A gamificação torna a aprendizagem mais leve, divertida e significativa. Por isso, ela é empregada no mundo inteiro por escolas, universidades e empresas, em atividades educativas e treinamentos corporativos.
Mas o que torna os jogos tão engajadores? Por que eles atraem tanto a nossa atenção? E quais são as aplicações da gamificação na educação? Entenda as respostas para essas perguntas lendo o artigo até o final.
Gamificação é uma metodologia de ensino que emprega elementos típicos de jogos para motivar os estudantes e melhorar o desempenho escolar, tais como:
competições;
prêmios;
desafios;
narrativas lúdicas;
personagens fictícios;
objetivos e regras claras;
divisão da jornada em níveis ou fases;
motivação constante;
feedback imediato, com identificação dos erros e acertos;
elementos divertidos;
abstração da realidade;
e cooperação com outros jogadores.
Para ser devidamente enquadrado como metodologia ativa de aprendizagem, a gamificação precisa estar centrada no aluno. O estudante deve sair da posição cômoda, de mero receptor de informações, e se posicionar como construtor das próprias habilidades, conhecimentos e valores.
O papel do professor, nessa perspectiva, é de mediador, orientador e supervisor do processo.
Segundo o livro Gamification by Design, as pessoas são motivadas a jogar por quatro motivos:
para dominarem determinado assunto;
para aliviarem o estresse;
para se entreterem;
para socializarem.
Além disso, o jogador se diverte tanto na busca pela vitória quanto na exploração de um novo universo, vivenciando sensações inéditas e interagindo com outros jogadores.
É importante salientar que o jogador não acompanha uma história, ele “vive” a narrativa, de forma totalmente imersiva.
Todas essas características contribuem para uma aprendizagem significativa, fortalecida pelo alto interesse e pela atenção focada.
Vantagens da gamificação para a aprendizagem
Estudos recentes revelam que a gamificação tem o poder de transformar o ambiente de aprendizado em um espaço dinâmico e interativo, aumentando a motivação dos alunos.
Eles evidenciam o potencial da gamificação como uma ferramenta eficaz na educação moderna e apontam que a grande vantagem dessa metodologia está no seu alto poder de engajamento.
Quando o aluno se torna um participante do jogo, a tendência é que sua dedicação aumente. Ele tem uma motivação a mais para aprender, atraído pelo desejo de vencer. Além disso, ele acaba passando mais tempo estudando, muitas vezes sem nem perceber.
Como fruto desse engajamento, o estudante assimila os conteúdos com mais facilidade. Até mesmo componentes curriculares popularmente considerados difíceis, como Matemática e Física, são melhor compreendidos.
Outras vantagens da gamificação são:
aprendizagem lúdica e divertida;
retenção da atenção;
mais interação entre os colegas;
aulas mais dinâmicas;
desenvolvimento de habilidades socioemocionais como autonomia, autoconfiança, perseverança, colaboração e respeito.
Como aplicar a gamificação na educação?
A escola pode explorar a gamificação por meio de brincadeiras, competições, jogos físicos e jogos educacionais digitais alinhados ao currículo.
Em todas as atividades, é preciso ter clareza dos objetivos pedagógicos. Desde o planejamento até a execução e avaliação, as habilidades que se deseja desenvolver não podem ser perdidas de vista.
De acordo com o livro Gamificação na Educação, as principais características de uma estratégia educacional gamificada são:
missão bem definida;
sistema de pontuação eficiente;
narrativa envolvente e coerente;
tarefas claras;
criatividade.
Assim, a escola deve criar seus próprios jogos ou utilizar modelos prontos. No contexto digital, o mais prático é adquirir uma plataforma digital com vários games educativos, como é o caso do Aprimora e Pense Mais.
Também é importante ter cuidado para evitar conflitos durante o uso da gamificação em sala de aula.
Algumas dicas para aplicar gamificação na educação de forma saudável são:
1. Defina objetivos claros
Antes de iniciar o jogo, defina objetivos claros e específicos para o que deseja alcançar. Isso ajudará a garantir que a brincadeira esteja alinhada com os objetivos pedagógicos.
2. Foque no processo, não no resultado
Em vez de focar apenas no resultado final, foque no processo de aprendizado. Isso ajudará a reduzir a competição e a ênfase no vencedor.
3. Promova a colaboração
Promova a colaboração entre os alunos, incentivando-os a trabalhar em equipe para alcançar objetivos comuns. Isso contribui para promover a cooperação.
4. Inclua todos os alunos
Inclua todos os alunos na gamificação, independentemente de suas habilidades ou necessidades. Isso auxilia a promover a inclusão.
Seguindo essas dicas, é possível evitar competições não saudáveis, brigas e frustrações desnecessárias.
Exemplos de atividades gamificadas
Para tornar o assunto mais palpável, listamos abaixo alguns exemplos de atividades gamificadas na educação:
Jogos físicos: dominó matemático, dominó de sílabas e tabuleiro de formação de palavras;
Jogos digitais: jogos virtuais que envolvam conceitos de letramento e desafios matemáticos, jogos em primeira pessoa para resolução de problemas e quizzes on-line sobre conteúdo curricular;
Brincadeiras: caça ao tesouro com pistas envolvendo o assunto estudado em sala, batata-quente para revisão de conteúdo (quem ficar com a batata na mão responde a uma pergunta);
Concurso ou competição: bingo de números ou sílabas, concurso de leitura, torneio de robótica;
Sistema de pontos e recompensas: pequenos mimos para quem entregar todas as tarefas de casa, ranking de pontos em plataformas de aprendizagem e troféu virtual para vitória em jogo educativo online.
As tecnologias digitais estão ajudando as escolas do mundo todo a melhorarem o processo de ensino-aprendizagem e a gestão escolar. Aplicativos e plataformas educacionais se tornam cada vez mais comuns na rotina escolar, em vista dos muitos benefícios trazidos pela tecnologia na educação.
Atualmente, existem inúmeras plataformas escolares no mercado, para diversas finalidades. Conhecer todas elas é praticamente impossível para um gestor escolar, considerando a sua ampla lista de afazeres. Além disso, é preciso ter expertise em tecnologia para avaliar as melhores soluções deste nicho.
Por isso, o Educacional selecionou as melhores ferramentas do mercado e reuniu-as em um único ambiente virtual – o Hub Educacional. O objetivo é sanar as principais necessidades da escola e facilitar o acesso à tecnologia.
Confira neste artigo todos os aplicativos e plataformas educacionais disponíveis no Hub Educacional, assim como as funções de cada uma.
Table of Contents
O que são as plataformas educacionais?
As plataformas educacionais são plataformas digitais voltadas para a educação. São sistemas que reúnem conteúdos, ferramentas e canais de comunicação, visando o progresso dos estudantes.
As características de cada plataforma variam bastante, de acordo com o objetivo e o público-alvo.
Algumas plataformas educacionais são focadas no processo de aprendizagem, enquanto outras se destinam à gestão escolar. Algumas são projetadas para estudantes, outras para professores, gestores, pais e responsáveis.
Tudo depende do tipo de plataforma.
Principais tipos de plataforma educacional
As plataformas educacionais podem ser classificadas de várias formas:
por nível de escolaridade: para Educação Infantil, Ensino Fundamental, Ensino Médio ou Ensino Superior;
por modalidade de ensino: ensino a distância (EaD), ensino presencial ou ensino híbrido;
por finalidade: plataforma de aprendizagem, plataforma de gestão escolar, sistema de matrículas, biblioteca digital, agenda escolar digital, entre outras;
Conheça um pouco mais sobre os principais tipos de plataforma educacional:
Plataforma de aprendizagem
Plataforma destinada ao processo de ensino-aprendizagem e com foco no estudante. Contém videoaulas, textos, atividades, jogos e testes. Pode ser utilizada em sala de aula ou em casa, como complemento ao ensino presencial.
Plataforma de aprendizagem adaptativa
Plataforma de aprendizagem que utiliza Inteligência Artificial para personalizar a experiência do aluno. Após identificar o nível de proficiência do usuário, o sistema ajusta os conteúdos para o seu perfil.
Plataforma de aprendizagem gamificada
Plataforma de aprendizagem que usa recursos próprios de jogos, como rankings, troféus, missões e desafios. Ela torna o aprendizado divertido, aumentando o engajamento dos estudantes.
Plataforma de gestão escolar
Plataforma que otimiza tarefas de gestão escolar como formação de turmas, organização financeira, calendário escolar, análise de indicadores educacionais, elaboração de relatórios e avaliações.
Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA)
Ambiente virtual completo para suporte ao ensino a distância (EaD). Geralmente, o AVA inclui lições, vídeos, atividades, avaliações, canal de dúvidas, boletim e emissor de boletos para pagamento.
Biblioteca digital
Acervo de e-books que podem ser lidos em diferentes dispositivos (celulares, tablets, e-readers, notebooks e computadores). Para fazer a leitura, o estudante deve solicitar uma locação pela plataforma e usufruir do material enquanto estiver reservado. Depois, o livro se torna disponível para novas locações.
Sistema de matrículas
Ambiente digital que permite a realização de matrículas à distância.
Sistema de controle de frequência
Plataforma de controle de frequência dos estudantes e, eventualmente, dos profissionais da escola.
Plataforma de monitoria
Plataforma destinada à orientação dos estudantes e ao esclarecimento de dúvidas, sejam elas relacionadas ao conteúdo curricular ou ao processo de escolha da profissão (orientação vocacional).
Vantagens de usar aplicativos e plataformas educacionais
O papel das plataformas digitais na educação vai muito além da continuidade dos estudos em situações de emergência, como ocorreu na pandemia da Covid-19.
Os aplicativos e plataformas educacionais trazem muitos benefícios para as escolas, mesmo quando há aulas regulares e presenciais, porque melhoram a qualidade do ensino e otimizam a gestão escolar.
Segundo a pesquisa TIC Educação 2022, 33% das escolas brasileiras utilizam plataformas ou ambientes virtuais de aprendizagem.
Eis algumas vantagens de usar essas ferramentas:
personalização do ensino;
flexibilidade para acessar os conteúdos em qualquer hora e em qualquer lugar, por meio de diferentes dispositivos;
alto engajamento e interatividade;
agilidade no feedback ao estudante;
geração automática de relatórios escolares, o que melhora a visibilidade de resultados, lacunas de aprendizagem, problemas e riscos de evasão escolar;
não sobrecarrega os profissionais da escola nem altera o horário escolar.
Aplicativos e plataformas educacionais para impulsionar sua escola
Veja abaixo os melhores aplicativos e plataformas educacionais, tanto de gestão escolar quanto da área pedagógica:
De gestão escolar
As ferramentas de gestão escolar são focadas em análise de dados, relatórios escolares, avaliação, organização e comunicação com os pais e colaboradores da escola.
O Hub Educacional possui cinco plataformas de gestão escolar:
1. D2L
A D2L é um sistema de gestão da aprendizagem, também conhecido como Learning Management System (LMS). Ele possibilita o acompanhamento de frequências, a publicação de comunicados, a automatização de lembretes e o compartilhamento de materiais didáticos, fotos e vídeos.
A plataforma também permite a visualização do progresso dos estudantes, a criação de atividades online e a elaboração de avaliações personalizadas.
A D2L favorece a gestão da informação e da comunicação no ambiente escolar, além de impulsionar o ensino híbrido.
