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Educação socioemocional: como trabalhar emoções na escola?

Entenda o que é educação socioemocional, qual é a importância dela na escola e como desenvolvê-la na prática.

Tempo de leitura:18 minutos

Foto de estudante com as mãos pintadas de tinta, fazendo o formato de um coração.

Na concepção da educação integral, a escola é lugar de desenvolver não apenas habilidades e competências cognitivas, mas também competências socioemocionais. É um ambiente propício para aprender a se relacionar consigo e com os outros, entendendo as próprias emoções e respeitando os sentimentos do outro.

Neste artigo, explicaremos o que é educação socioemocional, qual é a sua importância e como aplicá-la na prática na sua escola. 

Entre as várias dicas,  destaca-se o uso de tecnologias digitais para impulsionar o desenvolvimento de habilidades socioemocionais. Descubra como a tecnologia pode transformar a educação socioemocional na sua escola. Baixe agora nosso e-book gratuito para gestores! 

Table of Contents

    O que é educação socioemocional?

    A educação socioemocional na escola é o processo de aprendizagem que ocorre na família, na escola e em outros espaços sociais, onde os indivíduos aprendem a gerir suas emoções, estabelecer relacionamentos saudáveis, alcançar objetivos pessoais, tomar decisões responsáveis e demonstrar empatia pelos outros.

    No contexto escolar, a educação socioemocional está prevista na Base Nacional Comum Curricular (BNCC), em forma de competências, habilidades, atitudes e valores que os estudantes devem desenvolver ao longo da Educação Básica.

    Assim, a escola ou rede de ensino deve promover atividades que estimulem o desenvolvimento de habilidades socioemocionais, além de avaliar e acompanhar o progresso de cada estudante.

    Essas atividades podem ser realizadas de modo transversal às disciplinas, na forma de metodologias e condutas do professor, ou em momentos específicos, planejados previamente para abordar algum tema socioemocional.

    Principais competências socioemocionais

    Confira abaixo as principais competências socioemocionais que devem ser trabalhadas na escola, de acordo com a BNCC, o  Instituto Ayrton Senna e o CASEL (Collaborative for Academic, Social, and Emotional Learning):

    • Comunicação;
    • Responsabilidade;
    • Respeito;
    • Proatividade;
    • Autonomia;
    • Autoconhecimento;
    • Autocrítica;
    • Empatia;
    • Colaboração;
    • Flexibilidade;
    • Resiliência;
    • Determinação;
    • Iniciativa social;
    • Criatividade;
    • Pensamento crítico;
    • Curiosidade para aprender;
    • Interesse artístico.

    O Instituto Ayrton Senna agrupa as competências socioemocionais em cinco macro-competências: autogestão, engajamento com os outros, amabilidade, resiliência emocional e abertura para o novo.

    Infográfico com competências socioemocionais listadas pelo Instituto Ayrton Senna

    Já o CASEL divide as competências em outros grupos: autogerenciamento, autoconsciência, consciência social, habilidades de relacionamento e tomada de decisão responsável.

    Em ambos, a inteligência emocional está relacionada à capacidade de lidar bem consigo mesmo e com os outros, no que tange a pensamentos, emoções, comportamentos, atitudes, escolhas e opiniões.

    Qual é a importância dela para as crianças e adolescentes?

    Não podemos esquecer que o objetivo final da educação, como rege a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB), é o “pleno desenvolvimento do educando, seu preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho”. 

    Ela também destaca a importância do desenvolvimento socioemocional dos estudantes, enfatizando a necessidade de promover habilidades como a empatia, a cooperação e a autoconfiança. 

    Para atingir esse objetivo, uma educação puramente intelectual não é suficiente. O estudante também precisa desenvolver suas competências socioemocionais (ou soft skills) para contribuir com o avanço da sociedade e do mercado de trabalho.

    Essa mesma LDB  afirma que a educação é um dever da família e do Estado. Ou seja, ela acontece em casa e também na escola. 

    Assim, a instituição escolar não pode negligenciar seu papel de promotor do desenvolvimento socioemocional. Várias pesquisas confirmaram a influência do ambiente escolar no estado socioemocional das crianças. 

    Um clima escolar positivo e, principalmente, uma relação amistosa com o professor, visto muitas vezes como uma fonte de apoio e segurança, podem aprimorar significativamente as competências socioemocionais dos alunos.

