A gamificação torna a aprendizagem mais leve, divertida e significativa. Por isso, ela é empregada no mundo inteiro por escolas, universidades e empresas, em atividades educativas e treinamentos corporativos.
Mas o que torna os jogos tão engajadores? Por que eles atraem tanto a nossa atenção? E quais são as aplicações da gamificação na educação? Entenda as respostas para essas perguntas lendo o artigo até o final.
Gamificação é uma metodologia de ensino que emprega elementos típicos de jogos para motivar os estudantes e melhorar o desempenho escolar, tais como:
competições;
prêmios;
desafios;
narrativas lúdicas;
personagens fictícios;
objetivos e regras claras;
divisão da jornada em níveis ou fases;
motivação constante;
feedback imediato, com identificação dos erros e acertos;
elementos divertidos;
abstração da realidade;
e cooperação com outros jogadores.
Para ser devidamente enquadrado como metodologia ativa de aprendizagem, a gamificação precisa estar centrada no aluno. O estudante deve sair da posição cômoda, de mero receptor de informações, e se posicionar como construtor das próprias habilidades, conhecimentos e valores.
O papel do professor, nessa perspectiva, é de mediador, orientador e supervisor do processo.
Segundo o livro Gamification by Design, as pessoas são motivadas a jogar por quatro motivos:
para dominarem determinado assunto;
para aliviarem o estresse;
para se entreterem;
para socializarem.
Além disso, o jogador se diverte tanto na busca pela vitória quanto na exploração de um novo universo, vivenciando sensações inéditas e interagindo com outros jogadores.
É importante salientar que o jogador não acompanha uma história, ele “vive” a narrativa, de forma totalmente imersiva.
Todas essas características contribuem para uma aprendizagem significativa, fortalecida pelo alto interesse e pela atenção focada.
Vantagens da gamificação para a aprendizagem
Estudos recentes revelam que a gamificação tem o poder de transformar o ambiente de aprendizado em um espaço dinâmico e interativo, aumentando a motivação dos alunos.
Eles evidenciam o potencial da gamificação como uma ferramenta eficaz na educação moderna e apontam que a grande vantagem dessa metodologia está no seu alto poder de engajamento.
Quando o aluno se torna um participante do jogo, a tendência é que sua dedicação aumente. Ele tem uma motivação a mais para aprender, atraído pelo desejo de vencer. Além disso, ele acaba passando mais tempo estudando, muitas vezes sem nem perceber.
Como fruto desse engajamento, o estudante assimila os conteúdos com mais facilidade. Até mesmo componentes curriculares popularmente considerados difíceis, como Matemática e Física, são melhor compreendidos.
Outras vantagens da gamificação são:
aprendizagem lúdica e divertida;
retenção da atenção;
mais interação entre os colegas;
aulas mais dinâmicas;
desenvolvimento de habilidades socioemocionais como autonomia, autoconfiança, perseverança, colaboração e respeito.
Como aplicar a gamificação na educação?
A escola pode explorar a gamificação por meio de brincadeiras, competições, jogos físicos e jogos educacionais digitais alinhados ao currículo.
Em todas as atividades, é preciso ter clareza dos objetivos pedagógicos. Desde o planejamento até a execução e avaliação, as habilidades que se deseja desenvolver não podem ser perdidas de vista.
De acordo com o livro Gamificação na Educação, as principais características de uma estratégia educacional gamificada são:
missão bem definida;
sistema de pontuação eficiente;
narrativa envolvente e coerente;
tarefas claras;
criatividade.
Assim, a escola deve criar seus próprios jogos ou utilizar modelos prontos. No contexto digital, o mais prático é adquirir uma plataforma digital com vários games educativos, como é o caso do Aprimora e Pense Mais.
Também é importante ter cuidado para evitar conflitos durante o uso da gamificação em sala de aula.
Algumas dicas para aplicar gamificação na educação de forma saudável são:
1. Defina objetivos claros
Antes de iniciar o jogo, defina objetivos claros e específicos para o que deseja alcançar. Isso ajudará a garantir que a brincadeira esteja alinhada com os objetivos pedagógicos.
2. Foque no processo, não no resultado
Em vez de focar apenas no resultado final, foque no processo de aprendizado. Isso ajudará a reduzir a competição e a ênfase no vencedor.
3. Promova a colaboração
Promova a colaboração entre os alunos, incentivando-os a trabalhar em equipe para alcançar objetivos comuns. Isso contribui para promover a cooperação.
4. Inclua todos os alunos
Inclua todos os alunos na gamificação, independentemente de suas habilidades ou necessidades. Isso auxilia a promover a inclusão.
Seguindo essas dicas, é possível evitar competições não saudáveis, brigas e frustrações desnecessárias.
Exemplos de atividades gamificadas
Para tornar o assunto mais palpável, listamos abaixo alguns exemplos de atividades gamificadas na educação:
Jogos físicos: dominó matemático, dominó de sílabas e tabuleiro de formação de palavras;
Jogos digitais: jogos virtuais que envolvam conceitos de letramento e desafios matemáticos, jogos em primeira pessoa para resolução de problemas e quizzes on-line sobre conteúdo curricular;
Brincadeiras: caça ao tesouro com pistas envolvendo o assunto estudado em sala, batata-quente para revisão de conteúdo (quem ficar com a batata na mão responde a uma pergunta);
Concurso ou competição: bingo de números ou sílabas, concurso de leitura, torneio de robótica;
Sistema de pontos e recompensas: pequenos mimos para quem entregar todas as tarefas de casa, ranking de pontos em plataformas de aprendizagem e troféu virtual para vitória em jogo educativo online.
As tecnologias digitais estão ajudando as escolas do mundo todo a melhorarem o processo de ensino-aprendizagem e a gestão escolar. Aplicativos e plataformas educacionais se tornam cada vez mais comuns na rotina escolar, em vista dos muitos benefícios trazidos pela tecnologia na educação.
Atualmente, existem inúmeras plataformas escolares no mercado, para diversas finalidades. Conhecer todas elas é praticamente impossível para um gestor escolar, considerando a sua ampla lista de afazeres. Além disso, é preciso ter expertise em tecnologia para avaliar as melhores soluções deste nicho.
Por isso, o Educacional selecionou as melhores ferramentas do mercado e reuniu-as em um único ambiente virtual – o Hub Educacional. O objetivo é sanar as principais necessidades da escola e facilitar o acesso à tecnologia.
Confira neste artigo todos os aplicativos e plataformas educacionais disponíveis no Hub Educacional, assim como as funções de cada uma.
Table of Contents
O que são as plataformas educacionais?
As plataformas educacionais são plataformas digitais voltadas para a educação. São sistemas que reúnem conteúdos, ferramentas e canais de comunicação, visando o progresso dos estudantes.
As características de cada plataforma variam bastante, de acordo com o objetivo e o público-alvo.
Algumas plataformas educacionais são focadas no processo de aprendizagem, enquanto outras se destinam à gestão escolar. Algumas são projetadas para estudantes, outras para professores, gestores, pais e responsáveis.
Tudo depende do tipo de plataforma.
Principais tipos de plataforma educacional
As plataformas educacionais podem ser classificadas de várias formas:
por nível de escolaridade: para Educação Infantil, Ensino Fundamental, Ensino Médio ou Ensino Superior;
por modalidade de ensino: ensino a distância (EaD), ensino presencial ou ensino híbrido;
por finalidade: plataforma de aprendizagem, plataforma de gestão escolar, sistema de matrículas, biblioteca digital, agenda escolar digital, entre outras;
Conheça um pouco mais sobre os principais tipos de plataforma educacional:
Plataforma de aprendizagem
Plataforma destinada ao processo de ensino-aprendizagem e com foco no estudante. Contém videoaulas, textos, atividades, jogos e testes. Pode ser utilizada em sala de aula ou em casa, como complemento ao ensino presencial.
Plataforma de aprendizagem adaptativa
Plataforma de aprendizagem que utiliza Inteligência Artificial para personalizar a experiência do aluno. Após identificar o nível de proficiência do usuário, o sistema ajusta os conteúdos para o seu perfil.
Plataforma de aprendizagem gamificada
Plataforma de aprendizagem que usa recursos próprios de jogos, como rankings, troféus, missões e desafios. Ela torna o aprendizado divertido, aumentando o engajamento dos estudantes.
Plataforma de gestão escolar
Plataforma que otimiza tarefas de gestão escolar como formação de turmas, organização financeira, calendário escolar, análise de indicadores educacionais, elaboração de relatórios e avaliações.
Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA)
Ambiente virtual completo para suporte ao ensino a distância (EaD). Geralmente, o AVA inclui lições, vídeos, atividades, avaliações, canal de dúvidas, boletim e emissor de boletos para pagamento.
Biblioteca digital
Acervo de e-books que podem ser lidos em diferentes dispositivos (celulares, tablets, e-readers, notebooks e computadores). Para fazer a leitura, o estudante deve solicitar uma locação pela plataforma e usufruir do material enquanto estiver reservado. Depois, o livro se torna disponível para novas locações.
Sistema de matrículas
Ambiente digital que permite a realização de matrículas à distância.
Sistema de controle de frequência
Plataforma de controle de frequência dos estudantes e, eventualmente, dos profissionais da escola.
Plataforma de monitoria
Plataforma destinada à orientação dos estudantes e ao esclarecimento de dúvidas, sejam elas relacionadas ao conteúdo curricular ou ao processo de escolha da profissão (orientação vocacional).
Vantagens de usar aplicativos e plataformas educacionais
O papel das plataformas digitais na educação vai muito além da continuidade dos estudos em situações de emergência, como ocorreu na pandemia da Covid-19.
Os aplicativos e plataformas educacionais trazem muitos benefícios para as escolas, mesmo quando há aulas regulares e presenciais, porque melhoram a qualidade do ensino e otimizam a gestão escolar.
Segundo a pesquisa TIC Educação 2022, 33% das escolas brasileiras utilizam plataformas ou ambientes virtuais de aprendizagem.
Eis algumas vantagens de usar essas ferramentas:
personalização do ensino;
flexibilidade para acessar os conteúdos em qualquer hora e em qualquer lugar, por meio de diferentes dispositivos;
alto engajamento e interatividade;
agilidade no feedback ao estudante;
geração automática de relatórios escolares, o que melhora a visibilidade de resultados, lacunas de aprendizagem, problemas e riscos de evasão escolar;
não sobrecarrega os profissionais da escola nem altera o horário escolar.
Aplicativos e plataformas educacionais para impulsionar sua escola
Veja abaixo os melhores aplicativos e plataformas educacionais, tanto de gestão escolar quanto da área pedagógica:
De gestão escolar
As ferramentas de gestão escolar são focadas em análise de dados, relatórios escolares, avaliação, organização e comunicação com os pais e colaboradores da escola.
O Hub Educacional possui cinco plataformas de gestão escolar:
1. D2L
A D2L é um sistema de gestão da aprendizagem, também conhecido como Learning Management System (LMS). Ele possibilita o acompanhamento de frequências, a publicação de comunicados, a automatização de lembretes e o compartilhamento de materiais didáticos, fotos e vídeos.