2. Max.IA
A Max.IA é uma plataforma de avaliação escolar munida de Inteligência Artificial. Nela, os professores podem criar avaliações automáticas e personalizadas, a partir de um amplo banco de questões.
Uma de suas funcionalidades é a opção de aumentar o nível de dificuldade dos testes para os alunos acima da média e diminuí-lo para os alunos abaixo da média da turma. Incrível, não é?
A plataforma também coleta os dados dos alunos em relação ao perfil cognitivo, psicométrico e comportamental deles. O objetivo é identificar e prever lacunas de aprendizagem.
Baseada nesses dados, a Max.IA recomenda atividades e conteúdos curriculares para o usuário, de acordo com o seu perfil. Os exercícios são gamificados e divertidos.
Além disso, a Max.IA gera relatórios e diagnósticos inteligentes para professores, gestores e familiares. Toda a plataforma é adaptável ao sistema pedagógico e avaliativo da escola.
3. NEDU
A NEDU é uma plataforma de dados escolares, que reúne relatórios inteligentes, dashboards personalizados e recomendações baseadas em indicadores educacionais.
Na plataforma, o gestor escolar acompanha o desempenho, o comportamento e a frequência dos alunos. Isso ajuda a escola a identificar com antecedência os estudantes com risco de evasão e, com isso, tomar medidas preventivas a tempo.
Os dados também incluem a taxa de inadimplência, os custos operacionais, a eficácia do ensino e a satisfação das famílias.
4. Tell me
O Tell me é um aplicativo de agenda escolar digital que permite a comunicação rápida e eficiente entre a escola, os alunos e as famílias.
Nele, é possível acessar rapidamente todos os avisos, tarefas de casa, faltas, datas de prova, notas escolares, eventos, mensagens da equipe pedagógica e informações financeiras.
O Tell me também gera notificações, lembretes e calendários, auxiliando as famílias na organização de suas rotinas e evitando esquecimentos.
Já o diretor escolar consegue acompanhar quem visualizou e respondeu as mensagens, além de monitorar os avisos enviados pelos professores.
5. HubLab – LearnLab
Um ambiente com diversas aplicações que potencializam a criatividade, ampliando o conceito de Ecossistema Hub Educacional ao integrar ferramentas desenvolvidas especialmente para a educação, tais como: autoria de livros digitais, criação de mindmaps colaborativos, podcasts e vídeos, dentre outras.
A solução apoia o uso de metodologias ativas em sala de aula, com integração a plataformas populares como Google e Microsoft, incluindo uma ferramenta de Inteligência Artificial integrada tanto para auxiliar alunos quanto para apoiar professores na construção de aulas e feedbacks.
Indicado para todas as etapas de ensino, da Educação Infantil ao Ensino Médio.
Pedagógicos
Os aplicativos e plataformas educacionais da área pedagógica são voltadas ao processo de ensino-aprendizagem, com o objetivo de melhorar a proficiência dos alunos e desenvolver habilidades específicas da Base Nacional Comum Curricular (BNCC).
Desenvolvida pelo Educacional, a plataforma usa Inteligência Artificial para adaptar os conteúdos de acordo com o ritmo e o nível de proficiência do estudante.
O Aprimora contém vários desafios de Língua Portuguesa e Matemática, com elementos de ludicidade, a fim de tornar a aprendizagem divertida e engajadora.
Na plataforma, o professor e o gestor escolar conseguem visualizar o desempenho de cada estudante, turma ou escola, em tempo real. Assim, as dificuldades de aprendizagem, bem como as potencialidades de cada aluno, podem ser facilmente identificadas.
O Aprimora é destinado ao Ensino Fundamental Anos Iniciais e Anos Finais.
7. Pense Mais Educacional
Outra plataforma desenvolvida pelo Educacional é o Pense Mais. Seu objetivo é desenvolver o pensamento matemático, a partir de problemas da vida real e atividades lúdicas.
Assim como o Aprimora, o Pense Mais é destinado ao Ensino Fundamental Anos Iniciais e Anos Finais.
8. Árvore
A Árvore é uma plataforma digital de leitura, com mais de 50 mil e-books e audiobooks. Durante a leitura, os estudantes interagem com recursos de gamificação e exercícios baseados na obra. Todas as atividades são alinhadas à Base Nacional Comum Curricular.
A plataforma também faz recomendações de livros para os usuários, de acordo com as suas preferências, idade e segmento escolar.
Com a Árvore, a escola tem acesso a um acervo diversificado de obras, que podem ser exploradas em qualquer dispositivo e em qualquer lugar.
A plataforma ainda conta com ferramentas de nivelamento: a equipe gestora consegue indicar aos alunos obras que se adequem ao nível de leitura de cada um, conforme o padrão F&P (Fountas & Pinnel).
Além disso, a Árvore inclui revistas, jornais, dicionário integrado, livros em Inglês e dashboard com relatórios.
9. Bibot
Ainda na área de leitura, outra plataforma educacional muito útil para as escolas é o Bibot. Essa biblioteca digital interativa reúne livros de diversas editoras e autores, desde obras clássicas até novos sucessos da literatura.
As categorias abrangem ficção, aventura, crônica, poesia, história, filosofia, redação e muito mais.
A biblioteca também é gamificada e possui exercícios alinhados à BNCC. Ao completarem suas leituras e atividades, os estudantes acumulam pontos e sobem em rankings locais, regionais e nacionais.
Os alunos leem os títulos selecionados pelos professores (que ficam disponíveis na Trilha do Conhecimento do usuário), mas também podem explorar o acervo e adicionar livros à Lista de Favoritos.
10. Descomplica
O Descomplica é um ambiente virtual de aprendizagem voltado para os estudantes do Ensino Médio, com foco na preparação para o Enem e outros vestibulares.
Ele oferece videoaulas (ao vivo e gravadas), simulados, material didático interativo, ambiente para produção de redação e plantão de dúvidas 24 horas por dia, sete dias por semana.
Cada estudante recebe um plano de estudo para organizar sua rotina e aprender de forma autônoma. As escolas podem usufruir dessa ferramenta como um meio de flexibilizar e personalizar o ensino, de acordo com as necessidades de cada aluno.
11. Educacross
O Educacross é um aplicativo de jogos educacionais digitais, destinado aos alunos da Educação Infantil e Ensino Fundamental Anos Iniciais. São mais de 2.000 jogos alinhados à BNCC, que trabalham alfabetização, Língua Portuguesa, Matemática e Lógica.
Os games são organizados pelo professor, que pode utilizar as trilhas de aprendizagem da plataforma ou criar uma nova trilha.
Ao interagir com a ferramenta, o estudante gera dados que são transformados em relatórios de desempenho. Assim, os gestores e professores acompanham facilmente os indicadores pedagógicos do aluno, da turma, da escola e da rede de ensino.
12. Elefante Letrado
O Elefante Letrado é uma plataforma digital de leitura gamificada, que contém livros digitais, games e atividades interativas para alunos de todas as idades.
A plataforma possui um amplo acervo de livros, divididos por gênero, editora e etapa de ensino (Educação Infantil, Ensino Fundamental Anos Iniciais ou Ensino Médio).
O Elefante Letrado inclui também: biblioteca para o professor; teste online de fluência leitora; audiobooks; livros em Inglês; metas individuais de leitura, dashboard de relatórios e gravação de áudio da leitura dos estudantes.
13. Estante Mágica
A Estante Mágica é um aplicativo e, também, uma plataforma escolar que ajuda os estudantes a escreverem e ilustrarem seus próprios livros.
Cada história é publicada em formato digital e transformada em game. Há ainda a opção de comprar a versão impressa do livro, como forma de recordação. No final do projeto, a escola organiza um evento de autógrafos para celebrar a conquista dos estudantes.
Criada em 2009, a Estante Mágica já lançou mais de 2 milhões e meio de livros produzidos pelas crianças.
14. Arukay
Arukay é um sistema de aprendizagem co-curricular voltado para alunos da Educação Infantil ao Ensino Médio.
Nele, o estudante tem acesso ao ensino do pensamento computacional e diversas linguagens de programação de diferentes níveis, auxiliando no desenvolvimento de suas habilidades tecnológicas e contribuindo para o aprendizado de forma gamificada e interativa.
Os projetos da Arukay são estruturados na metodologia Machine Learning e STEAM, levando a interdisciplinaridade em Ciência, Tecnologia, Engenharia, Arte e Matemática para os estudantes.
15. Inventura
Solução para o Ensino Fundamental que integra uma proposta multidisciplinar de STEAM – termo em inglês que conceitua a união dos conceitos de Ciências, Tecnologia, Engenharia, Matemática e Artes, com o objetivo de potencializar a aprendizagem e a resolução de situações-problema.
O Inventura incentiva o uso da tecnologia em práticas maker, ao integrar materiais físicos e digitais: livro do aluno, livro do professor, placa BBC micro:bit e componentes de hardware/eletrônicos, além de ambiente de programação, ambiente online e aplicativo.
16. Robomind
A Robomind é uma solução de robótica educacional que utiliza kits de LEGO® Education. Ele também possui uma plataforma digital de suporte com planos de ensino e conteúdos didáticos, em forma de textos, vídeos e jogos.
Destinado a todas as fases de ensino, da Educação Infantil ao Ensino Médio, a Robomind desenvolve competências digitais, cognitivas e socioemocionais, como criatividade, inovação e proatividade, formando uma nova geração de empreendedores.
17. Vivadí
A Vivadí é uma plataforma educacional focada em habilidades socioemocionais e voltada para alunos da Educação Infantil ao Ensino Médio.
A metodologia da plataforma é dividida em quatro pilares, alinhados à BNCC, que são: autogestão, colaboração, adaptabilidade e comunicação. Os estudantes passam por videoexperiências diárias, baseadas em storytelling, e respondem autoavaliações sobre o estado emocional atual.
Os gestores e professores podem acompanhar a evolução dos estudantes por meio do painel de dados. Além disso, eles podem adicionar informações sobre comportamento e participação dos alunos na escola, a fim de complementar os relatórios.
18. Seren
Já o Seren é um aplicativo de experimentação vocacional que tem o objetivo de ajudar os estudantes do Ensino Médio a escolherem suas futuras profissões.
O aplicativo conecta os alunos a profissionais de diversas áreas, em conversas ao vivo, para que eles conheçam a rotina dos especialistas e tirem suas dúvidas sobre cada carreira.
O Seren também utiliza Inteligência Artificial para mostrar as profissões mais alinhadas ao perfil do aluno, de acordo com suas interações no aplicativo.
19. Tecteca
A Tecteca é um aplicativo de apoio à leitura infantil. Ele é destinado à Educação Infantil e aos Anos Iniciais do Ensino Fundamental, em especial aos primeiros e segundos anos.
Nele, os alunos têm acesso a um acervo de livros digitais exclusivos, que incentiva e desenvolve a fluência leitora. Além disso, disponibiliza aos gestores e professores relatórios que incluem métricas por aluno e por turma.
20. FazGame
O FazGame é uma plataforma gamificada de incentivo à leitura e produção textual. Ele dá aos estudantes a oportunidade de criarem seus próprios jogos narrativos, desenvolvendo suas habilidades de escrita, criatividade e imaginação.
A plataforma inclui trilhas de aprendizagem, com todas as orientações para os professores e estudantes começarem a criar seus jogos.
O FazGame impulsiona a aprendizagem em Língua Portuguesa e o protagonismo juvenil e, ainda, gera relatórios de acompanhamento para os gestores escolares.