    O Relatório “Além da Aprendizagem Acadêmica” da OCDE, traduzido e divulgado pelo Instituto Ayrton Senna corrobora essa visão, afirmando que “as competências socioemocionais são a base do bem-estar psicológico e do desempenho acadêmico dos estudantes”.

    Como a BNCC trata a educação socioemocional

    A Base Nacional Comum Curricular (BNCC) destaca a importância do desenvolvimento socioemocional dos estudantes, enfatizando a necessidade de promover habilidades como a empatia, a cooperação e a autoconfiança.

    Com fundamentos em princípios como desenvolvimento integral, aprendizagem baseada em competências e educação inclusiva, a BNCC recomenda práticas como atividades de autoconhecimento, trabalho em equipe e resolução de problemas para promover o desenvolvimento socioemocional dos estudantes.

    Ao implementar essas práticas, os educadores podem contribuir para o desenvolvimento integral dos alunos e prepará-los para os desafios do século XXI.

    Vantagens da educação socioemocional na escola

    Foto de diretora escolar conversando com estudante em sala de aula, dando apoio emocional

    Além de apoiar a educação integral, a educação socioemocional traz várias vantagens para a escola e para a vida do estudante, como abordaremos a seguir.

    Beneficia a saúde mental

    A educação socioemocional ajuda os estudantes a reconhecerem, compreenderem e controlarem as próprias emoções, o que previne crises de ansiedade, altos níveis de estresse, depressão, automutilação e suicídio.

    Uma pesquisa de acompanhamento de 213 escolas que tiveram programas de educação socioemocional mostrou uma considerável redução no número de problemas emocionais e comportamentais.

    Isso acontece porque os jovens são ensinados a identificar e gerenciar suas emoções negativas, como raiva, tristeza e ansiedade. Além disso, os estudantes são encorajados a conversarem sobre seus sentimentos com os colegas, professores, pais e gestores, o que promove uma rede segura de apoio emocional.

    Previne o bullying e a discriminação

    Um dos objetivos da educação socioemocional é melhorar os relacionamentos interpessoais por meio do incentivo à empatia, respeito e amabilidade. Com o desenvolvimento dessas habilidades, o bullying, o cyberbullying e a discriminação perdem a força no ambiente escolar.

    Aliado a isso, as emoções e os pensamentos causadores de atitudes violentas (como raiva, repulsa e preconceito) são trabalhados pelos estudantes, a fim de ressignificar ideias erradas e melhorar o bem-estar, prevenindo também os conflitos.

    “Se aprendemos a controlar a raiva e procuramos divulgar suas formas de controle na escola, em casa e com os amigos seguramente estaremos contribuindo para um mundo melhor, sem tanta violência” – Jair Santos, autor do livro “Educação emocional na escola”

    Melhora as notas e o desempenho escolar

    Outra vantagem da educação socioemocional apontada pelas pesquisas é a melhora do desempenho escolar.  As notas dos estudantes tendem a aumentar quando eles são capazes de gerenciar as próprias emoções, construir relacionamentos saudáveis e fixar objetos pessoais.

    É importante lembrar que algumas competências socioemocionais são imprescindíveis para o avanço acadêmico, como:

    • determinação;
    • responsabilidade;
    • autonomia;
    • curiosidade;
    • foco; 
    • perseverança. 

    Por outro lado, situações de estresse, conflito e confusão emocional prejudicam a concentração e o interesse do estudante. A autoconfiança abalada também repercute nas provas, tarefas e projetos escolares. 

    Cria um ambiente propício à criatividade e à inovação

    Como acabamos de mencionar, a autoconfiança é essencial para o bom desempenho escolar. Por meio do fortalecimento da autoestima, do autoconhecimento e da colaboração, seus alunos estarão prontos para explorar o potencial e o pensamento criativo de cada um.

    É certo que um ambiente inovador precisa ser, antes de tudo, um ambiente acolhedor, onde as novas ideias podem ser expostas e compartilhadas sem medo, sem reprimenda. Onde as crianças podem ser quem são! Dessa maneira a educação socioemocional e a criatividade podem andar juntas. 

    Fortalece a cidadania

    Como afirmava o pedagogo John Dewey, a escola deve funcionar como um mini-laboratório de democracia, reproduzindo situações sociais que preparem os estudantes para o exercício da cidadania, com ética e engajamento social.

