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Coordenador pedagógico: quais são as suas funções e como é a rotina desse profissional

Entenda quais são as verdadeiras atribuições do coordenador pedagógico e quais habilidades ele deve ter.

Tempo de leitura:16 minutos

Foto de coordenadora pedagógica na escola

O coordenador pedagógico é um dos principais responsáveis pela área pedagógica da escola. Seu objetivo é garantir a qualidade do ensino. Para isso, ele trabalha junto com os professores, estudantes, pais e responsáveis, além do diretor escolar, para identificar dificuldades, necessidades e oportunidades de melhoria. 

Diferentemente do que muitos pensam, o coordenador não é um fiscal de professores. O foco do seu trabalho é supervisionar e otimizar as ações pedagógicas, auxiliando os docentes e orientando as famílias.

Continue a leitura para entender o real papel desse profissional, que é fundamental para o sucesso da escola. 

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Índice

    O que faz um coordenador pedagógico?

    O coordenador pedagógico é o gestor da área pedagógica da escola. Ele atua na formação continuada dos professores, no acompanhamento pedagógico e no atendimento aos pais, alunos e docentes.

    De acordo com a mestra em Educação, Angelica Annunciação da Silva, o coordenador pedagógico é “aquele que prevê, articula, media e avalia as ações pedagógicas da escola com e para o professor”.

    Já o livro “Coordenador Pedagógico: função, rotina e prática” defende que o principal papel do coordenador é ser um formador, responsável por “garantir um espaço permanente de estudo e reflexão sobre a prática pedagógica dentro da própria escola”.

    Assim, as atribuições desse profissional incluem:

    • elaborar e atualizar o Projeto Político Pedagógico (PPP), junto com o diretor e a equipe escolar, de forma colaborativa;
    • fazer planejamento pedagógico anual;
    • acompanhar o trabalho dos professores, dando todo o apoio necessário e ajudando-os a melhorar a prática pedagógica;
    • criar e supervisionar projetos interdisciplinares;
    • indicar recursos didáticos, metodologias de ensino, tecnologias educacionais e atividades escolares alinhadas com o currículo da escola;
    • organizar o horário escolar e o calendário do ano letivo;
    • produzir relatórios escolares sobre o desempenho acadêmico dos estudantes;
    • avaliar o desempenho profissional dos docentes;
    • avaliar a eficácia das ações pedagógicas e propor melhorias;
    • organizar eventos de formação continuada para professores, como cursos, palestras e oficinas;
    • fortalecer a comunicação e a colaboração entre os profissionais da escola;
    • mediar conflitos interpessoais;
    • e reunir-se com alunos, pais e responsáveis, quando necessário.

    Vale salientar que muitas dessas tarefas são, também, responsabilidade do diretor escolar. Isso acontece porque o trabalho desses dois profissionais exige uma atuação conjunta.

    Sobre a parceria entre diretor e coordenador pedagógico, o livro citado acima diz o seguinte:

    “Urge questionar a dicotomia que ainda ocorre em alguns modelos, nos quais o diretor cuida do administrativo; e o CP , do pedagógico. As consequências dessa visão podem ser observadas no progressivo esvaziamento de sentidos das ações burocráticas e na fragilidade do trabalho pedagógico. Diferentemente disso, o CP e o diretor podem formar uma dupla gestora e, juntos, impulsionar a escola para a concretização das metas educacionais.“ – Coordenador Pedagógico: função, rotina e prática

    E o que o coordenador pedagógico NÃO faz?

    É comum que algumas atribuições do coordenador se intersectem com as do diretor escolar, o que pode gerar certa confusão. 

    Apesar de trabalharem em parceria, algumas funções são exclusivas do diretor e não podem ser assumidas pelo coordenador, tais como:

    • gerenciar os recursos financeiros da escola;
    • cuidar da infraestrutura e da manutenção de equipamentos;
    • fazer a contratação de pessoal;
    • supervisionar a merenda e o transporte escolar;
    • adquirir materiais e recursos didáticos;
    • fazer a prestação de contas (no caso de escolas públicas);
    • acompanhar a inadimplência dos alunos e a cobrança de mensalidades (no caso de escolas privadas);
    • e representar legalmente a instituição perante órgãos públicos e privados.

