A gamificação torna a aprendizagem mais leve, divertida e significativa. Por isso, ela é empregada no mundo inteiro por escolas, universidades e empresas, em atividades educativas e treinamentos corporativos.
Mas o que torna os jogos tão engajadores? Por que eles atraem tanto a nossa atenção? E quais são as aplicações da gamificação na educação? Entenda as respostas para essas perguntas lendo o artigo até o final.
Gamificação é uma metodologia de ensino que emprega elementos típicos de jogos para motivar os estudantes e melhorar o desempenho escolar, tais como:
competições;
prêmios;
desafios;
narrativas lúdicas;
personagens fictícios;
objetivos e regras claras;
divisão da jornada em níveis ou fases;
motivação constante;
feedback imediato, com identificação dos erros e acertos;
elementos divertidos;
abstração da realidade;
e cooperação com outros jogadores.
Para ser devidamente enquadrado como metodologia ativa de aprendizagem, a gamificação precisa estar centrada no aluno. O estudante deve sair da posição cômoda, de mero receptor de informações, e se posicionar como construtor das próprias habilidades, conhecimentos e valores.
O papel do professor, nessa perspectiva, é de mediador, orientador e supervisor do processo.
Segundo o livro Gamification by Design, as pessoas são motivadas a jogar por quatro motivos:
para dominarem determinado assunto;
para aliviarem o estresse;
para se entreterem;
para socializarem.
Além disso, o jogador se diverte tanto na busca pela vitória quanto na exploração de um novo universo, vivenciando sensações inéditas e interagindo com outros jogadores.
É importante salientar que o jogador não acompanha uma história, ele “vive” a narrativa, de forma totalmente imersiva.
Todas essas características contribuem para uma aprendizagem significativa, fortalecida pelo alto interesse e pela atenção focada.
Vantagens da gamificação para a aprendizagem
Estudos recentes revelam que a gamificação tem o poder de transformar o ambiente de aprendizado em um espaço dinâmico e interativo, aumentando a motivação dos alunos.
Eles evidenciam o potencial da gamificação como uma ferramenta eficaz na educação moderna e apontam que a grande vantagem dessa metodologia está no seu alto poder de engajamento.
Quando o aluno se torna um participante do jogo, a tendência é que sua dedicação aumente. Ele tem uma motivação a mais para aprender, atraído pelo desejo de vencer. Além disso, ele acaba passando mais tempo estudando, muitas vezes sem nem perceber.
Como fruto desse engajamento, o estudante assimila os conteúdos com mais facilidade. Até mesmo componentes curriculares popularmente considerados difíceis, como Matemática e Física, são melhor compreendidos.
Outras vantagens da gamificação são:
aprendizagem lúdica e divertida;
retenção da atenção;
mais interação entre os colegas;
aulas mais dinâmicas;
desenvolvimento de habilidades socioemocionais como autonomia, autoconfiança, perseverança, colaboração e respeito.
Como aplicar a gamificação na educação?
A escola pode explorar a gamificação por meio de brincadeiras, competições, jogos físicos e jogos educacionais digitais alinhados ao currículo.
Em todas as atividades, é preciso ter clareza dos objetivos pedagógicos. Desde o planejamento até a execução e avaliação, as habilidades que se deseja desenvolver não podem ser perdidas de vista.
De acordo com o livro Gamificação na Educação, as principais características de uma estratégia educacional gamificada são:
missão bem definida;
sistema de pontuação eficiente;
narrativa envolvente e coerente;
tarefas claras;
criatividade.
Assim, a escola deve criar seus próprios jogos ou utilizar modelos prontos. No contexto digital, o mais prático é adquirir uma plataforma digital com vários games educativos, como é o caso do Aprimora e Pense Mais.
Também é importante ter cuidado para evitar conflitos durante o uso da gamificação em sala de aula.
Algumas dicas para aplicar gamificação na educação de forma saudável são:
1. Defina objetivos claros
Antes de iniciar o jogo, defina objetivos claros e específicos para o que deseja alcançar. Isso ajudará a garantir que a brincadeira esteja alinhada com os objetivos pedagógicos.
2. Foque no processo, não no resultado
Em vez de focar apenas no resultado final, foque no processo de aprendizado. Isso ajudará a reduzir a competição e a ênfase no vencedor.
3. Promova a colaboração
Promova a colaboração entre os alunos, incentivando-os a trabalhar em equipe para alcançar objetivos comuns. Isso contribui para promover a cooperação.
4. Inclua todos os alunos
Inclua todos os alunos na gamificação, independentemente de suas habilidades ou necessidades. Isso auxilia a promover a inclusão.
Seguindo essas dicas, é possível evitar competições não saudáveis, brigas e frustrações desnecessárias.
Exemplos de atividades gamificadas
Para tornar o assunto mais palpável, listamos abaixo alguns exemplos de atividades gamificadas na educação:
Jogos físicos: dominó matemático, dominó de sílabas e tabuleiro de formação de palavras;
Jogos digitais: jogos virtuais que envolvam conceitos de letramento e desafios matemáticos, jogos em primeira pessoa para resolução de problemas e quizzes on-line sobre conteúdo curricular;
Brincadeiras: caça ao tesouro com pistas envolvendo o assunto estudado em sala, batata-quente para revisão de conteúdo (quem ficar com a batata na mão responde a uma pergunta);
Concurso ou competição: bingo de números ou sílabas, concurso de leitura, torneio de robótica;
Sistema de pontos e recompensas: pequenos mimos para quem entregar todas as tarefas de casa, ranking de pontos em plataformas de aprendizagem e troféu virtual para vitória em jogo educativo online.
As tecnologias digitais estão ajudando as escolas do mundo todo a melhorarem o processo de ensino-aprendizagem e a gestão escolar. Aplicativos e plataformas educacionais se tornam cada vez mais comuns na rotina escolar, em vista dos muitos benefícios trazidos pela tecnologia na educação.
Atualmente, existem inúmeras plataformas escolares no mercado, para diversas finalidades. Conhecer todas elas é praticamente impossível para um gestor escolar, considerando a sua ampla lista de afazeres. Além disso, é preciso ter expertise em tecnologia para avaliar as melhores soluções deste nicho.
Por isso, o Educacional selecionou as melhores ferramentas do mercado e reuniu-as em um único ambiente virtual – o Hub Educacional. O objetivo é sanar as principais necessidades da escola e facilitar o acesso à tecnologia.
Confira neste artigo todos os aplicativos e plataformas educacionais disponíveis no Hub Educacional, assim como as funções de cada uma.
Table of Contents
O que são as plataformas educacionais?
As plataformas educacionais são plataformas digitais voltadas para a educação. São sistemas que reúnem conteúdos, ferramentas e canais de comunicação, visando o progresso dos estudantes.
As características de cada plataforma variam bastante, de acordo com o objetivo e o público-alvo.
Algumas plataformas educacionais são focadas no processo de aprendizagem, enquanto outras se destinam à gestão escolar. Algumas são projetadas para estudantes, outras para professores, gestores, pais e responsáveis.
Tudo depende do tipo de plataforma.
Principais tipos de plataforma educacional
As plataformas educacionais podem ser classificadas de várias formas:
por nível de escolaridade: para Educação Infantil, Ensino Fundamental, Ensino Médio ou Ensino Superior;
por modalidade de ensino: ensino a distância (EaD), ensino presencial ou ensino híbrido;
por finalidade: plataforma de aprendizagem, plataforma de gestão escolar, sistema de matrículas, biblioteca digital, agenda escolar digital, entre outras;
Conheça um pouco mais sobre os principais tipos de plataforma educacional:
Plataforma de aprendizagem
Plataforma destinada ao processo de ensino-aprendizagem e com foco no estudante. Contém videoaulas, textos, atividades, jogos e testes. Pode ser utilizada em sala de aula ou em casa, como complemento ao ensino presencial.
Plataforma de aprendizagem adaptativa
Plataforma de aprendizagem que utiliza Inteligência Artificial para personalizar a experiência do aluno. Após identificar o nível de proficiência do usuário, o sistema ajusta os conteúdos para o seu perfil.
Plataforma de aprendizagem gamificada
Plataforma de aprendizagem que usa recursos próprios de jogos, como rankings, troféus, missões e desafios. Ela torna o aprendizado divertido, aumentando o engajamento dos estudantes.
Plataforma de gestão escolar
Plataforma que otimiza tarefas de gestão escolar como formação de turmas, organização financeira, calendário escolar, análise de indicadores educacionais, elaboração de relatórios e avaliações.
Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA)
Ambiente virtual completo para suporte ao ensino a distância (EaD). Geralmente, o AVA inclui lições, vídeos, atividades, avaliações, canal de dúvidas, boletim e emissor de boletos para pagamento.
Biblioteca digital
Acervo de e-books que podem ser lidos em diferentes dispositivos (celulares, tablets, e-readers, notebooks e computadores). Para fazer a leitura, o estudante deve solicitar uma locação pela plataforma e usufruir do material enquanto estiver reservado. Depois, o livro se torna disponível para novas locações.
Sistema de matrículas
Ambiente digital que permite a realização de matrículas à distância.
Sistema de controle de frequência
Plataforma de controle de frequência dos estudantes e, eventualmente, dos profissionais da escola.
Plataforma de monitoria
Plataforma destinada à orientação dos estudantes e ao esclarecimento de dúvidas, sejam elas relacionadas ao conteúdo curricular ou ao processo de escolha da profissão (orientação vocacional).
Vantagens de usar aplicativos e plataformas educacionais
O papel das plataformas digitais na educação vai muito além da continuidade dos estudos em situações de emergência, como ocorreu na pandemia da Covid-19.
Os aplicativos e plataformas educacionais trazem muitos benefícios para as escolas, mesmo quando há aulas regulares e presenciais, porque melhoram a qualidade do ensino e otimizam a gestão escolar.
Segundo a pesquisa TIC Educação 2022, 33% das escolas brasileiras utilizam plataformas ou ambientes virtuais de aprendizagem.
Eis algumas vantagens de usar essas ferramentas:
personalização do ensino;
flexibilidade para acessar os conteúdos em qualquer hora e em qualquer lugar, por meio de diferentes dispositivos;
alto engajamento e interatividade;
agilidade no feedback ao estudante;
geração automática de relatórios escolares, o que melhora a visibilidade de resultados, lacunas de aprendizagem, problemas e riscos de evasão escolar;
não sobrecarrega os profissionais da escola nem altera o horário escolar.
Aplicativos e plataformas educacionais para impulsionar sua escola
Veja abaixo os melhores aplicativos e plataformas educacionais, tanto de gestão escolar quanto da área pedagógica:
De gestão escolar
As ferramentas de gestão escolar são focadas em análise de dados, relatórios escolares, avaliação, organização e comunicação com os pais e colaboradores da escola.
O Hub Educacional possui cinco plataformas de gestão escolar:
1. D2L
A D2L é um sistema de gestão da aprendizagem, também conhecido como Learning Management System (LMS). Ele possibilita o acompanhamento de frequências, a publicação de comunicados, a automatização de lembretes e o compartilhamento de materiais didáticos, fotos e vídeos.
A plataforma também permite a visualização do progresso dos estudantes, a criação de atividades online e a elaboração de avaliações personalizadas.
A D2L favorece a gestão da informação e da comunicação no ambiente escolar, além de impulsionar o ensino híbrido.
2. Max.IA
A Max.IA é uma plataforma de avaliação escolar munida de Inteligência Artificial. Nela, os professores podem criar avaliações automáticas e personalizadas, a partir de um amplo banco de questões.
Uma de suas funcionalidades é a opção de aumentar o nível de dificuldade dos testes para os alunos acima da média e diminuí-lo para os alunos abaixo da média da turma. Incrível, não é?
A plataforma também coleta os dados dos alunos em relação ao perfil cognitivo, psicométrico e comportamental deles. O objetivo é identificar e prever lacunas de aprendizagem.
Baseada nesses dados, a Max.IA recomenda atividades e conteúdos curriculares para o usuário, de acordo com o seu perfil. Os exercícios são gamificados e divertidos.
Além disso, a Max.IA gera relatórios e diagnósticos inteligentes para professores, gestores e familiares. Toda a plataforma é adaptável ao sistema pedagógico e avaliativo da escola.
3. NEDU
A NEDU é uma plataforma de dados escolares, que reúne relatórios inteligentes, dashboards personalizados e recomendações baseadas em indicadores educacionais.
Na plataforma, o gestor escolar acompanha o desempenho, o comportamento e a frequência dos alunos. Isso ajuda a escola a identificar com antecedência os estudantes com risco de evasão e, com isso, tomar medidas preventivas a tempo.
Os dados também incluem a taxa de inadimplência, os custos operacionais, a eficácia do ensino e a satisfação das famílias.
4. Tell me
O Tell me é um aplicativo de agenda escolar digital que permite a comunicação rápida e eficiente entre a escola, os alunos e as famílias.
Nele, é possível acessar rapidamente todos os avisos, tarefas de casa, faltas, datas de prova, notas escolares, eventos, mensagens da equipe pedagógica e informações financeiras.
O Tell me também gera notificações, lembretes e calendários, auxiliando as famílias na organização de suas rotinas e evitando esquecimentos.
Já o diretor escolar consegue acompanhar quem visualizou e respondeu as mensagens, além de monitorar os avisos enviados pelos professores.
5. HubLab – LearnLab
Um ambiente com diversas aplicações que potencializam a criatividade, ampliando o conceito de Ecossistema Hub Educacional ao integrar ferramentas desenvolvidas especialmente para a educação, tais como: autoria de livros digitais, criação de mindmaps colaborativos, podcasts e vídeos, dentre outras.
A solução apoia o uso de metodologias ativas em sala de aula, com integração a plataformas populares como Google e Microsoft, incluindo uma ferramenta de Inteligência Artificial integrada tanto para auxiliar alunos quanto para apoiar professores na construção de aulas e feedbacks.
Indicado para todas as etapas de ensino, da Educação Infantil ao Ensino Médio.
Pedagógicos
Os aplicativos e plataformas educacionais da área pedagógica são voltadas ao processo de ensino-aprendizagem, com o objetivo de melhorar a proficiência dos alunos e desenvolver habilidades específicas da Base Nacional Comum Curricular (BNCC).
Desenvolvida pelo Educacional, a plataforma usa Inteligência Artificial para adaptar os conteúdos de acordo com o ritmo e o nível de proficiência do estudante.
O Aprimora contém vários desafios de Língua Portuguesa e Matemática, com elementos de ludicidade, a fim de tornar a aprendizagem divertida e engajadora.
Na plataforma, o professor e o gestor escolar conseguem visualizar o desempenho de cada estudante, turma ou escola, em tempo real. Assim, as dificuldades de aprendizagem, bem como as potencialidades de cada aluno, podem ser facilmente identificadas.
O Aprimora é destinado ao Ensino Fundamental Anos Iniciais e Anos Finais.