    Nesse quesito, a educação socioemocional promove habilidades essenciais para a cidadania, como responsabilidade, autonomia, respeito, colaboração, proatividade, pensamento crítico e comunicação. 

    Uma escola que desempenha bem o seu papel de educadora socioemocional está um passo à frente na formação de cidadãos participativos, críticos, solidários e participativos.

    Como trabalhar emoções na escola? 11 dicas

    Agora que você já entendeu o que é educação socioemocional e quais seus benefícios para o ambiente escolar, é hora de mostrar como desenvolver as competências socioemocionais na prática, dentro da rotina escolar.

    A educação socioemocional pode ser trabalhada de duas formas:

    • transversalmente, em uma estrutura mais livre e com foco em metodologias e práticas docentes;
    • pontualmente, por meio de atividades específicas sobre temas socioemocionais.

    Ao invés de escolher entre uma ou outra, combine as duas modalidades para obter os melhores resultados. Veja abaixo 11 sugestões para começar:

    1. Inclua a educação socioemocional no PPP e no planejamento pedagógico

    Para perpetuar as ações de educação socioemocional da sua escola e garantir que ela tenha espaço nas atividades curriculares e extracurriculares da instituição, insira essa dimensão no Projeto Político-Pedagógico (PPP) e no planejamento pedagógico de cada ano letivo.

    Isso é possível  com o uso da plataforma Aprimora que trabalha conteúdos de Língua Portuguesa e Matemática ao mesmo tempo que  cria questionamentos e promove reflexões, contribuindo para o desenvolvimento do pensamento crítico e da autonomia.

    Essa iniciativa, mais que um mero registro ou documentação, irá embasar uma série de ações escolares que dependem de uma diretriz teórica e institucional.

    2. Faça dinâmicas e rodas de conversa sobre temas socioemocionais

    Peça para os professores de cada turma separarem um horário do dia de aula para realizar dinâmicas, brincadeiras ou rodas de conversa sobre habilidades socioemocionais. 

    Para esse tipo de atividade, é recomendado que os alunos se sentem em círculo e o professor crie um ambiente descontraído e acolhedor.

    As rodas de conversa, por exemplo, são uma ferramenta valiosa para promover o desenvolvimento socioemocional, pois ajudam a desenvolver a escuta ativa, fomentar a empatia e melhorar a comunicação. 

    Ao criar um espaço seguro e respeitoso para compartilhar experiências e sentimentos, as rodas de conversa podem ser realizadas semanalmente ou mensalmente para criar um hábito de reflexão e compartilhamento, promovendo o desenvolvimento socioemocional contínuo e fortalecendo relacionamentos em diferentes contextos educacionais.

    Um exemplo de atividade é a escrita de recadinhos para os colegas, descrevendo o que o aluno mais gosta no outro. Uma roda de conversa sobre autoestima, puberdade e mudanças no corpo também é muito bem vinda em turmas do 6º ao 9º ano.  

    3. Realize avaliações socioemocionais

    Assim como as avaliações diagnósticas são úteis para identificar o nível de aprendizagem cognitivo dos alunos, as avaliações socioemocionais são necessárias para o devido desenvolvimento socioemocional.

    Nesse tipo de avaliação escolar, o estudante responde perguntas ou avalia afirmações (concordando ou discordando delas) quanto à sua percepção sobre a própria personalidade, seu comportamento, suas emoções, problemas de conduta e relacionamento.

    Trata-se de um instrumento muito rico de autoconhecimento e reflexão individual, além de auxiliar o professor e o coordenador pedagógico no acompanhamento dos estudantes.

    4. Tenha atividades online de desenvolvimento socioemocional

    Foto de estudante em sala de aula, ao lado de professor, fazendo atividade online em tablet sobre temas socioemocionais

    Ainda no contexto digital, as atividades online sobre competências socioemocionais podem complementar as ações presenciais da escola e facilitar a rotina do professor. 

    Além de estarem prontas e, portanto, não requerem plano de aula, as atividades online geram feedback ágil para os estudantes e professores. 

    Enquanto os alunos experimentam uma jornada personalizada de aprendizagem, com integração com aulas híbridas e plataformas digitais, no seu ritmo e com mensagens contínuas de incentivo, os docentes visualizam os resultados da turma de forma automática, em dashboards atrativos.

