A gamificação torna a aprendizagem mais leve, divertida e significativa. Por isso, ela é empregada no mundo inteiro por escolas, universidades e empresas, em atividades educativas e treinamentos corporativos.
Mas o que torna os jogos tão engajadores? Por que eles atraem tanto a nossa atenção? E quais são as aplicações da gamificação na educação? Entenda as respostas para essas perguntas lendo o artigo até o final.
Gamificação é uma metodologia de ensino que emprega elementos típicos de jogos para motivar os estudantes e melhorar o desempenho escolar, tais como:
competições;
prêmios;
desafios;
narrativas lúdicas;
personagens fictícios;
objetivos e regras claras;
divisão da jornada em níveis ou fases;
motivação constante;
feedback imediato, com identificação dos erros e acertos;
elementos divertidos;
abstração da realidade;
e cooperação com outros jogadores.
Para ser devidamente enquadrado como metodologia ativa de aprendizagem, a gamificação precisa estar centrada no aluno. O estudante deve sair da posição cômoda, de mero receptor de informações, e se posicionar como construtor das próprias habilidades, conhecimentos e valores.
O papel do professor, nessa perspectiva, é de mediador, orientador e supervisor do processo.
Segundo o livro Gamification by Design, as pessoas são motivadas a jogar por quatro motivos:
para dominarem determinado assunto;
para aliviarem o estresse;
para se entreterem;
para socializarem.
Além disso, o jogador se diverte tanto na busca pela vitória quanto na exploração de um novo universo, vivenciando sensações inéditas e interagindo com outros jogadores.
É importante salientar que o jogador não acompanha uma história, ele “vive” a narrativa, de forma totalmente imersiva.
Todas essas características contribuem para uma aprendizagem significativa, fortalecida pelo alto interesse e pela atenção focada.
Vantagens da gamificação para a aprendizagem
Estudos recentes revelam que a gamificação tem o poder de transformar o ambiente de aprendizado em um espaço dinâmico e interativo, aumentando a motivação dos alunos.
Eles evidenciam o potencial da gamificação como uma ferramenta eficaz na educação moderna e apontam que a grande vantagem dessa metodologia está no seu alto poder de engajamento.
Quando o aluno se torna um participante do jogo, a tendência é que sua dedicação aumente. Ele tem uma motivação a mais para aprender, atraído pelo desejo de vencer. Além disso, ele acaba passando mais tempo estudando, muitas vezes sem nem perceber.
Como fruto desse engajamento, o estudante assimila os conteúdos com mais facilidade. Até mesmo componentes curriculares popularmente considerados difíceis, como Matemática e Física, são melhor compreendidos.
Outras vantagens da gamificação são:
aprendizagem lúdica e divertida;
retenção da atenção;
mais interação entre os colegas;
aulas mais dinâmicas;
desenvolvimento de habilidades socioemocionais como autonomia, autoconfiança, perseverança, colaboração e respeito.
Como aplicar a gamificação na educação?
A escola pode explorar a gamificação por meio de brincadeiras, competições, jogos físicos e jogos educacionais digitais alinhados ao currículo.
Em todas as atividades, é preciso ter clareza dos objetivos pedagógicos. Desde o planejamento até a execução e avaliação, as habilidades que se deseja desenvolver não podem ser perdidas de vista.
De acordo com o livro Gamificação na Educação, as principais características de uma estratégia educacional gamificada são:
missão bem definida;
sistema de pontuação eficiente;
narrativa envolvente e coerente;
tarefas claras;
criatividade.
Assim, a escola deve criar seus próprios jogos ou utilizar modelos prontos. No contexto digital, o mais prático é adquirir uma plataforma digital com vários games educativos, como é o caso do Aprimora e Pense Mais.
Também é importante ter cuidado para evitar conflitos durante o uso da gamificação em sala de aula.
Algumas dicas para aplicar gamificação na educação de forma saudável são:
1. Defina objetivos claros
Antes de iniciar o jogo, defina objetivos claros e específicos para o que deseja alcançar. Isso ajudará a garantir que a brincadeira esteja alinhada com os objetivos pedagógicos.
2. Foque no processo, não no resultado
Em vez de focar apenas no resultado final, foque no processo de aprendizado. Isso ajudará a reduzir a competição e a ênfase no vencedor.
3. Promova a colaboração
Promova a colaboração entre os alunos, incentivando-os a trabalhar em equipe para alcançar objetivos comuns. Isso contribui para promover a cooperação.
4. Inclua todos os alunos
Inclua todos os alunos na gamificação, independentemente de suas habilidades ou necessidades. Isso auxilia a promover a inclusão.
Seguindo essas dicas, é possível evitar competições não saudáveis, brigas e frustrações desnecessárias.
Exemplos de atividades gamificadas
Para tornar o assunto mais palpável, listamos abaixo alguns exemplos de atividades gamificadas na educação:
Jogos físicos: dominó matemático, dominó de sílabas e tabuleiro de formação de palavras;
Jogos digitais: jogos virtuais que envolvam conceitos de letramento e desafios matemáticos, jogos em primeira pessoa para resolução de problemas e quizzes on-line sobre conteúdo curricular;
Brincadeiras: caça ao tesouro com pistas envolvendo o assunto estudado em sala, batata-quente para revisão de conteúdo (quem ficar com a batata na mão responde a uma pergunta);
Concurso ou competição: bingo de números ou sílabas, concurso de leitura, torneio de robótica;
Sistema de pontos e recompensas: pequenos mimos para quem entregar todas as tarefas de casa, ranking de pontos em plataformas de aprendizagem e troféu virtual para vitória em jogo educativo online.
As tecnologias digitais estão ajudando as escolas do mundo todo a melhorarem o processo de ensino-aprendizagem e a gestão escolar. Aplicativos e plataformas educacionais se tornam cada vez mais comuns na rotina escolar, em vista dos muitos benefícios trazidos pela tecnologia na educação.
Atualmente, existem inúmeras plataformas escolares no mercado, para diversas finalidades. Conhecer todas elas é praticamente impossível para um gestor escolar, considerando a sua ampla lista de afazeres. Além disso, é preciso ter expertise em tecnologia para avaliar as melhores soluções deste nicho.
Por isso, o Educacional selecionou as melhores ferramentas do mercado e reuniu-as em um único ambiente virtual – o Hub Educacional. O objetivo é sanar as principais necessidades da escola e facilitar o acesso à tecnologia.
Confira neste artigo todos os aplicativos e plataformas educacionais disponíveis no Hub Educacional, assim como as funções de cada uma.
Table of Contents
O que são as plataformas educacionais?
As plataformas educacionais são plataformas digitais voltadas para a educação. São sistemas que reúnem conteúdos, ferramentas e canais de comunicação, visando o progresso dos estudantes.
As características de cada plataforma variam bastante, de acordo com o objetivo e o público-alvo.
Algumas plataformas educacionais são focadas no processo de aprendizagem, enquanto outras se destinam à gestão escolar. Algumas são projetadas para estudantes, outras para professores, gestores, pais e responsáveis.
Tudo depende do tipo de plataforma.
Principais tipos de plataforma educacional
As plataformas educacionais podem ser classificadas de várias formas:
por nível de escolaridade: para Educação Infantil, Ensino Fundamental, Ensino Médio ou Ensino Superior;
por modalidade de ensino: ensino a distância (EaD), ensino presencial ou ensino híbrido;
por finalidade: plataforma de aprendizagem, plataforma de gestão escolar, sistema de matrículas, biblioteca digital, agenda escolar digital, entre outras;
Conheça um pouco mais sobre os principais tipos de plataforma educacional:
Plataforma de aprendizagem
Plataforma destinada ao processo de ensino-aprendizagem e com foco no estudante. Contém videoaulas, textos, atividades, jogos e testes. Pode ser utilizada em sala de aula ou em casa, como complemento ao ensino presencial.
Plataforma de aprendizagem adaptativa
Plataforma de aprendizagem que utiliza Inteligência Artificial para personalizar a experiência do aluno. Após identificar o nível de proficiência do usuário, o sistema ajusta os conteúdos para o seu perfil.
Plataforma de aprendizagem gamificada
Plataforma de aprendizagem que usa recursos próprios de jogos, como rankings, troféus, missões e desafios. Ela torna o aprendizado divertido, aumentando o engajamento dos estudantes.
Plataforma de gestão escolar
Plataforma que otimiza tarefas de gestão escolar como formação de turmas, organização financeira, calendário escolar, análise de indicadores educacionais, elaboração de relatórios e avaliações.
Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA)
Ambiente virtual completo para suporte ao ensino a distância (EaD). Geralmente, o AVA inclui lições, vídeos, atividades, avaliações, canal de dúvidas, boletim e emissor de boletos para pagamento.
Biblioteca digital
Acervo de e-books que podem ser lidos em diferentes dispositivos (celulares, tablets, e-readers, notebooks e computadores). Para fazer a leitura, o estudante deve solicitar uma locação pela plataforma e usufruir do material enquanto estiver reservado. Depois, o livro se torna disponível para novas locações.
Sistema de matrículas
Ambiente digital que permite a realização de matrículas à distância.
Sistema de controle de frequência
Plataforma de controle de frequência dos estudantes e, eventualmente, dos profissionais da escola.
Plataforma de monitoria
Plataforma destinada à orientação dos estudantes e ao esclarecimento de dúvidas, sejam elas relacionadas ao conteúdo curricular ou ao processo de escolha da profissão (orientação vocacional).
Vantagens de usar aplicativos e plataformas educacionais
O papel das plataformas digitais na educação vai muito além da continuidade dos estudos em situações de emergência, como ocorreu na pandemia da Covid-19.
Os aplicativos e plataformas educacionais trazem muitos benefícios para as escolas, mesmo quando há aulas regulares e presenciais, porque melhoram a qualidade do ensino e otimizam a gestão escolar.
Segundo a pesquisa TIC Educação 2022, 33% das escolas brasileiras utilizam plataformas ou ambientes virtuais de aprendizagem.
Eis algumas vantagens de usar essas ferramentas:
personalização do ensino;
flexibilidade para acessar os conteúdos em qualquer hora e em qualquer lugar, por meio de diferentes dispositivos;
alto engajamento e interatividade;
agilidade no feedback ao estudante;
geração automática de relatórios escolares, o que melhora a visibilidade de resultados, lacunas de aprendizagem, problemas e riscos de evasão escolar;
não sobrecarrega os profissionais da escola nem altera o horário escolar.
Aplicativos e plataformas educacionais para impulsionar sua escola
Veja abaixo os melhores aplicativos e plataformas educacionais, tanto de gestão escolar quanto da área pedagógica:
De gestão escolar
As ferramentas de gestão escolar são focadas em análise de dados, relatórios escolares, avaliação, organização e comunicação com os pais e colaboradores da escola.