21. Escribo
O Escribo é um aplicativo de jogos educacionais das áreas de Língua Portuguesa e Matemática. Destinado aos alunos da Educação Infantil e Ensino Fundamental Anos Iniciais, o app cria jornadas personalizadas de aprendizagem e permite a avaliação interativa dos estudantes, em tempo real.
A ferramenta também gera relatórios de desempenho para acompanhamento dos gestores.
22. Robotis – LEGO® Education
Plataforma de atividades da LEGO® Education, com foco em robótica e STEAM. Ela foi desenvolvida para apoiar as aulas com LEGO® Education – um dos recursos pedagógicos mais populares do Brasil e do mundo.
Contém desafios para todas as idades, da Educação Infantil ao Ensino Médio. Seu objetivo é fazer com que os alunos aprendam brincando, enquanto desenvolvem habilidades do século XXI.
23. Plethora
Destinado ao Ensino Fundamental Anos Iniciais e Anos Finais, a Plethora é uma plataforma de aprendizagem gamificada que trabalha o pensamento computacional.
Durante os jogos, os alunos constroem e completam sentenças lógicas que constituem regras para a resolução de problemas.
A plataforma possui vários planos de aula, com a opção de personalizar o nível de dificuldade e compartilhar os desafios com outros membros da comunidade online.
24. Espaço infantil
O Espaço infantil é um ambiente virtual de aprendizagem para a Educação Infantil, que contém jogos, histórias, músicas e vídeos.
As atividades são divididas em três temáticas (floresta, fazenda e mar), as quais despertam a curiosidade das crianças e auxiliam no processo de alfabetização, letramento, numeracia e compreensão textual.
25. Stift
O Stift é um aplicativo de plantão de dúvidas que conecta estudantes e professores da escola. Ele permite que os alunos enviem suas dúvidas de forma online, pelo celular, e recebam respostas completas dos monitores da instituição.
As perguntas podem ser enviadas via texto, foto, vídeo ou áudio. Depois de receber a resposta, o aluno pode fazer uma réplica, caso continue com alguma dúvida.
Trata-se de uma solução muito útil para complementar ou substituir o plantão de dúvidas tradicional, com potencial de impulsionar os resultados de aprendizagem da escola.
26. Eduqz
O Eduqz é uma plataforma escolar de revisão de textos online, voltada ao Ensino Fundamental Anos Finais e Ensino Médio.
Na ferramenta, os corretores podem enviar áudios, circular, sublinhar e riscar trechos do texto, a fim de facilitar o feedback.
Além de corrigir os textos enviados pelos estudantes, a plataforma oferece cursos e videoaulas sobre redação. O Eduqz também gera relatórios com os principais dados dos estudantes para acompanhamento dos professores e gestores.
27. Aval.IA
O Aval.Ia é uma plataforma educacional que coleta dados dos estudantes em relação ao nível cognitivo, psicométrico e comportamental, a fim de prever e corrigir lacunas de aprendizagem.
A plataforma recomenda atividades para os alunos de acordo com o perfil de cada estudante e cria avaliações automáticas, adaptadas ao plano de ensino da instituição. Além disso, ela gera relatórios relevantes para os professores e gestores.
O Aval.Ia atende os estudantes dos Anos Finais do Ensino Fundamental e do Ensino Médio.
28. Tindin
Um ambiente virtual de aprendizagem gamificado, com foco na educação financeira. Na Tindin, cada aluno tem seu avatar e se movimenta por uma cidade com vários ambientes de interação. Nessa ilha virtual, a escola pode desenvolver diversas atividades, como aulas ao vivo, trilhas pedagógicas, trabalhos interdisciplinares, conteúdos em texto, áudio e vídeo.
Hub Educacional: uma plataforma; mais de 30 soluções
O Hub Educacional é uma plataforma digital completa, que reúne diversos aplicativos e plataformas educacionais no mesmo ambiente virtual. São mais de 30 soluções da área pedagógica, de gestão escolar e de integração tecnológica.
Na plataforma, sua escola tem acesso às melhores tecnologias de forma ágil e prática, com um só login e senha por usuário. Assim, a instituição não precisa se preocupar com inúmeras senhas de vários membros da comunidade escolar.
Além disso, o Hub Educacional atende às principais necessidades da escola, englobando:
ensino de Língua Portuguesa;
ensino de Matemática;
ensino de Ciências da Natureza e Ciências Humanas;
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Dois anos e meio depois da retomada das aulas presenciais, os efeitos da pandemia na educação ainda são perceptíveis: dificuldades de aprendizagem, atraso na alfabetização e desigualdades educacionais profundas. Nesse cenário, a recomposição de aprendizagem é o único caminho para reduzir as sequelas.
Como afirmou a diretora do Centro de Excelência e Inovação em Políticas Educacionais da FGV, Cláudia Costin, em entrevista à Revista Oeste, os problemas causados pela pandemia vão demorar mais de dois anos para serem resolvidos, em um longo processo de recomposição de aprendizagens.
Neste artigo, vamos explicar as etapas dessa estratégia pedagógica e mostrar como a tecnologia pode acelerar os resultados de aprendizagem dos alunos.
Segundo o estudo “Recomposição das aprendizagens em contexto de crise” elaborado pelo Instituto Natura e pela Fundação Lemann, a recomposição de aprendizagem é um conjunto de estratégias educacionais cujo objetivo é preencher lacunas de aprendizagem no contexto pós-pandemia.
Essas estratégias podem variar de programa para programa, mas geralmente incluem:
Existem três tipos de abordagem dentro da recomposição de aprendizagem, sendo a terceira a mais recomendada pelo Instituto Natura:
remediação (apoio para toda a turma);
intervenção (apoio apenas para os alunos com dificuldade de aprendizagem, geralmente dividindo a turma em três grupos);
aceleração (apoio apenas para alunos com dificuldade de aprendizagem, focando nas lacunas mais críticas para recuperar o atraso).
Nos programas de aceleração de aprendizagem, a escola ou rede de ensino identifica as principais perdas de aprendizagem, preenche essas lacunas rapidamente e guia os estudantes de volta ao nível em que deveriam estar.
Esse método é muito interessante porque, quanto mais atrasados ficam os alunos, maior é a desmotivação deles e mais alta é a chance de evasão. Por isso, acelerar o processo é a melhor forma de recompor aprendizagens.
Qual é a diferença entre recomposição, reforço e recuperação?
Apesar de constantemente confundidos, os termos “recomposição”, “reforço” e “recuperação” não são sinônimos.
Enquanto a recuperação escolar busca novas abordagens para o ensino de um conteúdo que o estudante já viu, mas, por algum motivo, não aprendeu, a recomposição mira em conceitos que o aluno nem teve a oportunidade de aprender, por conta do isolamento social.
Além disso, a recuperação é realizada exclusivamente no final do bimestre, após a divulgação das notas escolares, para aqueles que não obtiveram média suficiente.
Em contrapartida, o reforço escolar acontece ao longo do ano letivo, no contraturno, para auxiliar os estudantes com qualquer dificuldade de aprendizagem.
Como a pandemia afetou a aprendizagem dos alunos?
O cenário educacional do Brasil já enfrentava vários desafios antes da pandemia. No entanto, o fechamento das escolas por quase dois anos em decorrência do Covid-19 agravou alguns problemas, como veremos a seguir.
Perdas de 4 a 10 meses de aprendizagem
Apesar de os alunos terem continuado a estudar durante a pandemia por meio das aulas remotas, várias pesquisas mostraram que houve perda de 4 e 10 meses de aprendizagem em linguagens e matemática, dependendo da cidade e da etapa de ensino. Os dados foram divulgados pelo Laboratório de Pesquisa em Oportunidades Educacionais da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), em nota técnica de dezembro de 2022.
A avaliação constatou quedas em Língua Portuguesa e Matemática em todas as etapas de ensino, em relação à última edição de 2019. Porém, no 2º ano do Ensino Fundamental a perda foi maior: passou de 750 para 725 pontos em Língua Portuguesa e de 750 para 741 pontos em Matemática.
Impacto na alfabetização
Um dos motivos dessa queda em Língua Portuguesa no 2º ano do Ensino Fundamental foi a não concretização da alfabetização para muitas crianças.
De acordo com a pesquisa Alfabetiza Brasil, apenas 43,6% das crianças do 2º ano foram consideradas alfabetizadas em 2021 – 16,7 pontos percentuais menor que em 2019.
Sabemos que a alfabetização completa e na idade certa é um desafio no Brasil há muitos anos, mas a pandemia agravou ainda mais o problema. Por isso, os programas de recomposição de aprendizagem devem priorizar as crianças mais novas e em fase de alfabetização.
Efeitos negativos maiores em Matemática
Outro ponto levantado pela nota técnica da UFRJ foi a perda de aprendizagem mais acentuada em Matemática, exceto na Educação Infantil e nos primeiros anos do Ensino Fundamental. Esse padrão foi observado em várias pesquisas acadêmicas e também na comparação dos resultados do Saeb de 2019 e 2021.
No 5º ano do Ensino Fundamental, a queda de proficiência em Matemática foi de 11 pontos porcentuais, enquanto em Língua Portuguesa foi de 7 pontos.
No 9º ano do Ensino Fundamental e no Ensino Médio, a perda em Matemática foi de 7 pontos, ao passo que em Língua Portuguesa foi de 2 e 3 pontos, respectivamente.
Aumento das desigualdades educacionais
Não obstante, a suspensão das aulas presenciais na pandemia fortaleceu a desigualdade educacional. Ainda de acordo com a nota técnica da UFRJ, crianças e adolescentes mais vulneráveis socialmente aprenderam menos da metade que seus colegas não vulneráveis em 2020.
Isso porque, provavelmente, os estudantes mais pobres e com pais menos escolarizados tiveram menos acesso a tecnologia e não tiveram um ambiente de estudos adequado em casa.
A pesquisa da FGV “Tempo para Escola na Pandemia” também mostrou que o tempo médio de estudos por dia em agosto de 2020 foi bem menor entre os alunos mais pobres e estudantes da região norte do Brasil.
Como consequência, a desigualdade regional e a desigualdade de renda tendem a se perpetuar ainda mais. Por isso, as escolas precisam intervir e reunir esforços para mudar essa realidade.
Estratégias de recomposição de aprendizagem
Como mencionamos anteriormente, a recomposição de aprendizagem é a somatória de várias estratégias, coexistentes ou não, com o objetivo de preencher as lacunas de aprendizagem deixadas pela pandemia.
Vejamos com detalhes as principais estratégias:
Priorização curricular
É inviável abordar todos os objetos de aprendizagem e trabalhar todas as habilidades previstas no currículo, tanto por questão de tempo quanto pela dificuldade de absorver muito conteúdo de uma só vez.
Por isso, para acelerar o preenchimento das lacunas, a escola ou rede de ensino deve adaptar o currículo, excluindo repetições de habilidades entre as séries e selecionando apenas aquelas consideradas prioritárias.
A priorização leva em conta as habilidades indispensáveis para o avanço do estudante nas próximas séries.
Avaliação diagnóstica
Uma das fases mais importantes da recomposição de aprendizagem é a avaliação diagnóstica. É ela que fornece aos gestores escolares uma visão clara sobre as necessidades e dificuldades dos estudantes para embasar decisões assertivas e direcionar a prática pedagógica.