7. Pense Mais Educacional
Outra plataforma desenvolvida pelo Educacional é o Pense Mais. Seu objetivo é desenvolver o pensamento matemático, a partir de problemas da vida real e atividades lúdicas.
Assim como o Aprimora, o Pense Mais é destinado ao Ensino Fundamental Anos Iniciais e Anos Finais.
8. Árvore
A Árvore é uma plataforma digital de leitura, com mais de 50 mil e-books e audiobooks. Durante a leitura, os estudantes interagem com recursos de gamificação e exercícios baseados na obra. Todas as atividades são alinhadas à Base Nacional Comum Curricular.
A plataforma também faz recomendações de livros para os usuários, de acordo com as suas preferências, idade e segmento escolar.
Com a Árvore, a escola tem acesso a um acervo diversificado de obras, que podem ser exploradas em qualquer dispositivo e em qualquer lugar.
A plataforma ainda conta com ferramentas de nivelamento: a equipe gestora consegue indicar aos alunos obras que se adequem ao nível de leitura de cada um, conforme o padrão F&P (Fountas & Pinnel).
Além disso, a Árvore inclui revistas, jornais, dicionário integrado, livros em Inglês e dashboard com relatórios.
9. Bibot
Ainda na área de leitura, outra plataforma educacional muito útil para as escolas é o Bibot. Essa biblioteca digital interativa reúne livros de diversas editoras e autores, desde obras clássicas até novos sucessos da literatura.
As categorias abrangem ficção, aventura, crônica, poesia, história, filosofia, redação e muito mais.
A biblioteca também é gamificada e possui exercícios alinhados à BNCC. Ao completarem suas leituras e atividades, os estudantes acumulam pontos e sobem em rankings locais, regionais e nacionais.
Os alunos leem os títulos selecionados pelos professores (que ficam disponíveis na Trilha do Conhecimento do usuário), mas também podem explorar o acervo e adicionar livros à Lista de Favoritos.
10. Descomplica
O Descomplica é um ambiente virtual de aprendizagem voltado para os estudantes do Ensino Médio, com foco na preparação para o Enem e outros vestibulares.
Ele oferece videoaulas (ao vivo e gravadas), simulados, material didático interativo, ambiente para produção de redação e plantão de dúvidas 24 horas por dia, sete dias por semana.
Cada estudante recebe um plano de estudo para organizar sua rotina e aprender de forma autônoma. As escolas podem usufruir dessa ferramenta como um meio de flexibilizar e personalizar o ensino, de acordo com as necessidades de cada aluno.
11. Educacross
O Educacross é um aplicativo de jogos educacionais digitais, destinado aos alunos da Educação Infantil e Ensino Fundamental Anos Iniciais. São mais de 2.000 jogos alinhados à BNCC, que trabalham alfabetização, Língua Portuguesa, Matemática e Lógica.
Os games são organizados pelo professor, que pode utilizar as trilhas de aprendizagem da plataforma ou criar uma nova trilha.
Ao interagir com a ferramenta, o estudante gera dados que são transformados em relatórios de desempenho. Assim, os gestores e professores acompanham facilmente os indicadores pedagógicos do aluno, da turma, da escola e da rede de ensino.
12. Elefante Letrado
O Elefante Letrado é uma plataforma digital de leitura gamificada, que contém livros digitais, games e atividades interativas para alunos de todas as idades.
A plataforma possui um amplo acervo de livros, divididos por gênero, editora e etapa de ensino (Educação Infantil, Ensino Fundamental Anos Iniciais ou Ensino Médio).
O Elefante Letrado inclui também: biblioteca para o professor; teste online de fluência leitora; audiobooks; livros em Inglês; metas individuais de leitura, dashboard de relatórios e gravação de áudio da leitura dos estudantes.
13. Estante Mágica
A Estante Mágica é um aplicativo e, também, uma plataforma escolar que ajuda os estudantes a escreverem e ilustrarem seus próprios livros.
Cada história é publicada em formato digital e transformada em game. Há ainda a opção de comprar a versão impressa do livro, como forma de recordação. No final do projeto, a escola organiza um evento de autógrafos para celebrar a conquista dos estudantes.
Criada em 2009, a Estante Mágica já lançou mais de 2 milhões e meio de livros produzidos pelas crianças.
14. Arukay
Arukay é um sistema de aprendizagem co-curricular voltado para alunos da Educação Infantil ao Ensino Médio.
Nele, o estudante tem acesso ao ensino do pensamento computacional e diversas linguagens de programação de diferentes níveis, auxiliando no desenvolvimento de suas habilidades tecnológicas e contribuindo para o aprendizado de forma gamificada e interativa.
Os projetos da Arukay são estruturados na metodologia Machine Learning e STEAM, levando a interdisciplinaridade em Ciência, Tecnologia, Engenharia, Arte e Matemática para os estudantes.
15. Inventura
Solução para o Ensino Fundamental que integra uma proposta multidisciplinar de STEAM – termo em inglês que conceitua a união dos conceitos de Ciências, Tecnologia, Engenharia, Matemática e Artes, com o objetivo de potencializar a aprendizagem e a resolução de situações-problema.
O Inventura incentiva o uso da tecnologia em práticas maker, ao integrar materiais físicos e digitais: livro do aluno, livro do professor, placa BBC micro:bit e componentes de hardware/eletrônicos, além de ambiente de programação, ambiente online e aplicativo.
16. Robomind
A Robomind é uma solução de robótica educacional que utiliza kits de LEGO® Education. Ele também possui uma plataforma digital de suporte com planos de ensino e conteúdos didáticos, em forma de textos, vídeos e jogos.
Destinado a todas as fases de ensino, da Educação Infantil ao Ensino Médio, a Robomind desenvolve competências digitais, cognitivas e socioemocionais, como criatividade, inovação e proatividade, formando uma nova geração de empreendedores.
17. Vivadí
A Vivadí é uma plataforma educacional focada em habilidades socioemocionais e voltada para alunos da Educação Infantil ao Ensino Médio.
A metodologia da plataforma é dividida em quatro pilares, alinhados à BNCC, que são: autogestão, colaboração, adaptabilidade e comunicação. Os estudantes passam por videoexperiências diárias, baseadas em storytelling, e respondem autoavaliações sobre o estado emocional atual.
Os gestores e professores podem acompanhar a evolução dos estudantes por meio do painel de dados. Além disso, eles podem adicionar informações sobre comportamento e participação dos alunos na escola, a fim de complementar os relatórios.
18. Seren
Já o Seren é um aplicativo de experimentação vocacional que tem o objetivo de ajudar os estudantes do Ensino Médio a escolherem suas futuras profissões.
O aplicativo conecta os alunos a profissionais de diversas áreas, em conversas ao vivo, para que eles conheçam a rotina dos especialistas e tirem suas dúvidas sobre cada carreira.
O Seren também utiliza Inteligência Artificial para mostrar as profissões mais alinhadas ao perfil do aluno, de acordo com suas interações no aplicativo.
19. Tecteca
A Tecteca é um aplicativo de apoio à leitura infantil. Ele é destinado à Educação Infantil e aos Anos Iniciais do Ensino Fundamental, em especial aos primeiros e segundos anos.
Nele, os alunos têm acesso a um acervo de livros digitais exclusivos, que incentiva e desenvolve a fluência leitora. Além disso, disponibiliza aos gestores e professores relatórios que incluem métricas por aluno e por turma.
20. FazGame
O FazGame é uma plataforma gamificada de incentivo à leitura e produção textual. Ele dá aos estudantes a oportunidade de criarem seus próprios jogos narrativos, desenvolvendo suas habilidades de escrita, criatividade e imaginação.
A plataforma inclui trilhas de aprendizagem, com todas as orientações para os professores e estudantes começarem a criar seus jogos.
O FazGame impulsiona a aprendizagem em Língua Portuguesa e o protagonismo juvenil e, ainda, gera relatórios de acompanhamento para os gestores escolares.
21. Escribo
O Escribo é um aplicativo de jogos educacionais das áreas de Língua Portuguesa e Matemática. Destinado aos alunos da Educação Infantil e Ensino Fundamental Anos Iniciais, o app cria jornadas personalizadas de aprendizagem e permite a avaliação interativa dos estudantes, em tempo real.
A ferramenta também gera relatórios de desempenho para acompanhamento dos gestores.
22. Robotis – LEGO® Education
Plataforma de atividades da LEGO® Education, com foco em robótica e STEAM. Ela foi desenvolvida para apoiar as aulas com LEGO® Education – um dos recursos pedagógicos mais populares do Brasil e do mundo.
Contém desafios para todas as idades, da Educação Infantil ao Ensino Médio. Seu objetivo é fazer com que os alunos aprendam brincando, enquanto desenvolvem habilidades do século XXI.
23. Plethora
Destinado ao Ensino Fundamental Anos Iniciais e Anos Finais, a Plethora é uma plataforma de aprendizagem gamificada que trabalha o pensamento computacional.
Durante os jogos, os alunos constroem e completam sentenças lógicas que constituem regras para a resolução de problemas.
A plataforma possui vários planos de aula, com a opção de personalizar o nível de dificuldade e compartilhar os desafios com outros membros da comunidade online.
24. Espaço infantil
O Espaço infantil é um ambiente virtual de aprendizagem para a Educação Infantil, que contém jogos, histórias, músicas e vídeos.
As atividades são divididas em três temáticas (floresta, fazenda e mar), as quais despertam a curiosidade das crianças e auxiliam no processo de alfabetização, letramento, numeracia e compreensão textual.
25. Stift
O Stift é um aplicativo de plantão de dúvidas que conecta estudantes e professores da escola. Ele permite que os alunos enviem suas dúvidas de forma online, pelo celular, e recebam respostas completas dos monitores da instituição.
As perguntas podem ser enviadas via texto, foto, vídeo ou áudio. Depois de receber a resposta, o aluno pode fazer uma réplica, caso continue com alguma dúvida.
Trata-se de uma solução muito útil para complementar ou substituir o plantão de dúvidas tradicional, com potencial de impulsionar os resultados de aprendizagem da escola.
26. Eduqz
O Eduqz é uma plataforma escolar de revisão de textos online, voltada ao Ensino Fundamental Anos Finais e Ensino Médio.
Na ferramenta, os corretores podem enviar áudios, circular, sublinhar e riscar trechos do texto, a fim de facilitar o feedback.
Além de corrigir os textos enviados pelos estudantes, a plataforma oferece cursos e videoaulas sobre redação. O Eduqz também gera relatórios com os principais dados dos estudantes para acompanhamento dos professores e gestores.
27. Aval.IA
O Aval.Ia é uma plataforma educacional que coleta dados dos estudantes em relação ao nível cognitivo, psicométrico e comportamental, a fim de prever e corrigir lacunas de aprendizagem.
A plataforma recomenda atividades para os alunos de acordo com o perfil de cada estudante e cria avaliações automáticas, adaptadas ao plano de ensino da instituição. Além disso, ela gera relatórios relevantes para os professores e gestores.
O Aval.Ia atende os estudantes dos Anos Finais do Ensino Fundamental e do Ensino Médio.
28. Tindin
Um ambiente virtual de aprendizagem gamificado, com foco na educação financeira. Na Tindin, cada aluno tem seu avatar e se movimenta por uma cidade com vários ambientes de interação. Nessa ilha virtual, a escola pode desenvolver diversas atividades, como aulas ao vivo, trilhas pedagógicas, trabalhos interdisciplinares, conteúdos em texto, áudio e vídeo.
Hub Educacional: uma plataforma; mais de 30 soluções
O Hub Educacional é uma plataforma digital completa, que reúne diversos aplicativos e plataformas educacionais no mesmo ambiente virtual. São mais de 30 soluções da área pedagógica, de gestão escolar e de integração tecnológica.
Na plataforma, sua escola tem acesso às melhores tecnologias de forma ágil e prática, com um só login e senha por usuário. Assim, a instituição não precisa se preocupar com inúmeras senhas de vários membros da comunidade escolar.
Além disso, o Hub Educacional atende às principais necessidades da escola, englobando:
ensino de Língua Portuguesa;
ensino de Matemática;
ensino de Ciências da Natureza e Ciências Humanas;
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Dois anos e meio depois da retomada das aulas presenciais, os efeitos da pandemia na educação ainda são perceptíveis: dificuldades de aprendizagem, atraso na alfabetização e desigualdades educacionais profundas. Nesse cenário, a recomposição de aprendizagem é o único caminho para reduzir as sequelas.
Como afirmou a diretora do Centro de Excelência e Inovação em Políticas Educacionais da FGV, Cláudia Costin, em entrevista à Revista Oeste, os problemas causados pela pandemia vão demorar mais de dois anos para serem resolvidos, em um longo processo de recomposição de aprendizagens.
Neste artigo, vamos explicar as etapas dessa estratégia pedagógica e mostrar como a tecnologia pode acelerar os resultados de aprendizagem dos alunos.
Segundo o estudo “Recomposição das aprendizagens em contexto de crise” elaborado pelo Instituto Natura e pela Fundação Lemann, a recomposição de aprendizagem é um conjunto de estratégias educacionais cujo objetivo é preencher lacunas de aprendizagem no contexto pós-pandemia.
Essas estratégias podem variar de programa para programa, mas geralmente incluem:
Existem três tipos de abordagem dentro da recomposição de aprendizagem, sendo a terceira a mais recomendada pelo Instituto Natura:
remediação (apoio para toda a turma);
intervenção (apoio apenas para os alunos com dificuldade de aprendizagem, geralmente dividindo a turma em três grupos);
aceleração (apoio apenas para alunos com dificuldade de aprendizagem, focando nas lacunas mais críticas para recuperar o atraso).
Nos programas de aceleração de aprendizagem, a escola ou rede de ensino identifica as principais perdas de aprendizagem, preenche essas lacunas rapidamente e guia os estudantes de volta ao nível em que deveriam estar.
Esse método é muito interessante porque, quanto mais atrasados ficam os alunos, maior é a desmotivação deles e mais alta é a chance de evasão. Por isso, acelerar o processo é a melhor forma de recompor aprendizagens.
Qual é a diferença entre recomposição, reforço e recuperação?
Apesar de constantemente confundidos, os termos “recomposição”, “reforço” e “recuperação” não são sinônimos.
Enquanto a recuperação escolar busca novas abordagens para o ensino de um conteúdo que o estudante já viu, mas, por algum motivo, não aprendeu, a recomposição mira em conceitos que o aluno nem teve a oportunidade de aprender, por conta do isolamento social.
Além disso, a recuperação é realizada exclusivamente no final do bimestre, após a divulgação das notas escolares, para aqueles que não obtiveram média suficiente.
Em contrapartida, o reforço escolar acontece ao longo do ano letivo, no contraturno, para auxiliar os estudantes com qualquer dificuldade de aprendizagem.