O Hub Educacional possui cinco plataformas de gestão escolar:
1. D2L
A D2L é um sistema de gestão da aprendizagem, também conhecido como Learning Management System (LMS). Ele possibilita o acompanhamento de frequências, a publicação de comunicados, a automatização de lembretes e o compartilhamento de materiais didáticos, fotos e vídeos.
A plataforma também permite a visualização do progresso dos estudantes, a criação de atividades online e a elaboração de avaliações personalizadas.
A D2L favorece a gestão da informação e da comunicação no ambiente escolar, além de impulsionar o ensino híbrido.
2. Max.IA
A Max.IA é uma plataforma de avaliação escolar munida de Inteligência Artificial. Nela, os professores podem criar avaliações automáticas e personalizadas, a partir de um amplo banco de questões.
Uma de suas funcionalidades é a opção de aumentar o nível de dificuldade dos testes para os alunos acima da média e diminuí-lo para os alunos abaixo da média da turma. Incrível, não é?
A plataforma também coleta os dados dos alunos em relação ao perfil cognitivo, psicométrico e comportamental deles. O objetivo é identificar e prever lacunas de aprendizagem.
Baseada nesses dados, a Max.IA recomenda atividades e conteúdos curriculares para o usuário, de acordo com o seu perfil. Os exercícios são gamificados e divertidos.
Além disso, a Max.IA gera relatórios e diagnósticos inteligentes para professores, gestores e familiares. Toda a plataforma é adaptável ao sistema pedagógico e avaliativo da escola.
3. NEDU
A NEDU é uma plataforma de dados escolares, que reúne relatórios inteligentes, dashboards personalizados e recomendações baseadas em indicadores educacionais.
Na plataforma, o gestor escolar acompanha o desempenho, o comportamento e a frequência dos alunos. Isso ajuda a escola a identificar com antecedência os estudantes com risco de evasão e, com isso, tomar medidas preventivas a tempo.
Os dados também incluem a taxa de inadimplência, os custos operacionais, a eficácia do ensino e a satisfação das famílias.
4. Tell me
O Tell me é um aplicativo de agenda escolar digital que permite a comunicação rápida e eficiente entre a escola, os alunos e as famílias.
Nele, é possível acessar rapidamente todos os avisos, tarefas de casa, faltas, datas de prova, notas escolares, eventos, mensagens da equipe pedagógica e informações financeiras.
O Tell me também gera notificações, lembretes e calendários, auxiliando as famílias na organização de suas rotinas e evitando esquecimentos.
Já o diretor escolar consegue acompanhar quem visualizou e respondeu as mensagens, além de monitorar os avisos enviados pelos professores.
5. HubLab – LearnLab
Um ambiente com diversas aplicações que potencializam a criatividade, ampliando o conceito de Ecossistema Hub Educacional ao integrar ferramentas desenvolvidas especialmente para a educação, tais como: autoria de livros digitais, criação de mindmaps colaborativos, podcasts e vídeos, dentre outras.
A solução apoia o uso de metodologias ativas em sala de aula, com integração a plataformas populares como Google e Microsoft, incluindo uma ferramenta de Inteligência Artificial integrada tanto para auxiliar alunos quanto para apoiar professores na construção de aulas e feedbacks.
Indicado para todas as etapas de ensino, da Educação Infantil ao Ensino Médio.
Pedagógicos
Os aplicativos e plataformas educacionais da área pedagógica são voltadas ao processo de ensino-aprendizagem, com o objetivo de melhorar a proficiência dos alunos e desenvolver habilidades específicas da Base Nacional Comum Curricular (BNCC).
Desenvolvida pelo Educacional, a plataforma usa Inteligência Artificial para adaptar os conteúdos de acordo com o ritmo e o nível de proficiência do estudante.
O Aprimora contém vários desafios de Língua Portuguesa e Matemática, com elementos de ludicidade, a fim de tornar a aprendizagem divertida e engajadora.
Na plataforma, o professor e o gestor escolar conseguem visualizar o desempenho de cada estudante, turma ou escola, em tempo real. Assim, as dificuldades de aprendizagem, bem como as potencialidades de cada aluno, podem ser facilmente identificadas.
O Aprimora é destinado ao Ensino Fundamental Anos Iniciais e Anos Finais.
7. Pense Mais Educacional
Outra plataforma desenvolvida pelo Educacional é o Pense Mais. Seu objetivo é desenvolver o pensamento matemático, a partir de problemas da vida real e atividades lúdicas.
Assim como o Aprimora, o Pense Mais é destinado ao Ensino Fundamental Anos Iniciais e Anos Finais.
8. Árvore
A Árvore é uma plataforma digital de leitura, com mais de 50 mil e-books e audiobooks. Durante a leitura, os estudantes interagem com recursos de gamificação e exercícios baseados na obra. Todas as atividades são alinhadas à Base Nacional Comum Curricular.
A plataforma também faz recomendações de livros para os usuários, de acordo com as suas preferências, idade e segmento escolar.
Com a Árvore, a escola tem acesso a um acervo diversificado de obras, que podem ser exploradas em qualquer dispositivo e em qualquer lugar.
A plataforma ainda conta com ferramentas de nivelamento: a equipe gestora consegue indicar aos alunos obras que se adequem ao nível de leitura de cada um, conforme o padrão F&P (Fountas & Pinnel).
Além disso, a Árvore inclui revistas, jornais, dicionário integrado, livros em Inglês e dashboard com relatórios.
9. Bibot
Ainda na área de leitura, outra plataforma educacional muito útil para as escolas é o Bibot. Essa biblioteca digital interativa reúne livros de diversas editoras e autores, desde obras clássicas até novos sucessos da literatura.
As categorias abrangem ficção, aventura, crônica, poesia, história, filosofia, redação e muito mais.
A biblioteca também é gamificada e possui exercícios alinhados à BNCC. Ao completarem suas leituras e atividades, os estudantes acumulam pontos e sobem em rankings locais, regionais e nacionais.
Os alunos leem os títulos selecionados pelos professores (que ficam disponíveis na Trilha do Conhecimento do usuário), mas também podem explorar o acervo e adicionar livros à Lista de Favoritos.
10. Descomplica
O Descomplica é um ambiente virtual de aprendizagem voltado para os estudantes do Ensino Médio, com foco na preparação para o Enem e outros vestibulares.
Ele oferece videoaulas (ao vivo e gravadas), simulados, material didático interativo, ambiente para produção de redação e plantão de dúvidas 24 horas por dia, sete dias por semana.
Cada estudante recebe um plano de estudo para organizar sua rotina e aprender de forma autônoma. As escolas podem usufruir dessa ferramenta como um meio de flexibilizar e personalizar o ensino, de acordo com as necessidades de cada aluno.
11. Educacross
O Educacross é um aplicativo de jogos educacionais digitais, destinado aos alunos da Educação Infantil e Ensino Fundamental Anos Iniciais. São mais de 2.000 jogos alinhados à BNCC, que trabalham alfabetização, Língua Portuguesa, Matemática e Lógica.
Os games são organizados pelo professor, que pode utilizar as trilhas de aprendizagem da plataforma ou criar uma nova trilha.
Ao interagir com a ferramenta, o estudante gera dados que são transformados em relatórios de desempenho. Assim, os gestores e professores acompanham facilmente os indicadores pedagógicos do aluno, da turma, da escola e da rede de ensino.
12. Elefante Letrado
O Elefante Letrado é uma plataforma digital de leitura gamificada, que contém livros digitais, games e atividades interativas para alunos de todas as idades.
A plataforma possui um amplo acervo de livros, divididos por gênero, editora e etapa de ensino (Educação Infantil, Ensino Fundamental Anos Iniciais ou Ensino Médio).
O Elefante Letrado inclui também: biblioteca para o professor; teste online de fluência leitora; audiobooks; livros em Inglês; metas individuais de leitura, dashboard de relatórios e gravação de áudio da leitura dos estudantes.
13. Estante Mágica
A Estante Mágica é um aplicativo e, também, uma plataforma escolar que ajuda os estudantes a escreverem e ilustrarem seus próprios livros.
Cada história é publicada em formato digital e transformada em game. Há ainda a opção de comprar a versão impressa do livro, como forma de recordação. No final do projeto, a escola organiza um evento de autógrafos para celebrar a conquista dos estudantes.
Criada em 2009, a Estante Mágica já lançou mais de 2 milhões e meio de livros produzidos pelas crianças.
14. Arukay
Arukay é um sistema de aprendizagem co-curricular voltado para alunos da Educação Infantil ao Ensino Médio.
Nele, o estudante tem acesso ao ensino do pensamento computacional e diversas linguagens de programação de diferentes níveis, auxiliando no desenvolvimento de suas habilidades tecnológicas e contribuindo para o aprendizado de forma gamificada e interativa.
Os projetos da Arukay são estruturados na metodologia Machine Learning e STEAM, levando a interdisciplinaridade em Ciência, Tecnologia, Engenharia, Arte e Matemática para os estudantes.
15. Inventura
Solução para o Ensino Fundamental que integra uma proposta multidisciplinar de STEAM – termo em inglês que conceitua a união dos conceitos de Ciências, Tecnologia, Engenharia, Matemática e Artes, com o objetivo de potencializar a aprendizagem e a resolução de situações-problema.
O Inventura incentiva o uso da tecnologia em práticas maker, ao integrar materiais físicos e digitais: livro do aluno, livro do professor, placa BBC micro:bit e componentes de hardware/eletrônicos, além de ambiente de programação, ambiente online e aplicativo.
16. Robomind
A Robomind é uma solução de robótica educacional que utiliza kits de LEGO® Education. Ele também possui uma plataforma digital de suporte com planos de ensino e conteúdos didáticos, em forma de textos, vídeos e jogos.
Destinado a todas as fases de ensino, da Educação Infantil ao Ensino Médio, a Robomind desenvolve competências digitais, cognitivas e socioemocionais, como criatividade, inovação e proatividade, formando uma nova geração de empreendedores.
17. Vivadí
A Vivadí é uma plataforma educacional focada em habilidades socioemocionais e voltada para alunos da Educação Infantil ao Ensino Médio.
A metodologia da plataforma é dividida em quatro pilares, alinhados à BNCC, que são: autogestão, colaboração, adaptabilidade e comunicação. Os estudantes passam por videoexperiências diárias, baseadas em storytelling, e respondem autoavaliações sobre o estado emocional atual.
Os gestores e professores podem acompanhar a evolução dos estudantes por meio do painel de dados. Além disso, eles podem adicionar informações sobre comportamento e participação dos alunos na escola, a fim de complementar os relatórios.
18. Seren
Já o Seren é um aplicativo de experimentação vocacional que tem o objetivo de ajudar os estudantes do Ensino Médio a escolherem suas futuras profissões.