Embora a principal ferramenta de avaliação seja a aplicação de testes em papel ou em dispositivo eletrônico, o diálogo com os estudantes e os pais ou responsáveis é uma fonte valiosa de informações sobre o desempenho escolar e o bem-estar emocional dos alunos.
Outra prática recomendada é evitar as palavras “teste”, “prova” ou “avaliação”, para não deixar a criança ou o adolescente nervoso. Prefira avaliações orais individuais ou jogos educacionais online que realizem avaliação diagnóstica.
Após a análise dos resultados da avaliação diagnóstica, a escola ou a rede ensino cria agrupamentos com base no nível de aprendizagem, para direcionar os esforços pedagógicos de uma forma mais personalizada.
Ao longo do programa, os estudantes mudam de turma conforme avançam no processo de aprendizagem.
Ampliação do tempo de instrução
Também faz parte da recomposição de aprendizagem a ampliação do tempo de estudo por meio de escolas presenciais de verão, aulas no final de semana ou adaptações do calendário escolar.
Essa estratégia foi adotada em redes de ensino dos Estados Unidos, Argentina e Chile no ano de 2021, com grande adesão dos alunos.
Outra possibilidade é complementar as aulas presenciais com atividades online realizadas em casa – metodologia conhecida como ensino híbrido, que iremos abordar a seguir.
Ensino Híbrido
Além de ser uma solução para ampliação do tempo de estudo, o ensino híbrido dá, ao estudante, a chance de usufruir tanto dos benefícios da aprendizagem online quanto da offline.
Combinando atividades na escola e em casa, o aluno é incentivado a se posicionar no centro do processo de aprendizagem, aprender no seu próprio ritmo e se aprofundar nos assuntos que mais precisa ou que mais lhe interessam.
Tutoria individual ou em grupo
Outra prática popular entre escolas e sistemas de ensino do mundo no contexto pós-pandemia é o recrutamento de tutores para auxiliar os professores e apoiar os estudantes na recomposição de suas aprendizagens.
Esses tutores podem ser professores ou estudantes de Pedagogia ou Licenciatura, desde que passem por formação específica. Eles acompanham pequenos grupos ou atendem os alunos individualmente, em parceria com os docentes.
Monitoramento de resultados
Durante todo o programa de recomposição de aprendizagens, a rede escolar precisa coletar e analisar dados relacionados ao avanço pedagógico dos estudantes.
Os dados precisam ser claros, objetivos e fáceis de serem medidos, a fim de que a equipe de gestão escolar consiga identificar possíveis falhas rapidamente e tomar as melhores decisões.
Como veremos abaixo, a tecnologia é uma forte aliada do monitoramento de resultados.
Como a tecnologia pode facilitar a recomposição?
A tecnologia pode contribuir e muito para o sucesso de um programa de recomposição de aprendizagem.
Primeiramente, é possível automatizar algumas tarefas que acabam tomando tempo do gestor, do coordenador pedagógico e do professor, como elaboração de testes, correção de atividades, cálculo de notas e avaliação de indicadores educacionais.
As plataformas digitais educacionais contêm recursos que facilitam todo o processo de recomposição de aprendizagem, desde a priorização curricular até o monitoramento de resultados, passando pela avaliação diagnóstica.
Em segundo lugar, as tecnologias educacionais favorecem o ensino híbrido, que é uma das principais estratégias de recomposição de aprendizagem, e tornam a experiência do aluno mais interativa, lúdica e atraente.
A Escola Evandro Ferreira dos Santos (EREF), de Cabrobó, Pernambuco, contou com a plataforma Aprimora no plano de recomposição de aprendizagem.
Maria de Oliveira, mãe de 3 alunos que utilizam a plataforma, relata a mudança no ritmo de aprendizado dos filhos: “Eles aprenderam de forma tão fácil e lúdica, e agora em junho, já estavam lendo”.
João Vitor Oliveira, aluno do 9º ano, sentiu a diferença: “Melhorou o jeito de eu aprender. Às vezes eu entendia o que o professor explicava, às vezes não. O Aprimora baseia a minha pergunta e depois explica”.
Quer contar com todos esses benefícios? Então sua escola precisa da Suíte Educacional.
O gestor escolar tem um papel importantíssimo no contexto de recomposição. É ele quem administra a avaliação diagnóstica, analisa os resultados e define os objetivos do projeto pedagógico.
Ele também é responsável pelo monitoramento de resultados, ou seja, por conferir se os esforços da escola estão sendo bem sucedidos e se os estudantes estão avançando nos níveis de aprendizagem.
Além disso, ele busca ter um relacionamento próximo com os pais dos estudantes para conhecer o perfil da comunidade escolar, divulgar as ações da escola, conscientizar os responsáveis e angariar apoio das famílias na educação das crianças.
O gestor tem, ainda, a função de escolher e adquirir as tecnologias educacionais mais pertinentes para o trabalho pedagógico da instituição.
Confira o passo a passo de implementação de tecnologias educacionais, baixando o e-book do Educacional.
A importância do apoio socioemocional
O acompanhamento socioemocional dos alunos também faz parte dos projetos de recomposição de aprendizagem, porque situações de estresse, problemas pessoais e disfunções familiares afetam o desempenho escolar.
A pandemia da Covid-19 trouxe perdas significativas de aprendizagem não só por causa da suspensão das aulas presenciais, mas também devido ao luto, adoecimento, medo, ansiedade e outras emoções negativas que marcaram o período.
O estudo mostrou que o desenvolvimento de competências socioemocionais como autoconsciência, autogerenciamento, consciência social, habilidades relacionais e responsabilidade de tomar decisões, aumenta o engajamento nos estudos e, consequentemente, eleva as notas escolares.
A organização das emoções, o entendimento da própria identidade e a motivação para seguir em frente na vida, nos estudos e no trabalho são todos pré-requisitos para o avanço educacional genuíno.
Por isso, é importante promover ações de acolhimento e escuta ativa, como rodas de conversa, dinâmicas e palestras.
E, se houver disponibilidade de psicólogos escolares na instituição, o acompanhamento regular dos alunos e dos profissionais também é muito proveitoso para orientar a comunidade escolar em relação às melhores práticas de saúde mental.
Programas de recomposição de aprendizagem no Brasil
Desde a retomada das aulas presenciais, diversos estados e municípios lançaram programas de recomposição de aprendizagem. Podemos citar as redes municipais de Curvelo (MG) e Curitiba (PR) e as redes estaduais de Tocantins, Goiás e Minas Gerais.
No Tocantins, o programa Recomeçar incluiu ações de acolhimento, reordenamento do currículo, avaliação diagnóstica, recomposição com foco nas habilidades de letramento, letramento matemático e alfabetização e monitoramento.
Já em Minas Gerais, o Plano de Recomposição das Aprendizagens formou dois núcleos de gestão pedagógica, com a contratação de 1360 professores, para analisar os resultados da avaliação formativa da rede, identificar as habilidades do currículo que precisam ser revistas, orientar as escolas e monitorar os resultados.
Após o retorno das aulas presenciais em 2021, Singapura adotou um sistema permanente de ensino híbrido, com alguns dias do calendário escolar destinados para o ensino remoto. A estrutura curricular nessas datas é mais flexível, com o objetivo de promover a autonomia dos estudantes.
Na Argentina, o Ministério da Educação da Cidade de Buenos Aires realizou uma escola de verão de um mês, com a participação de 131 escolas. As turmas eram formadas por até 9 alunos, preferencialmente aqueles com dificuldade de aprendizagem.
No Chile, a Agencia de Calidad de la Educación implementou o Diagnóstico Abrangente de Aprendizagem em várias escolas públicas e privadas do país. O projeto começa a aplicação de uma avaliação diagnóstica em formato digital ou no papel, que mapeia tanto a aprendizagem acadêmica em leitura e matemática quanto a aprendizagem socioemocional.
Depois, as escolas recebem relatórios dos resultados com orientações, tutoriais e ferramentas de apoio.
Outra iniciativa interessante é o Teaching at the Right Level, criado pela ONG indiana Pratham, que conduz a avaliação diagnóstica dos estudantes em leitura e matemática e agrupa os alunos em grupos de diferentes níveis de aprendizagem.
O projeto já foi implantado na Índia, Quênia, Moçambique, Nigéria e outros países africanos, onde obteve ótimos resultados. Na Zâmbia, por exemplo, a porcentagem de crianças com proficiência básica em leitura passou de 34% para 52%, enquanto em matemática aumentou de 32% para 50%.
Todos esses projetos internacionais servem de inspiração para nossas escolas e redes de ensino na difícil, mas possível tarefa de reduzir as perdas da pandemia e efetuar a recomposição de aprendizagem.
Uma das tecnologias educacionais mais difundidas nas instituições de ensino de hoje é o Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA). Por meio dele, qualquer pessoa conectada à Internet pode estudar e aprender, independentemente da hora e do lugar.
É comum associarmos o AVA à Educação a Distância (Ead) em cursos de Ensino Superior ou formação continuada. Mas várias escolas de Educação Básica já estão tirando proveito desta tecnologia, por causa dos benefícios oferecidos e da tendência de consolidação do ensino híbrido.
Quer entender quais vantagens são essas? Leia até o final para descobrir se vale a pena ter um AVA para a escola!
O Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA) é um espaço digital focado no processo de ensino-aprendizagem, utilizado tanto por instituições educacionais presenciais quanto aquelas de Ensino a Distância (Ead).
Os recursos disponíveis no AVA variam de acordo com a plataforma, mas geralmente incluem:
conteúdos e atividades online;
videoaulas;
avaliações;
meios de interação;
suporte para dúvidas;
acompanhamento de notas ou desempenho.
Benefícios do AVA para a escola
Apesar da importância indiscutível das aulas presenciais e do contato dos alunos com os professores na escola, o Ambiente Virtual de Aprendizagem pode ser uma forte aliada da instituição no apoio ao ensino presencial e beneficiar tanto os estudantes quanto os professores e gestores.
Confira abaixo os efeitos do AVA na escola:
Fortalece o ensino híbrido
Uma das tendências internacionais na área da educação é a consolidação do ensino híbrido – um modelo que integra momentos presenciais e virtuais de aprendizado.
Cada vez mais, os alunos estão usando ferramentas digitais para aprender, solucionar dúvidas e desenvolver novas habilidades. Essa mudança de comportamento começou com a popularização da Internet e foi acelerada na pandemia do Covid-19, quando as escolas do mundo inteiro fecharam as portas.
Ao adotar um AVA, a escola toma frente nesse processo, conduzindo os alunos e monitorando a jornada pessoal de conhecimento deles.
Torna o aprendizado mais interativo
O diferencial dos recursos educacionais digitais em relação aos materiais didáticos tradicionais é que a interatividade (com o dispositivo e com os outros usuários) é incentivada no ambiente virtual.
Os usuários precisam dar comandos no computador, clicar em botões e responder às perguntas para continuar o processo de aprendizagem. Além disso, muitas crianças se sentem desencorajadas a participar em sala de aula, seja por timidez ou pressão dos colegas.
No ambiente virtual, porém, elas se sentem mais confortáveis para solucionar suas dúvidas e expor seus pensamentos. Assim, é mais fácil captar a atenção dos alunos e obter uma participação ativa deles.
Amplia o tempo de estudos
Em geral, quanto mais tempo uma criança passa estudando, mais chances ela tem de desenvolver-se e atingir seus objetivos. Porém, ampliar a carga horária da escola impacta a logística das famílias e aumenta consideravelmente os custos da escola. Nem todos os alunos têm interesse em estudar em tempo integral.