Como a pandemia afetou a aprendizagem dos alunos?
O cenário educacional do Brasil já enfrentava vários desafios antes da pandemia. No entanto, o fechamento das escolas por quase dois anos em decorrência do Covid-19 agravou alguns problemas, como veremos a seguir.
Perdas de 4 a 10 meses de aprendizagem
Apesar de os alunos terem continuado a estudar durante a pandemia por meio das aulas remotas, várias pesquisas mostraram que houve perda de 4 e 10 meses de aprendizagem em linguagens e matemática, dependendo da cidade e da etapa de ensino. Os dados foram divulgados pelo Laboratório de Pesquisa em Oportunidades Educacionais da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), em nota técnica de dezembro de 2022.
A avaliação constatou quedas em Língua Portuguesa e Matemática em todas as etapas de ensino, em relação à última edição de 2019. Porém, no 2º ano do Ensino Fundamental a perda foi maior: passou de 750 para 725 pontos em Língua Portuguesa e de 750 para 741 pontos em Matemática.
Impacto na alfabetização
Um dos motivos dessa queda em Língua Portuguesa no 2º ano do Ensino Fundamental foi a não concretização da alfabetização para muitas crianças.
De acordo com a pesquisa Alfabetiza Brasil, apenas 43,6% das crianças do 2º ano foram consideradas alfabetizadas em 2021 – 16,7 pontos percentuais menor que em 2019.
Sabemos que a alfabetização completa e na idade certa é um desafio no Brasil há muitos anos, mas a pandemia agravou ainda mais o problema. Por isso, os programas de recomposição de aprendizagem devem priorizar as crianças mais novas e em fase de alfabetização.
Efeitos negativos maiores em Matemática
Outro ponto levantado pela nota técnica da UFRJ foi a perda de aprendizagem mais acentuada em Matemática, exceto na Educação Infantil e nos primeiros anos do Ensino Fundamental. Esse padrão foi observado em várias pesquisas acadêmicas e também na comparação dos resultados do Saeb de 2019 e 2021.
No 5º ano do Ensino Fundamental, a queda de proficiência em Matemática foi de 11 pontos porcentuais, enquanto em Língua Portuguesa foi de 7 pontos.
No 9º ano do Ensino Fundamental e no Ensino Médio, a perda em Matemática foi de 7 pontos, ao passo que em Língua Portuguesa foi de 2 e 3 pontos, respectivamente.
Aumento das desigualdades educacionais
Não obstante, a suspensão das aulas presenciais na pandemia fortaleceu a desigualdade educacional. Ainda de acordo com a nota técnica da UFRJ, crianças e adolescentes mais vulneráveis socialmente aprenderam menos da metade que seus colegas não vulneráveis em 2020.
Isso porque, provavelmente, os estudantes mais pobres e com pais menos escolarizados tiveram menos acesso a tecnologia e não tiveram um ambiente de estudos adequado em casa.
A pesquisa da FGV “Tempo para Escola na Pandemia” também mostrou que o tempo médio de estudos por dia em agosto de 2020 foi bem menor entre os alunos mais pobres e estudantes da região norte do Brasil.
Como consequência, a desigualdade regional e a desigualdade de renda tendem a se perpetuar ainda mais. Por isso, as escolas precisam intervir e reunir esforços para mudar essa realidade.
Estratégias de recomposição de aprendizagem
Como mencionamos anteriormente, a recomposição de aprendizagem é a somatória de várias estratégias, coexistentes ou não, com o objetivo de preencher as lacunas de aprendizagem deixadas pela pandemia.
Vejamos com detalhes as principais estratégias:
Priorização curricular
É inviável abordar todos os objetos de aprendizagem e trabalhar todas as habilidades previstas no currículo, tanto por questão de tempo quanto pela dificuldade de absorver muito conteúdo de uma só vez.
Por isso, para acelerar o preenchimento das lacunas, a escola ou rede de ensino deve adaptar o currículo, excluindo repetições de habilidades entre as séries e selecionando apenas aquelas consideradas prioritárias.
A priorização leva em conta as habilidades indispensáveis para o avanço do estudante nas próximas séries.
Avaliação diagnóstica
Uma das fases mais importantes da recomposição de aprendizagem é a avaliação diagnóstica. É ela que fornece aos gestores escolares uma visão clara sobre as necessidades e dificuldades dos estudantes para embasar decisões assertivas e direcionar a prática pedagógica.
Embora a principal ferramenta de avaliação seja a aplicação de testes em papel ou em dispositivo eletrônico, o diálogo com os estudantes e os pais ou responsáveis é uma fonte valiosa de informações sobre o desempenho escolar e o bem-estar emocional dos alunos.
Outra prática recomendada é evitar as palavras “teste”, “prova” ou “avaliação”, para não deixar a criança ou o adolescente nervoso. Prefira avaliações orais individuais ou jogos educacionais online que realizem avaliação diagnóstica.
Após a análise dos resultados da avaliação diagnóstica, a escola ou a rede ensino cria agrupamentos com base no nível de aprendizagem, para direcionar os esforços pedagógicos de uma forma mais personalizada.
Ao longo do programa, os estudantes mudam de turma conforme avançam no processo de aprendizagem.
Ampliação do tempo de instrução
Também faz parte da recomposição de aprendizagem a ampliação do tempo de estudo por meio de escolas presenciais de verão, aulas no final de semana ou adaptações do calendário escolar.
Essa estratégia foi adotada em redes de ensino dos Estados Unidos, Argentina e Chile no ano de 2021, com grande adesão dos alunos.
Outra possibilidade é complementar as aulas presenciais com atividades online realizadas em casa – metodologia conhecida como ensino híbrido, que iremos abordar a seguir.
Ensino Híbrido
Além de ser uma solução para ampliação do tempo de estudo, o ensino híbrido dá, ao estudante, a chance de usufruir tanto dos benefícios da aprendizagem online quanto da offline.
Combinando atividades na escola e em casa, o aluno é incentivado a se posicionar no centro do processo de aprendizagem, aprender no seu próprio ritmo e se aprofundar nos assuntos que mais precisa ou que mais lhe interessam.
Tutoria individual ou em grupo
Outra prática popular entre escolas e sistemas de ensino do mundo no contexto pós-pandemia é o recrutamento de tutores para auxiliar os professores e apoiar os estudantes na recomposição de suas aprendizagens.
Esses tutores podem ser professores ou estudantes de Pedagogia ou Licenciatura, desde que passem por formação específica. Eles acompanham pequenos grupos ou atendem os alunos individualmente, em parceria com os docentes.
Monitoramento de resultados
Durante todo o programa de recomposição de aprendizagens, a rede escolar precisa coletar e analisar dados relacionados ao avanço pedagógico dos estudantes.
Os dados precisam ser claros, objetivos e fáceis de serem medidos, a fim de que a equipe de gestão escolar consiga identificar possíveis falhas rapidamente e tomar as melhores decisões.
Como veremos abaixo, a tecnologia é uma forte aliada do monitoramento de resultados.
Como a tecnologia pode facilitar a recomposição?
A tecnologia pode contribuir e muito para o sucesso de um programa de recomposição de aprendizagem.
Primeiramente, é possível automatizar algumas tarefas que acabam tomando tempo do gestor, do coordenador pedagógico e do professor, como elaboração de testes, correção de atividades, cálculo de notas e avaliação de indicadores educacionais.
As plataformas digitais educacionais contêm recursos que facilitam todo o processo de recomposição de aprendizagem, desde a priorização curricular até o monitoramento de resultados, passando pela avaliação diagnóstica.
Em segundo lugar, as tecnologias educacionais favorecem o ensino híbrido, que é uma das principais estratégias de recomposição de aprendizagem, e tornam a experiência do aluno mais interativa, lúdica e atraente.
A Escola Evandro Ferreira dos Santos (EREF), de Cabrobó, Pernambuco, contou com a plataforma Aprimora no plano de recomposição de aprendizagem.
Maria de Oliveira, mãe de 3 alunos que utilizam a plataforma, relata a mudança no ritmo de aprendizado dos filhos: “Eles aprenderam de forma tão fácil e lúdica, e agora em junho, já estavam lendo”.
João Vitor Oliveira, aluno do 9º ano, sentiu a diferença: “Melhorou o jeito de eu aprender. Às vezes eu entendia o que o professor explicava, às vezes não. O Aprimora baseia a minha pergunta e depois explica”.
Quer contar com todos esses benefícios? Então sua escola precisa da Suíte Educacional.
O gestor escolar tem um papel importantíssimo no contexto de recomposição. É ele quem administra a avaliação diagnóstica, analisa os resultados e define os objetivos do projeto pedagógico.
Ele também é responsável pelo monitoramento de resultados, ou seja, por conferir se os esforços da escola estão sendo bem sucedidos e se os estudantes estão avançando nos níveis de aprendizagem.
Além disso, ele busca ter um relacionamento próximo com os pais dos estudantes para conhecer o perfil da comunidade escolar, divulgar as ações da escola, conscientizar os responsáveis e angariar apoio das famílias na educação das crianças.
O gestor tem, ainda, a função de escolher e adquirir as tecnologias educacionais mais pertinentes para o trabalho pedagógico da instituição.
Confira o passo a passo de implementação de tecnologias educacionais, baixando o e-book do Educacional.
A importância do apoio socioemocional
O acompanhamento socioemocional dos alunos também faz parte dos projetos de recomposição de aprendizagem, porque situações de estresse, problemas pessoais e disfunções familiares afetam o desempenho escolar.
A pandemia da Covid-19 trouxe perdas significativas de aprendizagem não só por causa da suspensão das aulas presenciais, mas também devido ao luto, adoecimento, medo, ansiedade e outras emoções negativas que marcaram o período.
O estudo mostrou que o desenvolvimento de competências socioemocionais como autoconsciência, autogerenciamento, consciência social, habilidades relacionais e responsabilidade de tomar decisões, aumenta o engajamento nos estudos e, consequentemente, eleva as notas escolares.
A organização das emoções, o entendimento da própria identidade e a motivação para seguir em frente na vida, nos estudos e no trabalho são todos pré-requisitos para o avanço educacional genuíno.
Por isso, é importante promover ações de acolhimento e escuta ativa, como rodas de conversa, dinâmicas e palestras.
E, se houver disponibilidade de psicólogos escolares na instituição, o acompanhamento regular dos alunos e dos profissionais também é muito proveitoso para orientar a comunidade escolar em relação às melhores práticas de saúde mental.
Programas de recomposição de aprendizagem no Brasil
Desde a retomada das aulas presenciais, diversos estados e municípios lançaram programas de recomposição de aprendizagem. Podemos citar as redes municipais de Curvelo (MG) e Curitiba (PR) e as redes estaduais de Tocantins, Goiás e Minas Gerais.
No Tocantins, o programa Recomeçar incluiu ações de acolhimento, reordenamento do currículo, avaliação diagnóstica, recomposição com foco nas habilidades de letramento, letramento matemático e alfabetização e monitoramento.
Já em Minas Gerais, o Plano de Recomposição das Aprendizagens formou dois núcleos de gestão pedagógica, com a contratação de 1360 professores, para analisar os resultados da avaliação formativa da rede, identificar as habilidades do currículo que precisam ser revistas, orientar as escolas e monitorar os resultados.
Após o retorno das aulas presenciais em 2021, Singapura adotou um sistema permanente de ensino híbrido, com alguns dias do calendário escolar destinados para o ensino remoto. A estrutura curricular nessas datas é mais flexível, com o objetivo de promover a autonomia dos estudantes.
Na Argentina, o Ministério da Educação da Cidade de Buenos Aires realizou uma escola de verão de um mês, com a participação de 131 escolas. As turmas eram formadas por até 9 alunos, preferencialmente aqueles com dificuldade de aprendizagem.
No Chile, a Agencia de Calidad de la Educación implementou o Diagnóstico Abrangente de Aprendizagem em várias escolas públicas e privadas do país. O projeto começa a aplicação de uma avaliação diagnóstica em formato digital ou no papel, que mapeia tanto a aprendizagem acadêmica em leitura e matemática quanto a aprendizagem socioemocional.
Depois, as escolas recebem relatórios dos resultados com orientações, tutoriais e ferramentas de apoio.
Outra iniciativa interessante é o Teaching at the Right Level, criado pela ONG indiana Pratham, que conduz a avaliação diagnóstica dos estudantes em leitura e matemática e agrupa os alunos em grupos de diferentes níveis de aprendizagem.
O projeto já foi implantado na Índia, Quênia, Moçambique, Nigéria e outros países africanos, onde obteve ótimos resultados. Na Zâmbia, por exemplo, a porcentagem de crianças com proficiência básica em leitura passou de 34% para 52%, enquanto em matemática aumentou de 32% para 50%.
Todos esses projetos internacionais servem de inspiração para nossas escolas e redes de ensino na difícil, mas possível tarefa de reduzir as perdas da pandemia e efetuar a recomposição de aprendizagem.
Uma das tecnologias educacionais mais difundidas nas instituições de ensino de hoje é o Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA). Por meio dele, qualquer pessoa conectada à Internet pode estudar e aprender, independentemente da hora e do lugar.
É comum associarmos o AVA à Educação a Distância (Ead) em cursos de Ensino Superior ou formação continuada. Mas várias escolas de Educação Básica já estão tirando proveito desta tecnologia, por causa dos benefícios oferecidos e da tendência de consolidação do ensino híbrido.
Quer entender quais vantagens são essas? Leia até o final para descobrir se vale a pena ter um AVA para a escola!
O Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA) é um espaço digital focado no processo de ensino-aprendizagem, utilizado tanto por instituições educacionais presenciais quanto aquelas de Ensino a Distância (Ead).
Os recursos disponíveis no AVA variam de acordo com a plataforma, mas geralmente incluem:
conteúdos e atividades online;
videoaulas;
avaliações;
meios de interação;
suporte para dúvidas;
acompanhamento de notas ou desempenho.
Benefícios do AVA para a escola
Apesar da importância indiscutível das aulas presenciais e do contato dos alunos com os professores na escola, o Ambiente Virtual de Aprendizagem pode ser uma forte aliada da instituição no apoio ao ensino presencial e beneficiar tanto os estudantes quanto os professores e gestores.
Confira abaixo os efeitos do AVA na escola:
Fortalece o ensino híbrido
Uma das tendências internacionais na área da educação é a consolidação do ensino híbrido – um modelo que integra momentos presenciais e virtuais de aprendizado.
Cada vez mais, os alunos estão usando ferramentas digitais para aprender, solucionar dúvidas e desenvolver novas habilidades. Essa mudança de comportamento começou com a popularização da Internet e foi acelerada na pandemia do Covid-19, quando as escolas do mundo inteiro fecharam as portas.
Ao adotar um AVA, a escola toma frente nesse processo, conduzindo os alunos e monitorando a jornada pessoal de conhecimento deles.