    Além disso, o coordenador pedagógico auxilia os docentes, mas não realiza, diretamente, o plano de ensino, nem a avaliação dos estudantes. Essas são atribuições primárias do professor. 

    Cabe ao coordenador somente orientar os docentes, dando sugestões e fazendo questionamentos.

    Também não é função do coordenador:

    • substituir professores ausentes;
    • acompanhar a entrada e saída dos estudantes;
    • organizar eventos escolares;
    • informar a comunidade sobre os feitos da escola;
    • e conferir se o ambiente escolar está limpo e organizado.

    Embora não sejam atribuições do coordenador, muitas vezes o profissional acaba realizando essas atividades. 

    Segundo uma pesquisa da Fundação Victor Civita, 72% dos coordenadores acompanham a entrada e a saída dos alunos diariamente e 55% conferem se as classes estão organizadas e limpas. Além disso, 19% dos coordenadores substituem professores uma ou mais vezes por semana.

    Esses dados mostram que a rotina dos coordenadores é frequentemente improdutiva, com o acúmulo de tarefas que não estão relacionadas à sua função. Para contornar esse problema, é preciso ter clareza do verdadeiro papel da coordenação pedagógica.

    Confira abaixo tudo o que deveria entrar na rotina do coordenador. 

    Como é a rotina do coordenador pedagógico na escola?

    Foto de coordenadora pedagógica fazendo atendimento por telefone

    A rotina do coordenador pedagógico é marcada por atendimentos, reuniões, momentos de formação com os professores e observação direta de aulas.

    De acordo com a pesquisa da Fundação Victor Civita, metade do tempo dos coordenadores é ocupado por atendimentos telefônicos. 

    Muitos profissionais organizam a semana de acordo com as demandas que aparecem na segunda-feira, ou conforme os problemas vão aparecendo. Como consequência, o coordenador é “engolido pelo dia a dia, apagando incêndios e apaziguando os ânimos de professores, alunos e pais”, como relata o livro Coordenador Pedagógico.  

    Para evitar esse cenário, é preciso planejar a rotina do mês de acordo com os objetivos de trabalho, priorizando a formação dos docentes. 

    Veja a seguir os elementos centrais da rotina do coordenador, que não podem faltar no cronograma:

    • reunião pedagógica (uma vez por semana, quinzenalmente ou uma vez por mês);
    • reunião de pais e mestres (uma vez por bimestre, trimestre ou semestre)
    • reunião com o diretor (uma vez por semana ou a cada 15 dias);
    • atendimentos individuais de estudantes e familiares (todos os dias);
    • análise de atividades, avaliações, planos de ensino e projetos pedagógicos (uma vez por semana);
    • análise dos indicadores pedagógicos e resultados de avaliações nacionais (uma vez por bimestre);
    • observação direta de aulas (duas a três vezes por semana, revezando entre as turmas);
    • reunião individual com os professores (duas a três vezes por semana, revezando entre os professores);
    • revisão e atualização do PPP (uma vez por ano ou a cada dois anos);
    • e elaboração do plano pedagógico anual (uma vez por ano).

    Nas reuniões com os professores, o coordenador deve dar feedback sobre a prática pedagógica do profissional, baseado nas observações em sala de aula. É um momento para apontar os pontos fortes e os pontos que precisam de melhoria.

    Nesses encontros, o coordenador também pode planejar uma aula em conjunto com o professor, a fim de potencializar seu desenvolvimento. O coordenador pode, ainda, sugerir leituras de aprofundamento para o docente e propor intervenções pedagógicas.

    Como se tornar um coordenador pedagógico?