A plataforma também permite a visualização do progresso dos estudantes, a criação de atividades online e a elaboração de avaliações personalizadas.
A D2L favorece a gestão da informação e da comunicação no ambiente escolar, além de impulsionar o ensino híbrido.
2. Max.IA
A Max.IA é uma plataforma de avaliação escolar munida de Inteligência Artificial. Nela, os professores podem criar avaliações automáticas e personalizadas, a partir de um amplo banco de questões.
Uma de suas funcionalidades é a opção de aumentar o nível de dificuldade dos testes para os alunos acima da média e diminuí-lo para os alunos abaixo da média da turma. Incrível, não é?
A plataforma também coleta os dados dos alunos em relação ao perfil cognitivo, psicométrico e comportamental deles. O objetivo é identificar e prever lacunas de aprendizagem.
Baseada nesses dados, a Max.IA recomenda atividades e conteúdos curriculares para o usuário, de acordo com o seu perfil. Os exercícios são gamificados e divertidos.
Além disso, a Max.IA gera relatórios e diagnósticos inteligentes para professores, gestores e familiares. Toda a plataforma é adaptável ao sistema pedagógico e avaliativo da escola.
3. NEDU
A NEDU é uma plataforma de dados escolares, que reúne relatórios inteligentes, dashboards personalizados e recomendações baseadas em indicadores educacionais.
Na plataforma, o gestor escolar acompanha o desempenho, o comportamento e a frequência dos alunos. Isso ajuda a escola a identificar com antecedência os estudantes com risco de evasão e, com isso, tomar medidas preventivas a tempo.
Os dados também incluem a taxa de inadimplência, os custos operacionais, a eficácia do ensino e a satisfação das famílias.
4. Tell me
O Tell me é um aplicativo de agenda escolar digital que permite a comunicação rápida e eficiente entre a escola, os alunos e as famílias.
Nele, é possível acessar rapidamente todos os avisos, tarefas de casa, faltas, datas de prova, notas escolares, eventos, mensagens da equipe pedagógica e informações financeiras.
O Tell me também gera notificações, lembretes e calendários, auxiliando as famílias na organização de suas rotinas e evitando esquecimentos.
Já o diretor escolar consegue acompanhar quem visualizou e respondeu as mensagens, além de monitorar os avisos enviados pelos professores.
5. HubLab – LearnLab
Um ambiente com diversas aplicações que potencializam a criatividade, ampliando o conceito de Ecossistema Hub Educacional ao integrar ferramentas desenvolvidas especialmente para a educação, tais como: autoria de livros digitais, criação de mindmaps colaborativos, podcasts e vídeos, dentre outras.
A solução apoia o uso de metodologias ativas em sala de aula, com integração a plataformas populares como Google e Microsoft, incluindo uma ferramenta de Inteligência Artificial integrada tanto para auxiliar alunos quanto para apoiar professores na construção de aulas e feedbacks.
Indicado para todas as etapas de ensino, da Educação Infantil ao Ensino Médio.
Pedagógicos
Os aplicativos e plataformas educacionais da área pedagógica são voltadas ao processo de ensino-aprendizagem, com o objetivo de melhorar a proficiência dos alunos e desenvolver habilidades específicas da Base Nacional Comum Curricular (BNCC).
Desenvolvida pelo Educacional, a plataforma usa Inteligência Artificial para adaptar os conteúdos de acordo com o ritmo e o nível de proficiência do estudante.
O Aprimora contém vários desafios de Língua Portuguesa e Matemática, com elementos de ludicidade, a fim de tornar a aprendizagem divertida e engajadora.
Na plataforma, o professor e o gestor escolar conseguem visualizar o desempenho de cada estudante, turma ou escola, em tempo real. Assim, as dificuldades de aprendizagem, bem como as potencialidades de cada aluno, podem ser facilmente identificadas.
O Aprimora é destinado ao Ensino Fundamental Anos Iniciais e Anos Finais.
7. Pense Mais Educacional
Outra plataforma desenvolvida pelo Educacional é o Pense Mais. Seu objetivo é desenvolver o pensamento matemático, a partir de problemas da vida real e atividades lúdicas.
Assim como o Aprimora, o Pense Mais é destinado ao Ensino Fundamental Anos Iniciais e Anos Finais.
8. Árvore
A Árvore é uma plataforma digital de leitura, com mais de 50 mil e-books e audiobooks. Durante a leitura, os estudantes interagem com recursos de gamificação e exercícios baseados na obra. Todas as atividades são alinhadas à Base Nacional Comum Curricular.
A plataforma também faz recomendações de livros para os usuários, de acordo com as suas preferências, idade e segmento escolar.
Com a Árvore, a escola tem acesso a um acervo diversificado de obras, que podem ser exploradas em qualquer dispositivo e em qualquer lugar.
A plataforma ainda conta com ferramentas de nivelamento: a equipe gestora consegue indicar aos alunos obras que se adequem ao nível de leitura de cada um, conforme o padrão F&P (Fountas & Pinnel).
Além disso, a Árvore inclui revistas, jornais, dicionário integrado, livros em Inglês e dashboard com relatórios.
9. Bibot
Ainda na área de leitura, outra plataforma educacional muito útil para as escolas é o Bibot. Essa biblioteca digital interativa reúne livros de diversas editoras e autores, desde obras clássicas até novos sucessos da literatura.
As categorias abrangem ficção, aventura, crônica, poesia, história, filosofia, redação e muito mais.
A biblioteca também é gamificada e possui exercícios alinhados à BNCC. Ao completarem suas leituras e atividades, os estudantes acumulam pontos e sobem em rankings locais, regionais e nacionais.
Os alunos leem os títulos selecionados pelos professores (que ficam disponíveis na Trilha do Conhecimento do usuário), mas também podem explorar o acervo e adicionar livros à Lista de Favoritos.
10. Descomplica
O Descomplica é um ambiente virtual de aprendizagem voltado para os estudantes do Ensino Médio, com foco na preparação para o Enem e outros vestibulares.
Ele oferece videoaulas (ao vivo e gravadas), simulados, material didático interativo, ambiente para produção de redação e plantão de dúvidas 24 horas por dia, sete dias por semana.
Cada estudante recebe um plano de estudo para organizar sua rotina e aprender de forma autônoma. As escolas podem usufruir dessa ferramenta como um meio de flexibilizar e personalizar o ensino, de acordo com as necessidades de cada aluno.
11. Educacross
O Educacross é um aplicativo de jogos educacionais digitais, destinado aos alunos da Educação Infantil e Ensino Fundamental Anos Iniciais. São mais de 2.000 jogos alinhados à BNCC, que trabalham alfabetização, Língua Portuguesa, Matemática e Lógica.
Os games são organizados pelo professor, que pode utilizar as trilhas de aprendizagem da plataforma ou criar uma nova trilha.
Ao interagir com a ferramenta, o estudante gera dados que são transformados em relatórios de desempenho. Assim, os gestores e professores acompanham facilmente os indicadores pedagógicos do aluno, da turma, da escola e da rede de ensino.
12. Elefante Letrado
O Elefante Letrado é uma plataforma digital de leitura gamificada, que contém livros digitais, games e atividades interativas para alunos de todas as idades.
A plataforma possui um amplo acervo de livros, divididos por gênero, editora e etapa de ensino (Educação Infantil, Ensino Fundamental Anos Iniciais ou Ensino Médio).
O Elefante Letrado inclui também: biblioteca para o professor; teste online de fluência leitora; audiobooks; livros em Inglês; metas individuais de leitura, dashboard de relatórios e gravação de áudio da leitura dos estudantes.
13. Estante Mágica
A Estante Mágica é um aplicativo e, também, uma plataforma escolar que ajuda os estudantes a escreverem e ilustrarem seus próprios livros.
Cada história é publicada em formato digital e transformada em game. Há ainda a opção de comprar a versão impressa do livro, como forma de recordação. No final do projeto, a escola organiza um evento de autógrafos para celebrar a conquista dos estudantes.
Criada em 2009, a Estante Mágica já lançou mais de 2 milhões e meio de livros produzidos pelas crianças.
14. Arukay
Arukay é um sistema de aprendizagem co-curricular voltado para alunos da Educação Infantil ao Ensino Médio.
Nele, o estudante tem acesso ao ensino do pensamento computacional e diversas linguagens de programação de diferentes níveis, auxiliando no desenvolvimento de suas habilidades tecnológicas e contribuindo para o aprendizado de forma gamificada e interativa.
Os projetos da Arukay são estruturados na metodologia Machine Learning e STEAM, levando a interdisciplinaridade em Ciência, Tecnologia, Engenharia, Arte e Matemática para os estudantes.
15. Inventura
Solução para o Ensino Fundamental que integra uma proposta multidisciplinar de STEAM – termo em inglês que conceitua a união dos conceitos de Ciências, Tecnologia, Engenharia, Matemática e Artes, com o objetivo de potencializar a aprendizagem e a resolução de situações-problema.
O Inventura incentiva o uso da tecnologia em práticas maker, ao integrar materiais físicos e digitais: livro do aluno, livro do professor, placa BBC micro:bit e componentes de hardware/eletrônicos, além de ambiente de programação, ambiente online e aplicativo.
16. Robomind
A Robomind é uma solução de robótica educacional que utiliza kits de LEGO® Education. Ele também possui uma plataforma digital de suporte com planos de ensino e conteúdos didáticos, em forma de textos, vídeos e jogos.
Destinado a todas as fases de ensino, da Educação Infantil ao Ensino Médio, a Robomind desenvolve competências digitais, cognitivas e socioemocionais, como criatividade, inovação e proatividade, formando uma nova geração de empreendedores.
17. Vivadí
A Vivadí é uma plataforma educacional focada em habilidades socioemocionais e voltada para alunos da Educação Infantil ao Ensino Médio.
A metodologia da plataforma é dividida em quatro pilares, alinhados à BNCC, que são: autogestão, colaboração, adaptabilidade e comunicação. Os estudantes passam por videoexperiências diárias, baseadas em storytelling, e respondem autoavaliações sobre o estado emocional atual.
Os gestores e professores podem acompanhar a evolução dos estudantes por meio do painel de dados. Além disso, eles podem adicionar informações sobre comportamento e participação dos alunos na escola, a fim de complementar os relatórios.
18. Seren
Já o Seren é um aplicativo de experimentação vocacional que tem o objetivo de ajudar os estudantes do Ensino Médio a escolherem suas futuras profissões.
O aplicativo conecta os alunos a profissionais de diversas áreas, em conversas ao vivo, para que eles conheçam a rotina dos especialistas e tirem suas dúvidas sobre cada carreira.
O Seren também utiliza Inteligência Artificial para mostrar as profissões mais alinhadas ao perfil do aluno, de acordo com suas interações no aplicativo.
19. Tecteca
A Tecteca é um aplicativo de apoio à leitura infantil. Ele é destinado à Educação Infantil e aos Anos Iniciais do Ensino Fundamental, em especial aos primeiros e segundos anos.
Nele, os alunos têm acesso a um acervo de livros digitais exclusivos, que incentiva e desenvolve a fluência leitora. Além disso, disponibiliza aos gestores e professores relatórios que incluem métricas por aluno e por turma.