Torna o aprendizado mais interativo
O diferencial dos recursos educacionais digitais em relação aos materiais didáticos tradicionais é que a interatividade (com o dispositivo e com os outros usuários) é incentivada no ambiente virtual.
Os usuários precisam dar comandos no computador, clicar em botões e responder às perguntas para continuar o processo de aprendizagem. Além disso, muitas crianças se sentem desencorajadas a participar em sala de aula, seja por timidez ou pressão dos colegas.
No ambiente virtual, porém, elas se sentem mais confortáveis para solucionar suas dúvidas e expor seus pensamentos. Assim, é mais fácil captar a atenção dos alunos e obter uma participação ativa deles.
Amplia o tempo de estudos
Em geral, quanto mais tempo uma criança passa estudando, mais chances ela tem de desenvolver-se e atingir seus objetivos. Porém, ampliar a carga horária da escola impacta a logística das famílias e aumenta consideravelmente os custos da escola. Nem todos os alunos têm interesse em estudar em tempo integral.
Mesmo assim, a escola pode aumentar o tempo de estudos com conteúdos online do AVA, na forma de dever de casa, atividade extracurricular ou reforço escolar.
Permite a personalização do ensino
Sabemos que o processo de aprendizagem é individual e diferente para cada criança. No entanto, as aulas presenciais em grupo não permitem, na prática, um ensino personalizado para cada estudante.
Esse atendimento personalizado só é possível em momentos de tutoria, plantão de dúvidas ou reforço escolar, que são a minoria da programação escolar. Outra possibilidade, mais acessível, é o uso de ambientes virtuais de aprendizagem com tecnologia de Learning Analytics.
Como já mencionamos, essas plataformas coletam dados dos alunos e adaptam os conteúdos para o nível deles, de forma automática. Então a personalização do ensino fica muito mais fácil.
Auxilia o trabalho do professor
O professor também se beneficia com a implantação do AVA. Além da personalização de ensino que já comentamos, as plataformas de aprendizagem coletam e organizam dados dos estudantes que auxiliam o mapeamento das defasagens, o planejamento de aulas e a avaliação dos alunos.
O ambiente virtual de aprendizagem na escola de Educação Básica não compete com o professor. Muito pelo contrário, ele é mais um recurso à disposição do profissional para gerar uma experiência de aprendizagem significativa.
Gera feedback automatizado
Os dados coletados pelo AVA não só facilitam o acompanhamento dos docentes como também fornecem feedback constante para os alunos. Ao longo da jornada de aprendizado, o estudante recebe notificações e mensagens sobre seu desempenho e seus avanços na plataforma.
Assim, ele é encorajado a corrigir erros específicos, superar dificuldades identificadas pelo AVA e continuar estudando.
Facilita o monitoramento de índices de aprendizagem
Pelo AVA, o gestor escolar tem acesso a vários dados dos estudantes em relação às aulas assistidas, atividades realizadas e nível de aprendizagem.
Como você pode notar, o ambiente virtual de aprendizagem traz vários benefícios para a escola. A adoção dessa tecnologia pode transformar sua instituição e destacá-la da concorrência!
A Suíte Educacional é uma plataforma educacional completa que tem o objetivo de reunir as melhores tecnologias educacionais em um só lugar, para maior comodidade e organização da escola.
A solução contempla mais de 30 ferramentas pedagógicas e de gestão escolar, incluindo Ambiente Virtual de Aprendizagem. E ela ainda permite a integração com outros sistemas já utilizados pela instituição, como Google Education e Microsoft Office. Tudo isso com um só login e senha.
Vantagens e diferenciais da Suíte Educacional:
multifuncional: possui várias ferramentas de gestão escolar e práticas pedagógicas;
login único: mais facilidade para os professores, gestores, pais e alunos no dia a dia;
contrato único: menos burocracia em contratos e licitações;
flexibilidade: a plataforma é personalizável de acordo com as necessidades da escola;
integração: conecta-se com outros sistemas informatizados já utilizados pela escola;
segurança: tratamento de dados pessoais conforme a LGPD.
Os dados divulgados em relação a alfabetização no Brasil são preocupantes, o que levou o Governo Federal a desenvolver o Compromisso Nacional Criança Alfabetizada. O último levantamento do Ministério da Educação (MEC), realizado em 2023, mostra que mais de 56% das crianças não estão alfabetizadas na idade certa. Isso significa que, a cada 10 alunos que estão no 2º ano do ensino fundamental, apenas 4 estão alfabetizados.
Além disso, no Progress in International Reading Literacy Study (Pirls) 2021, um exame internacional que analisa o nível de leitura dos alunos do 4º ano do ensino fundamental, o Brasil aparece na 39ª posição entre 43 países, atrás de nações como Uzbequistão e Azerbaijão.
Tais números são reflexos do aprendizado não adquirido nos anos iniciais do ensino fundamental. As informações do Pisa 2018 apenas reforçam os números apontados pelo MEC e Pirls, ao mostrar, como destaque negativo, a baixa compreensão na leitura. Os dados revelam que apenas 2% dos estudantes brasileiros com 15 anos estão acima do nível adequado e 43% estão abaixo do mínimo esperado.
A não alfabetização impacta diretamente na aprendizagem da criança, ocasionando limitações no acesso ao conhecimento e desenvolvimento de habilidades, o que afeta todo o desempenho acadêmico e dificulta seu progresso educacional. Além disso, pode acarretar dificuldades na comunicação e relacionamento interpessoal.
Na vida adulta, a falta de alfabetização pode levar à exclusão social, dificuldades na busca por uma colocação profissional e no desenvolvimento pessoal, o que resulta em questões econômicas futuras, como o aumento da demanda por serviços sociais. Estudos mostram que indivíduos que são alfabetizados têm maior renda, mais chances de emprego formal e maior acesso à saúde de qualidade, em comparação com os não alfabetizados. Portanto, a alfabetização é um direito fundamental que deve ser garantido.
Diante desse grande desafio nas escolas brasileiras, como as redes de ensino podem melhorar os índices de alfabetização?
Compromisso Nacional Criança Alfabetizada tem o objetivo a alfabetização de todos os alunos até o 2º ano fundamental.
Compromisso Nacional Criança Alfabetizada
Em junho de 2023, o MEC e o Governo Federal lançaram o Compromisso Nacional Criança Alfabetizada, com o objetivo de garantir que todos os alunos estejam alfabetizados até o final do 2º ano do ensino fundamental, conforme estabelecido na meta 5 do Plano Nacional de Educação. Além disso, a política visa recompor as aprendizagens das crianças matriculadas nos anos subsequentes, devido ao impacto da pandemia.
A nova política de alfabetização é baseada em cinco eixos: Gestão e Governança, Formação de Profissionais de Educação, Infraestrutura Física e Pedagógica, e Reconhecimento de Boas Práticas e Sistemas de Avaliação. O MEC oferecerá apoio técnico e financeiro às redes de ensino, enquanto estados e municípios terão papéis e responsabilidades específicas, como a formulação de suas políticas territoriais, para que o compromisso seja efetivado em suas instituições.
Apesar das redes serem responsáveis pela melhoria na qualidade no processo de alfabetização, a adesão ao Compromisso Nacional Criança Alfabetizada será voluntária. O apoio da União ocorrerá por meio de assistência técnica e financeira, seguindo as diretrizes estabelecidas pelo programa.
Como potencializar a alfabetização na sua rede de ensino
O Educacional, ecossistema de tecnologia e inovação, desenvolveu a solução ideal para apoiar as redes de ensino a potencializarem a alfabetização dos alunos, seguindo o Compromisso Nacional Criança Alfabetizada. A Mesa Educacional já foi utilizada em mais de 150 municípios e torna o processo de alfabetização uma experiência lúdica, colaborativa e efetiva, facilitando a aprendizagem dos estudantes.
A solução combina hardware, software, material concreto e realidade aumentada, além de contar com propostas didáticas que incentivam a reflexão dos alunos sobre hipóteses de leitura e escrita, enriquecendo a dinâmica da sala de aula.
A Mesa oferece às crianças da educação infantil e aos alunos dos anos iniciais do ensino fundamental ambientes virtuais ilustrados, nos quais podem navegar com seus colegas e construir caminhos para dominar o sistema de escrita e leitura, além de desenvolverem habilidades e competências necessárias para atuação na sociedade.
Além disso, conta com recursos de acessibilidade, como blocos com letras, números e símbolos em Braille, lupa para alunos com baixa visão, animações em Libras, datilologia, sintetizador de voz, navegação pelo teclado e regulagem de altura para cadeirantes, auxiliando o atendimento de estudantes com deficiências e transtornos de desenvolvimento e de aprendizagem. Dessa forma, é assegurado o acesso igualitário à educação de qualidade.
Está pronto para impulsionar e melhorar os índices de alfabetização da sua rede de ensino em, conformidade com o Compromisso Nacional Criança Alfabetizada? Conte com o apoio da Mesa Educacional!
Incentivar a participação dos alunos na escola é fundamental para o aprendizado. Nesse caso, a dinâmica na sala de aula pode ser uma ótima alternativa para alcançar esse objetivo, já que ajuda na descontração e facilita a socialização da turma em geral.
Muitas vezes, as aulas podem ser monótonas para os estudantes, o que reduz o engajamento entre eles. Por meio das dinâmicas, é possível adotar alguns métodos que deixam os alunos à vontade, desenvolvendo o sentimento de pertencimento no ambiente escolar desde o início das aulas.
Ficou curioso e quer saber quais são as principais dinâmicas na sala de aula para adotar? Então, continue a leitura!
Por que utilizar dinâmicas na sala de aula?
Novos métodos de ensino são desenvolvidos e testados por professores de várias partes do mundo. Ainda assim, as mudanças no modelo de ensino tradicional das escolas são mais difíceis de serem implementadas.
Contudo, existem várias práticas que podem ser adotadas dentro da sala de aula, o que engaja cada vez mais os alunos. É o caso das dinâmicas, que tornam o processo de aprendizado mais divertido, sendo fundamentais, principalmente, na educação pós-pandemia e na sala de aula pós-pandemia.
Isso porque, durante esse período, muitas escolas não conseguiram adotar aulas mais interativas e práticas. E o dinamismo, especialmente para adolescentes e crianças, é fundamental para o entendimento dos conteúdos na era do imediatismo.
Trabalhar as matérias de diferentes maneiras e manter o interesse e a atenção dos alunos deve ser uma tarefa conjunta dos alunos e professores. Algumas das principais vantagens de adotar a dinâmica na sala de aula são:
aprimora o contato social e trabalho em equipe dos estudantes;
gera consciência sobre si nos alunos;
estimula a proatividade e o protagonismo individual;
reduz a passividade das aulas.
Assim, as dinâmicas auxiliam no desenvolvimento de competências socioemocionais dos estudantes, que estão na Base Nacional Comum Curricular (BNCC). São atividades que podem ser feitas do início ao fim do ano letivo.
Um bom exemplo é o espaço maker, um local de experimentações, criações e compartilhamento de descobertas. Nesse ambiente, os estudantes aparecem como protagonistas na resolução de problemas, tendo como base as situações do nosso cotidiano.
Nele, a escola possibilita o descobrir, experimentar, testar, fazer, inovar e construir. O objetivo do método é dar oportunidade para a colaboração, experimentação, proatividade e troca de conhecimentos.
Quais as melhores opções de dinâmica na sala de aula?
Abaixo, você vai conhecer algumas opções de dinâmica na sala de aula que incentivam o bom relacionamento entre os alunos e promovem a integração da turma. Veja!
Jogo da mímica
Entre as dinâmicas que acabam com a monotonia e divertem os jovens está o jogo da mímica. Aqui, o professor deve dividir a turma em dois grupos. Um aluno de uma equipe precisa escolher uma palavra para a outra adivinhar, que tenha relação com o assunto trabalhado em sala de aula.
O participante que sabe a palavra deve ficar na frente ou no centro da sala e realizar uma mímica para o grupo descobrir o que é. Nesse caso, é necessário alternar as equipes e dar a oportunidade para que todos possam participar da dinâmica, que estimula a transmissão de emoções e pensamentos com gestos.
Dinâmica do ensinar a separar o lixo
Reservar um momento para ensinar os estudantes a separar e descartar o lixo de modo correto é uma ótima contribuição para o meio ambiente e o futuro dos alunos. Nesse caso, o professor pode abordar vários conteúdos relacionados à preservação da natureza e às mudanças climáticas em matérias como Geografia e Biologia.
Tente apresentar alguns materiais interativos que abordam a importância de jogar os lixos em lugares corretos e de separar os materiais recicláveis dos orgânicos. Caso a escola tenha lixeiras que possibilitam a separação do lixo, este já é um bom exemplo, que permite que a atividade seja mais dinâmica. Se não, crie um projeto com os estudantes para incentivar a instalação delas.
Dinâmica do contrato de boa convivência
Em uma turma existem vários perfis de estudantes, com desejos e comportamentos diferentes. Levar em conta a harmonia entre eles, apesar das diferenças, é essencial para que possam se desenvolver plenamente.
Isso pode ser alcançado por meio da dinâmica da boa convivência, que é aplicada para alunos do Ensino Médio e Fundamental, em que o foco é engajar os alunos em relação às regras ideais para manter o respeito na escola.
Os professores devem reunir os estudantes e convidá-los a pensar sobre quais seriam as regras para a boa convivência. Solicite que cada aluno dê uma sugestão, enquanto o tutor anota no quadro e depois realiza uma votação para optar pelas mais interessantes.
Após isso, os alunos e educadores elaboram um contrato com essas “cláusulas”, que será utilizado como referência para solucionar quaisquer conflitos.
Por que utilizar Suítes Pedagógicas?
Se você está em dúvida sobre como adotar as dinâmicas em sala de aula, saiba que as Suítes Pedagógicas podem ajudar! Elas consistem em uma plataforma inovadora de aprendizagem criada para apoiar municípios e escolas no desenvolvimento de novas práticas no uso de tecnologia.
Muitas escolas já perceberam a perda na aprendizagem de alguns conteúdos, como Matemática e Língua Portuguesa, áreas que são consideradas as bases para as demais.
Assim, por meio das Suítes Pedagógicas, é possível criar diversas dinâmicas com o uso da tecnologia, facilitando o entendimento e o aprendizado das disciplinas pelos alunos. Confira outras vantagens:
eficiência: todas as aplicações acontecem em um ambiente digital integrado;
referência em inovação: há a criação de um ecossistema próprio, com acesso às melhores Edtechs;
potencialização da aprendizagem: existe a integração dos recursos usados com soluções de educação que falam a língua do aluno.
Agora que você já conhece a importância da dinâmica na sala de aula e as principais opções, saiba que é fundamental adotá-las na escola para incentivar a participação dos alunos. Com isso, é possível melhorar o aprendizado dos estudantes e manter o seu engajamento durante as aulas!