O aplicativo conecta os alunos a profissionais de diversas áreas, em conversas ao vivo, para que eles conheçam a rotina dos especialistas e tirem suas dúvidas sobre cada carreira.
O Seren também utiliza Inteligência Artificial para mostrar as profissões mais alinhadas ao perfil do aluno, de acordo com suas interações no aplicativo.
19. Tecteca
A Tecteca é um aplicativo de apoio à leitura infantil. Ele é destinado à Educação Infantil e aos Anos Iniciais do Ensino Fundamental, em especial aos primeiros e segundos anos.
Nele, os alunos têm acesso a um acervo de livros digitais exclusivos, que incentiva e desenvolve a fluência leitora. Além disso, disponibiliza aos gestores e professores relatórios que incluem métricas por aluno e por turma.
20. FazGame
O FazGame é uma plataforma gamificada de incentivo à leitura e produção textual. Ele dá aos estudantes a oportunidade de criarem seus próprios jogos narrativos, desenvolvendo suas habilidades de escrita, criatividade e imaginação.
A plataforma inclui trilhas de aprendizagem, com todas as orientações para os professores e estudantes começarem a criar seus jogos.
O FazGame impulsiona a aprendizagem em Língua Portuguesa e o protagonismo juvenil e, ainda, gera relatórios de acompanhamento para os gestores escolares.
21. Escribo
O Escribo é um aplicativo de jogos educacionais das áreas de Língua Portuguesa e Matemática. Destinado aos alunos da Educação Infantil e Ensino Fundamental Anos Iniciais, o app cria jornadas personalizadas de aprendizagem e permite a avaliação interativa dos estudantes, em tempo real.
A ferramenta também gera relatórios de desempenho para acompanhamento dos gestores.
22. Robotis – LEGO® Education
Plataforma de atividades da LEGO® Education, com foco em robótica e STEAM. Ela foi desenvolvida para apoiar as aulas com LEGO® Education – um dos recursos pedagógicos mais populares do Brasil e do mundo.
Contém desafios para todas as idades, da Educação Infantil ao Ensino Médio. Seu objetivo é fazer com que os alunos aprendam brincando, enquanto desenvolvem habilidades do século XXI.
23. Plethora
Destinado ao Ensino Fundamental Anos Iniciais e Anos Finais, a Plethora é uma plataforma de aprendizagem gamificada que trabalha o pensamento computacional.
Durante os jogos, os alunos constroem e completam sentenças lógicas que constituem regras para a resolução de problemas.
A plataforma possui vários planos de aula, com a opção de personalizar o nível de dificuldade e compartilhar os desafios com outros membros da comunidade online.
24. Espaço infantil
O Espaço infantil é um ambiente virtual de aprendizagem para a Educação Infantil, que contém jogos, histórias, músicas e vídeos.
As atividades são divididas em três temáticas (floresta, fazenda e mar), as quais despertam a curiosidade das crianças e auxiliam no processo de alfabetização, letramento, numeracia e compreensão textual.
25. Stift
O Stift é um aplicativo de plantão de dúvidas que conecta estudantes e professores da escola. Ele permite que os alunos enviem suas dúvidas de forma online, pelo celular, e recebam respostas completas dos monitores da instituição.
As perguntas podem ser enviadas via texto, foto, vídeo ou áudio. Depois de receber a resposta, o aluno pode fazer uma réplica, caso continue com alguma dúvida.
Trata-se de uma solução muito útil para complementar ou substituir o plantão de dúvidas tradicional, com potencial de impulsionar os resultados de aprendizagem da escola.
26. Eduqz
O Eduqz é uma plataforma escolar de revisão de textos online, voltada ao Ensino Fundamental Anos Finais e Ensino Médio.
Na ferramenta, os corretores podem enviar áudios, circular, sublinhar e riscar trechos do texto, a fim de facilitar o feedback.
Além de corrigir os textos enviados pelos estudantes, a plataforma oferece cursos e videoaulas sobre redação. O Eduqz também gera relatórios com os principais dados dos estudantes para acompanhamento dos professores e gestores.
27. Aval.IA
O Aval.Ia é uma plataforma educacional que coleta dados dos estudantes em relação ao nível cognitivo, psicométrico e comportamental, a fim de prever e corrigir lacunas de aprendizagem.
A plataforma recomenda atividades para os alunos de acordo com o perfil de cada estudante e cria avaliações automáticas, adaptadas ao plano de ensino da instituição. Além disso, ela gera relatórios relevantes para os professores e gestores.
O Aval.Ia atende os estudantes dos Anos Finais do Ensino Fundamental e do Ensino Médio.
28. Tindin
Um ambiente virtual de aprendizagem gamificado, com foco na educação financeira. Na Tindin, cada aluno tem seu avatar e se movimenta por uma cidade com vários ambientes de interação. Nessa ilha virtual, a escola pode desenvolver diversas atividades, como aulas ao vivo, trilhas pedagógicas, trabalhos interdisciplinares, conteúdos em texto, áudio e vídeo.
Hub Educacional: uma plataforma; mais de 30 soluções
O Hub Educacional é uma plataforma digital completa, que reúne diversos aplicativos e plataformas educacionais no mesmo ambiente virtual. São mais de 30 soluções da área pedagógica, de gestão escolar e de integração tecnológica.
Na plataforma, sua escola tem acesso às melhores tecnologias de forma ágil e prática, com um só login e senha por usuário. Assim, a instituição não precisa se preocupar com inúmeras senhas de vários membros da comunidade escolar.
Além disso, o Hub Educacional atende às principais necessidades da escola, englobando:
ensino de Língua Portuguesa;
ensino de Matemática;
ensino de Ciências da Natureza e Ciências Humanas;
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Dois anos e meio depois da retomada das aulas presenciais, os efeitos da pandemia na educação ainda são perceptíveis: dificuldades de aprendizagem, atraso na alfabetização e desigualdades educacionais profundas. Nesse cenário, a recomposição de aprendizagem é o único caminho para reduzir as sequelas.
Como afirmou a diretora do Centro de Excelência e Inovação em Políticas Educacionais da FGV, Cláudia Costin, em entrevista à Revista Oeste, os problemas causados pela pandemia vão demorar mais de dois anos para serem resolvidos, em um longo processo de recomposição de aprendizagens.
Neste artigo, vamos explicar as etapas dessa estratégia pedagógica e mostrar como a tecnologia pode acelerar os resultados de aprendizagem dos alunos.
Segundo o estudo “Recomposição das aprendizagens em contexto de crise” elaborado pelo Instituto Natura e pela Fundação Lemann, a recomposição de aprendizagem é um conjunto de estratégias educacionais cujo objetivo é preencher lacunas de aprendizagem no contexto pós-pandemia.
Essas estratégias podem variar de programa para programa, mas geralmente incluem:
Existem três tipos de abordagem dentro da recomposição de aprendizagem, sendo a terceira a mais recomendada pelo Instituto Natura:
remediação (apoio para toda a turma);
intervenção (apoio apenas para os alunos com dificuldade de aprendizagem, geralmente dividindo a turma em três grupos);
aceleração (apoio apenas para alunos com dificuldade de aprendizagem, focando nas lacunas mais críticas para recuperar o atraso).
Nos programas de aceleração de aprendizagem, a escola ou rede de ensino identifica as principais perdas de aprendizagem, preenche essas lacunas rapidamente e guia os estudantes de volta ao nível em que deveriam estar.
Esse método é muito interessante porque, quanto mais atrasados ficam os alunos, maior é a desmotivação deles e mais alta é a chance de evasão. Por isso, acelerar o processo é a melhor forma de recompor aprendizagens.
Qual é a diferença entre recomposição, reforço e recuperação?
Apesar de constantemente confundidos, os termos “recomposição”, “reforço” e “recuperação” não são sinônimos.
Enquanto a recuperação escolar busca novas abordagens para o ensino de um conteúdo que o estudante já viu, mas, por algum motivo, não aprendeu, a recomposição mira em conceitos que o aluno nem teve a oportunidade de aprender, por conta do isolamento social.
Além disso, a recuperação é realizada exclusivamente no final do bimestre, após a divulgação das notas escolares, para aqueles que não obtiveram média suficiente.
Em contrapartida, o reforço escolar acontece ao longo do ano letivo, no contraturno, para auxiliar os estudantes com qualquer dificuldade de aprendizagem.
Como a pandemia afetou a aprendizagem dos alunos?
O cenário educacional do Brasil já enfrentava vários desafios antes da pandemia. No entanto, o fechamento das escolas por quase dois anos em decorrência do Covid-19 agravou alguns problemas, como veremos a seguir.
Perdas de 4 a 10 meses de aprendizagem
Apesar de os alunos terem continuado a estudar durante a pandemia por meio das aulas remotas, várias pesquisas mostraram que houve perda de 4 e 10 meses de aprendizagem em linguagens e matemática, dependendo da cidade e da etapa de ensino. Os dados foram divulgados pelo Laboratório de Pesquisa em Oportunidades Educacionais da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), em nota técnica de dezembro de 2022.
A avaliação constatou quedas em Língua Portuguesa e Matemática em todas as etapas de ensino, em relação à última edição de 2019. Porém, no 2º ano do Ensino Fundamental a perda foi maior: passou de 750 para 725 pontos em Língua Portuguesa e de 750 para 741 pontos em Matemática.
Impacto na alfabetização
Um dos motivos dessa queda em Língua Portuguesa no 2º ano do Ensino Fundamental foi a não concretização da alfabetização para muitas crianças.
De acordo com a pesquisa Alfabetiza Brasil, apenas 43,6% das crianças do 2º ano foram consideradas alfabetizadas em 2021 – 16,7 pontos percentuais menor que em 2019.
Sabemos que a alfabetização completa e na idade certa é um desafio no Brasil há muitos anos, mas a pandemia agravou ainda mais o problema. Por isso, os programas de recomposição de aprendizagem devem priorizar as crianças mais novas e em fase de alfabetização.
Efeitos negativos maiores em Matemática
Outro ponto levantado pela nota técnica da UFRJ foi a perda de aprendizagem mais acentuada em Matemática, exceto na Educação Infantil e nos primeiros anos do Ensino Fundamental. Esse padrão foi observado em várias pesquisas acadêmicas e também na comparação dos resultados do Saeb de 2019 e 2021.
No 5º ano do Ensino Fundamental, a queda de proficiência em Matemática foi de 11 pontos porcentuais, enquanto em Língua Portuguesa foi de 7 pontos.
No 9º ano do Ensino Fundamental e no Ensino Médio, a perda em Matemática foi de 7 pontos, ao passo que em Língua Portuguesa foi de 2 e 3 pontos, respectivamente.
Aumento das desigualdades educacionais
Não obstante, a suspensão das aulas presenciais na pandemia fortaleceu a desigualdade educacional. Ainda de acordo com a nota técnica da UFRJ, crianças e adolescentes mais vulneráveis socialmente aprenderam menos da metade que seus colegas não vulneráveis em 2020.