Mesmo assim, a escola pode aumentar o tempo de estudos com conteúdos online do AVA, na forma de dever de casa, atividade extracurricular ou reforço escolar.
Permite a personalização do ensino
Sabemos que o processo de aprendizagem é individual e diferente para cada criança. No entanto, as aulas presenciais em grupo não permitem, na prática, um ensino personalizado para cada estudante.
Esse atendimento personalizado só é possível em momentos de tutoria, plantão de dúvidas ou reforço escolar, que são a minoria da programação escolar. Outra possibilidade, mais acessível, é o uso de ambientes virtuais de aprendizagem com tecnologia de Learning Analytics.
Como já mencionamos, essas plataformas coletam dados dos alunos e adaptam os conteúdos para o nível deles, de forma automática. Então a personalização do ensino fica muito mais fácil.
Auxilia o trabalho do professor
O professor também se beneficia com a implantação do AVA. Além da personalização de ensino que já comentamos, as plataformas de aprendizagem coletam e organizam dados dos estudantes que auxiliam o mapeamento das defasagens, o planejamento de aulas e a avaliação dos alunos.
O ambiente virtual de aprendizagem na escola de Educação Básica não compete com o professor. Muito pelo contrário, ele é mais um recurso à disposição do profissional para gerar uma experiência de aprendizagem significativa.
Gera feedback automatizado
Os dados coletados pelo AVA não só facilitam o acompanhamento dos docentes como também fornecem feedback constante para os alunos. Ao longo da jornada de aprendizado, o estudante recebe notificações e mensagens sobre seu desempenho e seus avanços na plataforma.
Assim, ele é encorajado a corrigir erros específicos, superar dificuldades identificadas pelo AVA e continuar estudando.
Facilita o monitoramento de índices de aprendizagem
Pelo AVA, o gestor escolar tem acesso a vários dados dos estudantes em relação às aulas assistidas, atividades realizadas e nível de aprendizagem.
Como você pode notar, o ambiente virtual de aprendizagem traz vários benefícios para a escola. A adoção dessa tecnologia pode transformar sua instituição e destacá-la da concorrência!
A Suíte Educacional é uma plataforma educacional completa que tem o objetivo de reunir as melhores tecnologias educacionais em um só lugar, para maior comodidade e organização da escola.
A solução contempla mais de 30 ferramentas pedagógicas e de gestão escolar, incluindo Ambiente Virtual de Aprendizagem. E ela ainda permite a integração com outros sistemas já utilizados pela instituição, como Google Education e Microsoft Office. Tudo isso com um só login e senha.
Vantagens e diferenciais da Suíte Educacional:
multifuncional: possui várias ferramentas de gestão escolar e práticas pedagógicas;
login único: mais facilidade para os professores, gestores, pais e alunos no dia a dia;
contrato único: menos burocracia em contratos e licitações;
flexibilidade: a plataforma é personalizável de acordo com as necessidades da escola;
integração: conecta-se com outros sistemas informatizados já utilizados pela escola;
segurança: tratamento de dados pessoais conforme a LGPD.
Os dados divulgados em relação a alfabetização no Brasil são preocupantes, o que levou o Governo Federal a desenvolver o Compromisso Nacional Criança Alfabetizada. O último levantamento do Ministério da Educação (MEC), realizado em 2023, mostra que mais de 56% das crianças não estão alfabetizadas na idade certa. Isso significa que, a cada 10 alunos que estão no 2º ano do ensino fundamental, apenas 4 estão alfabetizados.
Além disso, no Progress in International Reading Literacy Study (Pirls) 2021, um exame internacional que analisa o nível de leitura dos alunos do 4º ano do ensino fundamental, o Brasil aparece na 39ª posição entre 43 países, atrás de nações como Uzbequistão e Azerbaijão.
Tais números são reflexos do aprendizado não adquirido nos anos iniciais do ensino fundamental. As informações do Pisa 2018 apenas reforçam os números apontados pelo MEC e Pirls, ao mostrar, como destaque negativo, a baixa compreensão na leitura. Os dados revelam que apenas 2% dos estudantes brasileiros com 15 anos estão acima do nível adequado e 43% estão abaixo do mínimo esperado.
A não alfabetização impacta diretamente na aprendizagem da criança, ocasionando limitações no acesso ao conhecimento e desenvolvimento de habilidades, o que afeta todo o desempenho acadêmico e dificulta seu progresso educacional. Além disso, pode acarretar dificuldades na comunicação e relacionamento interpessoal.
Na vida adulta, a falta de alfabetização pode levar à exclusão social, dificuldades na busca por uma colocação profissional e no desenvolvimento pessoal, o que resulta em questões econômicas futuras, como o aumento da demanda por serviços sociais. Estudos mostram que indivíduos que são alfabetizados têm maior renda, mais chances de emprego formal e maior acesso à saúde de qualidade, em comparação com os não alfabetizados. Portanto, a alfabetização é um direito fundamental que deve ser garantido.
Diante desse grande desafio nas escolas brasileiras, como as redes de ensino podem melhorar os índices de alfabetização?
Compromisso Nacional Criança Alfabetizada tem o objetivo a alfabetização de todos os alunos até o 2º ano fundamental.
Compromisso Nacional Criança Alfabetizada
Em junho de 2023, o MEC e o Governo Federal lançaram o Compromisso Nacional Criança Alfabetizada, com o objetivo de garantir que todos os alunos estejam alfabetizados até o final do 2º ano do ensino fundamental, conforme estabelecido na meta 5 do Plano Nacional de Educação. Além disso, a política visa recompor as aprendizagens das crianças matriculadas nos anos subsequentes, devido ao impacto da pandemia.
A nova política de alfabetização é baseada em cinco eixos: Gestão e Governança, Formação de Profissionais de Educação, Infraestrutura Física e Pedagógica, e Reconhecimento de Boas Práticas e Sistemas de Avaliação. O MEC oferecerá apoio técnico e financeiro às redes de ensino, enquanto estados e municípios terão papéis e responsabilidades específicas, como a formulação de suas políticas territoriais, para que o compromisso seja efetivado em suas instituições.
Apesar das redes serem responsáveis pela melhoria na qualidade no processo de alfabetização, a adesão ao Compromisso Nacional Criança Alfabetizada será voluntária. O apoio da União ocorrerá por meio de assistência técnica e financeira, seguindo as diretrizes estabelecidas pelo programa.
Como potencializar a alfabetização na sua rede de ensino
O Educacional, ecossistema de tecnologia e inovação, desenvolveu a solução ideal para apoiar as redes de ensino a potencializarem a alfabetização dos alunos, seguindo o Compromisso Nacional Criança Alfabetizada. A Mesa Educacional já foi utilizada em mais de 150 municípios e torna o processo de alfabetização uma experiência lúdica, colaborativa e efetiva, facilitando a aprendizagem dos estudantes.
A solução combina hardware, software, material concreto e realidade aumentada, além de contar com propostas didáticas que incentivam a reflexão dos alunos sobre hipóteses de leitura e escrita, enriquecendo a dinâmica da sala de aula.
A Mesa oferece às crianças da educação infantil e aos alunos dos anos iniciais do ensino fundamental ambientes virtuais ilustrados, nos quais podem navegar com seus colegas e construir caminhos para dominar o sistema de escrita e leitura, além de desenvolverem habilidades e competências necessárias para atuação na sociedade.
Além disso, conta com recursos de acessibilidade, como blocos com letras, números e símbolos em Braille, lupa para alunos com baixa visão, animações em Libras, datilologia, sintetizador de voz, navegação pelo teclado e regulagem de altura para cadeirantes, auxiliando o atendimento de estudantes com deficiências e transtornos de desenvolvimento e de aprendizagem. Dessa forma, é assegurado o acesso igualitário à educação de qualidade.
Está pronto para impulsionar e melhorar os índices de alfabetização da sua rede de ensino em, conformidade com o Compromisso Nacional Criança Alfabetizada? Conte com o apoio da Mesa Educacional!
Nos últimos tempos, a educação tem passado por um grande processo de transformação. Assim como outras empresas, as instituições de ensino precisam se adaptar a uma nova realidade digital, que está presente não só na vida de crianças e jovens, mas de toda a sociedade. Nesse processo, uma das práticas pedagógicas mais implementadas é a da sala de aula invertida.
Neste post, descubra porque ela é tão importante e quais suas vantagens. Além disso, veja como essa sala de aula funciona na prática e como implementá-la. Boa leitura!
Afinal, o que é sala de aula invertida?
A transformação digital na pandemia acelerou a aplicação de tecnologia nas escolas. Antes, muitas instituições tinham iniciativas nesse sentido, mas não exatamente as adotavam como uma prioridade. Porém, durante esse período de pandemia, as aulas remotas foram aplicadas. Assim, o uso de tecnologia entrou em pauta e alguns métodos ganharam destaque, como a sala de aula invertida. Uma das formas de aprendizagem mais populares, nesse conceito, o fluxo de conhecimento é revertido.
Isso porque em vez de os alunos assistirem às explicações dos professores e fazerem a lição de casa, eles primeiro estudam os conhecimentos necessários para a aula, por meio de diversos materiais de apoio.
Depois, vão para a sala de aula trazendo informações e promovendo o debate do tema com os colegas, além de realizar projetos e atividades em grupo relacionadas aos temas estudados. Nesse caso, o professor tem a função de mediar a troca entre os grupos, sanar dúvidas trazidas pelos alunos e acompanhar seus rendimentos.
Quais as vantagens dessa prática pedagógica?
Agora que você sabe o que significa a sala de aula invertida e como ela é resultado das transformações tecnológicas nas escolas, confira algumas de suas vantagens no dia a dia!
Protagonismo dos alunos
Nunca antes os próprios alunos tiveram tanta responsabilidade sobre seu próprio aprendizado. Afinal, o foco da sala de aula invertida é que essa pessoa seja capaz de desenvolver raciocínios e habilidades, além de trabalhar em equipe. Para isso, é necessária uma postura bastante ativa, já que o estudante é colocado em um papel protagonista na sala de aula.
Desenvolvimento de habilidades
Outro aspecto importante dessa metodologia é o desenvolvimento de habilidades. Nesse caso, elas acontecem de diferentes formas. Por exemplo, o estudante pode desenvolver habilidades socioemocionais, como desenvolver empatia, engajamento com a sociedade, bem como autoconfiança, organização e senso de responsabilidade.
Além disso, no processo também se desenvolvem competências relacionadas aos conteúdos aprendidos, como tocar um instrumento, se tornar um melhor esportista, ou ainda, dominar a execução de projetos de robótica.
Otimização do tempo
Os métodos mais tradicionais de ensino podem apresentar um problema, quanto ao bom uso do tempo de aula. Isso porque muito dele é gasto com os professores passando a matéria no quadro, explicando slides ou fazendo os alunos prestarem atenção. Por isso, uma vantagem da sala de aula invertida é que os estudantes já chegam preparados.
Nesse caso, por receberem os conteúdos que vão ser abordados antes, eles podem estudá-los, resolver atividades e acessar conteúdos em diferentes plataformas, a fim de aprender. Com isso, chegam à sala de aula tendo visto a base daquele tema, podendo discutir problemas, criar projetos práticos e tirar dúvidas com os professores. Com isso, o tempo de aula pode ser melhor aproveitado.