No mundo educacional, o corpo docente das escolas faz uso frequente da internet para a busca de materiais que podem complementar a exposição dos conteúdos, como palestras, vídeos, animações etc.
Contudo, quando falamos em educação aberta, é possível levar o uso da tecnologia a um novo patamar. Esse conceito envolve a produção colaborativa, o conhecimento compartilhado e o uso de tecnologias em formatos abertos, ou seja, com licenças livres.
Para compreender melhor esse conceito, como funciona e qual a sua importância, continue a leitura!
O que é educação aberta?
A educação aberta é um conceito amplo. Em muitos casos, esse termo é usado no sentido de práticas de ensino-aprendizagem baseadas em tecnologias e recursos de licença aberta, livres de direitos autorais. A intenção é promover a educação a diferentes públicos e compartilhar conhecimentos, facilitando o acesso ao ensino gratuito.
As principais características desse tipo de educação são a liberdade e a gratuidade. Liberdade, pois boa parte dos cursos abertos são disponibilizados em plataformas online, o que permite maior mobilidade e flexibilidade. E gratuidade, pois o ensino e os cursos oferecidos são abertos ao público sem cobranças.
Como funciona a educação aberta?
A ampliação dos debates sobre as licenças livres e, principalmente, a busca por melhorias no processo de ensino com o apoio da tecnologia permitiram a expansão do movimento pela educação aberta.
A intenção desse movimento é democratizar o acesso ao ensino. Uma das maneiras de colocar essa ideia em prática é o uso, pelo professores, de Recursos Educacionais Abertos (REA).
Os REA são caracterizados por conteúdos digitais que são de domínio público e que trazem licenças livres. Alguns exemplos são:
obras literárias;
documentos;
planos de aula;
atividades;
pesquisas;
imagens;
palestras;
videoaulas.
Os MOOCs (Massive Online Open Courses), ou seja, cursos livres online, também são utilizados como REA, pois podem complementar os assuntos vistos em sala de aula, além de serem disponibilizados para uso gratuito e livre.
Com o uso desse material e tecnologia, é possível ampliar o acesso ao conhecimento, trazer flexibilidade às formas de ensino e novas fontes de conhecimento para agregar àquelas já previstas no currículo.
Qual a importância da educação aberta?
A educação aberta é importante por diversos motivos. A principal vantagem é o acesso a novas metodologias e tecnologias de ensino dentro do ambiente pedagógico de maneira menos burocrática e mais rápida.
Além disso, é possível adaptar os recursos para a realidade de cada turma. Desse modo, assuntos de geografia, por exemplo, são adaptados para cada região em que eles forem trabalhados, assim como o estudo linguístico pode ser direcionado de acordo com expressões, gírias e dialetos da rotina dos alunos.
Os livros didáticos também deixam de ser os únicos recursos pedagógicos, o que diminui a dependência de jovens e crianças desses materiais que, em muitos casos, são insuficientes.
A ampliação das fontes de informações pode contribuir para o aprendizado e, com a educação aberta, isso pode acontecer inclusive em contextos em que as instituições de ensino não teriam condições de adquirir novos materiais ou tecnologias.
Quais as vantagens da educação aberta?
Abaixo, você vai conhecer em detalhes as principais vantagens da educação aberta. Confira!
Aumento do protagonismo dos alunos
O uso da tecnologia em sala de aula faz parte dos impactos da educação 4.0 e educação 5.0. Quando bem utilizada, é uma ferramenta capaz de incentivar os estudantes a irem além do que é proposto, permitindo um aprendizado ativo (por exemplo, com a educação maker) e com maior protagonismo do próprio aluno.
Nesse contexto, a educação aberta não só é uma maneira de levar tecnologias livres e gratuitas à sala de aula, como também incentiva o compartilhamento de conhecimento e uma produção colaborativa entre alunos.
Melhora no rendimento dos estudantes
A educação aberta, por meio dos REA, pode ampliar os resultados da educação ao longo do tempo, com materiais que complementem as práticas pedagógicas, indo além dos conteúdos propostos nos materiais didáticos, por exemplo.
O uso dos REA facilita também a abordagem interdisciplinar em sala de aula, por meio de materiais digitais que integram vários campos do conhecimento.
Democratização da educação
A educação aberta e o uso dos REA também podem expandir a democratização da educação, disseminando os conteúdos educativos de modo gratuito e livre.
Uso de recurso educacional dentro da lei
Um impacto direto da educação aberta na escola é garantir a conformidade com a legislação, pois os conteúdos são abertos para reprodução e uso. Logo, as escolas também evitam possíveis consequências do uso de material com direito reservado.
Como a educação aberta se dá na prática?
A educação aberta vem conquistando seu espaço tanto em instituições privadas quanto públicas, oferecendo acesso a cursos e recursos para diferentes públicos, desde o infantil até adulto.
Na prática, as escolas investem em tecnologias educacionais, como:
uso de plataformas, blogs e mídias sociais;
programação, produção e uso de jogos;
produção de áudios, textos e videoaulas;
uso de celulares e tablets com aplicativos.
Como você viu, o conjunto de práticas da educação aberta aumenta o protagonismo dos estudantes, melhora o seu rendimento e incentiva a democratiza a educação.
Conheça mais sobre as Hub Educacional e saiba como implementá-las em sua escola!
A busca por eficiência e produtividade é uma constante não só no mundo corporativo, mas também em qualquer tipo de empresa, incluindo escolas. Afinal, com a possibilidade de usar dados, é possível medir o cenário em que as instituições se encontram e projetar as melhores soluções. Por isso, entender o significado de eficiência operacional e como aplicá-la é muito importante.
A seguir, saiba o que é esse conceito e por que você deve aplicá-lo. Veja também as vantagens e de que forma sua escola pode implementá-lo por meio de Suítes Pedagógicas. Boa leitura!
O que é eficiência operacional e qual a sua importância?
Ser eficiente é alcançar os resultados esperados, com o menor gasto de recursos de uma empresa. Ou seja, fazer um trabalho satisfatório utilizando menos tempo, gastando menos dinheiro e usando menos energia, por exemplo.
Assim, o objetivo da eficiência operacional é que a empresa aprimore seus insumos para diminuir os custos de operação, mas sem perder qualidade na oferta de produtos e serviços.
Para isso, é preciso uma análise profunda do cenário em que ela se encontra. Além disso, é essencial buscar essa melhoria de desempenho atuando em todos os setores. Ou seja, realizar uma boa gestão para otimizar os processos da empresa usando técnicas como:
melhoria da qualidade total;
desenvolvimento de parcerias estratégicas;
reengenharia para rever e melhorar os processos utilizados;
gestão de mudança para acompanhar as novas necessidades da sociedade.
A importância da eficiência operacional na escola
No caso de uma escola, esse conceito pode ser aplicado de diferentes formas. Afinal, para a instituição, dois fatores têm um peso importante: manter os alunos matriculados e garantir uma educação de qualidade.
Esses dois aspectos devem guiar o processo de como calcular índice de eficiência operacional. Nesse caso, a conta é feita pela diferença entre entradas e saídas, que variam conforme o tipo de empresa.
Por exemplo, para contabilizar financeiramente o sucesso de uma escola particular, um tipo de indicador de eficiência operacional é quanto ela fatura por mês com as mensalidades menos seus gastos.
Já numa campanha de matrícula, o saldo positivo em relação ao período anterior significa que alunos antigos se mantiveram e novos, chegaram. Se for negativo, significa que muitos saíram da escola.
Por sua vez, quanto ao rendimento dos alunos, é possível calcular suas médias ao longo do ano, baseadas em avaliações de atividades, provas e projetos. Com isso, pode-se ter um cenário se a criança e adolescente produziu mais e teve um aprendizado eficiente ou não.
Quais são as vantagens de adotá-la?
A eficiência operacional garante muitas vantagens para sua escola. A seguir, confira as principais!
Aumento da produtividade
O aumento da produtividade é a solução mais buscada ao reestruturar os processos na empresa. No caso da escola, ela se dá de diversas formas, conforme as medidas que você tomar.
Por exemplo, ao otimizar o trabalho dos educadores usando tecnologia, é possível poupá-los de realizar diversas tarefas importantes, mas que seriam feitas de forma manual e os fariam perder tempo.
Assim, quando uma solução tecnológica resolve este processo, o tempo é otimizado e usado em outras atividades essenciais e de maior valor agregado, como o preparo da aula, o que garante mais produtividade do professor e qualidade no ensino.
Cenário mais confiável
As técnicas para garantir a eficiência operacional permitem que você pare e analise cada aspecto da escola. Para isso, usam certas ferramentas tecnológicas, como B.I (Business Intelligence), que conseguem reunir dados reais e confiáveis da instituição. Assim, é possível identificar falhas e acertos nos processos, sem perder tempo.
Adoção de soluções mais precisas
A partir de uma boa análise da situação da escola, você consegue adotar soluções mais precisas e tornar a instituição mais eficiente. Um exemplo é a adoção de dados, tão aplicada na escola 4.0.
Porém, neste exemplo, não basta qualquer software, mas sim um que vai resolver as suas necessidades, coletando informações e separando-as conforme você precisa.
Assim, a contratação deste produto ou seu desenvolvimento só será possível depois que você medir os indicadores de eficiência e definir as funções e tipos de dados que serão necessários para o seu contexto. Aliás, isso também se aplica a plataformas de ensino para os estudantes.
Preparação da escola para o futuro
A escola também é um tipo de empresa que precisa se atualizar, conforme as novas demandas da sociedade. Aliás, isso acontece de forma ainda mais relevante no que se refere ao ensino e à melhoria do aprendizado dos estudantes.
Sendo assim, a busca pela eficiência operacional resulta numa escola que não só aplica soluções para o presente, a fim de melhorar seu ensino com o menor custo, mas também que constrói pouco a pouco a estrutura de que vai precisar para a educação 5.0.
Como implementar uma eficiência operacional usando as Suítes Pedagógicas?
Ferramentas como plataformas online ajudam muito a implementar a eficiência operacional. No caso das Suítes Pedagógicas, cada solução não só otimiza os processos, mas potencializa o ensino e as suas possibilidades de melhoria, já que integra um ecossistema próprio junto a outros recursos tecnológicos que você já tem.
Além disso, pensando em termos de economia, você poupa o investimento em diferentes ferramentas, já que o ambiente integrado e dinâmico oferece acessos unificados e seguros para gestores, educadores e alunos.
Outro aspecto essencial é a aprendizagem dos alunos se torna mais dinâmica por meio de diferentes soluções. Criadas para atender à educação maker, por exemplo, os alunos encontram diversos recursos de gamificação, vídeos e projetos para aprender melhor em áreas como Língua Portuguesa, Matemática e STEAM.
Nesse caso, isso é possibilitado pela parceria que temos com diversas Edtechs, que fornecem soluções específicas para cada proposta. Assim, o aprendizado flui na linguagem do aluno e, por meio de seu próprio portal, educadores e gestores podem acompanhar esse desenvolvimento com base em informações precisas. Tais dados reais vão dar a você os melhores insights e cenários futuros.
Atualmente, o conceito de eficiência operacional ultrapassa indústrias e chega às escolas. Nele, o objetivo é garantir menos gastos, mas sem perder a qualidade das operações escolares. Além de aplicar boas técnicas de gestão de empresas, é possível alcançar essa melhor produtividade com as Suítes Pedagógicas. Elas ajudam no desenvolvimento de um processo de ensino-aprendizagem mais eficiente, bem como de uma gestão precisa e confiável.
Quer saber como as Suítes Pedagógicas podem ajudar sua escola? Fale conosco!
Conhecer as várias tendências e concepções pedagógicas da educação brasileira é essencial na prática docente. Isso contribui para o desenvolvimento de uma atuação consciente, que tem como base as principais demandas de aprendizagem.
Logo, conhecer as perspectivas de ensino é importante para conquistar uma educação de excelência e que seja significativa aos alunos. Nesse caso, todo o processo de educação precisa ser estruturado levando em conta as necessidades de cada um no contexto escolar.
E aí, ficou curioso e quer saber como funcionam as 6 tendências e concepções pedagógicas da educação brasileira? Então, continue a leitura para descobrir!
Tendências pedagógicas liberais
Na pedagogia liberal, os indivíduos devem se adaptar aos valores e às normas da sociedade. O papel da escola, nesse formato, é preparar o aluno para que ele possa desempenhar papéis sociais.
Dentro dessa concepção, podemos destacar 3 exemplos. Confira!
1. Tradicional
A tendência pedagógica tradicional foi uma das primeiras que o Brasil instituiu. Aqui, há a máxima valorização dos professores, que são a figura central, enquanto os estudantes recebem os conhecimentos passados. Logo, são receptores passivos, e o ensino se dá por meio da fixação dos conteúdos.
Vale ressaltar que a transmissão dos conhecimentos nesse caso é realizada por meio de modelos e padrões dominantes. Assim, não há uma separação da realidade social de cada aluno ali, nem mesmo a distinção das capacidades cognitivas. Os conteúdos do professor normalmente são o único caminho de aprendizado direcional.
2. Escola Nova Diretiva e Não Diretiva
Outra tendência e concepção pedagógica da educação brasileira é a Escola Nova Diretiva e Não Diretiva. A primeira é responsável por valorizar as atitudes e aspectos afetivos — portanto, há a preocupação com a participação dos alunos e o conhecimento que eles trazem. Também existe a valorização da socialização, dos aspectos afetivos e do foco em questões autoavaliativas.
Já no formato não diretivo, os professores são centrados nas relações humanas, ou seja, eles conduzem os estudantes no processo de aprendizagem com menor interferência. Aqui, o foco é propiciar a realização pessoal e o autodesenvolvimento.
As atividades avaliativas consistem em trabalhos em grupo, em debates e em aprendizado direcionado ao estímulo do pensamento crítico e da prática.
3. Tecnicista
O principal foco da tendência Tecnicista é profissionalizar os alunos, preparando-os para a atuação no mercado de trabalho e para integrá-los ao modelo social vigente. Para a produção de mão de obra, os conteúdos são técnicos e bem objetivos, contemplando a prática da rotina de trabalho, além de assuntos científicos.
Nessa situação, são usados livros, apostilas e manuais como materiais didáticos pelos professores, que são os técnicos responsáveis pela administração do processo de aprendizagem, avaliação dos alunos e transmissão dos conhecimentos.
Tendências pedagógicas progressistas
Nas concepções pedagógicas progressistas, o aspecto político da educação ganha mais força dentro das escolas. Paulo Freire, por exemplo, foi o autor principal, propondo um processo de ensino que tem como base a transformação da sociedade.
Então, nessa concepção, as escolas têm a função social de ser um espaço onde alunos e professores tenham uma relação sustentada na autogestão, em que os docentes são considerados orientadores dos conhecimentos. Veja só!