Isso porque, provavelmente, os estudantes mais pobres e com pais menos escolarizados tiveram menos acesso a tecnologia e não tiveram um ambiente de estudos adequado em casa.
A pesquisa da FGV “Tempo para Escola na Pandemia” também mostrou que o tempo médio de estudos por dia em agosto de 2020 foi bem menor entre os alunos mais pobres e estudantes da região norte do Brasil.
Como consequência, a desigualdade regional e a desigualdade de renda tendem a se perpetuar ainda mais. Por isso, as escolas precisam intervir e reunir esforços para mudar essa realidade.
Estratégias de recomposição de aprendizagem
Como mencionamos anteriormente, a recomposição de aprendizagem é a somatória de várias estratégias, coexistentes ou não, com o objetivo de preencher as lacunas de aprendizagem deixadas pela pandemia.
Vejamos com detalhes as principais estratégias:
Priorização curricular
É inviável abordar todos os objetos de aprendizagem e trabalhar todas as habilidades previstas no currículo, tanto por questão de tempo quanto pela dificuldade de absorver muito conteúdo de uma só vez.
Por isso, para acelerar o preenchimento das lacunas, a escola ou rede de ensino deve adaptar o currículo, excluindo repetições de habilidades entre as séries e selecionando apenas aquelas consideradas prioritárias.
A priorização leva em conta as habilidades indispensáveis para o avanço do estudante nas próximas séries.
Avaliação diagnóstica
Uma das fases mais importantes da recomposição de aprendizagem é a avaliação diagnóstica. É ela que fornece aos gestores escolares uma visão clara sobre as necessidades e dificuldades dos estudantes para embasar decisões assertivas e direcionar a prática pedagógica.
Embora a principal ferramenta de avaliação seja a aplicação de testes em papel ou em dispositivo eletrônico, o diálogo com os estudantes e os pais ou responsáveis é uma fonte valiosa de informações sobre o desempenho escolar e o bem-estar emocional dos alunos.
Outra prática recomendada é evitar as palavras “teste”, “prova” ou “avaliação”, para não deixar a criança ou o adolescente nervoso. Prefira avaliações orais individuais ou jogos educacionais online que realizem avaliação diagnóstica.
Após a análise dos resultados da avaliação diagnóstica, a escola ou a rede ensino cria agrupamentos com base no nível de aprendizagem, para direcionar os esforços pedagógicos de uma forma mais personalizada.
Ao longo do programa, os estudantes mudam de turma conforme avançam no processo de aprendizagem.
Ampliação do tempo de instrução
Também faz parte da recomposição de aprendizagem a ampliação do tempo de estudo por meio de escolas presenciais de verão, aulas no final de semana ou adaptações do calendário escolar.
Essa estratégia foi adotada em redes de ensino dos Estados Unidos, Argentina e Chile no ano de 2021, com grande adesão dos alunos.
Outra possibilidade é complementar as aulas presenciais com atividades online realizadas em casa – metodologia conhecida como ensino híbrido, que iremos abordar a seguir.
Ensino Híbrido
Além de ser uma solução para ampliação do tempo de estudo, o ensino híbrido dá, ao estudante, a chance de usufruir tanto dos benefícios da aprendizagem online quanto da offline.
Combinando atividades na escola e em casa, o aluno é incentivado a se posicionar no centro do processo de aprendizagem, aprender no seu próprio ritmo e se aprofundar nos assuntos que mais precisa ou que mais lhe interessam.
Tutoria individual ou em grupo
Outra prática popular entre escolas e sistemas de ensino do mundo no contexto pós-pandemia é o recrutamento de tutores para auxiliar os professores e apoiar os estudantes na recomposição de suas aprendizagens.
Esses tutores podem ser professores ou estudantes de Pedagogia ou Licenciatura, desde que passem por formação específica. Eles acompanham pequenos grupos ou atendem os alunos individualmente, em parceria com os docentes.
Monitoramento de resultados
Durante todo o programa de recomposição de aprendizagens, a rede escolar precisa coletar e analisar dados relacionados ao avanço pedagógico dos estudantes.
Os dados precisam ser claros, objetivos e fáceis de serem medidos, a fim de que a equipe de gestão escolar consiga identificar possíveis falhas rapidamente e tomar as melhores decisões.
Como veremos abaixo, a tecnologia é uma forte aliada do monitoramento de resultados.
Como a tecnologia pode facilitar a recomposição?
A tecnologia pode contribuir e muito para o sucesso de um programa de recomposição de aprendizagem.
Primeiramente, é possível automatizar algumas tarefas que acabam tomando tempo do gestor, do coordenador pedagógico e do professor, como elaboração de testes, correção de atividades, cálculo de notas e avaliação de indicadores educacionais.
As plataformas digitais educacionais contêm recursos que facilitam todo o processo de recomposição de aprendizagem, desde a priorização curricular até o monitoramento de resultados, passando pela avaliação diagnóstica.
Em segundo lugar, as tecnologias educacionais favorecem o ensino híbrido, que é uma das principais estratégias de recomposição de aprendizagem, e tornam a experiência do aluno mais interativa, lúdica e atraente.
A Escola Evandro Ferreira dos Santos (EREF), de Cabrobó, Pernambuco, contou com a plataforma Aprimora no plano de recomposição de aprendizagem.
Maria de Oliveira, mãe de 3 alunos que utilizam a plataforma, relata a mudança no ritmo de aprendizado dos filhos: “Eles aprenderam de forma tão fácil e lúdica, e agora em junho, já estavam lendo”.
João Vitor Oliveira, aluno do 9º ano, sentiu a diferença: “Melhorou o jeito de eu aprender. Às vezes eu entendia o que o professor explicava, às vezes não. O Aprimora baseia a minha pergunta e depois explica”.
Quer contar com todos esses benefícios? Então sua escola precisa da Suíte Educacional.
O gestor escolar tem um papel importantíssimo no contexto de recomposição. É ele quem administra a avaliação diagnóstica, analisa os resultados e define os objetivos do projeto pedagógico.
Ele também é responsável pelo monitoramento de resultados, ou seja, por conferir se os esforços da escola estão sendo bem sucedidos e se os estudantes estão avançando nos níveis de aprendizagem.
Além disso, ele busca ter um relacionamento próximo com os pais dos estudantes para conhecer o perfil da comunidade escolar, divulgar as ações da escola, conscientizar os responsáveis e angariar apoio das famílias na educação das crianças.
O gestor tem, ainda, a função de escolher e adquirir as tecnologias educacionais mais pertinentes para o trabalho pedagógico da instituição.
Confira o passo a passo de implementação de tecnologias educacionais, baixando o e-book do Educacional.
A importância do apoio socioemocional
O acompanhamento socioemocional dos alunos também faz parte dos projetos de recomposição de aprendizagem, porque situações de estresse, problemas pessoais e disfunções familiares afetam o desempenho escolar.
A pandemia da Covid-19 trouxe perdas significativas de aprendizagem não só por causa da suspensão das aulas presenciais, mas também devido ao luto, adoecimento, medo, ansiedade e outras emoções negativas que marcaram o período.
O estudo mostrou que o desenvolvimento de competências socioemocionais como autoconsciência, autogerenciamento, consciência social, habilidades relacionais e responsabilidade de tomar decisões, aumenta o engajamento nos estudos e, consequentemente, eleva as notas escolares.
A organização das emoções, o entendimento da própria identidade e a motivação para seguir em frente na vida, nos estudos e no trabalho são todos pré-requisitos para o avanço educacional genuíno.
Por isso, é importante promover ações de acolhimento e escuta ativa, como rodas de conversa, dinâmicas e palestras.
E, se houver disponibilidade de psicólogos escolares na instituição, o acompanhamento regular dos alunos e dos profissionais também é muito proveitoso para orientar a comunidade escolar em relação às melhores práticas de saúde mental.
Programas de recomposição de aprendizagem no Brasil
Desde a retomada das aulas presenciais, diversos estados e municípios lançaram programas de recomposição de aprendizagem. Podemos citar as redes municipais de Curvelo (MG) e Curitiba (PR) e as redes estaduais de Tocantins, Goiás e Minas Gerais.
No Tocantins, o programa Recomeçar incluiu ações de acolhimento, reordenamento do currículo, avaliação diagnóstica, recomposição com foco nas habilidades de letramento, letramento matemático e alfabetização e monitoramento.
Já em Minas Gerais, o Plano de Recomposição das Aprendizagens formou dois núcleos de gestão pedagógica, com a contratação de 1360 professores, para analisar os resultados da avaliação formativa da rede, identificar as habilidades do currículo que precisam ser revistas, orientar as escolas e monitorar os resultados.
Após o retorno das aulas presenciais em 2021, Singapura adotou um sistema permanente de ensino híbrido, com alguns dias do calendário escolar destinados para o ensino remoto. A estrutura curricular nessas datas é mais flexível, com o objetivo de promover a autonomia dos estudantes.
Na Argentina, o Ministério da Educação da Cidade de Buenos Aires realizou uma escola de verão de um mês, com a participação de 131 escolas. As turmas eram formadas por até 9 alunos, preferencialmente aqueles com dificuldade de aprendizagem.
No Chile, a Agencia de Calidad de la Educación implementou o Diagnóstico Abrangente de Aprendizagem em várias escolas públicas e privadas do país. O projeto começa a aplicação de uma avaliação diagnóstica em formato digital ou no papel, que mapeia tanto a aprendizagem acadêmica em leitura e matemática quanto a aprendizagem socioemocional.
Depois, as escolas recebem relatórios dos resultados com orientações, tutoriais e ferramentas de apoio.
Outra iniciativa interessante é o Teaching at the Right Level, criado pela ONG indiana Pratham, que conduz a avaliação diagnóstica dos estudantes em leitura e matemática e agrupa os alunos em grupos de diferentes níveis de aprendizagem.
O projeto já foi implantado na Índia, Quênia, Moçambique, Nigéria e outros países africanos, onde obteve ótimos resultados. Na Zâmbia, por exemplo, a porcentagem de crianças com proficiência básica em leitura passou de 34% para 52%, enquanto em matemática aumentou de 32% para 50%.
Todos esses projetos internacionais servem de inspiração para nossas escolas e redes de ensino na difícil, mas possível tarefa de reduzir as perdas da pandemia e efetuar a recomposição de aprendizagem.
Uma das tecnologias educacionais mais difundidas nas instituições de ensino de hoje é o Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA). Por meio dele, qualquer pessoa conectada à Internet pode estudar e aprender, independentemente da hora e do lugar.
É comum associarmos o AVA à Educação a Distância (Ead) em cursos de Ensino Superior ou formação continuada. Mas várias escolas de Educação Básica já estão tirando proveito desta tecnologia, por causa dos benefícios oferecidos e da tendência de consolidação do ensino híbrido.