20. FazGame
O FazGame é uma plataforma gamificada de incentivo à leitura e produção textual. Ele dá aos estudantes a oportunidade de criarem seus próprios jogos narrativos, desenvolvendo suas habilidades de escrita, criatividade e imaginação.
A plataforma inclui trilhas de aprendizagem, com todas as orientações para os professores e estudantes começarem a criar seus jogos.
O FazGame impulsiona a aprendizagem em Língua Portuguesa e o protagonismo juvenil e, ainda, gera relatórios de acompanhamento para os gestores escolares.
21. Escribo
O Escribo é um aplicativo de jogos educacionais das áreas de Língua Portuguesa e Matemática. Destinado aos alunos da Educação Infantil e Ensino Fundamental Anos Iniciais, o app cria jornadas personalizadas de aprendizagem e permite a avaliação interativa dos estudantes, em tempo real.
A ferramenta também gera relatórios de desempenho para acompanhamento dos gestores.
22. Robotis – LEGO® Education
Plataforma de atividades da LEGO® Education, com foco em robótica e STEAM. Ela foi desenvolvida para apoiar as aulas com LEGO® Education – um dos recursos pedagógicos mais populares do Brasil e do mundo.
Contém desafios para todas as idades, da Educação Infantil ao Ensino Médio. Seu objetivo é fazer com que os alunos aprendam brincando, enquanto desenvolvem habilidades do século XXI.
23. Plethora
Destinado ao Ensino Fundamental Anos Iniciais e Anos Finais, a Plethora é uma plataforma de aprendizagem gamificada que trabalha o pensamento computacional.
Durante os jogos, os alunos constroem e completam sentenças lógicas que constituem regras para a resolução de problemas.
A plataforma possui vários planos de aula, com a opção de personalizar o nível de dificuldade e compartilhar os desafios com outros membros da comunidade online.
24. Espaço infantil
O Espaço infantil é um ambiente virtual de aprendizagem para a Educação Infantil, que contém jogos, histórias, músicas e vídeos.
As atividades são divididas em três temáticas (floresta, fazenda e mar), as quais despertam a curiosidade das crianças e auxiliam no processo de alfabetização, letramento, numeracia e compreensão textual.
25. Stift
O Stift é um aplicativo de plantão de dúvidas que conecta estudantes e professores da escola. Ele permite que os alunos enviem suas dúvidas de forma online, pelo celular, e recebam respostas completas dos monitores da instituição.
As perguntas podem ser enviadas via texto, foto, vídeo ou áudio. Depois de receber a resposta, o aluno pode fazer uma réplica, caso continue com alguma dúvida.
Trata-se de uma solução muito útil para complementar ou substituir o plantão de dúvidas tradicional, com potencial de impulsionar os resultados de aprendizagem da escola.
26. Eduqz
O Eduqz é uma plataforma escolar de revisão de textos online, voltada ao Ensino Fundamental Anos Finais e Ensino Médio.
Na ferramenta, os corretores podem enviar áudios, circular, sublinhar e riscar trechos do texto, a fim de facilitar o feedback.
Além de corrigir os textos enviados pelos estudantes, a plataforma oferece cursos e videoaulas sobre redação. O Eduqz também gera relatórios com os principais dados dos estudantes para acompanhamento dos professores e gestores.
27. Aval.IA
O Aval.Ia é uma plataforma educacional que coleta dados dos estudantes em relação ao nível cognitivo, psicométrico e comportamental, a fim de prever e corrigir lacunas de aprendizagem.
A plataforma recomenda atividades para os alunos de acordo com o perfil de cada estudante e cria avaliações automáticas, adaptadas ao plano de ensino da instituição. Além disso, ela gera relatórios relevantes para os professores e gestores.
O Aval.Ia atende os estudantes dos Anos Finais do Ensino Fundamental e do Ensino Médio.
28. Tindin
Um ambiente virtual de aprendizagem gamificado, com foco na educação financeira. Na Tindin, cada aluno tem seu avatar e se movimenta por uma cidade com vários ambientes de interação. Nessa ilha virtual, a escola pode desenvolver diversas atividades, como aulas ao vivo, trilhas pedagógicas, trabalhos interdisciplinares, conteúdos em texto, áudio e vídeo.
Hub Educacional: uma plataforma; mais de 30 soluções
O Hub Educacional é uma plataforma digital completa, que reúne diversos aplicativos e plataformas educacionais no mesmo ambiente virtual. São mais de 30 soluções da área pedagógica, de gestão escolar e de integração tecnológica.
Na plataforma, sua escola tem acesso às melhores tecnologias de forma ágil e prática, com um só login e senha por usuário. Assim, a instituição não precisa se preocupar com inúmeras senhas de vários membros da comunidade escolar.
Além disso, o Hub Educacional atende às principais necessidades da escola, englobando:
ensino de Língua Portuguesa;
ensino de Matemática;
ensino de Ciências da Natureza e Ciências Humanas;
Impulsione a transformação digital da sua escola! Entre em contato com um dos nossos consultores para adquirir a plataforma educacional mais completa do mercado, com pacotes flexíveis.rmas educacionais de edtechs parceiras, a fim de entregar as melhores tecnologias.
Dois anos e meio depois da retomada das aulas presenciais, os efeitos da pandemia na educação ainda são perceptíveis: dificuldades de aprendizagem, atraso na alfabetização e desigualdades educacionais profundas. Nesse cenário, a recomposição de aprendizagem é o único caminho para reduzir as sequelas.
Como afirmou a diretora do Centro de Excelência e Inovação em Políticas Educacionais da FGV, Cláudia Costin, em entrevista à Revista Oeste, os problemas causados pela pandemia vão demorar mais de dois anos para serem resolvidos, em um longo processo de recomposição de aprendizagens.
Neste artigo, vamos explicar as etapas dessa estratégia pedagógica e mostrar como a tecnologia pode acelerar os resultados de aprendizagem dos alunos.
Segundo o estudo “Recomposição das aprendizagens em contexto de crise” elaborado pelo Instituto Natura e pela Fundação Lemann, a recomposição de aprendizagem é um conjunto de estratégias educacionais cujo objetivo é preencher lacunas de aprendizagem no contexto pós-pandemia.
Essas estratégias podem variar de programa para programa, mas geralmente incluem:
Existem três tipos de abordagem dentro da recomposição de aprendizagem, sendo a terceira a mais recomendada pelo Instituto Natura:
remediação (apoio para toda a turma);
intervenção (apoio apenas para os alunos com dificuldade de aprendizagem, geralmente dividindo a turma em três grupos);
aceleração (apoio apenas para alunos com dificuldade de aprendizagem, focando nas lacunas mais críticas para recuperar o atraso).
Nos programas de aceleração de aprendizagem, a escola ou rede de ensino identifica as principais perdas de aprendizagem, preenche essas lacunas rapidamente e guia os estudantes de volta ao nível em que deveriam estar.
Esse método é muito interessante porque, quanto mais atrasados ficam os alunos, maior é a desmotivação deles e mais alta é a chance de evasão. Por isso, acelerar o processo é a melhor forma de recompor aprendizagens.
Qual é a diferença entre recomposição, reforço e recuperação?
Apesar de constantemente confundidos, os termos “recomposição”, “reforço” e “recuperação” não são sinônimos.
Enquanto a recuperação escolar busca novas abordagens para o ensino de um conteúdo que o estudante já viu, mas, por algum motivo, não aprendeu, a recomposição mira em conceitos que o aluno nem teve a oportunidade de aprender, por conta do isolamento social.
Além disso, a recuperação é realizada exclusivamente no final do bimestre, após a divulgação das notas escolares, para aqueles que não obtiveram média suficiente.
Em contrapartida, o reforço escolar acontece ao longo do ano letivo, no contraturno, para auxiliar os estudantes com qualquer dificuldade de aprendizagem.
Como a pandemia afetou a aprendizagem dos alunos?
O cenário educacional do Brasil já enfrentava vários desafios antes da pandemia. No entanto, o fechamento das escolas por quase dois anos em decorrência do Covid-19 agravou alguns problemas, como veremos a seguir.
Perdas de 4 a 10 meses de aprendizagem
Apesar de os alunos terem continuado a estudar durante a pandemia por meio das aulas remotas, várias pesquisas mostraram que houve perda de 4 e 10 meses de aprendizagem em linguagens e matemática, dependendo da cidade e da etapa de ensino. Os dados foram divulgados pelo Laboratório de Pesquisa em Oportunidades Educacionais da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), em nota técnica de dezembro de 2022.
A avaliação constatou quedas em Língua Portuguesa e Matemática em todas as etapas de ensino, em relação à última edição de 2019. Porém, no 2º ano do Ensino Fundamental a perda foi maior: passou de 750 para 725 pontos em Língua Portuguesa e de 750 para 741 pontos em Matemática.
Impacto na alfabetização
Um dos motivos dessa queda em Língua Portuguesa no 2º ano do Ensino Fundamental foi a não concretização da alfabetização para muitas crianças.
De acordo com a pesquisa Alfabetiza Brasil, apenas 43,6% das crianças do 2º ano foram consideradas alfabetizadas em 2021 – 16,7 pontos percentuais menor que em 2019.
Sabemos que a alfabetização completa e na idade certa é um desafio no Brasil há muitos anos, mas a pandemia agravou ainda mais o problema. Por isso, os programas de recomposição de aprendizagem devem priorizar as crianças mais novas e em fase de alfabetização.
Efeitos negativos maiores em Matemática
Outro ponto levantado pela nota técnica da UFRJ foi a perda de aprendizagem mais acentuada em Matemática, exceto na Educação Infantil e nos primeiros anos do Ensino Fundamental. Esse padrão foi observado em várias pesquisas acadêmicas e também na comparação dos resultados do Saeb de 2019 e 2021.
No 5º ano do Ensino Fundamental, a queda de proficiência em Matemática foi de 11 pontos porcentuais, enquanto em Língua Portuguesa foi de 7 pontos.
No 9º ano do Ensino Fundamental e no Ensino Médio, a perda em Matemática foi de 7 pontos, ao passo que em Língua Portuguesa foi de 2 e 3 pontos, respectivamente.
Aumento das desigualdades educacionais
Não obstante, a suspensão das aulas presenciais na pandemia fortaleceu a desigualdade educacional. Ainda de acordo com a nota técnica da UFRJ, crianças e adolescentes mais vulneráveis socialmente aprenderam menos da metade que seus colegas não vulneráveis em 2020.
Isso porque, provavelmente, os estudantes mais pobres e com pais menos escolarizados tiveram menos acesso a tecnologia e não tiveram um ambiente de estudos adequado em casa.
A pesquisa da FGV “Tempo para Escola na Pandemia” também mostrou que o tempo médio de estudos por dia em agosto de 2020 foi bem menor entre os alunos mais pobres e estudantes da região norte do Brasil.
Como consequência, a desigualdade regional e a desigualdade de renda tendem a se perpetuar ainda mais. Por isso, as escolas precisam intervir e reunir esforços para mudar essa realidade.