4. Libertária
A concepção Libertária é a favor do autogerenciamento e contra o autoritarismo. Os alunos aprendem com base na troca do grupo, auxiliando a transformar a sua personalidade, para se tornarem mais independentes.
A tendência resiste à ação controladora do Estado. Logo, não conta com avaliações tradicionais. Então, como saber se os estudantes, de fato, aprenderam? Na verdade, eles são avaliados na medida em que vivem situações, experimentam novas coisas e colocam isso na sua rotina da escola.
5. Libertadora
Aqui, as escolas são concebidas como um local de transformação da sociedade, valorizando os conhecidos temas geradores, que incentivam um processo de conscientização da própria realidade do aluno. Isso envolve questões relacionadas à prática social, tendo como base a experiência levada pelos estudantes à sala de aula.
O relacionamento entre discentes e docentes acontece de modo horizontal, com base no diálogo, em que os dois podem compartilhar o processo de educar. O objetivo é proporcionar a construção dos conhecimentos em conjunto.
A metodologia se apoia na problematização da experiência social em grupos de discussão, o que favorece a técnica construtivista, idealizada por Jean Piaget.
6. Histórica-crítica
Entre as principais concepções e tendências pedagógicas da educação brasileira, também há a histórica-crítica, que tem como proposta a interação entre os conteúdos e a realidade em que se vive. Quem defende essa vertente acredita que isso ajuda a transformar a sociedade, sem a metodologia tradicional de ensino que foca somente a reprodução dos assuntos.
A avaliação aparece com um diagnóstico contínuo para recolher informações sobre o desenvolvimento dos estudantes. A proposta é que esses dados sirvam como base para a adaptação da prática pedagógica. Ela também coloca os discentes a par dos resultados para auxiliar na mudança.
Como as Suítes Pedagógicas podem ajudar
A educação mudou, os alunos mudaram, e as escolas pedem que as soluções acompanhem todas essas mudanças. Portanto, uma nova maneira oferecer tecnologias educacionais foi criada.
Com o isolamento social e outras adaptações, a educação pós-pandemia e a sala de aula pós-pandemia precisaram ser repensadas, sendo um cenário propício para a criação de soluções educacionais, como o espaço maker, que trabalha a autonomia nos estudantes.
Por meio das Suítes Pedagógicas, solução que promete revolucionar o ensino, os alunos despertam para o interesse em estudar, levando em conta a necessidade de uma aprendizagem dinâmica e que faça sentido para a sua realidade.
Nessa plataforma inovadora, a escola consegue acessar os recursos tecnológicos que já possui e também as melhores aplicações de STEAM, Matemática e Língua Portuguesa.
As suítes oferecem flexibilidade para os gestores e, com isso, a troca de soluções acontece de modo muito mais prático e dinâmico — pensando sempre na necessidade dos estudantes.
Agora que já conhece as principais tendências e concepções pedagógicas da educação brasileira, saiba que é importante entender as vantagens e as desvantagens de cada uma delas. Com isso, é possível olhar criticamente para a própria prática e adequá-la ao cenário escolar.
Gostou do conteúdo e quer conhecer as Suítes Pedagógicas e suas vantagens para professores e alunos? Então, entre em contato conosco. Será um prazer tirar as suas dúvidas!
O conselho de classe faz parte do dia a dia das escolas, sendo fundamental para alinhar a atuação de todos os envolvidos na gestão escolar. Isso significa que ele é muito mais do que o momento quando se definem as reprovações e aprovações e quando se fecham as notas; ele é o momento de refletir sobre o processo de aprendizagem e ensino.
Em muitas situações, a falta de organização e a pressa fazem com que o conselho não seja usado para avaliar e repensar a estratégia educacional do colégio. Contudo, isso faz parte do objetivo dessa reunião.
Neste post, vamos explicar o que é conselho de classe, como funciona e quais as suas vantagens. Confira!
O que é conselho de classe?
O conselho de classe é uma reunião de que participam a direção, a coordenação pedagógica, a orientação educacional e os professores. Algumas escolas também incluem um representante de alunos ou pais.
Normalmente, o conselho acontece de forma trimestral, bimestral ou semestral — dependendo do colégio — e tem a intenção de avaliar e pensar estratégias para melhorar o rendimento dos estudantes. Além disso, na prática, essa reunião deve discutir:
adequação dos alunos e das turmas às metodologias e à grade curricular;
trabalho do corpo docente e os seus métodos de ensino;
currículo escolar e possíveis necessidades de alteração (por exemplo, a inclusão da educação maker na rotina da escola);
andamento da aprendizagem dos alunos.
O conselho tem como base o PPP (Projeto Político-Pedagógico), sendo responsável por analisar dados individuais dos alunos e dados gerais das turmas para identificar o que está funcionando, dificuldades de alguns estudantes, se existem problemas em algumas turmas e quais estratégias podem ser traçadas para solucionar as questões identificadas.
Como funciona um conselho de classe?
Há três etapas importantes quando se realiza um conselho de classe:
pré-conselho — período de diagnóstico em que há o levantamento dados para uma análise comparativa do desempenho dos alunos, do encaminhamento didático-metodológico realizado e das observações, de maneira a propiciar agilidade à reunião;
conselho de classe — momento em que os envolvidos se posicionam em relação ao diagnóstico e definem o que pode ser feito para melhorar a aprendizagem dos estudantes;
pós-conselho — momento em que as ações previstas no conselho de classe são efetivadas.
As reflexões sobre o desempenho dos alunos e as tomadas de decisão precisam se respaldar em alguns critérios qualitativos, como:
os instrumentos e critérios de avaliação usados pelos professores;
as questões estruturais;
as situações de inclusão;
o acompanhamento dos alunos no ano seguinte;
o desempenho dos estudantes em todas as matérias;
a metodologia de trabalho usada pelos professores;
o avanço obtido pelos discentes na aprendizagem.
É de responsabilidade da equipe pedagógica a articulação, a organização e o acompanhamento de todo o conselho de classe, bem como a mediação de discussão que favoreça o desenvolvimento das práticas pedagógicas.
Qual é a importância do conselho de classe?
O conselho de classe precisa ser visto como algo que vai além de uma reunião de avaliação. Essa é a hora mais propícia para reunir os professores, a coordenação e demais responsáveis pela parte pedagógica de uma escola com o objetivo de analisar a aprendizagem dos estudantes.
Além disso, o conselho de classe também é importante para acompanhar o desempenho dos docentes, analisar as características das turmas e medir o resultado das estratégias usadas.
Durante a reunião, também é possível rever o currículo da escola e refletir sobre a possibilidade de adicionar novas abordagens, como a educação 4.0 e a educação 5.0.
Para que os objetivos sejam cumpridos, o conselho demanda que os professores dediquem um olhar mais atento a cada discente, pois só assim é possível descrever e refletir sobre o processo de aprendizado, a história de vida, a evolução e os resultados obtidos pelos alunos em sala de aula.
Quais as vantagens de ter um conselho de classe?
Como você viu, o conselho de classe desempenha um papel muito importante para a rotina escolar. Confira outras de suas vantagens!
Promove a troca de ideias entre os membros da escola
O conselho ajuda na comunicação da equipe pedagógica, tornando o diálogo mais construtivo e constante. Isso porque nem sempre, na correria do dia a dia, é possível parar para refletir sobre o processo, a não ser que isso seja incentivado em momentos estruturados, como o conselho.
Propicia uma gestão horizontal da escola
Como é uma reunião periódica e que reúne diferentes membros da equipe pedagógica, o conselho é um momento de debater as propostas e objetivos da escola em que todos têm voz.
Assim, muitas tomadas de decisão podem ser feitas em conjunto, levando em conta a visão de quem está no dia a dia de cada aluno e também de quem tem um olhar mais voltado para questões gerais e de administração pedagógica, dentro do PPP da escola.
Como colocar em prática um conselho de classe nas escolas?
Abaixo, você vai conhecer algumas dicas de como fazer um conselho de classe!
Considere o Projeto Político Pedagógico
O PPP é o documento que apresenta os objetivos e as diretrizes que a comunidade escolar precisa colocar em prática para promover uma aprendizagem efetiva. Desse modo, a reunião deve segui-lo e, caso necessário, o conselho pode fazer ajustes no documento.
Reúna dados de desempenho dos estudantes
O conselho de classe será mais bem aproveitado a partir dos dados educacionais levantados pelos professores. Logo, a gestão escolar deve incentivar os docentes a realizarem análises constantes sobre o desempenho dos estudantes.
A partir deles é possível propor algumas ações que auxiliem no aprimoramento do ensino-aprendizagem. Mais do que analisar e catalogar o rendimento da turma, o professor precisa ser capaz de fazer análises e estar aberto às mudanças.
Faça atas de reunião
Nem todos os representantes da escola conseguem comparecer aos conselhos. Para mantê-los por dentro das decisões, e para se ter um registro do que foi discutido, é importante elaborar uma ata de reunião.
Além de documentar os encontros, ela serve para elencar as ações que devem ser colocadas em prática. Depois de listar essas ações, elabore um cronograma e decida quem serão os responsáveis por executá-las.
Como vimos, o conselho de classe é uma reunião que tem o objetivo de discutir e melhorar o rendimento dos estudantes em sala de aula. Por ser fundamental para o cumprimento dos propósitos de uma instituição de ensino, é necessário realizá-lo de maneira periódica. Por isso, considere-o no calendário escolar e elabore um cronograma bem detalhado para que as reuniões sejam proveitosas.
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No dia 10 de fevereiro, o Educacional – Ecossistema de Tecnologia e Inovação promove um encontro entre mulheres, com o objetivo de fomentar o debate sobre carreiras em STEAM e a importância das escolas na promoção de uma educação igualitária.
O evento faz parte da iniciativa Estrogênias: meninas na ciência, que surgiu em 2021, com o anseio de incentivar meninas em áreas STEAM (Ciências, Tecnologia, Engenharia, Arte e Matemática). Para abrir a edição deste ano, foi escolhida a véspera do dia Internacional das Mulheres e Meninas na Ciência, data que lembra o feito delas na área STEAM e reforça, perante a comunidade internacional, que a ciência e a igualdade de gênero devem avançar lado a lado, garantindo voz as ideias das mulheres e incentivando as gerações mais novas.
Para esse bate-papo, o Educacional convidou cinco mulheres que tem feito a diferença por onde passam:
Apesar da igualdade de gênero ser um dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, definidos na cúpula da Organização das Nações Unidas (ONU), e de todo o esforço que a sociedade tem feito para abordar o tema, a discrepância entre homens e mulheres dentro do mercado de trabalho é nítida, especialmente quando analisamos cargos na área de STEAM.
Segundo dados da ONU, o percentual de pesquisadoras nessas áreas em todo o mundo é de apenas 28%. Além disso, a cada quatro vagas na área de STEAM, apenas uma é ocupada por mulher. Essas informações ligam o alerta quanto ao tema, já que profissões voltadas ao STEAM estão e tendem a ficar cada vez mais em alta.
Nesse sentido, o papel da escola é fundamental, pois as instituições têm o poder de encorajar meninas nas áreas de exatas, tecnologia e ciências. Para isso, é necessário promover uma educação com foco no STEAM, que rompa os estereótipos presentes na criação e desenvolvimento das meninas, buscando à igualdade de gênero na educação, na qual mulheres e homens, meninas e meninos possam participar, desenvolver-se de forma significativa e criar um mundo mais inclusivo, igualitário e sustentável.
Serviço:
O que: Evento online: Carreiras em STEAM e a importância das escolas na promoção de uma educação igualitária
O STEM (Ciência, Tecnologia, Engenharia e Matemática) já é considerado como a base para o mercado de trabalho futuro. É o que aponta o relatório “Uma equação desequilibrada: participação crescente de Mulheres em STEM na América Latina e Caribe”, divulgado pela British Council em parceria com a UNESCO. Não bastasse toda a sua importância na sociedade atual, carreiras em STEM serão ainda mais requisitadas futuramente. Por isso, é preciso desenvolver uma educação igualitária em STEM, para que meninos e meninas se interessem e tenham oportunidades iguais na ciência, tecnologia, engenharia e matemática.
Apesar das áreas serem de extrema importância para o futuro global, ainda são pouco exploradas pelas mulheres. O mesmo relatório mostra que a cada quatro vagas em STEM, apenas uma é ocupada por mulher, reforçando a desigualdade de gênero presente nessas profissões. O mesmo acontece no setor de inteligência artificial, onde apenas 22% das vagas são femininas.
É notório que tanto o presente, quanto o futuro nos levarão a profissões cada vez mais voltadas à tecnologia e a inovação. E, para que estejam ativas no mercado de trabalho, é necessário que, cada vez mais, mulheres e meninas sejam incentivadas a atuarem em STEM, quebrando as barreiras da desigualdade de gênero.
Segundo o relatório da British Council e da UNESCO, diversos motivos dificultam o acesso das meninas e mulheres a essas carreiras, entre eles: falta de consciência entre as gerações mais jovens; falso sentimento de que são mais difíceis do que outros estudos e profissões; carência de pedagogia e de instrumentos, como de infraestruturas, que afetam a maioria das escolas públicas; o sexismo na sociedade, em especial no meio acadêmico; e a escassez de modelos femininos para alterar estereótipos e aumentar o interesse em STEM.
Nesse contexto, o Educacional – ecossistema de tecnologia e inovação iniciou o projeto EstroGênias: meninas na ciência, com o objetivo de incentivar meninas em áreas STEM, levando esse debate para dentro das instituições de ensino e fomentando o tema perante a sociedade.
Nos últimos dois anos, com o apoio de parceiros como a Disney, LEGO® Education e UNESCO, o projeto já levou o STEM para meninas e instituições de todo o Brasil, incentivou a participação de times femininos em competições de robótica, como FIRST® LEGO League e o desafio do your:bit, além de certificar mais de uma centena de profissionais de educação em STEM.
Em 2023, o EstroGênias segue fomentando o debate sobre meninas na ciência. Nesta edição, o Educacional promove um bate-papo online com especialistas sobre carreiras em STEAM e a importância das escolas na promoção de uma educação igualitária.
O encontro acontecerá dia 10 de fevereiro, em comemoração ao dia das meninas na ciência. Conheça as convidadas:
O bate papo será transmitido via Youtube às 10h e você já pode garantir sua participação clicando aqui.
As formas de ensinar mudam com o tempo. Atualmente, o foco pedagógico tem se dado cada vez mais na educação personalizada, a fim de atender às novas demandas da sociedade e das novas gerações de alunos. Mas, você sabe como é esse processo?
Confira o que é esse conceito e por que é tão importante. Além disso, veja como as Suítes Pedagógicas podem ajudar, conhecendo suas vantagens e formas de aplicação. Boa leitura!
O que é educação personalizada?