Quer entender quais vantagens são essas? Leia até o final para descobrir se vale a pena ter um AVA para a escola!
O Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA) é um espaço digital focado no processo de ensino-aprendizagem, utilizado tanto por instituições educacionais presenciais quanto aquelas de Ensino a Distância (Ead).
Os recursos disponíveis no AVA variam de acordo com a plataforma, mas geralmente incluem:
conteúdos e atividades online;
videoaulas;
avaliações;
meios de interação;
suporte para dúvidas;
acompanhamento de notas ou desempenho.
Benefícios do AVA para a escola
Apesar da importância indiscutível das aulas presenciais e do contato dos alunos com os professores na escola, o Ambiente Virtual de Aprendizagem pode ser uma forte aliada da instituição no apoio ao ensino presencial e beneficiar tanto os estudantes quanto os professores e gestores.
Confira abaixo os efeitos do AVA na escola:
Fortalece o ensino híbrido
Uma das tendências internacionais na área da educação é a consolidação do ensino híbrido – um modelo que integra momentos presenciais e virtuais de aprendizado.
Cada vez mais, os alunos estão usando ferramentas digitais para aprender, solucionar dúvidas e desenvolver novas habilidades. Essa mudança de comportamento começou com a popularização da Internet e foi acelerada na pandemia do Covid-19, quando as escolas do mundo inteiro fecharam as portas.
Ao adotar um AVA, a escola toma frente nesse processo, conduzindo os alunos e monitorando a jornada pessoal de conhecimento deles.
Torna o aprendizado mais interativo
O diferencial dos recursos educacionais digitais em relação aos materiais didáticos tradicionais é que a interatividade (com o dispositivo e com os outros usuários) é incentivada no ambiente virtual.
Os usuários precisam dar comandos no computador, clicar em botões e responder às perguntas para continuar o processo de aprendizagem. Além disso, muitas crianças se sentem desencorajadas a participar em sala de aula, seja por timidez ou pressão dos colegas.
No ambiente virtual, porém, elas se sentem mais confortáveis para solucionar suas dúvidas e expor seus pensamentos. Assim, é mais fácil captar a atenção dos alunos e obter uma participação ativa deles.
Amplia o tempo de estudos
Em geral, quanto mais tempo uma criança passa estudando, mais chances ela tem de desenvolver-se e atingir seus objetivos. Porém, ampliar a carga horária da escola impacta a logística das famílias e aumenta consideravelmente os custos da escola. Nem todos os alunos têm interesse em estudar em tempo integral.
Mesmo assim, a escola pode aumentar o tempo de estudos com conteúdos online do AVA, na forma de dever de casa, atividade extracurricular ou reforço escolar.
Permite a personalização do ensino
Sabemos que o processo de aprendizagem é individual e diferente para cada criança. No entanto, as aulas presenciais em grupo não permitem, na prática, um ensino personalizado para cada estudante.
Esse atendimento personalizado só é possível em momentos de tutoria, plantão de dúvidas ou reforço escolar, que são a minoria da programação escolar. Outra possibilidade, mais acessível, é o uso de ambientes virtuais de aprendizagem com tecnologia de Learning Analytics.
Como já mencionamos, essas plataformas coletam dados dos alunos e adaptam os conteúdos para o nível deles, de forma automática. Então a personalização do ensino fica muito mais fácil.
Auxilia o trabalho do professor
O professor também se beneficia com a implantação do AVA. Além da personalização de ensino que já comentamos, as plataformas de aprendizagem coletam e organizam dados dos estudantes que auxiliam o mapeamento das defasagens, o planejamento de aulas e a avaliação dos alunos.
O ambiente virtual de aprendizagem na escola de Educação Básica não compete com o professor. Muito pelo contrário, ele é mais um recurso à disposição do profissional para gerar uma experiência de aprendizagem significativa.
Gera feedback automatizado
Os dados coletados pelo AVA não só facilitam o acompanhamento dos docentes como também fornecem feedback constante para os alunos. Ao longo da jornada de aprendizado, o estudante recebe notificações e mensagens sobre seu desempenho e seus avanços na plataforma.
Assim, ele é encorajado a corrigir erros específicos, superar dificuldades identificadas pelo AVA e continuar estudando.
Facilita o monitoramento de índices de aprendizagem
Pelo AVA, o gestor escolar tem acesso a vários dados dos estudantes em relação às aulas assistidas, atividades realizadas e nível de aprendizagem.
Como você pode notar, o ambiente virtual de aprendizagem traz vários benefícios para a escola. A adoção dessa tecnologia pode transformar sua instituição e destacá-la da concorrência!
A Suíte Educacional é uma plataforma educacional completa que tem o objetivo de reunir as melhores tecnologias educacionais em um só lugar, para maior comodidade e organização da escola.
A solução contempla mais de 30 ferramentas pedagógicas e de gestão escolar, incluindo Ambiente Virtual de Aprendizagem. E ela ainda permite a integração com outros sistemas já utilizados pela instituição, como Google Education e Microsoft Office. Tudo isso com um só login e senha.
Vantagens e diferenciais da Suíte Educacional:
multifuncional: possui várias ferramentas de gestão escolar e práticas pedagógicas;
login único: mais facilidade para os professores, gestores, pais e alunos no dia a dia;
contrato único: menos burocracia em contratos e licitações;
flexibilidade: a plataforma é personalizável de acordo com as necessidades da escola;
integração: conecta-se com outros sistemas informatizados já utilizados pela escola;
segurança: tratamento de dados pessoais conforme a LGPD.
Os dados divulgados em relação a alfabetização no Brasil são preocupantes, o que levou o Governo Federal a desenvolver o Compromisso Nacional Criança Alfabetizada. O último levantamento do Ministério da Educação (MEC), realizado em 2023, mostra que mais de 56% das crianças não estão alfabetizadas na idade certa. Isso significa que, a cada 10 alunos que estão no 2º ano do ensino fundamental, apenas 4 estão alfabetizados.
Além disso, no Progress in International Reading Literacy Study (Pirls) 2021, um exame internacional que analisa o nível de leitura dos alunos do 4º ano do ensino fundamental, o Brasil aparece na 39ª posição entre 43 países, atrás de nações como Uzbequistão e Azerbaijão.
Tais números são reflexos do aprendizado não adquirido nos anos iniciais do ensino fundamental. As informações do Pisa 2018 apenas reforçam os números apontados pelo MEC e Pirls, ao mostrar, como destaque negativo, a baixa compreensão na leitura. Os dados revelam que apenas 2% dos estudantes brasileiros com 15 anos estão acima do nível adequado e 43% estão abaixo do mínimo esperado.
A não alfabetização impacta diretamente na aprendizagem da criança, ocasionando limitações no acesso ao conhecimento e desenvolvimento de habilidades, o que afeta todo o desempenho acadêmico e dificulta seu progresso educacional. Além disso, pode acarretar dificuldades na comunicação e relacionamento interpessoal.
Na vida adulta, a falta de alfabetização pode levar à exclusão social, dificuldades na busca por uma colocação profissional e no desenvolvimento pessoal, o que resulta em questões econômicas futuras, como o aumento da demanda por serviços sociais. Estudos mostram que indivíduos que são alfabetizados têm maior renda, mais chances de emprego formal e maior acesso à saúde de qualidade, em comparação com os não alfabetizados. Portanto, a alfabetização é um direito fundamental que deve ser garantido.
Diante desse grande desafio nas escolas brasileiras, como as redes de ensino podem melhorar os índices de alfabetização?
Compromisso Nacional Criança Alfabetizada tem o objetivo a alfabetização de todos os alunos até o 2º ano fundamental.
Compromisso Nacional Criança Alfabetizada
Em junho de 2023, o MEC e o Governo Federal lançaram o Compromisso Nacional Criança Alfabetizada, com o objetivo de garantir que todos os alunos estejam alfabetizados até o final do 2º ano do ensino fundamental, conforme estabelecido na meta 5 do Plano Nacional de Educação. Além disso, a política visa recompor as aprendizagens das crianças matriculadas nos anos subsequentes, devido ao impacto da pandemia.
A nova política de alfabetização é baseada em cinco eixos: Gestão e Governança, Formação de Profissionais de Educação, Infraestrutura Física e Pedagógica, e Reconhecimento de Boas Práticas e Sistemas de Avaliação. O MEC oferecerá apoio técnico e financeiro às redes de ensino, enquanto estados e municípios terão papéis e responsabilidades específicas, como a formulação de suas políticas territoriais, para que o compromisso seja efetivado em suas instituições.
Apesar das redes serem responsáveis pela melhoria na qualidade no processo de alfabetização, a adesão ao Compromisso Nacional Criança Alfabetizada será voluntária. O apoio da União ocorrerá por meio de assistência técnica e financeira, seguindo as diretrizes estabelecidas pelo programa.
Como potencializar a alfabetização na sua rede de ensino
O Educacional, ecossistema de tecnologia e inovação, desenvolveu a solução ideal para apoiar as redes de ensino a potencializarem a alfabetização dos alunos, seguindo o Compromisso Nacional Criança Alfabetizada. A Mesa Educacional já foi utilizada em mais de 150 municípios e torna o processo de alfabetização uma experiência lúdica, colaborativa e efetiva, facilitando a aprendizagem dos estudantes.
A solução combina hardware, software, material concreto e realidade aumentada, além de contar com propostas didáticas que incentivam a reflexão dos alunos sobre hipóteses de leitura e escrita, enriquecendo a dinâmica da sala de aula.
A Mesa oferece às crianças da educação infantil e aos alunos dos anos iniciais do ensino fundamental ambientes virtuais ilustrados, nos quais podem navegar com seus colegas e construir caminhos para dominar o sistema de escrita e leitura, além de desenvolverem habilidades e competências necessárias para atuação na sociedade.
Além disso, conta com recursos de acessibilidade, como blocos com letras, números e símbolos em Braille, lupa para alunos com baixa visão, animações em Libras, datilologia, sintetizador de voz, navegação pelo teclado e regulagem de altura para cadeirantes, auxiliando o atendimento de estudantes com deficiências e transtornos de desenvolvimento e de aprendizagem. Dessa forma, é assegurado o acesso igualitário à educação de qualidade.
Está pronto para impulsionar e melhorar os índices de alfabetização da sua rede de ensino em, conformidade com o Compromisso Nacional Criança Alfabetizada? Conte com o apoio da Mesa Educacional!
Com o retorno das aulas presenciais em 2022, as escolas precisaram se organizar para recompor toda a aprendizagem. Porém, foi necessário lidar com algo muito além do ensino das disciplinas: o desenvolvimento socioemocional.
O fechamento das escolas durante a pandemia afetou 1,6bilhão da população estudantil mundial, de acordo com relatório da Unesco. Esse cenário gerou consequências emocionais nas crianças e jovens, que retornaram às instituições de ensino com diversas dificuldades.