Estratégias de recomposição de aprendizagem
Como mencionamos anteriormente, a recomposição de aprendizagem é a somatória de várias estratégias, coexistentes ou não, com o objetivo de preencher as lacunas de aprendizagem deixadas pela pandemia.
Vejamos com detalhes as principais estratégias:
Priorização curricular
É inviável abordar todos os objetos de aprendizagem e trabalhar todas as habilidades previstas no currículo, tanto por questão de tempo quanto pela dificuldade de absorver muito conteúdo de uma só vez.
Por isso, para acelerar o preenchimento das lacunas, a escola ou rede de ensino deve adaptar o currículo, excluindo repetições de habilidades entre as séries e selecionando apenas aquelas consideradas prioritárias.
A priorização leva em conta as habilidades indispensáveis para o avanço do estudante nas próximas séries.
Avaliação diagnóstica
Uma das fases mais importantes da recomposição de aprendizagem é a avaliação diagnóstica. É ela que fornece aos gestores escolares uma visão clara sobre as necessidades e dificuldades dos estudantes para embasar decisões assertivas e direcionar a prática pedagógica.
Embora a principal ferramenta de avaliação seja a aplicação de testes em papel ou em dispositivo eletrônico, o diálogo com os estudantes e os pais ou responsáveis é uma fonte valiosa de informações sobre o desempenho escolar e o bem-estar emocional dos alunos.
Outra prática recomendada é evitar as palavras “teste”, “prova” ou “avaliação”, para não deixar a criança ou o adolescente nervoso. Prefira avaliações orais individuais ou jogos educacionais online que realizem avaliação diagnóstica.
Após a análise dos resultados da avaliação diagnóstica, a escola ou a rede ensino cria agrupamentos com base no nível de aprendizagem, para direcionar os esforços pedagógicos de uma forma mais personalizada.
Ao longo do programa, os estudantes mudam de turma conforme avançam no processo de aprendizagem.
Ampliação do tempo de instrução
Também faz parte da recomposição de aprendizagem a ampliação do tempo de estudo por meio de escolas presenciais de verão, aulas no final de semana ou adaptações do calendário escolar.
Essa estratégia foi adotada em redes de ensino dos Estados Unidos, Argentina e Chile no ano de 2021, com grande adesão dos alunos.
Outra possibilidade é complementar as aulas presenciais com atividades online realizadas em casa – metodologia conhecida como ensino híbrido, que iremos abordar a seguir.
Ensino Híbrido
Além de ser uma solução para ampliação do tempo de estudo, o ensino híbrido dá, ao estudante, a chance de usufruir tanto dos benefícios da aprendizagem online quanto da offline.
Combinando atividades na escola e em casa, o aluno é incentivado a se posicionar no centro do processo de aprendizagem, aprender no seu próprio ritmo e se aprofundar nos assuntos que mais precisa ou que mais lhe interessam.
Tutoria individual ou em grupo
Outra prática popular entre escolas e sistemas de ensino do mundo no contexto pós-pandemia é o recrutamento de tutores para auxiliar os professores e apoiar os estudantes na recomposição de suas aprendizagens.
Esses tutores podem ser professores ou estudantes de Pedagogia ou Licenciatura, desde que passem por formação específica. Eles acompanham pequenos grupos ou atendem os alunos individualmente, em parceria com os docentes.
Monitoramento de resultados
Durante todo o programa de recomposição de aprendizagens, a rede escolar precisa coletar e analisar dados relacionados ao avanço pedagógico dos estudantes.
Os dados precisam ser claros, objetivos e fáceis de serem medidos, a fim de que a equipe de gestão escolar consiga identificar possíveis falhas rapidamente e tomar as melhores decisões.
Como veremos abaixo, a tecnologia é uma forte aliada do monitoramento de resultados.
Como a tecnologia pode facilitar a recomposição?
A tecnologia pode contribuir e muito para o sucesso de um programa de recomposição de aprendizagem.
Primeiramente, é possível automatizar algumas tarefas que acabam tomando tempo do gestor, do coordenador pedagógico e do professor, como elaboração de testes, correção de atividades, cálculo de notas e avaliação de indicadores educacionais.
As plataformas digitais educacionais contêm recursos que facilitam todo o processo de recomposição de aprendizagem, desde a priorização curricular até o monitoramento de resultados, passando pela avaliação diagnóstica.
Em segundo lugar, as tecnologias educacionais favorecem o ensino híbrido, que é uma das principais estratégias de recomposição de aprendizagem, e tornam a experiência do aluno mais interativa, lúdica e atraente.
A Escola Evandro Ferreira dos Santos (EREF), de Cabrobó, Pernambuco, contou com a plataforma Aprimora no plano de recomposição de aprendizagem.
Maria de Oliveira, mãe de 3 alunos que utilizam a plataforma, relata a mudança no ritmo de aprendizado dos filhos: “Eles aprenderam de forma tão fácil e lúdica, e agora em junho, já estavam lendo”.
João Vitor Oliveira, aluno do 9º ano, sentiu a diferença: “Melhorou o jeito de eu aprender. Às vezes eu entendia o que o professor explicava, às vezes não. O Aprimora baseia a minha pergunta e depois explica”.
Quer contar com todos esses benefícios? Então sua escola precisa da Suíte Educacional.
O gestor escolar tem um papel importantíssimo no contexto de recomposição. É ele quem administra a avaliação diagnóstica, analisa os resultados e define os objetivos do projeto pedagógico.
Ele também é responsável pelo monitoramento de resultados, ou seja, por conferir se os esforços da escola estão sendo bem sucedidos e se os estudantes estão avançando nos níveis de aprendizagem.
Além disso, ele busca ter um relacionamento próximo com os pais dos estudantes para conhecer o perfil da comunidade escolar, divulgar as ações da escola, conscientizar os responsáveis e angariar apoio das famílias na educação das crianças.
O gestor tem, ainda, a função de escolher e adquirir as tecnologias educacionais mais pertinentes para o trabalho pedagógico da instituição.
Confira o passo a passo de implementação de tecnologias educacionais, baixando o e-book do Educacional.
A importância do apoio socioemocional
O acompanhamento socioemocional dos alunos também faz parte dos projetos de recomposição de aprendizagem, porque situações de estresse, problemas pessoais e disfunções familiares afetam o desempenho escolar.
A pandemia da Covid-19 trouxe perdas significativas de aprendizagem não só por causa da suspensão das aulas presenciais, mas também devido ao luto, adoecimento, medo, ansiedade e outras emoções negativas que marcaram o período.
O estudo mostrou que o desenvolvimento de competências socioemocionais como autoconsciência, autogerenciamento, consciência social, habilidades relacionais e responsabilidade de tomar decisões, aumenta o engajamento nos estudos e, consequentemente, eleva as notas escolares.
A organização das emoções, o entendimento da própria identidade e a motivação para seguir em frente na vida, nos estudos e no trabalho são todos pré-requisitos para o avanço educacional genuíno.
Por isso, é importante promover ações de acolhimento e escuta ativa, como rodas de conversa, dinâmicas e palestras.
E, se houver disponibilidade de psicólogos escolares na instituição, o acompanhamento regular dos alunos e dos profissionais também é muito proveitoso para orientar a comunidade escolar em relação às melhores práticas de saúde mental.
Programas de recomposição de aprendizagem no Brasil
Desde a retomada das aulas presenciais, diversos estados e municípios lançaram programas de recomposição de aprendizagem. Podemos citar as redes municipais de Curvelo (MG) e Curitiba (PR) e as redes estaduais de Tocantins, Goiás e Minas Gerais.
No Tocantins, o programa Recomeçar incluiu ações de acolhimento, reordenamento do currículo, avaliação diagnóstica, recomposição com foco nas habilidades de letramento, letramento matemático e alfabetização e monitoramento.
Já em Minas Gerais, o Plano de Recomposição das Aprendizagens formou dois núcleos de gestão pedagógica, com a contratação de 1360 professores, para analisar os resultados da avaliação formativa da rede, identificar as habilidades do currículo que precisam ser revistas, orientar as escolas e monitorar os resultados.
Após o retorno das aulas presenciais em 2021, Singapura adotou um sistema permanente de ensino híbrido, com alguns dias do calendário escolar destinados para o ensino remoto. A estrutura curricular nessas datas é mais flexível, com o objetivo de promover a autonomia dos estudantes.
Na Argentina, o Ministério da Educação da Cidade de Buenos Aires realizou uma escola de verão de um mês, com a participação de 131 escolas. As turmas eram formadas por até 9 alunos, preferencialmente aqueles com dificuldade de aprendizagem.
No Chile, a Agencia de Calidad de la Educación implementou o Diagnóstico Abrangente de Aprendizagem em várias escolas públicas e privadas do país. O projeto começa a aplicação de uma avaliação diagnóstica em formato digital ou no papel, que mapeia tanto a aprendizagem acadêmica em leitura e matemática quanto a aprendizagem socioemocional.
Depois, as escolas recebem relatórios dos resultados com orientações, tutoriais e ferramentas de apoio.
Outra iniciativa interessante é o Teaching at the Right Level, criado pela ONG indiana Pratham, que conduz a avaliação diagnóstica dos estudantes em leitura e matemática e agrupa os alunos em grupos de diferentes níveis de aprendizagem.
O projeto já foi implantado na Índia, Quênia, Moçambique, Nigéria e outros países africanos, onde obteve ótimos resultados. Na Zâmbia, por exemplo, a porcentagem de crianças com proficiência básica em leitura passou de 34% para 52%, enquanto em matemática aumentou de 32% para 50%.
Todos esses projetos internacionais servem de inspiração para nossas escolas e redes de ensino na difícil, mas possível tarefa de reduzir as perdas da pandemia e efetuar a recomposição de aprendizagem.
Uma das tecnologias educacionais mais difundidas nas instituições de ensino de hoje é o Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA). Por meio dele, qualquer pessoa conectada à Internet pode estudar e aprender, independentemente da hora e do lugar.
É comum associarmos o AVA à Educação a Distância (Ead) em cursos de Ensino Superior ou formação continuada. Mas várias escolas de Educação Básica já estão tirando proveito desta tecnologia, por causa dos benefícios oferecidos e da tendência de consolidação do ensino híbrido.
Quer entender quais vantagens são essas? Leia até o final para descobrir se vale a pena ter um AVA para a escola!
O Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA) é um espaço digital focado no processo de ensino-aprendizagem, utilizado tanto por instituições educacionais presenciais quanto aquelas de Ensino a Distância (Ead).
Os recursos disponíveis no AVA variam de acordo com a plataforma, mas geralmente incluem:
conteúdos e atividades online;
videoaulas;
avaliações;
meios de interação;
suporte para dúvidas;
acompanhamento de notas ou desempenho.
Benefícios do AVA para a escola
Apesar da importância indiscutível das aulas presenciais e do contato dos alunos com os professores na escola, o Ambiente Virtual de Aprendizagem pode ser uma forte aliada da instituição no apoio ao ensino presencial e beneficiar tanto os estudantes quanto os professores e gestores.
Confira abaixo os efeitos do AVA na escola:
Fortalece o ensino híbrido
Uma das tendências internacionais na área da educação é a consolidação do ensino híbrido – um modelo que integra momentos presenciais e virtuais de aprendizado.