Com a Indústria 4.0, pautada pela tecnologia, também surgiu o conceito de educação 4.0. Nela, o próprio ensino é moldado com auxílio de dados e tecnologia, a fim de otimizar o estudo e garantir o acompanhamento de cada pessoa, conforme seu rendimento.
Como parte disso, a educação personalizada ganhou força, e já são muitas escolas que fazem sua aplicação. Basicamente, ela é um novo modelo de ensino, que torna o aluno protagonista de seu aprendizado, conforme o seu próprio tempo de aprendizagem.
Ou seja, o estudante e suas condições individuais são respeitados, a partir do momento em que se entende que nem toda criança vai aprender o mesmo assunto de um jeito igual. Daí a importância de ter diversos recursos disponíveis, para que uma aula possa ser estudada pelo aluno por ferramentas que se adequem à sua compreensão do assunto.
No final, o resultado é que todos conseguem entender e aplicar o conhecimento dado, mesmo que por caminhos diferentes. Dessa forma, os recursos tecnológicos oferecem esses meios que sustentam a educação personalizada, tornando o aprendizado melhor e mais eficiente.
Além dessa atuação próxima com o aluno, são eles que também vão mostrar a professores e administradores da instituição como cada estudante se sai, e se o processo está funcionando ou onde estão os gargalos que podem ser melhorados.
Com isso, também caminha-se para uma nova etapa: a educação 5.0 que, mais do que aplicação de tecnologia, precisa formar alunos para um mundo de novas profissões e que exige novas habilidades.
Como as Suítes Pedagógicas proporcionam uma educação personalizada?
As Suítes Pedagógicas são uma solução para a educação personalizada. Nelas, você vai criar um ecossistema próprio, com os recursos tecnológicos que melhor atendem à sua proposta pedagógica. Dessa forma, com a aplicação certa das demandas que você precisa, o aluno tem mais segurança e caminhos para trilhar o seu próprio aprendizado, em conjunto com a escola.
Além disso, nossas Suítes Pedagógicas também possibilitam a integração de todas as outras soluções que você já possui. Assim, na plataforma, gestores e educadores podem acessar todos os dados que mostram o cenário da escola e dos alunos nas áreas de Língua Portuguesa, Matemática e STEAM.
Quais são as vantagens de adotar as Suítes Pedagógicas?
As Suítes Pedagógicas não são só mais uma plataforma de ensino digital para as novas gerações. Afinal, elas vão mais além em resultados e impulsionamento do ensino. A seguir, confira algumas de suas vantagens!
Adapta a escola para as atuais e novas realidades
Na realidade atual, inclusive presente nas tendências de educação para 2023, a educação personalizada é um dos aspectos mais importantes e chegou para ficar. Afinal, agora entende-se como é importante ter um foco maior nos alunos, respeitando seu processo de aprendizagem para que ocorra conforme suas possibilidades.
Mas, para aplicá-la, é preciso que a escola se adapte, o que é possível com as Suítes. Isso porque elas permitem que a instituição se atualize, aplicando a tecnologia no ensino, mas também nos processos escolares.
Além disso, oferece recursos para professores acompanharem rendimento, aplicarem atividades mais práticas e realizarem projetos pensados para explorar o aprendizado interdisciplinar.
Outro aspecto importante é que elas vão sustentar outras aplicações relacionadas ao sucesso da educação personalizada, como a sala de aula invertida e a possibilidade de usar gamificação para facilitar o ensino.
Apoia a cultura maker
A cultura maker é outro importante conceito que vem sendo aplicado nas escolas. Com ela, é possível aplicar a educação personalizada e permitir que o aluno tome a iniciativa.
A educação maker nada mais é do que cada estudante trabalhar em projetos, seja sozinho ou em grupo, a fim de encontrar soluções para problemas do dia a dia, com o objetivo de se chegar a uma solução não óbvia ou pré-indicada.
Para isso, as Suítes Pedagógicas oferecem o suporte para organizar e executar atividades relacionadas a essa prática, incentivando o aluno a aplicar independência, raciocínio prático, cooperação e criatividade para alcançar suas soluções.
Impulsiona a instituição
A escola do presente e do futuro não vai abolir métodos tradicionais, como a leitura de um texto, em prol das tecnologias. Aliás, nem deve ignorar que as metodologias antigas também trazem benefícios.
O que acontece é uma possibilidade de inserir novos recursos e ferramentas, para que, juntos, possam oferecer a melhor estrutura para o aluno explorar e aprender.
Por isso, as Suítes Pedagógicas se destacam nesse sentido. Você terá todos os dados estratégicos para tomar boas decisões e criar um ensino dinâmico e adaptável; que resultará no impulsionamento da sua instituição para as próximas necessidades da educação.
Como adotar as Suítes Pedagógicas?
Para começar, você pode selecionar as Suítes Pedagógicas que precisa para a sua educação personalizada. Na solução STEAM, por exemplo, os três grandes pilares que permeiam os conteúdos, são: robótica, ensino maker e pensamento computacional.
A partir disso, a plataforma contará com um ecossistema personalizado para a escola, com o apoio de diferentes Edtechs parceiras, que vão oferecer suporte atualizado e estrutura para a realização dos projetos e atividades dos alunos.
Com um acesso único, é possível entrar com segurança no ambiente digital, seja na conta do aluno, gestor ou educador, e ver os dados relevantes de cada perfil. No caso dos gestores, por exemplo, o ambiente apresenta números de alunos, evolução de desempenho e vários outros indicadores.
A educação personalizada vem ganhando espaço nas escolas e é uma tendência para o futuro. Seu foco é tornar o aluno protagonista, a fim de desenvolver diversas habilidades e aprender conteúdos conforme seu tempo.
Para isso, várias ferramentas são usadas, com o objetivo de englobar métodos tradicionais e modernos no aprendizado. Dentre elas, as Suítes Pedagógicas oferecem possibilidades de um ambiente integrado e dinâmico na educação personalizada, no qual você pode acompanhar o desenvolvimento do ensino e da escola.
Você conhece a metodologia 5Es adotada pela LEGO® Education? Então vem saber tudo sobre a sua origem e a importância de cada etapa.
O modelo de instrução 5Es ganhou ainda mais popularidade em 2020 com as aulas remotas, mesmo tendo sido criado em 1987, por Rodger W. Bybee, ex-diretor executivo do Biological Sciences Curriculum Study (BSCS). Essa metodologia permanece atual, porque traz diferentes estratégias de ensino, fornece conexões entre as atividades educacionais e auxilia os professores a desenvolverem as habilidades e competências essenciais em seus alunos, durante as atividades em sala de aula.
Embora tenha sido desenvolvido para o ensino de Ciências, o modelo de instrução 5Es é útil em todas as áreas do conhecimento, pois permite que os professores consigam organizar o processo de aprendizagem de uma maneira significativa ao aluno.
De acordo com o BSCS, os educadores podem aplicar os 5Es em vários níveis do planejamento, seja de uma aula específica ou em seu planejamento semanal, mensal, trimestral ou anual. Esse método contribui para que o aluno tenha protagonismo em sua jornada de aprendizagem, sendo incentivados a criar, explorar, investigar e levantar hipóteses de forma autônoma ou compartilhada com seus colegas e professores.
Com todos esses benefícios, logo o modelo de Bybee serviu como referência para a metodologia 5Es adotada pela LEGO® Education. É uma conexão perfeita com os valores educacionais da companhia, como o STEAM (Ciências, Tecnologia, Engenharia, Arte e Matemática) e Learn Through Play.
O consultor pedagógico Daniel Langemann Bandt explica que os 5Es complementam a metodologia já conhecida dos 4Cs da LEGO® Education (Conectar,Construir, Contemplar e Continuar). “Os 5Es permitem uma abrangência no que se refere ao processo de aprendizagem. Os 4Cs estão contidos nos 5Es”, conta Bandt.
Ele explica que, de forma geral, os 5Es permitem que o professor organize suas atividades de uma maneira processual e objetiva. Para ele, uma das principais características dessa metodologia é a ênfase na avaliação como um processo dinâmico e interativo, ela acontece no decorrer da atividade proposta.
Daniel ainda pontua que “é importante considerar que a avaliação também tem uma característica bem particular, ela não se estabelece apenas na relação professor/aluno, mas também aluno/aluno, grupo/aluno, grupo/grupo”. Isso demonstra que o modelo 5Es também se preocupa em estruturar o aprendizado com a finalidade de desenvolver as habilidades e competências para o século XXI, como a capacidade de se comunicar, argumentar, possibilidade de interação mediante ao diálogo e discussões entre os estudantes.
Além disso, o método pode ser aplicado em qualquer cenário educacional, seja ele presencial, remoto ou híbrido. “Essa metodologia é versátil e pode ser usada em todos os níveis e modelos de ensino! Ela com certeza contribui para que o professor organize suas atividades e tenha uma sequência pedagógica significativa e assertiva”, explica Bandt.
Agora que sabemos de seus benefícios, vamos ver todos os 5Es? Conheça cada umas das etapas:
Engaje (Envolver) – Para sensibilizar o aluno sobre um determinado assunto ou conteúdo. Assim, o aluno terá interesse em participar, estará engajado e se sentirá confiante para a aula.
Explore (Explorar) – Para o aluno desenvolver habilidades de trabalho em equipe, concentração, investigação científica e resolução dos problemas. Nessa etapa, o aluno é desafiado a utilizar diferentes recursos, ferramentas e ideias para resolver uma situação-problema. Essa etapa é importante também para que o aluno saia do senso comum, que ele pense diferentes estratégias que podem ser adotadas.
Explain (Explicar) – Para o aluno desenvolver habilidades de comunicação, argumentação, persuasão, sua oratória e retórica e até mesmo saber falar em público, lidar com aspectos emocionais como nervosismo, medo e ansiedade. É também uma etapa importante do trabalho colaborativo, pois aqui os alunos podem debater, discutir com o objetivo de solucionar algum tipo de problema. Ele também é desafiado a demonstrar o conhecimento que construiu nas fases anteriores.
Elaborate (Elaborar) – Para que os alunos consigam estruturar os conhecimentos adquiridos nas etapas anteriores. Aqui o aluno irá organizar de uma maneira sistemática suas ideias e hipóteses. Utiliza tanto a aprendizagem que construiu a partir das suas pesquisas de forma individual, como também leva em conta os feedbacks, críticas e sugestões levantadas por seus colegas e professores. Essa etapa permite ir além do básico, construindo um conhecimento mais sólido e aprofundado.
Evaluate (Avaliar) – Por mais que esteja descrito como processo final, o Avaliar no modelo 5Es se aplica em todas as etapas anteriores. A avaliação não consiste em dar uma nota final ou medir o conhecimento específico do aluno em um assunto. Mas, na percepção de um processo de aprendizagem, onde o aluno é avaliado na sua habilidade em trabalhar em equipe, lidar com a frustração, receber feedbacks, levantar hipóteses, realizar investigações científicas, se comunicar e tornar compreensível seu conhecimento adquirido. Nesse formato, o aluno percebe que a avaliação não é nota, mas sim uma parte importante no seu processo de conhecer. Também não é uma impressão apenas do professor, o aluno recebe feedbacks de seus colegas e da sua turma. Todos participam ativamente no processo avaliativo, que não é estático, mas dinâmico no desenvolvimento das atividades.
A transformação digital vem tomando conta do mundo há alguns anos. Com a pandemia de Covid-19, ela foi acelerada de diversas maneiras. Aliás, não só alcançou a educação, mas tem cada vez mais ajudado a transformá-la. Por isso, as escolas precisam estar atentas para acompanhar as mudanças, sem perder a qualidade de ensino e sua identidade.
Neste post, confira o que é a transformação digital e por que investir nela nas escolas. Veja também quais as principais dificuldades e desafios e como superá-los. Além disso, saiba como adotá-la e de que maneira implementar seus processos. Boa leitura!
O que é transformação digital?
O conceito básico de transformação digital se relaciona ao fato de que a tecnologia pode ser usada em qualquer tipo de empresa para otimizar seus produtos e serviços. Nesse caso, ela se torna o foco da estratégia.
Assim, quando a empresa passa por essa adaptação, muda sua maneira de agir, adere a novas ferramentas e adapta seus comportamentos, a fim de alcançar resultados mais eficientes. Por isso, a transformação digital envolve um grande investimento em recursos, mas também uma adesão por parte das pessoas, além da tomada de decisões pautada em dados.
A transformação digital na sociedade e nas pessoas
Apesar de o conceito ser aplicado como uma boa estratégia empresarial, é importante entendermos que a transformação digital não é um processo isolado e ocorre em qualquer tipo de instituição, seja pública ou privada. Além disso, vale notar que, mais do que o avanço da tecnologia, que a apoia na prática, a própria sociedade tem caminhado para essa transformação há muitos anos.
Afinal, desde a década de 1940, a própria invenção de certos componentes, como o transistor, começou a dar base para o que viria anos depois. Assim, ano após ano, as ferramentas e sistemas foram avançando, chegando ao que é hoje. Com elas, também aconteciam mudanças no comportamento do consumidor e na própria forma como a sociedade usava as tecnologias.
Por exemplo, com a rápida evolução dos celulares nos anos 2000, incluindo o lançamento do primeiro iPhone em 2007, os smartphones se tornaram compactos e com mais funções. Aliás, chegaram até a substituir o uso de computadores para algumas pessoas. Junto a eles, a internet, que já era banda larga desde 2000, também se tornou mais acessível e usada no celular, culminando no atual 5G.
Assim, as pessoas passaram não só a acessar redes sociais, mas a jogar, comprar e ganhar dinheiro online. Para completar, mesmo quem não aderia a essas práticas passou a repensá-las com a pandemia. Por exemplo, foi o que aconteceu com o delivery, que se tornou um hábito concretizado, tendo crescimento de 24% em 2021.
Mas o que isso tem a ver com a transformação digital na educação? Muito. Afinal, os alunos das escolas não incluem apenas os primeiros nativos digitais, mas também as gerações posteriores, como a alpha e, ainda, os que vão nascer com mais tecnologia nas mãos.
Por isso, estão acostumados a viver no mundo digital e a adotar todas as suas práticas de forma natural. Sendo assim, ideias anteriores a essa transformação, como não ser permitido usar o celular em sala de aula, não fazem sentido para eles.
Igualmente, essas crianças e adolescentes têm acesso a diversos tipos de conteúdo, inclusive, sendo eles mesmos produtores de alguns. Dessa forma, a linguagem com que aprendem sobre novos temas mudou. Agora, ela não só inclui textos e livros, mas também podcasts, documentários, fotos e até vídeos de 30 segundos em redes sociais.
Dessa forma, é essencial que a escola não só entenda, mas também saiba como adotar a transformação digital. Afinal, ela otimiza as práticas da instituição, permitindo acompanhar as novas formas de ensino que ganham a sociedade, mas também define o seu futuro em relação às atuais e novas gerações.
Por que investir na transformação digital nas escolas?