Em primeiro lugar, o afastamento que a pandemia ocasionou gerou um aumento das vulnerabilidades. A falta de convívio com colegas e professores dificultou a socialização e o desenvolvimento desses alunos como cidadãos, gerando gatilhos que desencadeiam diversos sentimentos negativos.
Panorama socioemocional brasileiro
Um levantamento da OMS (Organização Mundial de Saúde), de 2017, apontou o Brasil como o país com o maior índice de ansiosos do mundo (9,3% ou 18 milhões de pessoas) e o terceiro maior em depressivos (5,8% ou 11 milhões). Tais percentuais se estendem às escolas brasileiras e foram escalonados com a pandemia.
O estudo realizado pelo Instituto Ayrton Senna, no final de 2021, em parceria com a Secretaria de Educação do Estado de São Paulo, analisou o panorama socioemocional de 694 mil estudantes. Em comparação a 2019, competências que envolvem a autogestão dos alunos do 5º ano caiu mais de 12% e a amabilidade, praticamente 10%.
No levantamento, os estudantes afirmam que têm dificuldade sem cumprir o que prometeram e não se preocupam com o que acontece com os colegas, reforçando a necessidade do desenvolvimento da responsabilidade e empatia, respectivamente.
A análise ainda mostra que 69% dos alunos da rede de São Paulo relataram sintomas de depressão e ansiedade em altos níveis, e praticamente 70% deles se sentem nada, pouco ou medianamente capazes de exercitar a confiança.
Como solucionar o panorama socioemocional atual
O desenvolvimento socioemocionaldos estudantes é fundamental e está prevista na Base Nacional Comum Curricular (BNCC). Sem as competências socioemocionais fortalecidas, o aluno enfrentará mais dificuldades para aprender e conquistar os seus objetivos, bem como lidar com situações desafiadoras.
A escuta e o acolhimento por parte da escola podem fazer total diferença na vida dos estudantes, para fortalecer o desenvolvimento socioemocional, permitindo o aprendizado e a construção conjunta de práticas de proteção e cuidados.
Tais competências se manifestam na forma de sentir, pensar e agir. Por isso, impactam em diversos resultados na vida e são muito importantes em ser trabalhados dentro das escolas. Experiências de aprendizagem que fomentem a autogestão, engajamento com os outros, resiliência e amabilidade, podem fazer a diferença no futuro das crianças e jovens.
Para mudar o cenário atual é importante promover atividades para acolher as diversas necessidades emocionais dos estudantes. Bem como, manter o engajamento com as famílias, para se ter um ponto de apoio no cuidado emocional.
Realizar atividades que agucem a imaginação, a criatividade e o pensamento crítico, auxiliam os alunos a encontrarem soluções para seus problemas cotidianos, fortalecendo a superação no ambiente escolar.
Além disso, trabalhar a confiança das crianças e jovens, envolve a segurança que eles têm em si próprios e nos outros, ensinando-os que não se tem todas as respostas e que não é preciso ter medo de reconhecer isso.
Tais habilidades podem ser desenvolvidas com práticas da Cultura Maker e com o STEAM, onde os alunos têm um ensino interdisciplinar, baseado em projetos. Dessa forma, a escola propicia um ambiente para o fortalecimento das competências socioemocionais.
Para você compreender melhor o papel e a importância do ensino Steam na sua escola, preparamos um material especial. Confira aqui!
A Positivo Tecnologia ficou em 68º no ranking geral do Valor Inovação 2022, anuário que reúne as empresas mais inovadoras do mercado brasileiro, promovido pelo Valor Econômico. Isso representa um avanço de 82 posições por parte da companhia, em comparação com o resultado do ano anterior, sendo a empresa que mais ganhou posições entre um ano e outro.
Para concorrer ao ranking, a Positivo Tecnologia se inscreveu com soluções desenvolvidas pelo Educacional, área da companhia focada em soluções para o mercado educacional. Entre elas: Hibry, Hub.Edu, Suítes Pedagógicas e Haas4Edu, além de outros projetos da empresa.
Na edição de 2022 do ranking, 300 empresas se inscreveram e 253 foram elegíveis ao prêmio. A metodologia utilizada para a escolha, avalia processos de inovação e engloba desde aportes em ciência até iniciativas de transformação digital feitas pelas companhias. Essa análise verifica questões como criatividade, capacidade para gerar conhecimento e a aplicação estratégica das novas tecnologias.
Dessa forma, o anuário Valor Inovação, busca identificar as ideias e iniciativas que criam valor por meio de novos produtos, processos, modelos de negócios e serviços, com a verificação da intenção estratégica em inovar, o esforço e os recursos alocados, os resultados atingidos e as patentes publicadas, bem como à forma como as empresas conectam diferentes negócios aos projetos de inovação.
A posição da Positivo Tecnologia no ranking reforça a sua essência de desenvolver, adaptar, reinventar a tecnologia para que ela se encaixe na necessidade e desejo de cada pessoa, seja no estudo, trabalho, lazer ou saúde, tornando-se uma grande parceira do cotidiano brasileiro.
Bem como, a intenção do Educacional em auxiliar escolas, redes de ensino e municípios a colocarem em prática um novo jeito de fazer educação, desenvolvendo diversas soluções educacionais inovadoras, para tornar a jornada de ensino surpreendente e engajadora.
Em entrevista concedida ao Valor Econômico, Eduardo Navarro, vice presidente de novos negócios da Positivo Tecnologia, conta que o grupo costuma investir aproximadamente 5% do faturamento em inovação, criando novos produtos a cada ano.
Uma opção eficiente e versátil para que as escolas revolucionem o ensino com o uso da tecnologia
A tecnologia, além da capacidade transformadora, tem a seu favor a versatilidade e a fácil adaptação ao modelo de locação no mercado educacional. Isso pode representar novas possibilidades de aprendizagem e uma série de vantagens financeiras para as contratantes.
Com a constante mudança que o setor da educação vive, em especial nos dois últimos anos, notamos uma forte transformação nas escolas e instituições de ensino que passaram a utilizar a tecnologia de maneira exponencial.
Segundo Helinton Luiz Vieira Marques, gerente de produtos no Educacional – Ecossistema de Tecnologia e Inovação, a combinação entre “as a service” e educação representa “uma oportunidade de experimentar soluções de ensino e avaliar seus impactos no dia a dia dos estudantes a partir de implementações customizadas, com suporte técnico e pedagógico, e sem um investimento inicial, como na compra de equipamentos. É um grande passo para revolucionar o ensino”.
A prática pode ser utilizada tanto para alugar computadores, notebooks, tablets e smartphones, quanto soluções educacionais, e traz diversas vantagens para as escolas que optam por essa modalidade.
Em situações de compra de equipamentos e soluções, o investimento de capital é bem maior. Por outro lado, na locação, como o valor investido é menor, a escola fica com maior fluxo de caixa, disponibilizando valores para serem aplicados em demais recursos.
Dessa maneira, a instituição recebe as mensalidades dos alunos, faz os pagamentos mensais da locação das ferramentas educacionais, não descapitalizando e tendo uma previsão mais assertiva dos investimentos futuros.
Além disso, com a locação é mais fácil e viável manter a escola atualizada. Como as crianças e os jovens gostam e procuram por novidades, renovar o arsenal tecnológico, conforme são disponibilizados no mercado, é uma ótima forma de manter os alunos engajados, ao mesmo tempo em que sua escola sempre oferece o melhor.
Outra vantagem que a locação gera para as escolas é em relação a manutenção. Quando se adquire um equipamento ele tem garantia finita e, após esse período, cabe à instituição arcar com eventuais custos relacionados ao seu conserto. Já na locação, a manutenção dos equipamentos pode ficar a cargo da empresa locatária, enquanto perdurar o contrato, e na maioria das vezes também é disponibilizado um especialista para atender em caso de problemas.
Soluções educacionais para locação
O ecossistema Educacional possui diversas soluções de tecnologia para tornar a jornada de ensino surpreendente e engajadora. Sendo que, as escolas podem contar com o modelo de locação em algumas delas.
HaaS4Edu: é um programa dinâmico e modular, que se adequa a cada necessidade e tem diferenciais como produtos apropriados para as demandas de performance e segurança do ensino presencial, remoto ou híbrido. Dessa maneira, a escola usufrui de equipamentos com alta tecnologia sem se preocupar com implantação ou manutenção e conta com suporte de hardware e software durante todo o tempo de contrato.
O HaaS4edu faz desde o inventário do que a escola já tem e o diagnóstico do que precisa, até a instalação física de todos os dispositivos locados e o gerenciamento do projeto.
Mesas Educacionais: transformam a maneira de alfabetizar, ensinar uma segunda língua, aprender matemática e vários outros conhecimentos fundamentais para a formação dos alunos. É a primeira solução tecnológica brasileira que integra hardware, software, material concreto e realidade aumentada, por isso ela proporciona uma experiência única, rica e divertida para os estudantes.
A solução é um recurso inovador que promove a inclusão digital e social de pessoas com deficiência, por meio de recursos de acessibilidade como blocos com Braille, lupa para alunos com baixa visão, animações em Libras, datilologia, sintetizador de voz, navegação pelo teclado e regulagem de altura para alunos cadeirantes.
Go Maker – Lego® Education: é um programa que proporciona um ambiente lúdico para o desenvolvimento de habilidades do século XXI, como programação e robótica, além de competências socioemocionais e aplicação de projetos STEAM, com metodologia e ferramentas originais LEGO® Education, por meio de locação modular.
A escola também tem acesso a treinamento e formação continuada para os professores. Além de suporte pedagógico, que inclui a certificação internacional da LEGO® Education Academy, para os docentes, por meio do Embaixadores da Inovação.
Projeto prepara estudantes para atuar com os desafios da Indústria 4.0
O Projeto Letramento Digital disponibiliza à 2000 mil alunos do município de Londrina (PR) a solução educacional Inventura. O objetivo é elevar os índices de aprendizagem, além de desenvolver novas habilidades e competências nos estudantes, com foco na educação 4.0, por meio de uma ferramenta que auxilia na construção do conhecimento computacional.
Inicialmente, a iniciativa promove a capacitação de 120 pessoas, entre estudantes do ensino médio, técnico e superior, professores e demais profissionais, em hard skills e soft skills, para que se tornem aptas a encarar os desafios que a Indústria 4.0 demanda e sejam agentes multiplicadores do conhecimento junto aos alunos das instituições municipais de Londrina (PR).
Com a solução Inventura, os estudantes e docentes desenvolvem e aperfeiçoam habilidades relacionadas às áreas de Ciências, Tecnologia, Engenharia, Artes e Matemática (STEAM), além de soft skills alinhadas aos desafios do mercado de trabalho atual e futuro.