Cada vez mais, os alunos estão usando ferramentas digitais para aprender, solucionar dúvidas e desenvolver novas habilidades. Essa mudança de comportamento começou com a popularização da Internet e foi acelerada na pandemia do Covid-19, quando as escolas do mundo inteiro fecharam as portas.
Ao adotar um AVA, a escola toma frente nesse processo, conduzindo os alunos e monitorando a jornada pessoal de conhecimento deles.
Torna o aprendizado mais interativo
O diferencial dos recursos educacionais digitais em relação aos materiais didáticos tradicionais é que a interatividade (com o dispositivo e com os outros usuários) é incentivada no ambiente virtual.
Os usuários precisam dar comandos no computador, clicar em botões e responder às perguntas para continuar o processo de aprendizagem. Além disso, muitas crianças se sentem desencorajadas a participar em sala de aula, seja por timidez ou pressão dos colegas.
No ambiente virtual, porém, elas se sentem mais confortáveis para solucionar suas dúvidas e expor seus pensamentos. Assim, é mais fácil captar a atenção dos alunos e obter uma participação ativa deles.
Amplia o tempo de estudos
Em geral, quanto mais tempo uma criança passa estudando, mais chances ela tem de desenvolver-se e atingir seus objetivos. Porém, ampliar a carga horária da escola impacta a logística das famílias e aumenta consideravelmente os custos da escola. Nem todos os alunos têm interesse em estudar em tempo integral.
Mesmo assim, a escola pode aumentar o tempo de estudos com conteúdos online do AVA, na forma de dever de casa, atividade extracurricular ou reforço escolar.
Permite a personalização do ensino
Sabemos que o processo de aprendizagem é individual e diferente para cada criança. No entanto, as aulas presenciais em grupo não permitem, na prática, um ensino personalizado para cada estudante.
Esse atendimento personalizado só é possível em momentos de tutoria, plantão de dúvidas ou reforço escolar, que são a minoria da programação escolar. Outra possibilidade, mais acessível, é o uso de ambientes virtuais de aprendizagem com tecnologia de Learning Analytics.
Como já mencionamos, essas plataformas coletam dados dos alunos e adaptam os conteúdos para o nível deles, de forma automática. Então a personalização do ensino fica muito mais fácil.
Auxilia o trabalho do professor
O professor também se beneficia com a implantação do AVA. Além da personalização de ensino que já comentamos, as plataformas de aprendizagem coletam e organizam dados dos estudantes que auxiliam o mapeamento das defasagens, o planejamento de aulas e a avaliação dos alunos.
O ambiente virtual de aprendizagem na escola de Educação Básica não compete com o professor. Muito pelo contrário, ele é mais um recurso à disposição do profissional para gerar uma experiência de aprendizagem significativa.
Gera feedback automatizado
Os dados coletados pelo AVA não só facilitam o acompanhamento dos docentes como também fornecem feedback constante para os alunos. Ao longo da jornada de aprendizado, o estudante recebe notificações e mensagens sobre seu desempenho e seus avanços na plataforma.
Assim, ele é encorajado a corrigir erros específicos, superar dificuldades identificadas pelo AVA e continuar estudando.
Facilita o monitoramento de índices de aprendizagem
Pelo AVA, o gestor escolar tem acesso a vários dados dos estudantes em relação às aulas assistidas, atividades realizadas e nível de aprendizagem.
Como você pode notar, o ambiente virtual de aprendizagem traz vários benefícios para a escola. A adoção dessa tecnologia pode transformar sua instituição e destacá-la da concorrência!
A Suíte Educacional é uma plataforma educacional completa que tem o objetivo de reunir as melhores tecnologias educacionais em um só lugar, para maior comodidade e organização da escola.
A solução contempla mais de 30 ferramentas pedagógicas e de gestão escolar, incluindo Ambiente Virtual de Aprendizagem. E ela ainda permite a integração com outros sistemas já utilizados pela instituição, como Google Education e Microsoft Office. Tudo isso com um só login e senha.
Vantagens e diferenciais da Suíte Educacional:
multifuncional: possui várias ferramentas de gestão escolar e práticas pedagógicas;
login único: mais facilidade para os professores, gestores, pais e alunos no dia a dia;
contrato único: menos burocracia em contratos e licitações;
flexibilidade: a plataforma é personalizável de acordo com as necessidades da escola;
integração: conecta-se com outros sistemas informatizados já utilizados pela escola;
segurança: tratamento de dados pessoais conforme a LGPD.
Os dados divulgados em relação a alfabetização no Brasil são preocupantes, o que levou o Governo Federal a desenvolver o Compromisso Nacional Criança Alfabetizada. O último levantamento do Ministério da Educação (MEC), realizado em 2023, mostra que mais de 56% das crianças não estão alfabetizadas na idade certa. Isso significa que, a cada 10 alunos que estão no 2º ano do ensino fundamental, apenas 4 estão alfabetizados.
Além disso, no Progress in International Reading Literacy Study (Pirls) 2021, um exame internacional que analisa o nível de leitura dos alunos do 4º ano do ensino fundamental, o Brasil aparece na 39ª posição entre 43 países, atrás de nações como Uzbequistão e Azerbaijão.
Tais números são reflexos do aprendizado não adquirido nos anos iniciais do ensino fundamental. As informações do Pisa 2018 apenas reforçam os números apontados pelo MEC e Pirls, ao mostrar, como destaque negativo, a baixa compreensão na leitura. Os dados revelam que apenas 2% dos estudantes brasileiros com 15 anos estão acima do nível adequado e 43% estão abaixo do mínimo esperado.
A não alfabetização impacta diretamente na aprendizagem da criança, ocasionando limitações no acesso ao conhecimento e desenvolvimento de habilidades, o que afeta todo o desempenho acadêmico e dificulta seu progresso educacional. Além disso, pode acarretar dificuldades na comunicação e relacionamento interpessoal.
Na vida adulta, a falta de alfabetização pode levar à exclusão social, dificuldades na busca por uma colocação profissional e no desenvolvimento pessoal, o que resulta em questões econômicas futuras, como o aumento da demanda por serviços sociais. Estudos mostram que indivíduos que são alfabetizados têm maior renda, mais chances de emprego formal e maior acesso à saúde de qualidade, em comparação com os não alfabetizados. Portanto, a alfabetização é um direito fundamental que deve ser garantido.
Diante desse grande desafio nas escolas brasileiras, como as redes de ensino podem melhorar os índices de alfabetização?
Compromisso Nacional Criança Alfabetizada tem o objetivo a alfabetização de todos os alunos até o 2º ano fundamental.
Compromisso Nacional Criança Alfabetizada
Em junho de 2023, o MEC e o Governo Federal lançaram o Compromisso Nacional Criança Alfabetizada, com o objetivo de garantir que todos os alunos estejam alfabetizados até o final do 2º ano do ensino fundamental, conforme estabelecido na meta 5 do Plano Nacional de Educação. Além disso, a política visa recompor as aprendizagens das crianças matriculadas nos anos subsequentes, devido ao impacto da pandemia.
A nova política de alfabetização é baseada em cinco eixos: Gestão e Governança, Formação de Profissionais de Educação, Infraestrutura Física e Pedagógica, e Reconhecimento de Boas Práticas e Sistemas de Avaliação. O MEC oferecerá apoio técnico e financeiro às redes de ensino, enquanto estados e municípios terão papéis e responsabilidades específicas, como a formulação de suas políticas territoriais, para que o compromisso seja efetivado em suas instituições.
Apesar das redes serem responsáveis pela melhoria na qualidade no processo de alfabetização, a adesão ao Compromisso Nacional Criança Alfabetizada será voluntária. O apoio da União ocorrerá por meio de assistência técnica e financeira, seguindo as diretrizes estabelecidas pelo programa.
Como potencializar a alfabetização na sua rede de ensino
O Educacional, ecossistema de tecnologia e inovação, desenvolveu a solução ideal para apoiar as redes de ensino a potencializarem a alfabetização dos alunos, seguindo o Compromisso Nacional Criança Alfabetizada. A Mesa Educacional já foi utilizada em mais de 150 municípios e torna o processo de alfabetização uma experiência lúdica, colaborativa e efetiva, facilitando a aprendizagem dos estudantes.
A solução combina hardware, software, material concreto e realidade aumentada, além de contar com propostas didáticas que incentivam a reflexão dos alunos sobre hipóteses de leitura e escrita, enriquecendo a dinâmica da sala de aula.
A Mesa oferece às crianças da educação infantil e aos alunos dos anos iniciais do ensino fundamental ambientes virtuais ilustrados, nos quais podem navegar com seus colegas e construir caminhos para dominar o sistema de escrita e leitura, além de desenvolverem habilidades e competências necessárias para atuação na sociedade.
Além disso, conta com recursos de acessibilidade, como blocos com letras, números e símbolos em Braille, lupa para alunos com baixa visão, animações em Libras, datilologia, sintetizador de voz, navegação pelo teclado e regulagem de altura para cadeirantes, auxiliando o atendimento de estudantes com deficiências e transtornos de desenvolvimento e de aprendizagem. Dessa forma, é assegurado o acesso igualitário à educação de qualidade.
Está pronto para impulsionar e melhorar os índices de alfabetização da sua rede de ensino em, conformidade com o Compromisso Nacional Criança Alfabetizada? Conte com o apoio da Mesa Educacional!
Confira os motivos pelos quais o marketing digital para escolas é fundamental para atrair e fidelizar alunos.
Todo início de ano é uma nova fase de planejamento escolar. É hora de otimizar processos e discutir estratégias para o sucesso de alunos e professores durante o ano letivo. E por falar em estratégias, hoje vamos falar sobre uma que não pode ficar de fora da lista, e que será fundamental para a captação e fidelização de alunos: o marketing digital para escolas!
Diante da popularização dos canais online, e da constante presença digital de qualquer tipo de público, independente do nicho, se uma instituição de ensino visa se tornar referência no segmento, o marketing digital precisa ser forte, afinal, é uma maneira de interagir, informar, conquistar e fidelizar o público.
De acordo com uma pesquisa realizada em 2016 pela Resultados Digitais em parceria com a Rock Content, 69,3% das instituições de ensino consideram o retorno sobre o investimento (ROI) muito ou moderadamente positivo com o marketing offline. Com o marketing digital, o percentual sobe para 82,4%. E pense que agora, em 2019, o potencial de sucesso digital aumentou ainda mais, caminhando no sentido contrário do offline, que a cada ano vai ficando para trás.
Quando uma escola investe em um comercial de TV, por exemplo, além do custo de veiculação ser muito alto, a instituição só conseguirá medir o efeito dessa ação através do número de matrículas no final da campanha, o que, muitas vezes, não é positivo.
Pense que através do marketing digital, tudo pode ser medido a um custo baixo. É possível definir quais ações deram certo ou errado, de fato. Inclusive, você pode investir um valor mínimo inicialmente como forma de teste, medir os resultados, e, posteriormente, otimizar suas campanhas, seja investindo mais no que está dando certo ou ajustando o que deu errado. Enfim, no mundo digital, tudo (ou quase tudo) está no controle.