    O Pense+ é um programa educacional  que estimula o pensamento computacional e o raciocínio crítico nos estudantes, preparando-os para resolver problemas reais com criatividade, lógica e empatia. Ao integrar a metodologia STEAM (Ciência, Tecnologia, Engenharia, Arte e Matemática) com a educação socioemocional, o Pense+ desenvolve habilidades essenciais nos estudantes, como :

    • Pensamento computacional: modelagem de soluções, criação de estratégias e resolução de problemas de forma estruturada e eficiente
    • Criatividade e inovação: incentivo à ideação, originalidade e capacidade de pensar de forma diferente
    • Resolução de problemas reais: aprendizagem baseada em desafios conectados ao cotidiano dos estudantes
    • Competências socioemocionais: trabalho em equipe, empatia, liderança, comunicação e inteligência emocional

    Tenha acesso a conteúdos como esse no Hub Educacional.

    5. Crie uma equipe de acolhimento na sua escola

    Outra ação de educação emocional na prática é formar um grupo de acolhimento na sua instituição, composto por professores e estudantes de diferentes idades e que pode atuar durante todo o ano letivo. 

    Essa equipe será responsável por receber os estudantes na entrada da escola e planejar ações de boas-vindas no início do ano, causando impacto emocional positivo na transição de alunos novos.

    A recepção deve ser bem acolhedora e animada, com o objetivo de promover o bem-estar das pessoas. O grupo de acolhimento pode bater palmas, cantar uma música ou jogar confetes para cada membro da comunidade escolar que chegar.

    Também é possível decorar a entrada da escola, com balões e fitas, confeccionar cartazes ou montar uma árvore de desejos (árvore com frases escritas pelos estudantes, retratando seus desejos e expectativas para aquele momento).

    6. Organize ou participe de eventos de saúde mental

    Em datas comemorativas ou campanhas especiais, como o Setembro Amarelo e a Semana Saúde na Escola, abra um espaço no cronograma para que a escola participe de palestras, oficinas e simpósios de saúde mental. 

    Seja o evento organizado pela própria escola ou por outra instituição, é importante dar aos alunos a oportunidade de ouvir especialistas da área médica e conhecer sintomas e tratamentos de transtornos mentais.   

    Envolver famílias e comunidade escolar nesses eventos também  é uma estratégia eficaz para promover a conscientização, o apoio e a empatia, fortalecendo o senso de pertencimento e conexão entre os membros da comunidade. 

    Ao compartilhar experiências e ouvir as perspectivas dos outros, é possível promover a empatia e a compreensão, oferecendo apoio emocional e recursos para lidar com desafios de saúde mental. Isso pode criar uma comunidade mais solidária e apoiadora, onde todos se sintam valorizados e acolhidos.

    7. Faça um mural das emoções

    Foto de sala de aula em escola pública do município de Arapiraca, na qual um mural das emoções foi fixado na parede.

    Uma dinâmica muito simples e enriquecedora para a Educação Infantil é o mural das emoções. Trata-se de um painel construído pelo professor e pelos alunos com o objetivo de comunicar os sentimentos de cada um.

    Nele, estão escritos os nomes dos estudantes e há um espaço, na frente deles, para colagem de uma figura em formato de rosto que expresse o estado emocional do aluno. 

    Assim, todos os dias, os alunos podem atualizar suas fichas ao chegar na escola ou voltar do intervalo para exercitar o autoconhecimento e a comunicação.

    Para os alunos do ensino fundamental e médio, é possível criar uma caixa em que depositem sugestões de temas para rodas de conversa ou para a sinalização de situações que tenham ocorrido e impactam na saúde mental. 

    8. Esteja atento às emoções dos profissionais da escola

    Os profissionais da escola só conseguirão apoiar os estudantes e contribuir para o desenvolvimento socioemocional dos alunos se eles estiverem saudáveis do ponto de vista mental e emocional.

    Assim, o gestor escolar precisa ser sensível e atento para acompanhar o estado emocional dos colaboradores e auxiliá-los no enfrentamento de desafios. 

    A simples prática da escuta ativa pode aliviar os profissionais de muitas tensões, ao desabafarem sobre suas dificuldades e preocupações. Por isso, mostre-se aberto ao diálogo e seja atencioso com as emoções do outro.