Conteúdo prático
Na metodologia da sala de aula invertida, os conteúdos podem ser focados no dia a dia dos alunos, o que torna o tema discutido bem mais concreto para eles. Com isso, são capazes de se envolver em debates mais avançados, o que ajuda a aprofundar o assunto — resultando em aprendizado, não apenas em memorização.
Outra vantagem é que os conteúdos dificilmente vão abordar apenas uma disciplina. Ou seja, os assuntos são interdisciplinares e podem navegar por diferentes áreas, especialmente em projetos. Com isso, os estudantes podem enxergar a conexão entre as matérias e a sua aplicação na vida real. Aliás, é por isso que surgiu a abordagem STEAM.
Como funciona e quais os exemplos de sala de aula invertida?
A sala de aula invertida tem fatores diversos que caracterizam a sua prática. Para começar, é comum os alunos trabalharem em grupos, inclusive, sentando-se juntos ou em roda, em vez do sentido tradicional, voltado para a lousa.
Além disso, durante a aula, por meio de ferramentas, eles são incentivados a participar, falar e apresentar suas ideias. Assim, podem interagir com diferentes materiais, inclusive digitais. Dessa forma, é comum que os estudantes utilizem tablets, computadores e, inclusive, seus próprios celulares.
Já quanto ao aprendizado do conteúdo anterior à aula, a escola trabalha de diferentes maneiras, como a plataforma de ensino. Nesse caso, ela ajuda a tornar o aprendizado mais natural e integrado.
Por exemplo, no caso do projeto de um robô, os alunos precisam realizar uma investigação matemática para chegar à solução esperada. Porém, este conteúdo pode ser bastante abstrato. Sendo assim, a plataforma entra com recursos tecnológicos, como os de gamificação, para que a pessoa assista vídeos, veja infográficos e treine com jogos de matemática para entender o assunto e, posteriormente, sua aplicabilidade no projeto.
Por fim, a avaliação dos estudantes na sala de aula invertida também é diferente dos métodos mais tradicionais. É claro que os professores ainda podem contar com as provas escritas. Porém, é mais comum que, por meio das atividades na plataforma de ensino, bem como quizzes e projetos, os educadores avaliem cada pessoa e acompanhem seu rendimento.
Assim, é possível checar se realmente ela consegue ser protagonista de seu aprendizado e encontrar soluções personalizadas para que alcance melhores resultados.
Como implementar a sala de aula invertida?
Depois de entender esse conceito e suas vantagens, fica mais fácil aplicar a sala de aula invertida na escola. Para isso, vale a pena seguir algumas dicas, como:
tenha disposição para testar novos métodos;
escolha conteúdos relevantes para os alunos;
tenha foco no assunto principal a ser abordado;
incentive os alunos a trocarem informações;
esteja em acordo com pais e responsáveis;
adapte as aulas conforme as mudanças necessárias;
escolha uma boa plataforma, que dê suporte total aos alunos.
A sala de aula invertida é um método que ganhou destaque com a retomada pós-pandemia. Afinal, muitas escolas aceleraram seu processo de transformação digital, bem como adotaram ferramentas e metodologias que dessem mais autonomia aos alunos. Dessa forma, ela é uma ótima solução para tornar cada um protagonista, a fim de alcançar um aprendizado otimizado e integrado. Para isso, vale a pena seguir nossas dicas de aplicação, bem como se manter disponível para adaptar a rotina, conforme as necessidades da escola.
No início do mês de dezembro, a Comissão de Ciência, Tecnologia, Inovação, Comunicação e Informática (CCT), do Senado Federal, aprovou o Projeto de Lei 4513/2020 que institui a Política Nacional de Educação Digital, para estabelecer diretrizes de ampliação ao acesso à tecnologia.
A política é formada por eixos, sendo eles: a inclusão digital da população brasileira; a educação digital nas escolas; ações de capacitação do mercado de trabalho; e incentivo à inovação, à pesquisa e ao desenvolvimento.
Mas, afinal, o que é a Política Nacional de Educação Digital e o que muda para as escolas com a sua chegada?
O que é a Política Nacional de Educação Digital
A Política Nacional de Educação Digital gira em torno do desenvolvimento de competências digitais na educação básica desde o ensino fundamental. Com a sua implementação, os cidadãos brasileiros passam a ter acesso às demandas atuais, como a digitalização na educação.
Em um de seus eixos, a Política se destina diretamente à Educação Digital para alunos e professores, respeitando as diretrizes vigentes na Base Nacional Comum Curricular (BNCC). Em contrapartida, altera a Lei das Diretrizes e Bases da Educação, para que as competências digitais sejam tratadas desde os anos iniciais do ensino fundamental, ao incluir o ensino da computação, programação, robótica e outras competências digitais, em todos os níveis de escolaridade.
Além disso, o projeto prevê questões voltadas às vulnerabilidades sociais e econômicas, propondo perspectivas inclusivas, que considerem as diferenças de cada um, suas facilidades e dificuldades, perante a jornada de educação digital. Bem como, reforça a necessidade de adequação quanto a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD).
Política Nacional de Educação Digital nas escolas
O eixo da proposta voltado à Educação Digital escolar contempla:
Pensamento computacional – habilidade para resolver problemas e desafios de forma eficiente, tendo como base a exploração de forma criativa, crítica e estratégica dos domínios computacionais;
Mundo digital – aprendizagem sobre tecnologias digitais físicas, como computadores, celulares, tablets; e virtuais, como internet, redes sociais e armazenamento em nuvem;
Cultura digital – Uso consciente, crítico e responsável das tecnologias digitais, com um ensino que reforce essa cultura;
Tecnologia assistida – produtos, recursos, metodologias, estratégias, práticas e serviços para a participação de pessoas com deficiência ou incapacidades.
Entre as iniciativas do projeto está a de promover a inovação pedagógica nos processos de ensino e aprendizagem, com reforço de competências analíticas e críticas. Para isso, é necessário a promoção de projetos e práticas que levem professores e alunos ao domínio da lógica, algoritmos e programação, ocasionando a verdadeira transformação das práticas pedagógicas.
A Política Nacional de Educação Digital também determina a formação de professores em competências digitais, bem como em sua utilização, incluindo entre os objetivos do programa a promoção e divulgação da robótica e do letramento digital.
Por isso, será necessário que muitas instituições adequem seus currículos escolares para caminharem ao encontro do que a Política Nacional de Educação Digital exige. Por exemplo, sendo essencial o desenvolvimento de competências e habilidades necessárias para o convívio em sociedade, pensando, inclusive, nas necessidades do mercado de trabalho.
Apesar da Política ter maior impacto nas instituições públicas, tendo em vista a maior necessidade de adequação quanto a infraestrutura, as escolas particulares também serão afetadas, visto que vão precisar acompanhar esse desenvolvimento para se manter a frente no mercado, utilizando o que há de mais atual para a educação e, assim, garantindo a retenção dos alunos.
Com as funcionalidades do relatório de desempenho, os educadores têm mais facilidade para entender e acompanhar a evolução dos alunos. Ele consiste em um documento digital que permite inovar a dinâmica e a prática pedagógica.
Isso porque é possível identificar os pontos fortes e desafiadores da rotina escolar, sendo um recurso ideal para compreender o tempo de desenvolvimento de cada criança e adolescente.
Quer entender qual a importância e as vantagens do uso do relatório de desempenho nas escolas? Acompanhe a seguir e fique por dentro do assunto!
O que são relatórios de desempenho escolar digital?
Como citamos, os relatórios de desempenho são documentos que demonstram, a partir de informações detalhadas, como anda a jornada de desenvolvimento do aluno dentro de um determinado período. Em diversas instituições de ensino, o relatório já é uma opção para a substituição do tradicional boletim.
Isso porque ele funciona de forma similar, com a diferença de ter uma abordagem mais moderna e adequada à nova geração de estudantes. Em boa parte das escolas, o relatório é elaborado pelos professores e deve contar com as seguintes informações:
necessidades do processo de aprendizagem;
avanços e conquistas dos alunos;
identificação de possibilidades de desenvolver e trabalhar competências;
questões cognitivas que apontam dificuldades e pontos fortes nos estudantes.
Estimuladas pela transformação digital na educação, diversas escolas já adotaram a versão digital do relatório de desempenho. A tecnologia facilita bastante o processo e traz mais praticidade no momento de inserir e alterar informações sobre o comportamento e desempenho das crianças e adolescentes.
Geralmente, cada instituição determina suas próprias regras para que os educadores consigam realizar a avaliação dos discentes. O relatório funciona como um importante guia para nortear as estratégias educativas em sala de aula.
Por isso, a indicação é fazer um exercício diário de escrever anotações e reflexões sobre cada estudante para avaliar o desenvolvimento e avanço do progresso educativo. O professor pode, por exemplo, mencionar as atividades realizadas e como os alunos responderam às propostas pedagógicas.
Qual a importância de utilizar o relatório de desempenho?
Para além de simplesmente avaliar as notas nas disciplinas, o relatório de desempenho possibilita que os educadores tenham uma visão integral do rendimento dos estudantes. Além disso, também é um documento essencial para o trabalho dos gestores escolares.
Por meio dele, é possível avaliar:
a qualidade da infraestrutura da instituição de ensino;
aspectos financeiros relacionados ao controle de gastos;
atividades feitas por coordenadores, diretores e professores;
quantidade de matrículas e de transferências de alunos;
índice de aprovação e reprovação.
Para os professores, o relatório auxilia no planejamento das aulas e torna as práticas pedagógicas mais personalizadas e, consequentemente, efetivas. Isso ocorre porque o foco principal do documento é, justamente, resolver diversas lacunas de aprendizagem.
Inclusive, os familiares também podem compreender melhor o processo de desenvolvimento da criança e do adolescente. Assim, toda a comunidade escolar consegue visualizar o real desempenho acadêmico alcançado por cada estudante.
Quais as vantagens de utilizar relatório de desempenho escolar em formato digital?
Os relatórios de desempenho no formato digital oferecem uma série de benefícios, como maior segurança, praticidade e detalhamento das informações. Além de tudo, é uma maneira de as instituições conquistarem vantagem competitiva, aumentando as possibilidades de reter e fidelizar novos alunos.
A elaboração do documento ainda traz várias outras vantagens, como:
identifica os pontos positivos e as dificuldades de aprendizagem;
faz uma avaliação pessoal de cada discente;
aponta onde, de fato, o estudante deve melhorar;
substitui o uso de arquivos físicos;
aproxima professores de alunos;
permite que os educadores atuem nas dificuldades de maneira direcionada;
torna o aluno protagonista do seu próprio processo de aprendizagem.
As principais diferenças do formato físico para o digital é, sem dúvidas, a possibilidade de personalização do documento. Com um parceiro tecnológico, por exemplo, a escola pode contar com sistemas inteligentes que facilitam a elaboração dos relatórios de desempenho na rotina.
Ele atende aos preceitos da BNCC?
Justamente por ser um método de avaliação descritivo, o relatório de desempenho atende aos preceitos e competências apontados pela Base Nacional Comum Curricular (BNCC). Isso porque o instrumento defende um ensino mais humanizado e a formação completa dos estudantes.
Todo e qualquer relatório feito dentro da escola deve corresponder com a BNCC. Na educação infantil, por exemplo, o professor utiliza a ferramenta para acompanhar o desenvolvimento ao longo do processo de alfabetização.