No entanto, antes desse trabalho entrar em cena, a equipe de marketing da escola precisa realizar alguns estudos:
Definir uma persona (estudo aprofundado das características)
Saber qual linguagem “conversa bem” com o público;
Pontuar e mostrar os diferenciais da instituição.
E QUAIS CANAIS DIGITAIS DEVO UTILIZAR?
Algumas ferramentas digitais podem (e devem) estar em sintonia para uma comunicação digital objetiva e eficaz. É o que chamamos de inboud marketing. Confira abaixo os principais canais em que sua escola deve marcar presença!
Site
Trate o site como uma vitrine digital da sua escola. Logo, quem visita-lo terá de achar todas as informações possíveis sobre a instituição, como histórico, missão, visão, valores, cases de sucesso, atualizações e acontecimentos presentes. Impacte e cause boa impressão!
Mas como causar essa boa impressão?
Invista em um layout bonito, atrativo e com um design sem muita poluição visual, com navegação fácil e intuitiva.
Fora as otimizações para a navegação mobile, é claro. O ideal é que o tempo de carregamento das páginas demore o mínimo possível e que o seu site seja responsivo, ou seja, próprio para qualquer tipo de dispositivo móvel, de maneira que textos, imagens e botões não se misturem ou fiquem desalinhados caso abertos no celular.
Blog
O blog é um canal muito forte quanto o assunto é marketing de conteúdo. Nele, é possível engajar o público através de assuntos mais complexos e pontuais, como notícias, comunicados ou conteúdos relevantes na área da educação. Transforme seu blog em um portal educativo!
Portanto, investir em conteúdo de qualidade no seu blog, é fundamental para um bom posicionamento da sua escola como uma geradora de informação.
E-mail Marketing
O e-mail marketing pode ser um grande aliado para turbinar o inbound marketing da sua instituição de ensino.
Através dele, você pode obter uma comunicação mais direta com seu público. Informar algo urgente ou dar uma notícia em primeira mão para um determinado grupo de pessoas através de um mailing de e-mails (apenas alunos do ensino fundamental II, por exemplo).
Redes Sociais
É muito provável que a grande maioria de pais e alunos da sua escola estejam presentes em, pelo menos, uma rede social. Sem contar que a navegação acontece diversas vezes por dia. Portanto, sua escola precisa estar lá, constantemente, oferecendo conteúdo de qualidade, divulgando eventos, mostrando mais sobre o dia a dia da escola, etc. Explore fotos, textos, vídeos, depoimentos de pais e alunos, e muito mais!
Estamos falando de um dos canais mais poderosos para incrementar sua estratégia inbound.
Os ambientes criativos de aprendizagem prometem inúmeros benefícios aos alunos e escolas, que vão desde o desenvolvimento de novas habilidades a uma maior rentabilidade e aumento de matrículas para a instituição de ensino. Falamos mais a respeito, confira!
Espaço inovador não é igual a ambiente inovador, e a gente explica!
Espaço pode ser entendido como lugar, recinto; dependência, algo mais objetivo e concreto quando tentamos explicar. Já o ambiente envolve, além do espaço físico, condições e circunstâncias físicas, humanas, culturais e sociais.
Um exemplo prático disso é quando visitamos a casa de um pintor e vemos quadros pendurados nas paredes, tintas sobre a mesa, livros de arte, etc, tudo isso nos remete e nos permite reconhecer facilmente do que o ambiente trata. Com isso, o ambiente é algo mais subjetivo e amplo em nosso entendimento.
Trazendo esses conceitos para o dia a dia escolar, entendemos que novas práticas exigem novos ambientes. As salas de aula antigas já não atendem mais as necessidades das novas metodologias e das novas gerações, o que nos leva a reflexões sobre como as novas práticas atingem nossos estudantes (e se elas têm, de fato, objetivos de aprendizagem reais).
Inovação para alunos e escola!
Um ambiente criativo de aprendizagem focado em inovação, por exemplo, permite o desenvolvimento de projetos interdisciplinares incríveis, em que alunos são protagonistas do seu conhecimento, desenvolvem o pensamento matemático desde os primeiros anos da Educação Infantil, e aprendem a partir de aulas de robótica e programação.
Veja alguns benefícios que os ambientes criativos de aprendizagem possibilitam à sua escola!
Desenvolvimento de competências e habilidades para o século XXI, em que os alunos aprendem a conviver, trabalhar em grupo e atingir objetivos em grupo.
As abordagens educacionais são orientadas para o trabalho maker, com desenvolvimento de projetos ‘’mão na massa’’, em que a criatividade e inovação tomam conta das atividades.
Incentivo à cultura do faça você mesmo (do inglês, ‘’do it yourself’’).
Os projetos inovadores têm como objetivo a experimentação, a criatividade, a colaboração, o engajamento e o protagonismo de cada estudante.
Esses ambientes já existem pelo Brasil. Conheça algumas salas de inovação:
Escola Neuza Dutra – Betim (MG)
Escola Metropolitana – Araucária (PR)
Que tal investir em um ambiente de aprendizagem disruptiva, com metodologias ativas focadas no desenvolvimento das habilidades de STEAM e na Educação 4.0?
Sabe o melhor? Sua escola pode inaugurar uma sala da inovação como essas em 2019.
Há anos falamos da importância da aprendizagem personalizada. Mas você sabe o que essa tendência educacional permite aos estudantes? Exploramos mais sobre o tema a seguir.
As desculpas nas escolas são inúmeras para não incentivar a aprendizagem personalizada (e colocá-la em prática). Eu pelo menos já ouvi algumas…
‘’Não temos tempo em sala de aula para isso’’.
‘’É difícil, não sei por onde começar…’’
‘’Parece ser algo caro e fora da realidade da minha escola!”
Toda vez que escuto alguém falar de ‘’personalização de aprendizagem’’ me veem à mente a seguinte imagem:
Somos cobrados desde cedo, muitas vezes, em aptidões que não são os nossos principais referenciais dentro da sala de aula.
Pensa comigo… cada aluno é um indivíduo independente, com metas, sonhos e interesses distintos.
Em uma turma de 40 alunos, os professores precisam lidar com 40 talentos e 40 necessidades de aprendizagem diferentes.
É com tristeza (e com um toque imenso de realismo) que digo: o modelo tradicional de ensino conhecido hoje não respeita integralmente o ritmo e conhecimentos de cada estudante. Isso dificulta a personalização do ensino porque não permite que todos avancem ao mesmo tempo.
A escola, geralmente, não valoriza a individualidade de cada estudante durante seu aprendizado.
Para isso acontecer é preciso mudar a metodologia dentro das escolas e a prática do professor, além de também repensar o ensino e colocar o aluno no centro de sua aprendizagem (onde ele também é responsável pelo que aprende).
Mas, como fazer isso?
Encontrar maneiras de oferecer planos de aula específicos e que se encaixam no estilo de aprendizagem de cada aluno.
Entender como cada aluno aprende melhor e sugerir caminhos para que ele cumpra seus objetivos educacionais.
Usar tecnologias para apoiar esta intenção dentro das escolas.
Oferecer uma aprendizagem personalizada contribui para:
Disponibilizar mais tempo para atendimento individual
Construir uma sala de aula mais significativa para todos.
Traçar trajetórias únicas de aprendizagem.
O aluno está no centro da proposta pedagógica e se torna o principal agente do seu aprendizado, superando vários desafios.
A tecnologia apoia a aprendizagem personalizada
”A possibilidade de oferecer a personalização do processo de aprendizagem evita que o aluno permaneça muito tempo sem atividades desafiadoras, e, nesse aspecto, a tecnologia apresenta diversos recursos que estimulam a análise, o desenvolvimento de estratégias para resolução de problemas, a avaliação contínua, a autoavaliação e até a cooperação no desenvolvimento de atividades entre pares ou em grupos” – Equipe Pedagógica da Tecnologia Educacional
Aprender de maneira individualizada vai muito além do espaço físico
A presença de dispositivos móveis, como tablets e celulares, e uso de aplicativos educacionais, por exemplo, ampliam a variedade de ambientes em que é possível aprender.
A tarefa de casa de hoje pode ser personalizada e adaptativa. Inclusive há ferramentas no mercado que estruturam módulos e atividades distintas, que dependem do nível de conhecimento do aluno em cada tópico.
Ainda com dificuldades? O aluno não vai avançar até assimilar o conteúdo.
Já passou dessa ‘’fase’’? A plataforma vai indicar módulos mais avançados para esse aluno seguir com sua rota de conhecimento.
Essa é uma maneira nova de aprender, mas eu estou disposta a abraçar as novas metodologias de ensino. E você? E sua escola?
Fica a reflexão de hoje. Se tiver alguma contribuição ou dúvida sobre o assunto, deixa aqui nos comentários.
Tiago Cauassa é instrutor e professor de robótica na ControlBot e na Arduino Manaus. E além de ser Embaixador da Inovação, agora ele também foi palestrante na última edição! Confira a trajetória dele com o programa e com a BBC micro:bit.
Os objetivos profissionais do professor Tiago Cauassa, de Manaus – AM, são muito similares com os do projeto Embaixadores da Inovação: multiplicar conhecimento e compartilhar experiências para inovar na educação! Tiago, além de ser instrutor e professor de robótica nas instituições Arduino Manaus e ControlBot, participou de duas edições do Embaixadores da Inovação: uma de Educação Infantil, em dezembro de 2018, e outra na área Maker, em fevereiro deste ano.
Na sua última participação, ele foi um dos palestrantes presentes na programação, e contou para os novos colegas sobre sua experiência como Embaixador e também sobre sua história com a BBC micro:bit, que possibilitou sua ida a Londres com a aluna Kathellen, de 10 anos, para participar do Micro:bit Global Challenge, um desafio internacional da Fundação Microbit. E nós conversamos com ele para ouvir sobre esta vivência! Confira:
Qual foi o seu primeiro contato com o Embaixadores da Inovação?
“Foi em 2018, quando eu pesquisei sobre a formação da LEGO® Education. Eu estava começando uma atividade com robótica, e primeiramente encontrei outro material. Porém, conversei com um amigo meu que trabalhava com as soluções da LEGO Education há alguns anos, e ele me explicou as vantagens delas, como elas funcionavam e quem representava a LEGO Education aqui no Brasil.
Então, fui buscando mais informações. Um outro amigo meu já tinha o sistema e soluções da Positivo na sua escola, e ele já havia participado do Embaixadores da Inovação! Foi então que perguntei mais detalhes, procurei mais informações sobre o projeto, como funcionava. Então consegui participar pela primeira vez em dezembro do ano passado.”
Dentro das suas duas experiências no programa, qual você considera a mais marcante?
“O primeiro impacto do evento de dezembro foi muito grande. Tinham muitas atrações e muitos participantes, sem contar a experiência de outras escolas que foram trazidas dentro do curso.”
Quando você voltou da sua primeira edição, o que te fez querer participar novamente?
“O Embaixadores da Inovação é um evento muito encantador. E eu acho que uma coisa que faz ele se diferenciar e me traz essa percepção é a maneira que a equipe trata a gente. Eu me senti muito em casa, muito acolhido. A gente sai da nossa cidade, passa horas dentro do avião para chegar no local e fazer a formação, e eu sempre fui muito bem acolhido, com um sorriso no rosto. O local favorece, a iluminação favorece, a comida favorece.