O projeto é uma parceria do Educacional – Ecossistema de Tecnologia e Inovação, área de negócios da Positivo Tecnologia, da Facti, do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações e do Ministério da Educação.
Para José Goutier Rodrigues, diretor de Relações Governamentais, Pesquisa e Desenvolvimento da Positivo Tecnologia, o projeto tem tudo para fazer a diferença no ensino. “Trata-se de um grande projeto com esforços múltiplos tanto do Congresso Nacional, MCTI e Ministério da Educação, além da Facti. Ao apoiarmos o Letramento Digital, temos a oportunidade de disseminar conhecimento sobre novas tecnologias em escolas públicas, a partir de nossas inovadoras soluções educacionais”, diz.
O lançamento do projeto aconteceu no dia 07 de julho, em Londrina, com a presença do Ministro da Ciência, Tecnologia e Inovações, Paulo Alvim.
Veja como foi o lançamento do Letramento Digital:
A solução Inventura
O Inventura disponibiliza aos alunos e professores, por meio de atividades que aproximam da Cultura Maker, livros com 24 atividades cada, BBC micro:bit que é uma pequena placa programável, ambiente de programação.
Com uma metodologia inspiradora, a solução proporciona o desenvolvimento de habilidades como criatividade, inovação, pensamento crítico e analítico, bem como a comunicação e empreendedorismo.
Além disso, a solução está alinhada às competências da Base Nacional Comum Curricular (BNCC), em especial aos itens 4 e 5, com apoio ao processo de ensino e aprendizagem, incentivando os alunos a resolverem problemas e criarem soluções, de maneira crítica, significativa e reflexiva.
As dificuldades enfrentadas pelas instituições brasileiras após dois anos de pandemia e o reflexo no dia a dia dos alunos
O panorama educacional do Brasil demonstra elevados índices de evasão e de defasagem escolar. O que já era preocupante, piorou ainda mais com a pandemia.
Quando se analisa os números divulgados pela Unicef, vemos que o percentual de crianças e jovens em idade escolar fora da escola aumenta a cada ano. Em 2019 eram pouco mais de 1 milhão e, em 2021, o índice saltou para 1,4 milhão. Dados da FGV, reforçam esse cenário e apontam que a pandemia fez a taxa de evasão retroceder em 14 anos.
Podem ser diversas as situações que levam essas crianças e adolescentes a estarem fora das instituições de ensino. Porém, 37% dos jovens entre 11 e 14 anos, afirmam que isso ocorre porque não tem interesse em estudar.
Despertar essa vontade, talvez seja uma das necessidades das instituições e governos.
Mudança de cenário
Além de todas as dificuldades que a educação brasileira já enfrentava, o cenário pandêmico trouxe novos desafios. Professores e alunos precisaram ficar em casa, assim como toda a população, e o processo de ensino-aprendizagem foi prejudicado, em especial quando pensamos em educação pública.
Praticamente, de um dia para o outro, alunos e professores foram inseridos no ensino à distância, o que trouxe um panorama complicado. Em novembro de 2021, 3,7 milhões de crianças e jovens, entre 6 e 17 anos, estavam com matrículas ativas na rede de ensino, mas não recebiam atividades para estudar em casa.
O Censo Escolar 2021 mostra que 97,5% das escolas públicas municipais não retornaram às atividades presenciais no ano de 2020. E, durante o ano letivo, 19,7% dos municípios disponibilizaram equipamentos para os docentes, como computadores, notebook, tablets e/ou smartphone, e essa oferta aconteceu em apenas 4,3% das cidades para os estudantes.
As principais estratégias usadas pelas redes municipais para levar o conteúdo até os alunos, durante o período de isolamento, foram: materiais impressos e orientações via WhatsApp.
Dados apresentados pela PwC consultoria, mostram que 59% das escolas públicas realizaram aulas remotas, sendo que, praticamente 90% dos docentes afirmaram não ter experiência e não ter recebido formação devida para utilizar a tecnologia digital.
Dados da tecnologia na educação brasileira
Com a pandemia as diferenças foram mais acentuadas e foi possível notar a necessidade que as instituições têm em levar a tecnologia para dentro da sala de aula. Informações da Unicef vão ao encontro dessa realidade. Das cidades analisadas, 48,7% das redes municipais registraram muita dificuldade para o acesso dos estudantes à internet e 24,7% para o acesso dos docentes.
Além disso, informações do estudo realizado pela PwC Consultoria reforçam a dificuldade que o Brasil ainda enfrenta quando o assunto é tecnologia. A pesquisa realizada aponta que 80% das crianças com 10 anos acessam a internet, porém apenas 20% têm conexão de qualidade.
Dos estudantes de escola pública, 78% afirmam ter acesso à internet, porém, mais de 8 milhões de estudantes brasileiros frequentam instituições de ensino que não tem conectividade, número que representa 21% dos alunos matriculados.
A defasagem escolar
Os desafios se estenderam para o ano de 2022, com a retomada do ensino presencial. Recuperar a defasagem escolar, que aumentou com o isolamento, gerando a proficiência dos alunos em Língua Portuguesa e Matemática é a grande dificuldade.
As informações do Programa Internacional de Avaliação de Estudantes (Pisa), de 2018, já mostravam a dificuldade dos estudantes e das instituições brasileiras no quesito educação. Entre 79 países avaliados, o Brasil aparece na 57ª posição. Tendo um dos piores desempenhos em matemática e em leitura, já que os alunos demonstraram grande dificuldade em interpretação de texto, não conseguindo diferenciar o que é fato do que é opinião.
A pesquisa do Alicerce Educação realizada em 2021, mostra que a defasagem em Matemática é de 2,2 anos para crianças e 4,5 anos para jovens, o que apenas reforça a necessidade dos estudantes em recuperar os conteúdos que foram deixados de lado, em especial nos últimos dois anos.
Como recuperar a educação
Uma das maneiras de recuperar a defasagem escolar é o uso da tecnologia na educação. Mas, para que isso aconteça, é necessário que as instituições brasileiras estejam devidamente equipadas, com hardwares compatíveis com a realidade dos professores e dos alunos, bem como, forneçam o acesso às soluções e plataformas que auxiliem e revolucionem o ensino e a aprendizagem.
Para recompor a aprendizagem e para que os alunos tenham proficiência, em especial em Língua Portuguesa e Matemática, é preciso mapear e compreender as dificuldades de cada um deles para, assim, oferecer um conteúdo significativo e que os auxilie na compreensão e resoluções dos problemas.
As crianças e jovens que hoje estão nas escolas, e muitas vezes fora dela, estarão no mercado de trabalho em um futuro próximo. Mercado que exige, a cada dia mais, conhecimento e proximidade com a tecnologia e a inovação.
O Brasil pode ficar para trás caso a realidade do acesso à tecnologia não mude, o que pode e deve começar nas escolas.
No Estado do Amazonas, cerca de 15% da população não possui conexão com a internet em casa e aqueles que possuem enfrentam a conexão de má qualidade em virtude das características geográficas.
Pensando nisso, o ecossistema Educacional e a Positivo Tecnologia, em parceria com a Secretaria Estadual de Educação do Amazonas, desenvolveram o projeto Educação 4.0, para levar tecnologia à rotina escolar de instituições públicas que estão em locais com baixa ou nula conectividade.
Foram disponibilizados notebooks Classmate, equipados com a solução educacional Aprimora, para 42 escolas da rede estadual de ensino, que atendem alunos dos 5ºs e 9ºs anos do ensino fundamental.
O Aprimora conta com conteúdos curriculares de Língua Portuguesa e de Matemática, com o objetivo de auxiliar na recomposição e desenvolvimento da aprendizagem. Mesmo sem acesso à internet, os professores e estudantes puderam contar com a solução para potencializar o ensino.
Ao todo, 181 profissionais da educação do Amazonas tiveram formação tecnológica, para que a plataforma fosse utilizada de forma eficaz nas escolas. Segundo 81% deles, antes do projeto a estrutura tecnológica das escolas era insuficiente e, por conta disso, 65% afirmaram que não incluíam a tecnologia no planejamento didático, apesar de acharem que ela melhora o processo de ensino, conforme afirma uma das professoras.
“(Com o uso da tecnológico) Há maior envolvimento dos alunos, porque o processo é atrativo e isso possibilita o maior interesse e entendimento das disciplinas”.
Professora do 9º ano, Nelma, da E.E. Prof.Diana Pinheiro.
Todas as habilidades previstas na Base Nacional Comum Curricular (BNCC) estão no Aprimora e como as informações sobre os resultados das atividades são individuais, o desempenho de cada criança pode ser medido e a informação é precisa quanto ao desenvolvimento de suas competências e habilidades.
Pensando nos exames nacionais, grande parte dos educadores acreditam que, explorando de forma correta o Classmate, equipado com a solução Aprimora, a performance dos alunos pode melhorar, aumentando a nota do IDEB/SAEB, por exemplo.
Tecnologia para enfrentar desafios
Um dos grandes desafios na educação do Amazonas é a evasão escolar, que, segundo os professores é agravada pela falta de engajamento dos estudantes.
Após a implantação do Aprimora nas escolas selecionadas, os docentes afirmaram que os alunos apresentaram maior interesse e engajamento nas disciplinas de Língua Portuguesa e Matemática.
Além disso, 74% dos professores confirmam que a compreensão dos estudantes em relação aos conteúdos propostos aumentou, ao passo que 68% do corpo docente sentiu maior motivação e envolvimento dos alunos.
Os mais de 5800 estudantes atendidos pelo projeto tiveram acesso a materiais sobre Língua Portuguesa e Matemática, que auxiliaram no aprendizado de forma adaptativa e gamificada, com respeito às suas aptidões e dificuldades.
Com o uso da plataforma é possível enfrentar grandes desafios do ensino público brasileiro, como a evasão escolar, os índices de reprovação, a defasagem do aprendizado, que foi escalonada nos últimos anos, além de melhorar os resultados apresentados nos exames nacionais, como o Ideb.
STEAM é um acrônimo para Ciências, Tecnologia, Engenharia, Matemática e Artes. É uma proposta de metodologia interdisciplinar, baseada em projetos, com o objetivo de formar pessoas com diversos conhecimentos, desenvolver valores e preparar alunos e cidadãos para os desafios do futuro.
O ensino e a aprendizagem STEAM carregam consigo a busca pela compreensão e pelo real impacto, das disciplinas que o permeiam, perante o mundo. Um dos grandes objetivos desse modelo de ensino é preparar os estudantes de hoje para o mercado de trabalho amanhã.
O processo de STEAM pode ser dividido em cinco etapas básicas:
Investigar;
Descobrir;
Conectar;
Criar;
Refletir.
Com essa metodologia, alunos experimentam e vivenciam o pensamento científico de maneira interpretativa e reflexiva, seja por meio de brincadeiras na educação infantil ou em projetos interdisciplinares para turmas mais avançadas.