No ensino fundamental e médio, o relatório aponta os resultados do desempenho por disciplina. Além disso, o educador tem a responsabilidade de explicar como os conteúdos foram trabalhados e como os temas de ensino foram abordados em sala de aula.
Como as Suítes Pedagógicas proporcionam um acompanhamento digital eficiente?
As Suítes Pedagógicas são um programa que reúne soluções de apoio à aprendizagem voltadas para as áreas de Língua Portuguesa, Matemática e STEAM. O intuito principal é trazer tecnologia para o cotidiano educativo, potencializando a proposta pedagógica das instituições.
Outro fator interessante é que as Suítes Pedagógicas também têm a capacidade de proporcionar o acompanhamento digital do desempenho de cada aluno, assim como dos professores.
Além de tudo, funciona como uma interessante ferramenta para os gestores realizarem comparações de desempenho das escolas de uma mesma rede de ensino. Tudo isso é possível devido a diferentes inovações tecnológicas, como inteligência artificial, gráficos de rendimento, entre outros.
A vantagem é que as Suítes Pedagógicas são acessadas em um mesmo ecossistema digital, possibilitando que a gestão escolar tenha mais facilidade para visualizar as informações.
Todas as aplicações, portanto, aparecem em um ambiente integrado, que gera dados essenciais para apoiar a tomada de decisão. A plataforma é referência em inovação e possibilita que as redes de ensino tenham acesso às melhores Edtechs e soluções.
Deu para perceber o quão importante é o relatório de desempenho para o desenvolvimento e formação saudável dos estudantes. Um documento bem elaborado ainda traz mais informações do que o boletim escolar, com anotações que representam muito mais do que as avaliações tradicionais conseguem apresentar.
Pais e alunos buscam entender os métodos e soluções educacionais usados por cada instituição de ensino antes mesmo de fazer a matrícula. Por isso, esse é um assunto que merece a atenção de diretores, coordenadores pedagógicos e professores.
São diversas abordagens e tecnologias que contribuem com uma experiência de aprendizagem completa, e a diversidade de opções pode acabar dificultando a seleção das atividades mais adequadas para cada contexto educacional. Afinal, qual método aplicar na escola? Qual solução educacional pode melhorar a gestão da sua instituição?
Para tirar essas e outras dúvidas sobre o assunto, elaboramos um guia especial sobre métodos e soluções educacionais. Confira e aproveite as dicas!
O que são métodos e soluções educacionais?
Os métodos e soluções educacionais, como o próprio nome diz, são ferramentas, técnicas e metodologias que simplificam o trabalho desempenhado por uma instituição de ensino.
Os métodos educacionais podem se referir a práticas pedagógicas e metodologias de ensino aplicadas pelos educadores que visam assegurar a aprendizagem. Já as soluções educacionais, geralmente, referem-se a ferramentas mais abrangentes para a gestão e para o funcionamento da comunidade escolar como um todo.
Por que contar com métodos e soluções educacionais?
Os métodos e soluções educacionais são importantes por várias razões. Em primeiro lugar, eles permitem que os professores trabalhem com ferramentas e metodologias para o ensino personalizado. Afinal, nem todo aluno é capaz de compreender o conhecimento da mesma forma e, portanto, precisa de uma abordagem diferente.
Os métodos de educação híbrida, por exemplo, garantem que o aluno de uma escola use a tecnologia para construir sua própria jornada de conhecimento e ainda consiga aproveitar o espaço escolar de maneira diferente dos métodos tradicionais.
Para a gestão escolar, uma solução educacional pode fornecer uma capacidade de coleta, armazenamento e interpretação de dados que seria bem mais trabalhosa sem a tecnologia.
Existe um fluxo intenso de informações circulando dentro de uma comunidade escolar que podem não ser tão bem aproveitados sem um sistema de gestão capaz de organizá-lo e gerar relatórios. Médias, frequências, justificativas e problemas dentro do ambiente escolar podem ser reunidos para ajudar os gestores a identificar padrões e superar desafios da escola.
Quais são os métodos e soluções educacionais mais conhecidos?
As instituições de ensino podem integrar à rotina uma série de métodos para otimizar a relação professor-aluno, além de soluções que agilizem processos burocráticos. A seguir, confira alguns dos mais conhecidos métodos e soluções educacionais.
Sistema de gestão educacional
Um aliado para a rotina de qualquer instituição de ensino, desde escolas até as faculdades, o sistema de gestão educacional é um software que unifica e controla os diferentes setores de educação, facilitando o monitoramento do dia a dia acadêmico.
O sistema também melhora os serviços de atendimento aos alunos e reduz as despesas operacionais da instituição, porque uma série de fluxos impressos e manuais são substituídos por funções automáticas.
Os processos de emissão de boletos, agendamentos de aulas, acompanhamento de notas e as demais consultas passam a ser feitas online, por meio do sistema.
Métodos de educação híbrida
A educação híbrida é uma combinação de aprendizado presencial tradicional e aprendizado baseado na internet. Embora esse modelo existisse antes da pandemia da Covid-19, ele se tornou mais popular entre escolas e universidades nos últimos anos.
Usar um modelo de aprendizado híbrido pode ser ótimo para alunos e professores porque forma um meio-termo entre os métodos tradicionais e os métodos online. A educação híbrida propõe usar a tecnologia para manter os alunos interessados, mas, também oferece oportunidades para que eles conversem pessoalmente com professores e colegas.
Veja alguns dos principais exemplos de métodos da educação híbrida.
Rotação da estação
A rotação de estação é um método da educação híbrida que consiste na criação de diferentes atividades presenciais e online. Os alunos são divididos em grupos que giram em torno dessas diferentes “estações”.
Enquanto uma parte da turma se dedica às atividades presenciais, a outra está realizando atividades online. Após um período determinado pelo professor, os grupos trocam de estações.
Sala de aula invertida
Também conhecido como flipped classroom, a sala de aula invertida é um dos métodos educacionais mais vitais que estão em uso atualmente. Ao contrário das formas tradicionais, os alunos estudam novos materiais ou conteúdos sozinhos em casa e comparecem à sala de aula para realizar atividades e tirar dúvidas.
Os alunos praticam esse método em casa assistindo a um vídeo tutorial, pesquisando online ou trabalhando em conteúdos compartilhados pelo professor. O método é o inverso do que fornece o conteúdo na escola e pede que os alunos pratiquem em casa.
À la carte
O modelo à la carte consiste em propor atividades, aulas e experiências de aprendizagem 100% no ambiente virtual. A instituição de ensino pode oferecer cursos e atividades sobre diversos assuntos para que o próprio aluno opte pelos temas que mais deseja estudar.
Gamificação
A aprendizagem baseada em jogos, também conhecida como gamificação, é uma ótima maneira de envolver os alunos, principalmente os do ensino fundamental e médio. A definição de gamificação é uma estratégia que implementa elementos semelhantes a games em atividades não relacionadas a jogos para aumentar a motivação.
Como as crianças costumam ser muito interessadas em videogame, este pode ser um ótimo lugar para começar a investir em inovadores métodos educacionais. A gamificação pode ser aplicada tanto na aprendizagem de habilidades básicas quanto em projetos mais disruptivos, como o ensino tecnológico.
No entanto, vale ressaltar que a gamificação não deve necessariamente ser usada em todos os contextos. Às vezes, as aulas exigem discussões mais sérias. Além disso, muito aprendizado baseado em jogos, provavelmente, removerá um pouco da diversão e aumentará a motivação que as crianças sentem.
Como escolher e implementar os métodos e soluções na escola?
Um método ou uma solução educacional pode funcionar para um contexto escolar e não para outro. A decisão deve considerar:
os objetivos de aprendizagem;
adequação aos conteúdos de cada matéria;
as características de cada turma;
habilidades e conhecimento dos professores sobre os métodos educacionais.
Os gestores, coordenadores pedagógicos e professores devem estudar suas respectivas realidades e planejar suas atividades conforme as especificidades de cada contexto.
Independentemente dos métodos e soluções educacionais adotados na sua escola, a coisa mais importante a fazer como educador ou gestor é ler a comunidade escolar e adaptar o estilo de ensino da instituição aos alunos e às maneiras como eles aprendem melhor.
Os projetos tecnológicos educacionais são excelentes recursos para aprimorar o modelo tradicional de organização da sala de aula. Tais iniciativas se baseiam no uso de metodologias ativas e ferramentas digitais na prática pedagógica.
Sem contar que a tecnologia traz diversos benefícios para o processo de ensino e aprendizagem. As aulas e atividades se tornam mais dinâmicas, o engajamento e a motivação aumentam, e os alunos têm a oportunidade de se tornarem verdadeiros construtores do próprio conhecimento.
No entanto, para desenvolver um bom projeto de tecnologia educacional, é preciso planejamento e buscar pelo apoio de parceiros externos. Acompanhe a seguir e confira mais sobre o assunto!
O que são projetos tecnológicos educacionais?
Com a transformação digital, a realidade dentro das instituições de ensino se transformou de forma significativa nos últimos anos. A atual geração de estudantes exige novas abordagens e métodos de ensino, que favoreçam o desenvolvimento de habilidades e competências.
Justamente por conta disso, hoje, existem diversas iniciativas de projetos tecnológicos educacionais que visam o aperfeiçoamento e inovação das práticas pedagógicas. Os projetos contam com plataformas, aplicativos, entre outras ferramentas, elaboradas especialmente para atender às demandas dos alunos.
O principal intuito do recurso é criar planos de ação para estruturar a proposta de educação das instituições. A característica é que as atividades e aulas se apoiam na tecnologia, ampliando o acesso à informação e estimulando a troca de experiências e novas formas de interação.
Qual é a importância dos projetos tecnológicos educacionais?
Diversos setores da sociedade, do governo e da economia, são impactados continuamente pela transformação digital, e isso não poderia ser diferente com a educação. Além de que, a atual geração de estudantes já nasceram envoltos de dispositivos tecnológicos, ou seja, realmente é algo que faz parte da sua realidade.
Os projetos tecnológicos educacionais, portanto, são iniciativas capazes de potencializar a aprendizagem e melhorar como um todo o desempenho escolar. Sem contar que os alunos se sentem mais atraídos pelos estudos, já que as ferramentas adotadas são interativas e possibilitam maior autonomia e protagonismo.
No dia a dia da prática pedagógica, os professores têm mais facilidade para planejar as aulas e direcionar a dinâmica em sala de aula. Isso porque os projetos tecnológicos são personalizados conforme as necessidades de cada instituição e de seus discentes.
Como eles podem ser um diferencial nas escolas?
Muitos gestores não sabem, mas é possível utilizar os projetos tecnológicos como diferencial competitivo nas escolas, aumentando as chances de atrair e fidelizar novos estudantes. A tecnologia surge como aliada em todos os momentos, tanto no planejamento das atividades pedagógicas quanto nas práticas de gestão.
Ao investir em projetos do tipo, inclusive, o ambiente de aprendizagem também ganha a participação mais ativa dos familiares dos alunos. De forma simples e prática, os pais e responsáveis podem acompanhar o desempenho dos pequenos, com informações detalhadas sobre seus resultados.
Sem dúvidas, as iniciativas inovadoras envolvem os discentes e criam condições para a produção de conhecimento. Por isso, a indicação é que as novas tecnologias sejam incorporadas gradualmente na rotina escolar, a partir de metodologias e abordagens que favoreçam a diferenciação da instituição.
Como fazer um projeto tecnológico educacional?