Quanto ao conteúdo, foram as atividades lúdicas e principalmente a diversão que mais me deram vontade de voltar. A gente se diverte, põe a mão na massa, aprende coisas novas, faz novos amigos, e revê também algumas pessoas que conhecemos em outras edições do Embaixadores.
E como foi sua experiência com sua palestra na última edição?
“Foi muito legal mesmo! Acho muito válido a Positivo trazer escolas que têm estes cases, e fazer com que elas possam participar do evento desta maneira, porque elas também querem compartilhar suas experiências. Aqueles que estão chegando agora vão ver que a pessoa que está palestrando está contando uma experiência boa com as soluções, e ela está ali para compartilhar! E eu acho muito importante mostrar isso para as pessoas que estão participando pela primeira vez.”
Incluindo os projetos que você já realiza com a BBC micro:bit, o que mais você pôde e acha que vai poder viabilizar depois de ter participado do Embaixadores?
“Organizar competições de robótica, não apenas participar das competições da First® LEGO® League, ou First® LEGO® League Jr.: eu me sinto muito seguro para organizar e fazer parte destes eventos. Não só os grandes, mas também fazer minhas próprias iniciativas. Já realizei duas atividades de robótica dentro de shoppings, e me sinto muito seguro para isso.
Estamos planejando mais um evento, e, tendo o nome do Embaixadores e conhecendo a forma que os treinadores da LEGO Education e a equipe representante da Positivo utilizam estes materiais, temos o respaldo de usar da maneira correta.
Se não fosse pelo Embaixadores, eu sempre teria aquele sentimento de insegurança, de me questionar se estou indo pelo caminho certo. Esta carga de conhecimento que o programa nos transmite, me dá um sentimento de confiança de participar desses grandes eventos e projetos.
Quanto ao BBC micro:bit, realizo projetos desde janeiro de 2018, e agora no Embaixadores também entrei em contato com a equipe do Inventura, aprendi sobre a plataforma, e vou ter segurança para falar sobre materiais didáticos desta solução, por ter participado de uma formação oficial.”
Conte um pouco sobre sua experiência com a BBC micro:bit!
“No final de 2017, eu estava fazendo uma pesquisa para a Arduino Manaus, com a ajuda do meu irmão (Davi Cauassa, na foto) e descobri a BBC micro:bit. Assim que eu comprei minha primeira plaquinha, eu comecei a explorá-la. Uma semana depois, eu recebi um link para competir no Hackaton Desafio 4.0 da Positivo. Fui participar e minha equipe acabou ficando em primeiro lugar!
Quando ganhamos a competição, eu fiz uma promessa de que eu faria tudo para alcançar o máximo de crianças que fosse possível com esta conquista. Começamos a idealizar alguns projetos, e recebemos muito apoio da Positivo.
E o último projeto que eu tive com a BBC micro:bit no ano passado foi justamente o Micro:bit Global Challenge. Eu tive bastante contato com o pessoal da Microbit Foundation, e eu falei que gostaria de aplicar o projeto aqui em Manaus. A repercussão foi grande na cidade, e várias crianças se inscreveram. Não contei para as crianças a possibilidade de uma premiação em Londres, apenas para os pais, para não criar expectativas: eram apenas seis vagas para o mundo todo, não esperávamos ganhar.
E o último projeto que eu tive com a BBC micro:bit no ano passado foi justamente o Micro:bit Global Challenge. Eu tive bastante contato com o pessoal da Microbit Foundation, e eu falei que gostaria de aplicar o projeto aqui em Manaus. A repercussão foi grande na cidade, e várias crianças se inscreveram. Não contei para as crianças a possibilidade de uma premiação em Londres, apenas para os pais, para não criar expectativas: eram apenas seis vagas para o mundo todo, não esperávamos ganhar.
Mesmo assim, fomos escolhidos para apresentar o projeto em Londres, e a Positivo esteve do nosso lado dando suporte para a viagem. A aluna que foi comigo é uma menina que tem poucas condições, então fico muito contente em ajudar a mudar a realidade dela e mostrar que tem um mundo lá fora que ela pode conquistar através da tecnologia. E acho que é esse o espírito dos Embaixadores: o sentimento de responsabilidade de compartilhar conhecimento e inspirar outras pessoas. Essa sempre foi minha filosofia de vida, então acho que juntou o útil ao agradável: eu conheci as pessoas certas para fazer as coisas certas.”
No sentido literal da palavra, wearable, em inglês, significa “vestível”. Mas, afinal, o que são wearables e qual a ligação com tecnologia?
É isso mesmo que você está imaginando! A união da palavra “vestível” com “ tecnologia” já é um bom início para iniciarmos a explicação sobre o que são wearables.
Tudo que envolve tecnologia e que o usuário pode vestir, carregar ou usar como acessório, pode ser definido como um wearable. Porém, com uma condição: desde que esse dispositivo tenha conexão com outros aparelhos ou com a internet!
Você, provavelmente, se depara com vários deles durante o dia, ou convive com pessoas que utilizem. Podem ser relógios, pulseiras, fones de ouvido, óculos, colares, roupas, etc.
Ainda é um mercado em expansão, mas que, certamente, estará muito presente em diversos nichos nos próximos anos.
Quais benefícios um wearable traz?
Essa nova tecnologia foi desenvolvida com um propósito principal: gerar praticidade e otimizar desempenhos, onde quer que ela seja aplicada!
Wearables são muito utilizados por atletas, por exemplo, pois monitoram seu desempenho físico e mostram dados importantes para que possam maximizar seus resultados. Normalmente, o formato mais usado no meio esportivo são pulseiras (smartbands) ou relógios (smartwatches), conectados de forma integrada com smartphones.
Wearables são dispositivos muito comuns nas academias.
Com potencial para trazer benefícios a qualquer área de atuação, os wearables podem proporcionar experiências inéditas.
É o caso de óculos de realidade aumentada, que nada mais são do que wearables com lentes 3D conectados a smartphones, próprios para assistir filmes ou jogar games.
Wearables para realidade aumentada
Wearables e sua aplicação na área educacional
E como você imagina que esses dispositivos podem beneficiar uma instituição de ensino? Será que existe um wearable capaz de facilitar a rotina escolar?
E o que significa, na prática, “facilitar a rotina escolar”?
Alguns exemplos que podem ser citados são:
– Dispensar o uso de dinheiro para pagar o lanche na cantina;
– Alugar livros na biblioteca;
– Facilitar o processo de embarque e desembarque na frente da escola, evitando trânsito e espera por parte dos pais;
– Localização de alunos e funcionários em tempo real;
– Tornar as aulas mais tecnológicas e interativas;
– Chamada automática.
Já pensou que incrível ter um wearable que pudesse proporcionar tudo isso? Pois ele existe e já é realidade para algumas instituições de ensino brasileiras.
Conheça o Schood
O Schood é uma pulseira com design moderno e colorido. É a primeira solução brasileira de IPS (Indoor Positioning System), com todos os benefícios citados acima, além de contar com conexão a um aplicativo, monitorado por educadores e pais.
Confira abaixo o depoimento de Nelson Falcão, Diretor de Marketing do Colégio Martha Falcão, referência de educação no Estado do Amazonas. Ele conta tudo sobre a experiência da escola com o uso do Schood. Olha só!
Durante a visita do presidente brasileiro a Israel, a Positivo Tecnologia firmou um acordo de colaboração com a MindCET, uma empresa de tecnologia educacional israelense. O acordo prevê a aplicação do modelo de inovação da companhia no mercado brasileiro. Até maio, o projeto já tomará forma no Brasil.
O local escolhido para a aceleradora é a cidade de Manaus, seguindo a ideia da MindCET de aproveitar o isolamento de grandes centros urbanos para desenvolver novos empreendimentos. Em Israel, além de sede em Tel Aviv, a companhia tem uma unidade no deserto de Negev. “Estamos confiantes de que a nossa sinergia facilitará a aceleração de projetos e beneficiará o sistema educacional de ambos os países e ao redor do mundo”, diz, em nota, Avi Warshavsky, presidente-executivo da MindCET.
Além de montar a aceleradora, a Positivo irá introduzir e adaptar as melhores práticas da MindCET para desenvolver projetos de tecnologia educacional. A tendência de startups desse ramo recebeu o apelido de EdTechs (junção das palavras education e technology, em inglês).
Representantes da Positivo Tecnologia e MindCET firmam parceria na presença do ministro Marcos Pontes
O projeto contará com a verba da Positivo Tecnologia para pesquisa e desenvolvimento, que corresponde a 5% do seu faturamento.
Em entrevista a EXAME, Rebeca Barbalat, diretora de marketing e produtos da Tecnologia Educacional, divisão da Positivo Tecnologia dedicada à inovação no ensino, conta que o primeiro desafio é aplicar e adaptar as práticas da MindCET à realidade brasileira.” Queremos aprender com eles a cultura das startups e o pensamento global de negócios. Se eles não tiverem esse pensamento em escala mundial, como são menores do que nós, com cerca de 8 milhões de habitantes, eles não têm mercado”, afirma Barbalat.
A partir de maio, começam as rodadas de avaliação e aceleração de ideias que possam virar negócios em três anos e tenham impacto positivo na educação em nível global. Em setembro, o plano é iniciar a etapa de aceleração de startups. No ano que vem, vem a terceira fase, que consistirá na aceleração de projetos empreendedores de professores. Eles terão tempo para dedicarem-se às ideias que tenham potencial de mudar a educação com a ajuda da tecnologia.
A contrapartida da parceria entre a Positivo Tecnologia e a MindCET é que os novos negócios desenvolvidos no Brasil serão levados para Israel.
No início do mês de abril, a LEGO® Education anunciou o lançamento mundial da sua nova solução STEAM, o SPIKE Prime, que chegará em breve ao Brasil.
Amantes de robótica educacional e das incríveis soluções da LEGO® Education, pararam no início do mês de abril para acompanhar o lançamento do SPIKE Prime, criado para enriquecer ainda mais o portfólio da marca.
Dias antes do pronunciamento oficial, a LEGO® Education, sem ainda expor nenhum tipo de imagem do produto, elaborou um teaser com a assinatura #LEGOConfidence, como um “segredo”, aumentando a expectativa do público para conhecer a novidade.
Campanha teaser do spike prime.
Por que o SPIKE Prime foi criado?
A ideia central na criação do conjunto, foi acelerar ainda mais a aprendizagem STEAM em sala de aula, reunindo tudo em uma solução de fácil montagem e design inovador, com peças maiores e mais programação.
Além disso, a intenção foi criar uma linha nivelada de aprendizagem da LEGO® Education, em que o SPIKE aparece como um projeto de robótica entre o WeDo 2.0 e o Mindstorms EV3.
Com um design inédito, ele pode ser bem trabalhado em diversos níveis de ensino, além de ser inclusivo e intuitivo, tanto do ponto de vista físico quanto digital. É uma solução carimbada pela cultura maker, e criada com esse propósito.