    Para atuar como coordenador pedagógico, o profissional deve ser graduado em Pedagogia ou em licenciatura. Uma especialização na área também é recomendada, mas não é obrigatória.

    Outro pré-requisito é a experiência docente, conforme a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB).

    Segundo a pesquisa da Fundação Victor Civita, 88% dos coordenadores entrevistados tinham experiência como professor e 70% fizeram pós-graduação. Além disso, 55% eram formados em Pedagogia.

    Assim, o melhor caminho para chegar a esse cargo é cursando Pedagogia e especializando-se em Coordenação Pedagógica. Também é importante ter experiência em sala de aula, manter-se atualizado e investir na própria formação.

    Ao longo de sua jornada, o profissional deve desenvolver algumas habilidades que são essenciais ao coordenador, como:

    • liderança;
    • dinamismo;
    • iniciativa;
    • criatividade;
    • comunicação;
    • bom relacionamento com as pessoas;
    • articulação de grupos;
    • saber dar feedback; 
    • solidariedade;
    • empatia;
    • visão estratégica;
    • resolução de problemas;
    • mediação de conflitos;
    • flexibilidade;
    • dedicação;
    • conhecimento sobre a legislação e a literatura pedagógica;
    • avaliação;
    • e análise de dados escolares.

    5 dicas para uma boa coordenação pedagógica

    Quer ser um ótimo coordenador pedagógico? Então você precisa cultivar as seguintes atitudes:

    Apoio aos professores

    Foto de coordenadora pedagógica ajudando professor no planejamento de aula

    Um bom coordenador pedagógico apoia o trabalho dos docentes, identificando suas dificuldades e prestando ajuda. Ele também instiga os professores a refletir sobre suas práticas pedagógicas e encontrar novos caminhos. 

    Assim, ele contribui tanto para o desenvolvimento profissional dos docentes quanto para o avanço da instituição, de modo alinhado ao Projeto Político Pedagógico.

    É fundamental que o coordenador entregue devolutivas para os docentes (de forma oral ou escrita) a respeito das aulas que assistiu ou dos planos de aula que analisou. O coordenador e professor devem ter esse momento de troca regularmente, como parte da formação continuada.

    Além disso, o coordenador precisa ser acessível e acolhedor, se mostrando sempre  aberto para ouvir os professores. Apesar de estar “acima” dos docentes na hierarquia organizacional, ele deve demonstrar respeito e envolver os professores na tomada de decisões.

    O coordenador é um verdadeiro parceiro do docente, é “o outro que analisa a situação sob pontos de vista às vezes ocultos para o professor”, como afirmou a pedagoga Cristiane Pelissari.

    Porém, ele não é um aluno do coordenador. Ele já é um profissional, e isso não pode ser perdido de vista.

    Acompanhamento dos alunos

    Também é responsabilidade do coordenador monitorar e avaliar os estudantes, em conjunto com os professores. Esse acompanhamento geralmente é indireto, por meio de:

    • análise dos resultados de avaliações;
    • conferências dos cadernos dos estudantes;
    • e conversas com os professores e pais ou responsáveis em reuniões.

    Todavia, o coordenador também pode conversar com os alunos ou observá-los, diretamente, em sala de aula. 

    Com o tempo, o profissional faz um mapeamento das necessidades da turma e identifica quais alunos precisam de reforço ou outra intervenção pedagógica

    Para facilitar essa visão da escola e evitar que algum detalhe escape, é crucial acompanhar os estudantes com a ajuda da tecnologia (próximo tópico). 

    Se algum aluno estiver com dificuldade de aprendizagem, é preciso elaborar, em parceria com o professor, um plano de ação específico para aquele estudante. Depois, é necessário comunicar a família e acompanhar o desenvolvimento do aluno nos próximos meses.

    É importante lembrar que o coordenador deve atuar não apenas em situações de dificuldade, mas também em casos de sucesso! Reconhecer e incentivar os alunos que obtiveram bons resultados é uma boa prática, que torna o ambiente escolar mais positivo e animador.