Entender o que é digital transformation education, ou transformação digital na educação, é fundamental para atender os alunos de hoje. Porém, não é só isso. Afinal o investimento nesse processo também traz diversos benefícios para sua escola. A seguir, confira os principais.
Adaptação mais tranquila
O processo de transformação digital inclui, mas não é nem a digitização nem a digitalização. No primeiro caso, ela é a simples passagem de ferramentas analógicas para digitais. Já no segundo, ela consiste em usar o digital em seu cotidiano.
Já a transformação digital vai além. Afinal, envolve mudanças até na forma de estruturar um negócio e entender que atuar no digital é o mínimo que se pode fazer. Com isso, uma empresa que realmente aplica esse processo está em constante inovação, não só acompanhando a tecnologia, mas as necessidades de seus clientes.
Dessa forma, na escola, o intuito dessa transformação não é criar perfis nas redes sociais, e sim usar a tecnologia para otimizar o trabalho do professor, conectar melhor pais, escola e alunos, bem como tomar melhores decisões de gestão.
Assim, entendendo-a, ela ajuda a sua instituição a se adaptar a uma nova sociedade, sem tomar decisões apressadas só porque todos estão seguindo o mesmo caminho.
Nova mentalidade
A transformação digital é um processo sem fim, já que, conforme a tecnologia avança, mais adaptações são necessárias. Por exemplo, agora caminhamos para a quarta revolução industrial, em que soluções de inteligência artificial e ambientes como o Metaverso passam a se tornar comuns.
Diante disso, não é possível manter essa constante inovação com a mesma mentalidade. Portanto, esse processo traz novas ideias à escola e é uma vantagem. Isso porque envolve a participação de uma comunidade maior. Afinal, mais do que apenas gestores, os professores, pais e responsáveis, bem como os próprios alunos, passam a ter um papel maior na construção da escola.
Otimização do tempo
Um grande benefício de investir na transformação digital é a otimização do tempo. Nesse aspecto, ele acontece em todos os sentidos.
Por exemplo, no caso dos alunos, a adoção de novas práticas pedagógicas estimula o aprendizado e os torna protagonistas do próprio caminho educacional. Dessa forma, eles assumem mais responsabilidades, usando melhor o tempo dentro e fora da escola para aprender.
Já no caso dos professores, além do digital facilitar o registro de dados de alunos, permite o acesso a informações essenciais. Assim, em vez de perder tempo com processos manuais rotineiros, é possível focar a atenção completamente em elaborar aulas mais completas, trazer novidades aos alunos e observar seu rendimento de forma personalizada.
Por sua vez, para a gestão, a otimização do tempo também é um grande benefício. Isso porque, com os dados reais à mão, gestores podem enxergar a instituição em seu cenário real, observando tudo o que funciona ou não. Além disso, conseguem observar seus concorrentes, pensar em melhores estratégias e aplicar inovações que tornem a escola mais forte em sua comunidade local.
Retenção e melhora no relacionamento
Toda escola precisa garantir a retenção de seus estudantes ano após ano. Além disso, mais do que manter o aluno, também é essencial desenvolver um relacionamento com cada pessoa, bem como com sua família.
Assim, não só o estudante, mas também seus pais ou responsáveis, conseguem encontrar valor em investir na escola. Com isso, é possível garantir a fidelização e, consequentemente, a retenção necessária para que a instituição sempre tenha recursos suficientes.
Quanto ao relacionamento, é como em uma empresa. Quando os estudantes sentem que podem evoluir na escola e conseguem se engajar no aprendizado, a experiência de estudar se torna muito melhor. Com isso, o resultado também se reflete em rendimentos cada vez melhores, o que é bom para todos.
Alcance de novos alunos
Na mesma linha que a retenção, a transformação digital possibilita que a escola trabalhe com novas estratégias de marketing. Nesse caso, além de apresentar às pessoas uma cultura bem concretizada e um ambiente mais organizado, é possível mostrar recursos de alto nível, que ajudam a gerar valor para esses pais e responsáveis que estão considerando a matrícula.
Dessa forma, todos esses elementos juntos conferem um diferencial que torna a marca da instituição mais forte, inclusive diante de seus concorrentes.
Melhor experiência
Oferecer uma boa experiência é um dos princípios das empresas que passam pela transformação digital. Dessa forma, a escola consegue melhorar a sua oferta de serviços em termos de qualidade e inovação.
Por exemplo, ao usar uma plataforma de ensino, ela não oferece apenas aulas digitais, mas também um meio de que os alunos aprendam com recursos com os quais estão acostumados, como os vídeos e os games, inclusive personalizando suas trilhas de conhecimento. Já para os professores, a experiência de elaborar aulas, aplicar avaliações e ver resultados se torna muito mais facilitada e prática.
Assim, desde os alunos como protagonistas até os professores como mediadores de conhecimento, todos podem ter melhorias em sua parte no processo de ensino e aprendizagem. Dessa forma, é possível alcançar a satisfação com os resultados.
Economia em processos
Como qualquer empresa, a escola também precisa tomar medidas para ter um bom equilíbrio financeiro. Dessa forma, essa é outra vantagem da transformação digital.
Nesse caso, a própria digitalização ajuda por gerar economia, por exemplo, com papéis e materiais de escritório. Mas, além disso, é possível contar com uma quantidade de funcionários mais adequada para as necessidades da instituição.
Outra vantagem é aproveitar possibilidades que outros modelos de negócio oferecem, mas que antes a escola não considerava, por ser difícil de administrar ou gerenciar — por exemplo, a terceirização de segurança e até dos sistemas de comunicação e marketing.
Quais são as dificuldades e desafios da transformação digital?
Apesar de apresentar muitas vantagens para sua escola, a transformação digital também traz muitos desafios e dificuldades. Dessa forma, é essencial vencê-los para aproveitar melhor cada oportunidade que a escola possa ter. A seguir, confira alguns dos principais.
Resistência e falta de preparo dos professores
Como toda mudança, a transformação digital pode ser um grande entrave para professores acostumados a maneiras mais tradicionais de ensinar, principalmente as pessoas com mais anos de carreira.
Assim, a resistência a adotar novos métodos pode provir não exatamente do fato de o professor não gostar deles, mas até da falta de entendimento. Por exemplo, como no caso da sala de aula invertida ou do uso de plataformas, que oferecem mais autonomia ao aluno, tornando o professor um mediador de conhecimento.
Outro aspecto que influencia na aplicação da transformação digital é a saúde mental dos educadores. Em uma pesquisa do Instituto Península, realizada entre 2003 e 2020, pela análise de mais de 2.000 papers científicos sobre Síndrome de Burnout, foi constatado que ela já acontecia antes da pandemia.
Porém, nesse período, a necessidade de adaptar aulas para um novo contexto digital, além do acompanhamento do rendimento a distância, foram fatores estressantes para os educadores. Por isso, a preocupação com o tema é séria.
Nesse caso, é preciso adotar medidas para evitar o Burnout, além de tornar a escola um lugar onde a transformação digital não seja um peso. Para isso, vale a pena tomar ações como:
capacitar os professores de perto e em um treinamento em que se sintam à vontade;
oferecer ferramentas e suporte para que dominem qualquer tecnologia a ser usada em aula;
trabalhar a paciência e melhorar o relacionamento entre alunos e professores de gerações diferentes;
fazer mudanças progressivas e necessárias, aos poucos;
valorizar professores e otimizar suas rotinas, para que a tecnologia os ajude a tornar o trabalho mais eficiente e menos sobrecarregado.
Receio de pais e responsáveis
É natural que o receio com a transformação digital também alcance pais e responsáveis. Nesse sentido, primeiro é importante entender que, mais do que uma diferença de geração em relação aos filhos, muitos deles usam ferramentas digitais apenas para alguns aspectos de sua vida.
Dessa forma, é importante reuni-los e levá-los a participar das decisões sobre como as aulas podem ser transformadas, além de quais ferramentas trazem vantagens para a escola e os alunos.
Nesse processo, quando algo for decidido, também é importante que os pais entendam como usar esses novos recursos e por que é importante que participem. Por exemplo, isso pode se aplicar até no simples acesso de um boletim online ou no portal da escola, onde eles podem acompanhar o rendimento das atividades dos estudantes.
Controle das atividades com os alunos
A transformação digital tem sucesso quando é acompanhada de perto pela escola, além de ter suas ferramentas usadas com o propósito educacional. Ou seja, não adianta liberar o celular para uso em sala de aula se os estudantes vão gastar tempo nas redes sociais e não nas atividades que deveriam realizar.
Portanto, também é preciso um processo educacional, para que entendam que, ao tomar o papel de protagonistas, atividades devem ser cumpridas sob sua responsabilidade, para que o aprendizado continue e novas habilidades sejam desenvolvidas.
Dessa forma, também é essencial que o professor possa controlar essas atividades e avaliações, sabendo quem as realizou e se cada aluno consegue acompanhar e aprender o conhecimento dado.
Investimento no suporte tecnológico
Um outro desafio que a escola precisa vencer é a questão do investimento para a transformação digital. Nesse caso, é essencial realizar um bom planejamento, para que se saiba em quais melhorias aplicar os recursos certos. Além disso, com ele é possível justificar as decisões diante de administradores da escola, por exemplo.
Outra medida para evitar problemas com o orçamento é procurar boas parcerias, com as quais é possível conseguir valores acessíveis para implementar as tecnologias que a escola precisa.
Aliás, também é essencial analisar o custo-benefício. Isso porque você pode fazer uma parceria com valores mais altos, porém, receber mais funcionalidades que ajudam a escola, o que resulta em mais benefícios.
Garantia de qualidade e evolução constante
Se a escola está acostumada a determinadas práticas de ensino e decide mudar, é preciso fazer isso com calma, a fim de não comprometer a qualidade do ensino. Nesse sentido, é essencial analisar bem cada mudança antes de aplicá-la, para não prejudicar o andamento do aprendizado dos alunos.
Por isso, escolha os períodos adequados para testar uma nova ferramenta e garantir que é uma boa escolha antes da decisão final. Por exemplo, é possível usar um novo recurso apenas com um ano e verificar seus resultados.
Além disso, com a tecnologia a favor da escola, procure sempre entender os cenários em que ela se enquadra, bem como o rendimento dos alunos, a adaptação dos professores e a satisfação dos pais e responsáveis. Com esses dados, é possível projetar novas ações para sempre manter a evolução constante da transformação digital, conforme suas necessidades.
Como adotar a transformação digital na educação?
Agora que você viu como a transformação digital na pandemia mudou as escolas e despertou a necessidade para novas práticas, é importante entender como ela deve ser adotada. A seguir, veja algumas medidas para esse processo!
Entenda o cenário digital da escola
A transformação digital na sua escola pode já ter começado. Por isso, é importante olhar para o seu cenário interno e observar quais medidas já são aplicadas, quais podem ser melhoradas, e ainda, quais devem ser feitas. Dessa forma, é mais fácil definir rumos e destinar recursos.
Pratique a escuta ativa e troque opiniões
Nesse processo de transformação, o senso de comunidade e a necessidade de que todos estejam “na mesma página” andam juntos. Por isso, é essencial praticar a escuta ativa e entender como os professores, alunos e até colaboradores de outras áreas da escola veem as mudanças.
Além disso, é necessário aplicar espaços para a troca de opiniões. Por exemplo, não adianta adotar medidas de prevenção de Burnout, sem ouvir seus educadores e entender se eles já passam ou não por isso.
Dê liberdade às pessoas
Outro aspecto importante para que a transformação digital tenha condições de acontecer é garantir a liberdade das pessoas em suas funções. Por exemplo, se os professores não puderem explorar as ferramentas escolhidas, escolher como usá-las da melhor forma para suas aulas e propor atividades, provavelmente vão se sentir frustrados em ter que seguir um modelo rígido, mas apenas digitalizado.
Por isso, é essencial entender como querem aplicá-las, conforme os recursos disponíveis, e trabalhar o acompanhamento da aplicação dessas ideias, buscando pontos de melhoria se necessários.
Pesquise muito bem
Antes de qualquer adoção de tecnologia ou mudança de metodologia, é preciso pesquisar muito bem. Aqui, esse estudo vale não só pela questão de entender com quais empresas criar parcerias, mas também para saber se sua escola precisa delas.
Afinal, não é porque os concorrentes aplicaram determinado sistema ou solução que ele deve fazer parte da sua instituição. Isso porque, tudo o que for escolhido deve atender às suas necessidades e a de seus alunos.
Como implementar os processos?
Depois de tomar decisões e cuidados quanto à aplicação da transformação digital, chega a hora de usá-las na prática. Para isso, também é preciso seguir alguns processos. Confira!
Escolha uma boa plataforma de ensino
Além de bons sistemas de gestão para sua escola, como no setor financeiro e na administração, para o ensino você vai precisar de uma boa plataforma.
Nesse caso, vale a pena buscar por uma solução personalizável. Dessa maneira, a empresa pode atender ao que sua escola precisa no momento, seguindo a quantidade de turmas e alunos, a fim de adequar melhor cada funcionalidade.
Além disso, você pode checar os recursos oferecidos e analisar se condizem com o que você espera para o processo de aprendizagem desse aluno protagonista. Por fim, uma plataforma que permita a integração com outros sistemas da escola agiliza ainda mais o trabalho. Afinal, ela pode cruzar dados e mostrar a você o rendimento da escola em um cenário completo, que ajuda nas decisões do dia a dia.
Garanta a segurança dos dados
Não é possível passar pela transformação digital sem se preocupar com a segurança de dados. Afinal, o Brasil é o maior alvo de ciberataques da América Latina. Por isso, como a escola guarda dados de alunos e professores, além de toda a movimentação financeira da instituição, é essencial investir em altas camadas de segurança e softwares originais, para evitá-los.
Aliás, isso é extremamente importante por causa da LGPD. Isso porque, se dados de colaboradores ou alunos forem roubados, por exemplo, a escola é passível até de processos na justiça.
Analise indicadores constantemente
Na implementação da transformação digital, a análise de indicadores é fundamental para mostrar se todo o seu investimento e mudanças aplicadas estão gerando efeito. Dessa forma, eles precisam ser avaliados constantemente para garantir que as decisões foram bem tomadas.
Porém, caso você identifique o insucesso de alguma medida, pode procurar maneiras de resolver o problema. Mas caso seja necessário, nada impede reavaliar o planejamento da escola e adotar mudanças.
A transformação digital é um processo complexo, que vai bem além de implementar tecnologias e sistemas de TI em sua empresa. Afinal, ela exige mudanças de comportamento, trocas entre as diferentes partes e até a criação de uma cultura empresarial saudável para que os resultados almejados sejam alcançados. Assim, vale a pena analisar o cenário em que se encontra a sua escola e promover mudanças. Dessa forma, com o apoio de colaboradores, alunos, pais e responsáveis, a instituição pode se manter sempre avançando.
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