O ensino tem como propósito instigar a curiosidade natural que permeia as crianças, possibilitando brincadeiras, construções, criações e investigações, ao passo em que se trabalha conceitos que envolvem causa e efeito, observação e descrição, resolução de problemas, desenvolvimento da imaginação, criação de representações, encenação de papéis, colaboração e comunicação.
Porque ensinar com STEAM
Em atividades focadas na metodologia STEAM, alunos resolvem problemas, pensam ‘’fora da caixa’’ e se beneficiam de um aprendizado interdisciplinar. Já o professor atua como um guia no processo de aprendizagem. Sendo responsável por oferecer mentoria e apoio às equipes, ele também se desenvolve com esse novo método de trabalho integrado.
A metodologia STEAM tem foco no desenvolvimento de algumas habilidades essenciais para o aluno do século XXI, tais como:
Criatividade, imaginação e inovação;
Pensamento crítico e resolução de problemas;
Comunicação e colaboração;
Flexibilidade e adaptabilidade;
Habilidades sociais e culturais;
Capacidade de lidar com diferentes situações.
Em projetos de STEAM, os alunos começam a desenvolver tais habilidades de forma mais interativa e autônoma. Constroem, fazem protótipos, criam, solucionam problemas e interpretam suas próprias criações.
Levar essa metodologia ativa para a sua escola é uma maneira de incentivar e treinar habilidades em seus alunos, isso faz parte do que chamamos de Educação 5.0, e deve ser incentivada em todos os anos escolares.
A integração de sistemas atua como um facilitador para o gestor escolar, trazendo mais eficiência, agilidade e segurança para o ambiente de tecnologia da escola. Ela permite conectar todas as soluções de modo automatizado, possibilitando a interação entre elas de forma integrada.
No dia a dia das escolas, principalmente aquelas que passaram ou estão passando por um processo de transformação digital, é comum encontrar vários sistemas compondo o ambiente tecnológico da instituição.
Entre eles estão os sistemas acadêmicos (ERP), responsáveis pela gestão administrativa, como cadastros de alunos e operações financeiras, e os sistemas de ensino (LMF), voltados para a aprendizagem dos estudantes e utilização pelos professores. Além disso, são utilizadas soluções educacionais com o intuito de potencializar a aprendizagem.
A integração de sistemas, além de centralizar todo seu ambiente de tecnologia em um só lugar, mantem um controle atualizado de todos os dados, usando somente um login e senha, bem como disponibiliza as informações para áreas diferentes.
A importância de integrar os sistemas na sua escola
A integração de sistemas é um passo fundamental para sua instituição ter uma gestão mais ágil e operações mais eficientes. Afinal, ao integrar todas as soluções, automaticamente a comunicação entre elas e seus responsáveis torna-se mais facilitada, possibilitando a criação de estratégias globais e, consequentemente, potencializando os resultados.
Além de simplificar o dia a dia, reduzir despesas e ajudar a encontrar gargalos nas operações, a integração de sistemas proporciona ferramentas importantes para a administração da sua instituição:
Login único
Com um login e senha únicos e acesso a um local onde todas as soluções e sistemas estão concentrados, gestores, funcionários, professores, pais e alunos ganham em facilidade, eficiência e agilidade nas operações. E sua escola também sai ganhando um bônus: é reconhecida como moderna e facilitadora.
Cadastro de alunos
A atualização dos dados passa a ser facilitada com uma plataforma que integre todas as soluções, visto que quando se modifica o dado em determinada solução, automaticamente atualiza em todas.
Por exemplo, se um aluno muda de endereço, essa informação precisa ser atualizada uma única vez, ao invés de se ter que acessar diversos aplicativos distintos e modificar esse dado várias vezes. Isso otimiza o tempo dos colaboradores, aumentando a produtividade.
LGPD
A Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), de 2020, traz vários pontos que merecem atenção dos gestores, principalmente pelo fato do ambiente escolar lidar com informações de crianças e adolescentes. Em resumo, ela regulamenta a forma como dados pessoais são coletados e tratados, com uma série de implicações relativas à privacidade.
A integração aumenta a facilidade no controle dos dados tratados em todas as soluções e sistemas, permitindo conferir se estão de acordo com a lei, visto que em uma única plataforma você visualiza todas as informações, evitando problemas futuros.
Relatórios e dashboards são excelentes ferramentas para analisar pontos-chave relacionados às metas e agem como facilitadores para o entendimento de se vale a pena renovar o contrato com determinado sistema, por exemplo.
Com a integração de sistemas, é possível ter acesso a dados globais, com métricas unificadas, que permitem uma visão macro das suas soluções. Os relatórios unificados com dados de cada aluno, turma ou escola, facilitam a tomada de decisão de forma estratégica.
Como fazer a integração de sistemas
Atualmente, já existem soluções voltadas para o mercado educacional que integram os sistemas, envolvendo arquitetura de informação, inteligência de dados e outros aspectos técnicos.
A integração acontece por meio de API aberta, com uma camada adicional de segurança, de acordo com as exigências da LGPD, permitindo o acesso a todas as soluções do seu ambiente escolar em uma única plataforma, que mantem a marca e a identidade visual da escola, utilizando um único login e senha. Além de facilitar o cadastro escolar e sua atualização.
Conclusão
Fazer uma boa integração de sistemas é um grande passo para aumentar a eficiência operacional e a performance da sua instituição de ensino. Com ela você economiza tempo, reduz gastos, integra os setores e protege seus dados, diminuindo a chance de erros ou infrações às leis, além de melhorar o desempenho de todos os setores e o fluxo de informações entre eles.
Os resultados são significativos para a administração da escola em geral, porém vão muito além disso, sendo percebidos também por alunos e responsáveis, trazendo benefícios para a reputação da sua instituição, que se torna destaque no mercado educacional.
Agora que você já viu como ter uma boa integração de sistemas pode ser benéfico para a sua escola, não perca mais tempo!
Tecnologia integra a iniciativa estadual “Além da Escola”, que atende mais de 200 mil alunos.
As soluções educacionais estão cada vez mais presentes nas escolas e instituições de ensino do país. Além de auxiliar nas questões pedagógicas, um dos objetivos da tecnologia é facilitar a vida das pessoas, nesse caso tornar o cotidiano mais ágil e eficaz.
Pensando em tornar os processos menos morosos e aumentar a qualidade de suas entregas, a Secretaria de Educação do Estado de São Paulo (SEDUC-SP), integrou ao projeto “Além da Escola” o Hub.Edu, uma das soluções do ecossistema Educacional.
O projeto atende crianças e jovens do 6º ano do ensino fundamental até a 3ª série do ensino médio, com extensão da carga horária escolar. O principal objetivo é a recomposição da aprendizagem com o uso da tecnologia.
Usando trilhas formativas online, conteúdo do centro de mídias do estado e plataformas parceiras, o programa recupera e aprofunda o conhecimento dos alunos em Língua Portuguesa e Matemática. Contando com acompanhamento de estudos personalizado e online, além de atividades em grupo para resolver problemas escolares reais.
Por meio do Hub.Edu, a secretaria integra aplicativos e outras soluções digitais, com acesso facilitado e com a garantia da eficiência operacional. Além da proteção de dados, dos mais de 200 mil estudantes envolvidos no programa.
Com os relatórios diários gerados de forma otimizada pela plataforma, o trabalho dos envolvidos no “Além da Escola” foi facilitado. Os professores e gestores identificam, de maneira assertiva, os conteúdos que precisam de maior atenção para o desenvolvimento dos estudantes.
“Até o ano passado, as informações eram entregues à Secretária da Educação do Estado de São Paulo em planilhas de Excel, o que dificultava o monitoramento da participação e desempenho dos alunos participantes. O HUB.Edu traz um ganho enorme ao nos fornecer relatórios organizados, respeitando as normas da LGPD e unificando indicadores.”
Daniela Longato – Gestora operacional do Além da Escola.
Com a solução, a SEDUC pode organizar e facilitar o dia a dia do projeto Além da Escola, apoiando no gerenciamento de todas as informações referente aos alunos participantes.
A Matemática, juntamente com a Língua Portuguesa, é uma das disciplinas que serve como base para todos os demais aprendizados. Por isso, ela é tão importante na vida dos estudantes e precisa ser muito bem desenvolvida.
Mostrar ao aluno que ele é o centro no processo de aprendizagem e que precisa ser o protagonista nessa jornada de conhecimento, faz com que o engajamento dele seja maior, gerando um aprendizado completo.
Pensando nisso, os Colégios Agostinianos Mendel e São José decidiram potencializar o ensino da Matemática com uma das soluções educacionais disponíveis na Suíte Matemática, a plataforma Pense+.
“Buscamos sempre inovar, porque sempre queremos o melhor para nossos alunos. Por isso trazemos o que tem de mais moderno no mercado tecnológico. Com o Pense+ a nossa escola continua inovando para transformar a educação”.
Leandro Oliveira – Profissional de Tecnologia da Informação dos Colégios
A escolha se deu visto que a plataforma veio ao encontro dos objetivos dos Colégios, pois a meta era que os alunos tivessem uma aplicação da Matemática contextualizada a assuntos cotidianos e situações reais vivenciadas, ao passo que desenvolvem o raciocínio lógico e o pensamento matemático.
“Usamos o Pense+ que é uma plataforma que faz com que o aluno seja realmente o protagonista e faça parte do que estão construindo. A plataforma faz com que as aulas não sejam apenas expositivas e estáticas, mas sim um local onde os estudantes constroem esse pensamento juntos”.
Fabiana – Assessora Pedagógica
Os Colégios sentiram que levar a tecnologia para as aulas de Matemática trouxe diversas experiências práticas, engajando alunos e transformando a sala de aula em um espaço desafiador e encantador. Ao mesmo tempo em que possibilitou um melhor aproveitamento no ensino da disciplina.
“Com a máquina de problemas do Pense+, o aluno elabora e solucione a situação problema dele, tornando-os protagonistas. No dia das aulas com a plataforma, as crianças ficam extremamente eufóricas”.
Talita Oliva – Professora
Perante a comunidade escolar como um todo, o Pense+ foi uma solução que fez a diferença. Para a mãe de um dos alunos, Fabíola Santos, a plataforma gera maior interesse com relação a disciplina de matemática, pois trabalha o conteúdo de forma lúdica.
“Chama a atenção as aulas com o Pense+, pois trazem a tecnologia para a sala de aula e desenvolvem habilidades como a autonomia e o autoconhecimento”.
Fabíola Santos – Mãe de aluno
Usando atividades e jogos interativos que favorecem a compreensão, além de estratégias de gamificação, com pontuações e medalhas, o Pense+ transformou o olhar dos alunos em relação a Matemática.
“O Pense+ me estimula a pensar de forma criativa, divertida e sempre além”.
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