    Uso pedagógico da tecnologia

    Como antecipamos, a tecnologia digital é uma grande auxiliadora do coordenador. É preciso explorar todo o potencial das ferramentas digitais na educação, com foco na gestão, na aprendizagem e na formação dos professores.

    Na gestão, é necessário disponibilizar as informações escolares para facilitar a comunicação entre os colegas, alunos e familiares. Os documentos da escola e os dados sobre o desempenho dos estudantes precisam estar organizados e acessíveis.

    Na aprendizagem, há uma infinidade de recursos educacionais digitais que tornam a experiência de aprender mais divertida e significativa!

    É possível personalizar as jornadas de estudos, promover a colaboração entre os alunos e impulsionar as habilidades do século XXI. 

    Por fim, na formação dos professores, o coordenador pode usar cursos online, vídeos, webinários e redes sociais para trabalhar habilidades que os docentes precisam desenvolver.

    O próprio uso dessas ferramentas já fortalece algumas competências dos professores – as competências digitais –, contribuindo para a familiarização com as novas tecnologias.

    Learning Analytics

    Foto de coordenador pedagógico fazendo Learning Analytics

    Dentro da tecnologia digital, a análise de dados gera uma visão mais acurada da realidade e capacita o coordenador pedagógico a tomar decisões mais assertivas. 

    Por exemplo, ao analisar os dados escolares, o coordenador pode perceber que as notas dos alunos estão abaixo da média em determinada disciplina. Ou ele pode notar que o nível de proficiência da turma está muito desigual, com alguns estudantes bem acima da média e outros bem abaixo. 

    Na posse dessas informações, ele pode decidir encaminhar os estudantes com notas baixas para o reforço escolar ou realizar um nivelamento.

    A análise de dados escolares, também chamada de Learning Analytics, depende da coleta correta, segura e ética de dados, respeitando a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD). 

    Para que a escola usufrua dessa estratégia, é preciso utilizar uma plataforma educacional munida de Business Intelligence (BI), como o Hub Educacional.

    O Hub Educacional é uma plataforma digital que reúne mais de 30 soluções, da área pedagógica e de gestão escolar, em total conformidade à LGPD. A plataforma possui vários relatórios escolares com médias de proficiência, frequência escolar, comportamento e perfil socioemocional dos estudantes.

    Clique aqui para acessar a demonstração gratuita do Hub Educacional.

    Relacionamento com os pais e responsáveis

    Outra característica indispensável em um bom coordenador pedagógico é saber se relacionar com os familiares dos alunos. Grande parte da rotina desse profissional é ocupada por atendimentos a pais e responsáveis, seja remota ou presencialmente.

    O coordenador deve ser próximo aos familiares, simpático e respeitoso. Deve demonstrar interesse genuíno pelo progresso dos alunos e pelo bem-estar das famílias. 

    A qualidade dessa relação impacta diretamente o clima escolar e pode determinar se um aluno continuará matriculado na escola ou não.

    É importante manter os pais informados com regularidade, seja por meio de reuniões, comunicados ou plataformas digitais. A comunicação precisa ser clara e objetiva, sem uso de termos técnicos e detalhes minuciosos sobre o fazer pedagógico.

    Em geral, o que os pais querem saber é simples: se os seus filhos estão aprendendo e estão desenvolvendo seu potencial. Porém, alguns pais também podem ter outras preocupações, como a socialização na escola, a relação com os professores e questões relacionadas à disciplina.

    Dessa forma, é necessário personalizar a comunicação de acordo com as necessidades e expectativas de cada família. O que dá certo com uma família pode não dar certo com outra.

    5 ferramentas que facilitam o trabalho do coordenador pedagógico

    Como falamos sobre a importância de usar a tecnologia, reunimos as principais ferramentas que acreditamos ser úteis ao coordenador. Leia abaixo.

    Plataforma escolar

    A plataforma escolar reúne vários recursos pedagógicos e centraliza diversas informações da escola, facilitando a organização, a comunicação e o acompanhamento pedagógico.