    Para promover o bem-estar emocional da equipe escolar também é possível implementar práticas que ofereçam apoio e suporte, como rodas de conversa com a equipe gestora e formação de grupos de apoio emocional interno com o psicólogo escolar. 

    Essas práticas podem melhorar o bem-estar emocional, fortalecer as relações e aumentar a resiliência, ajudando a comunidade escolar a lidar com desafios de forma mais eficaz. 

    9. Capacite os professores a lidarem com mentes e corações

    Nas reuniões com os professores e nos eventos de formação, ressalte sempre o papel do professor como facilitador de aprendizagens intelectuais, físicas e também socioemocionais. O docente deve buscar a formação integral dos estudantes – não só a formação cognitiva.

    Certamente, essa tarefa exige habilidades desafiadoras dos professores, que nem sempre a graduação foi capaz de garantir. Daí a importância de investir em formações continuadas sobre educação socioemocional, mediação de conflitos e clima escolar.

    Outro programa muito interessante, é o Embaixadores da Inovação, uma iniciativa notável para impulsionar a educação brasileira. Ele amplia a visão do educador, conectando-o a uma rede ativa que compartilha descobertas continuamente, mesmo após a formação inicial, por meio de conteúdos mensais, webinars, podcasts, fóruns de discussão e muito mais. Para mais informações, acesse: Embaixadores da Inovação.

    10. Tenha um relacionamento próximo com as famílias dos alunos

    Outro ponto de atenção é manter um relacionamento próximo entre escola e família. Esse contato, por meio de canais de comunicação ativos e regulares, é necessário para trocar informações sobre as necessidades, dificuldades, habilidades e interesses dos alunos, o que potencializa o desenvolvimento socioemocional na escola e em casa.

    Essa troca de informações facilita o acompanhamento pedagógico e possibilita intervenções precoces em casos de problemas emocionais ou comportamentais. Quanto mais cedo uma debilidade for identificada, mais fácil será a sua resolução, unindo esforços da escola e da família.

    11. Utilize metodologias que incentivam a autonomia e a colaboração

    Foto de grupo de estudantes realizando projeto de robótica.

    Mesmo quando as emoções e os relacionamentos não forem o tema da aula, as competências socioemocionais podem ser desenvolvidas, em qualquer componente curricular, por meio de metodologias ativas de aprendizagem.

    Muitas metodologias ativas de aprendizagem fomentam a colaboração, a autonomia, a responsabilidade, a determinação e a criatividade, dentre as quais destacamos:

    Essas metodologias podem ser aplicadas de forma estruturada e divertida com os kits do LEGO® Educatione Inventura.

    Conheça o Educacional, Ecossistema de Tecnologia e Inovação 

    O Educacional, Ecossistema de Tecnologia e Inovação, é a área de negócios da Positivo Tecnologia que  produz, organiza e distribui tecnologias educacionais, com o propósito de fomentar uma aprendizagem significativa, eficiente e engajadora.

    Nos mais de 30 anos de história, já ajudamos mais de 14 mil escolas públicas e privadas, em mais de 40 países, com produtos e serviços inovadores. 

    Nossas principais soluções são:

    • Robotis: kits LEGO® Education, formação para professores  e orientação pedagógica para fortalecimento da aprendizagem STEAM (Ciências, Tecnologia, Engenharia, Artes e Matemática), envolvendo programação, robótica, cultura maker e trabalho em grupo;
    • Inventura: solução completa de ensino de programação, robótica e cultura maker para alunos do 4º ao 9º ano do Ensino Fundamental;
    • Aprimora: plataforma de aprendizagem adaptativa e gamificada para fortalecer o ensino de Língua Portuguesa e Matemática. 
    • Pense Mais: plataforma de aprendizagem para desenvolvimento do pensamento matemático, STEAM e resolução de problemas
    • Mesa Educacional: solução de apoio à alfabetização e inclusão escolar. Com capacidade para até 6 estudantes, a Mesa é formada por vários blocos de letras, desenhos, sinais em Braille e animações em Libras, conectados à uma tela de computador.

    Também somos distribuidores oficiais do LEGO® Education e micro:bit no Brasil. Operamos, ainda, as competições de robótica FIRST® LEGO® League Discover e FIRST® LEGO® League Explore.

    Do que a sua escola precisa para fortalecer a educação socioemocional? Entre em contato com um dos consultores do Educacional e conheça as soluções mais adequadas para a sua instituição!

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