De acordo com uma pesquisa realizada recentemente pela Harris Insights & Analytics, que abordou pais, alunos e professores do mundo inteiro, foi constatado que 89% dos alunos aprendem, memorizam e criam gosto pela aprendizagem através de atividades práticas.
Ainda na mesma pesquisa, dados mostram que a maioria dos alunos entre 11 e 14 anos perdem o gosto pela aprendizagem por terem falhado alguma vez, e que, depois da falha, não querem tentar novamente.
Estamos vendo um desafio global nos alunos do ensino médio, geralmente com idades entre 11 e 14 anos. Nessa idade, as crianças começam a perder confiança na aprendizagem. Nossa missão na LEGO Education é inspirar e desenvolver os construtores de amanhã, permitindo que cada aluno seja bem-sucedido, e isso é exatamente o que o SPIKE Prime oferece.
Esben Jørgensen, President of LEGO Education
Composição do SPIKE
Combinando elementos coloridos de construção LEGO, hardware fácil de usar e uma linguagem de codificação intuitiva baseada em Scratch, o SPIKE Prime envolve os alunos através de atividades de aprendizagem lúdicas para pensar criticamente e resolver problemas complexos, independentemente do seu nível de aprendizagem.
O coração do sistema SPIKE Prime é o Hub programável. Este dispositivo avançado, mas simples de usar, em formato de tijolo, possui 6 portas de entrada / saída, matriz de luz 5×5, conectividade Bluetooth, alto-falante, giroscópio de 6 eixos e uma bateria recarregável.
O SPIKE Prime Set também inclui motores e sensores altamente precisos que, juntamente com uma grande variedade de elementos de construção coloridos da LEGO, permitem que os alunos projetem e construam robôs divertidos, dispositivos dinâmicos e outros modelos interativos.
Inédito, o Innovation Village ocupará mais de 1000 m2 e é resultado de uma parceria com a organização do maior evento de educação e tecnologia da América Latina, que acontece de 14 a 17 de maio no Transamerica Expo, em São Paulo (SP).
Um espaço inédito de experimentação e inovação será apresentado aos educadores durante a BETT Educar 2019: trata-se do Innovation Village, que reunirá em uma área gratuita de mais de 1000 m2 diversas iniciativas de educação, criatividade e tecnologia. Realizado pelo HUB.Educacional em parceria com a organização da BETT, conta com o patrocínio da Tecnologia Educacional e outros parceiros. O Innovation Village tem como objetivo celebrar a transformação da educação – tema macro do congresso desse ano, promover a troca de experiências e mostrar projetos inovadores de todo o país.
A proposta do Innovation Village é ser um ambiente dinâmico, divertido e enriquecedor em que os educadores possam se conhecer, trocar experiências de aprendizagem, ter a oportunidade de conversar com professores e alunos inovadores, e discutir temas como metodologias ativas, pensamento matemático, maker, neurociência e tecnologia, e escolas seguras.
O Innovation Village será dividido em duas áreas principais, a Innovation Square e a Arena Startups.
A Innovation Square será o principal centro de atividades. Neste espaço, as escolas poderão apresentar seus projetos e compartilhar com a comunidade como estão desenvolvendo suas ideias inovadoras com seus alunos. Em áreas de experimentação, os educadores terão acesso a workshops hands-on para provar soluções educacionais inovadoras e discutir temas voltados à inovação na escola.
A programação inclui palestras Let’s Talk de 15 minutos transmitidas em telões com visão de 360º, que poderão ser ouvidas usando fones disponíveis por toda a área do Innovation Village, lançamentos e apresentação de soluções educacionais, startups e EdTechs com potencial transformador para a educação.
Na Arena Startups, os educadores terão oportunidade de conhecer o LEGO® Education Experience, arena que trará dinâmicas hands-on de metodologias realizadas com os famosos blocos LEGO®, e acesso a um auditório aberto de palestras com speakers nacionais, internacionais e startups. Um dos palestrantes confirmados é Jairo Bouer, médico, educador e escritor, que falará sobre os impactos da tecnologia no comportamento do jovem no dia 15 de maio, às 14:00.
O Innovation Village conta com o patrocínio do HUB.Educacional, da LEGO® Education e da Tecnologia Educacional. Tem como apoiadores a Microbit Foundation, o Let’s Go Festival, GESAwards, Árvore de Livros, Eskolare, Scholastic e os Embaixadores da Inovação.
O espaço é aberto a todos os visitantes da Bett Brasil Educar, e sua programação completa pode ser consultada online em http://innovationvillage.com.br/.
O ingresso à Bett Brasil Educar é gratuito, mediante credenciamento que pode ser feito antecipadamente no site do evento – www.bettbrasileducar.com.br.
Serviço – Innovation Village – BETT Educar 2019 – Pavilhão E
Data: de 14 a 17 de maio de 2019 Local: Transamerica Expo Center – Av. Dr. Mário Vilas Boas Rodrigues, 387 – Santo Amaro -São Paulo/SP Horário: das 9h às 19h
A nova oportunidade de formação de professores e educadores será nos dias 25 a 27 de junho e contará com participação especial. Confira!
Vamos combinar: não é todo dia que nós, imersos e apaixonados pela educação, temos a oportunidade de participar de uma formação para professores que oferece uma certificação internacional, não é verdade!? Mas não vamos restringir a grandeza do programa simples e unicamente ao diploma, afinal, o Embaixadores da Inovação é muito mais do que isso.
São três dias intensos de imersão educacional, que capacitam os participantes a lidarem com as tendências e inovações na educação, incluindo robótica educacional, cultura maker, pensamento computacional, codificação, etc. Nada de provas, textos, papel, caneta, quadro. São dias de aprendizado “mão na massa”, baseados em aspectos racionais e científicos, em que professores e educadores voltam a ser criança e aprendem brincando através das soluções LEGO® Education.
Dinâmica de formação para professores – Embaixadores da Inovação
Aliás, cabe mostrar como é satisfatório o resultado. Em outro artigo, colocamos alguns depoimentos de Embaixadores já formados. Clique aqui e confira!
Participe da próxima edição do Programa
Dos dias 25 a 27 de junho, você terá uma nova oportunidade para embarcar nessa experiência.
Na programação, além da Certificação Internacional LEGO® Education, teremos diversas dinâmicas, como por exemplo: oficinas e desafios com foco no trabalho em equipe e resolução de problemas, STEAM na educação infantil, dinâmicas de aprendizagem criativa, competição de robótica infantil FLL JR, maratona sobre Educação Tecnológica, e muito mais.
Além disso, os Embaixadores que participaram por meio da compra do ingresso, levarão um conjunto Máquinas Simples Iniciais – Solução Curricular (9656) da LEGO® Education, para aplicar imediatamente entre seus alunos todo o conhecimento adquirido, e uma placa de acrílico do programa!
Atração Especial
Os participantes desta edição terão a oportunidade de trocar ideias, via transmissão online e ao vivo, com o Diretor do Centro de Recursos de Educadores da NASA, Todd Ensign, diretamente dos EUA!
Especialista em educação, tecnologia e treinamento de educadores, Todd compartilhará muito de sua experiência, mostrando sua paixão e iniciativas envolvendo a metodologia STEM e robótica.
Além disso, incluir projetos de robótica na grade escolar reflete positivamente no desempenho dos estudantes em disciplinas tradicionais, aponta estudo.
Você sabia que investir em projetos de robótica na sua escola pode ser o aspecto decisor para pais e alunos na hora da matrícula?
Essa nova forma de ensinar e aprender é um dos braços da Educação 4.0 e vem se apresentando como um método cada vez mais engajador e estimulante para os alunos, que a cada dia estão mais ligados em inovação e tecnologia.
Um estudo realizado pela consultoria JS Brasil com participantes do Torneio SESI de Robótica, mostrou que a metade dos entrevistados aumentaram suas notas escolares depois de ingressarem no torneio. Fora que 94% dos participantes tiveram, ao menos, mais motivação e dedicação em matérias de exatas, como Matemática e Física.
Arena SESI de robótica
Inclusive, em outro artigo falamos mais sobre algumas razões pelas quais toda escola deve apostar em robótica educacional.
Habilidades que a robótica estimula para o futuro dos alunos
Trabalho em Equipe
Umas das competências fundamentais para o profissional do futuro! A capacidade de cooperação, diálogo, organização, comunicação e planejamento com os demais, faz do aluno um indivíduo cada vez mais social, aberto a ideias e a novas adaptações.
Resolução de problemas
Saber lidar com situações-problema sem perder o jogo de cintura não é tarefa fácil nem para muitos adultos, não é verdade!? A robótica educacional e projetos neste contexto levam na bagagem os desafios impostos aos alunos com base em situações da vida real. Robótica e resiliência caminham juntos, e praticá-los ainda na escola, certamente, fará do estudante um ser humano mais competente no futuro.
Criatividade
Além da programação dos robôs, propriamente dita, entra a parte do design, montagem, movimentação e como todos esses aspectos resolverão o “problema” em questão. Tudo faz parte de um processo criativo que desperta o lado lúdico em crianças e jovens!
Competências Socioemocionais
O fato dos estudantes de robótica serem constantemente desafiados, faz desse um processo de reflexão, controle emocional e social, habilidades essenciais para lidar com as pressões do futuro na vida profissional.
Oportunidades no Exterior
Como assim oportunidades no exterior? É isso mesmo! Quem entra para o mundo da robótica, provavelmente, vai ouvir falar na FIRST® LEGO® League, o maior torneio de robótica do mundo.
A FLL é separada por etapas nacionais, e no Brasil não é diferente. As equipes com melhor desempenho são classificadas para a etapa internacional e vão representar suas nações. Estamos falando da socialização e vivência com diferentes idiomas e culturas! Uma experiência indescritível!
Conheça algumas soluções de robótica da LEGO® Education
As soluções de robótica LEGO® Education apoiam as instituições de ensino na tarefa de desenvolver as habilidades do século XXI. Detalhamos a seguir as principais sugestões da nossa equipe para fomentar o aprendizado de STEM em sua escola.
Para iniciar o trabalho com alunos do Ensino Fundamental I, a sugestão é usar o LEGO® Education WeDo 2.0, que tem como objetivo mostrar a importância da ciência por meio da sua compreensão em situações reais, introduzir conceitos de robótica, desenvolver habilidades de programação básica, pensamento crítico e a resolução de problemas. Com o WeDo, os alunos dão vida a projetos de ciências a partir da combinação de blocos LEGO® e do uso de um software de ensino.
Já para atender alunos do Ensino Fundamental II e do Ensino Médio, o LEGO® MINDSTORMS® Education EV3 é o mais indicado. Essa solução de robótica busca desenvolver habilidades em Ciências, Tecnologia, Engenharia e Matemática através da construção de diversos objetos dentro da metodologia dos 4Cs (connect, construct, contemplate and continue).
É uma forma muito mais prática de aprender sobre as áreas exatas, por meio de uma abordagem investigativa, abrangente e inspiradora. A solução estimula o pensamento crítico e ainda conta com o apoio de softwares para estimular o aprendizado de codificação, Ciências e outras habilidades em situações reais.
Você precisa fazer login para comentar.