    Um exemplo de plataforma escolar é o Hub Educacional, que permite:

    • o acompanhamento do desempenho dos alunos e das turmas;
    • a automação de avaliações;
    • a análise rápida de dados escolares;
    • o envio de mensagens para professores, pais e estudantes;
    • e o compartilhamento de documentos, tarefas e planos de aula.

    O uso de uma plataforma escolar traz economia de tempo e otimização de processos administrativos. 

    Dashboard de dados

    O dashboard de dados é um painel virtual que exibe os principais indicadores de uma escola, como taxa de aprovação, média de proficiência e número de estudantes por turma.

    A vantagem dessa ferramenta é que ela permite ao coordenador acompanhar a área pedagógica da escola em tempo real, em uma só tela.

    O Hub Educacional também possui dashboards de dados para impulsionar o Learning Analytics.

    Agenda escolar digital

    A agenda escolar digital substitui os comunicados impressos e os avisos nos cadernos, tornando a comunicação escolar muito mais eficiente. 

    Por meio do aplicativo, os estudantes e pais ou responsáveis podem conferir as tarefas de casa, o boletim, o calendário e as mensagens da equipe pedagógica.

    Consequentemente, há menos chance de os alunos esquecerem de uma prova ou uma atividade. Os pais também ficam atualizados sobre a vida escolar dos filhos, fazendo com que se sintam mais seguros. 

    Como uma das responsabilidades do coordenador é justamente comunicar as famílias a respeito do desempenho dos estudantes, essa ferramenta auxilia o coordenador. Por isso, o Hub Educacional também possui uma agenda digital.

    Gerenciador de tarefas

    O gerenciador de tarefas é um programa focado na organização de demandas e no acompanhamento de projetos. Existem várias plataformas, de diversos modelos, mas a maioria permite uma visualização geral dos afazeres, seus prazos, as pessoas responsáveis e o status de entrega.

    Alguns exemplos são o Trello, o Asana e o Todoist. Esse tipo de ferramenta é muito útil para coordenar projetos pedagógicos, planos de ação e processos administrativos que envolvem vários profissionais e levam mais tempo para serem concluídos.

    O gerenciador de tarefas otimiza a rotina do coordenador pedagógico e aumenta a produtividade da equipe.

    Workspace colaborativo

    Outra ferramenta que auxilia o trabalho do coordenador é o workspace colaborativo. Trata-se de um conjunto de recursos online que permite a interação entre os colegas e a colaboração à distância, em tempo real.

    O Google Drive, o Google Docs, o Microsoft Teams e o LearnLabs são alguns exemplos de workspaces colaborativos. 

    Por meio deles, o coordenador pode revisar e editar online planos de ensino dos professores, comentando suas observações. Também é possível fazer videoconferências, compartilhar recursos didáticos e produzir conteúdo juntos.

    O Hub Educacional possui o LearnLabs dentro do seu acervo e é totalmente integrável com outras plataformas do Google e da Microsoft. Para conhecer melhor a ferramenta, acesse a demonstração do Hub Educacional.

    Conte com o Educacional

    Sabemos que o trabalho do coordenador pedagógico é cheio de desafios. São muitas responsabilidades, pouco tempo para conciliar todas elas, e diversas necessidades de aprendizagem.

    A boa notícia é que o Educacional pode ajudar sua escola no enfrentamento desses desafios, seja na área de alfabetização, no desempenho em Língua Portuguesa e em Matemática, no ensino de robótica, programação e pensamento computacional, ou até em educação socioemocional.

    O Educacional, Ecossistema de Tecnologia e Inovação, é uma área de negócios do Positivo Tecnologia focada em tecnologias educacionais. Ajudamos escolas do Brasil e do mundo a melhorar o processo de ensino-aprendizagem com várias soluções educacionais.

    Se você é coordenador pedagógico e quer implantar melhorias na sua escola ou rede de ensino, entre em contato com um dos consultores do Educacional.

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