia das escolas, a partir das decisões dos gestores, do trabalho dos professores, do envolvimento dos estudantes e das famílias e das estratégias adotadas por cada rede.

    A tecnologia ganha utilidade pedagógica quando os dados ajudam a responder perguntas concretas da sala de aula: qual habilidade precisa ser retomada, quais estudantes precisam de apoio e que estratégia pode ser ajustada. No Aprimora, os dados das atividades ajudam a identificar habilidades consolidadas, localizar dificuldades e observar a resposta dos estudantes às intervenções.

    Ter essa informação não substitui o trabalho pedagógico. O valor está em conseguir transformar os dados em decisões: qual habilidade precisa ser retomada, quais estudantes precisam de apoio e o que deve ser feito de outra maneira.

    O IDEB reflete o trabalho de toda a rede, construído ao longo do tempo. A solução educacional adaptativa entra como uma ferramenta desse processo, aproximando os dados produzidos durante a aprendizagem das decisões tomadas por professores e gestores.

    Como levar esse acompanhamento para a sua rede?

    Esperar a próxima edição do IDEB para descobrir que uma habilidade não foi consolidada pode significar perder meses de trabalho que poderiam ter sido usados para intervir.

    Quando uma dificuldade aparece nas atividades do cotidiano, o professor pode retomar aquela habilidade, testar outra abordagem e observar a resposta do estudante. Se o resultado ainda não for suficiente, novas estratégias podem ser planejadas.

    Para a escola, algumas perguntas ajudam a orientar esse trabalho: quem precisa de ajuda? Em qual habilidade? O que já foi feito? O estudante avançou depois da intervenção?

    É esse tipo de informação que permite agir enquanto o processo de aprendizagem está acontecendo, e não apenas depois que um indicador é divulgado.

    Entre em contato com um consultor do Educacional, conheça o Aprimora e veja como transformar dados de aprendizagem em intervenções mais direcionadas.

    FAQ

    1. O que é o IDEB e como ele é calculado?

    O Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB) considera dois dados: o desempenho dos estudantes no Saeb e as taxas de aprovação registradas no Censo Escolar. O resultado varia de 0 a 10 e reúne informações sobre aprendizagem e fluxo escolar.

    2. Quais municípios avançaram no IDEB 2025 e utilizam o Aprimora?

    Campo Largo, Campo Mourão, Sengés, Resende e Santa Maria tiveram aumento no IDEB dos anos iniciais de suas redes municipais entre 2023 e 2025. O Aprimora fez parte das estratégias pedagógicas adotadas pelas cinco redes para acompanhar a aprendizagem. O resultado do IDEB, no entanto, é influenciado por diferentes fatores e não pode ser atribuído isoladamente à plataforma. 

    3. Como o Aprimora personaliza a aprendizagem?

    A plataforma utiliza os resultados das atividades para identificar o que cada estudante já aprendeu e quais habilidades ainda precisam ser trabalhadas. Com apoio de inteligência artificial, adapta os percursos de Língua Portuguesa e Matemática, ajustando atividades e desafios de acordo com o desempenho apresentado. 

    4. Como professores e gestores podem usar os dados do Aprimora?

    Os painéis e relatórios permitem visualizar o desempenho por estudante, turma e escola. Essas informações ajudam a localizar dificuldades, comparar resultados ao longo do tempo e observar como os estudantes respondem às intervenções propostas. 

    5. O Aprimora garante aumento no IDEB?

    Não. O IDEB depende de diferentes fatores, entre eles o desempenho no Saeb e o fluxo escolar. O Aprimora apoia o acompanhamento da aprendizagem com recursos de diagnóstico, personalização e análise de dados, mas seu uso, sozinho, não permite garantir um aumento no índice.

    6. Qual é a relação entre o Aprimora e o Saeb?

    O Aprimora trabalha competências da BNCC e habilidades relacionadas aos descritores avaliados pelo Saeb em Língua Portuguesa e Matemática. Existe, portanto, uma relação entre parte das aprendizagens trabalhadas na plataforma e aquelas observadas na avaliação. Isso não significa, porém, que o uso do Aprimora determine o desempenho no Saeb.

    O Saeb é uma avaliação externa em larga escala que produz informações sobre a educação básica brasileira.

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