Atualmente, existem diversas ferramentas digitais, plataformas, sistemas, entre outros recursos, que favorecem a aprendizagem das temáticas específicas relacionadas aos conteúdos curriculares. No entanto, para elaborar um projeto tecnológico educacional, é necessário mais do que equipamentos modernos.
Antes de tudo, os professores devem estar atentos às diretrizes da Base Nacional Comum Curricular (BNCC) e seguir suas regras para o planejamento das aulas e atividades. Segundo a BNCC, os alunos devem usar os dispositivos de forma crítica, significativa, reflexiva e ética.
Veja, a seguir, algumas dicas práticas para elaborar adequadamente um projeto tecnológico educacional na instituição de ensino!
Fazer um primeiro diagnóstico sobre o que é esperado do projeto
O primeiro passo é realizar um diagnóstico sobre os resultados esperados do projeto. Levantar as expectativas, necessidades e perspectivas da comunidade escolar também é importante, já que essas informações vão servir para planejar todas as próximas ações.
Conhecer profundamente as demandas dos alunos e professores
Também é essencial conhecer as demandas do principal público que será afetado pela implementação do projeto tecnológico, ou seja, alunos e professores. Essa é uma oportunidade para desenvolver um projeto mais personalizado e com maior garantia de sucesso.
Observar os ambientes da escola
A escola conta com a infraestrutura necessária para receber os projetos tecnológicos mais modernos ou existe limitação quanto ao uso e disponibilidade dos dispositivos? É muito importante avaliar esse ponto para entender a viabilidade de recursos e funcionalidades dos diferentes ambientes da instituição.
Como implementar esse projeto?
O primeiro passo para implementar novas tecnologias é pesquisar bastante para avaliar as vantagens e desafios de um ambiente de aprendizagem digital. A partir disso, fica mais simples levantar quais são as possíveis tecnologias que podem ser adotadas, de acordo com as necessidades dos educandos.
Em geral, os projetos tecnológicos voltados para a educação apresentam abordagens diferenciadas do ensino tradicional. A ideia é expandir os horizontes dos alunos e levá-los a vivenciar experiências mais significativas no cotidiano, unindo, por exemplo, atividades ao ar livre com tecnologia.
Para implementar a iniciativa com sucesso, é fundamental contar com uma empresa parceira de tecnologia para tornar as ações ainda mais eficientes. No entanto, escolher uma solução é uma decisão estratégica. É preciso que exista um alinhamento de propósitos e compromisso na construção do projeto.
Da mesma forma, é essencial qualificar e promover treinamentos para os professores utilizarem as ferramentas adequadamente. Uma equipe de docentes capacitada sobre o uso da tecnologia faz toda a diferença, já que eles têm maiores possibilidades de usufruir de todo o potencial dos recursos digitais disponibilizados.
Os projetos tecnológicos educacionais são importantes instrumentos para levar inovação e modernidade à sala de aula. Os maiores beneficiados, sem dúvidas, são os estudantes, que podem contar com o suporte de metodologias e práticas significativas, reflexivas e mais proveitosas para a sua formação.
Fazer a escolha entre os diferentes tipos de metodologia de ensino é, talvez, um dos principais desafios da gestão escolar. Isso porque nem sempre um método específico pode funcionar bem para todos os estudantes, que podem ter melhores desempenhos com outras abordagens.
Cada escola utiliza um processo distinto para atingir os objetivos propostos de aprendizagem. Diversos tipos de recursos e ferramentas podem ser adotados, desde os mais tradicionais até os considerados mais inovadores, como a tecnologia em sala de aula.
Preparamos um guia completo para você entender o que é metodologia de ensino e o que deve ser considerado pela instituição antes de tomar uma decisão. Confira!
O que é metodologia de ensino?
A metodologia de ensino representa a maneira como o conhecimento é produzido em sala de aula. Ela está presente nas estratégias, práticas pedagógicas e ferramentas utilizadas pelos educadores durante o processo de ensino e aprendizagem.
Atualmente, existem inúmeras metodologias ativas que adotam a tecnologia como principal aliada. No entanto, antes de implementar um formato para as aulas, é necessário compreender a fundo qual é a realidade do ambiente escolar e, ainda, quais são as demandas apresentadas pelos estudantes.
Isso porque um dos propósitos da metodologia de ensino é contemplar o máximo de alunos possível. Por isso mesmo, ela é considerada a base da criação dos currículos programáticos, oferecendo uma orientação adequada para a elaboração dos planos de aula.
Ou seja, a metodologia é, justamente, o caminho pelo qual os profissionais da educação atingem os objetivos para cada nível de ensino. É a partir dos métodos que as aulas podem se tornar mais dinâmicas, interativas, inovadoras e atraentes para os alunos.
Nos dias de hoje, boa parte das instituições brasileiras adota abordagens que entregam experiências de aprendizado completas. Temos, por exemplo, o método de ensino conteudista, construtivista, freiriano, montessoriano, waldorfiano, sociointeracionista, entre outros.
É importante ter em mente que a implementação de uma única metodologia em sala de aula nem sempre será suficiente para trabalhar com a diversidade de estudantes. Assim, o educador deve entender a realidade da turma e planejar suas atividades de acordo com as especificidades apresentadas pelos discentes.
Basicamente, é necessário identificar as particularidades cognitivas e comportamentais dos educandos, bem como a natureza do conteúdo de cada disciplina. A escolha do melhor método, portanto, depende dos objetivos de aprendizagem e da adequação do currículo pedagógico.
Qual é a importância de escolher o melhor método de ensino?
Na educação, conhecer as diferentes metodologias de ensino é uma tarefa fundamental para direcionar as ações e estratégias de construção do conhecimento. Até porque o papel do método é integrar técnicas para serem aplicadas em sala de aula.
Ao longo dos anos, novos modelos pedagógicos surgiram de acordo com as necessidades e expectativas dos alunos e de seus familiares. Assim que uma escola adota uma metodologia, portanto, ela está se posicionando quanto aos valores, missão e objetivos que deseja repassar para os discentes.
Com isso, os estudantes são educados seguindo tais princípios, sendo sempre motivados pelo que a gestão escolar acredita ser o melhor para o seu desenvolvimento pessoal e profissional. A metodologia escolhida ainda guia os professores, indicando novas ferramentas e maneiras de repassar os conteúdos.
Optar por um modelo inovador é um ponto fundamental, porque também é uma maneira de a instituição captar e reter mais alunos. Antes de dar preferência por um formato, no entanto, é preciso refletir sobre algumas questões, como:
quais são os objetivos de aprendizagem;
qual é o melhor caminho para trabalhar os conteúdos curriculares;
como os educadores da instituição de ensino mediam a construção do conhecimento em sala de aula;
de que forma os professores podem instigar os alunos e dar oportunidades para que aprendam de forma significativa;
como os estudantes se sentem para falar, perguntar, propor hipóteses, experimentar e criar durante as atividades pedagógicas.
A escolha de uma metodologia de ensino adequada à realidade dos discentes é, talvez, um dos grandes desafios que a gestão vivencia. Ela precisa ter a certeza de que o modelo atende às demandas e necessidades dos estudantes, já que são justamente eles os contemplados e afetados por essa decisão.
Nesse momento, vale a pena contar com diferentes estratégias e realizar dinâmicas com os profissionais de educação para compreender alguns pontos essenciais da rotina escolar. Um dos segredos, inclusive, é trabalhar de maneira a conciliar diferentes abordagens, adotando as que mais se alinham à cada contexto.
Como escolher uma metodologia de ensino?
Uma das soluções para aumentar a motivação e engajamento em sala de aula é, justamente, dar preferência a uma metodologia de ensino que seja atrativa e capaz de desenvolver uma aprendizagem ativa no cotidiano. Desse modo, a opção empregada pela escola faz toda a diferença no planejamento pedagógico.
É a decisão que vai nortear as escolhas dos gestores e dos professores para o ano letivo. No entanto, é fundamental conhecer as características e propósitos de cada metodologia, já que a escolha deve impactar todo o trabalho e atuação dos educadores.
A abordagem tradicional ainda é a mais adotada, mas, existem muitos outros modelos também praticados no Brasil, como citamos anteriormente. A seguir, conheça as particularidades das metodologias presentes no país!
Tradicional
A metodologia tradicional conta com aulas padronizadas e maneiras de ensinar muito similares entre as diferentes disciplinas. Nela, o educador explica os conteúdos, permitindo que os alunos façam questionamentos, levantem dúvidas e ampliem a compreensão a partir de atividades de fixação.
Dentro da sala de aula, o professor representa o protagonismo, sendo o detentor do conhecimento e autoridade máxima para a turma. A interação, portanto, é focada no modelo em que uma das partes ensina e a outra aprende, com aulas e materiais prontos previamente.
O objetivo da metodologia tradicional é que os discentes estudem para adquirir conhecimentos técnicos e alcançar boas notas. Boa parte dos alunos é incentivada a atingir as notas mais altas, justamente para ter melhores resultados em processos seletivos de acesso ao ensino superior.
Construtivista
Já o método construtivista defende que o estudante deve ser o protagonista em seu processo de aprendizagem. O professor, nesse contexto, é responsável por mediar e facilitar essa trajetória, oferecendo o suporte necessário para que o educando aprenda por conta própria.
A metodologia construtivista surgiu por meio de estudos do psicólogo suíço Jean Piaget. O pesquisador acreditava que a construção do conhecimento é feita por meio de interações entre o meio e os indivíduos. Em escolas construtivistas, por exemplo, o principal intuito é fazer com que os discentes aprendam praticando.
As salas de aulas são reduzidas, já que os professores têm mais facilidade para acompanhar cada estudante, promovendo a personalização do ensino. Por ser um mediador, o educador elabora situações que estimulam a troca de experiência, o raciocínio lógico e o pensamento crítico.
Método Freiriano
O método Freiriano é inspirado no trabalho de Paulo Freire, que criou uma metodologia própria nos anos 1960 para a rápida alfabetização de alunos das mais diferentes idades. Nesse modelo, são priorizadas as características socioculturais e a maneira como os estudantes compreendem os fatos.
Assim, as instituições de ensino que adotam esse tipo de pedagogia costumam considerar os aspectos sociais, humanos e culturais de cada discente para ensinar. O professor atua como facilitador da aprendizagem, ajudando os discentes a criarem confiança e atingirem a própria libertação.
Segundo esse método, existem três fases do processo de desenvolvimento do pensamento crítico: investigação temática, tematização e problematização. Justamente por conta de suas particularidades, a metodologia do educador Paulo Freire não costuma aplicar provas e exames em sala de aula.
Método Montessori
Esse método foi idealizado por Maria Montessori em 1907, tendo como principal objetivo ensinar a partir de estímulos. Nas escolas montessorianas, o professor adota uma postura de observador, monitorando e verificando a evolução das crianças e dos adolescentes no aprendizado.
Na metodologia em questão, o currículo tem uma abordagem multidisciplinar, unindo diferentes disciplinas para alcançar e motivar os alunos. Os princípios que caracterizam o modelo é educar para a paz, educar pela ciência e proporcionar uma educação cósmica, que pauta o respeito pelas pessoas e pela natureza.
O diferencial do método Montessori é a autoeducação, que valoriza o ritmo de cada estudante e entende que alguns conseguem avançar mais rápido do que outros. Os materiais pedagógicos adotados em sala, por exemplo, criam ambientes interativos e intuitivos, permitindo uma construção mais significativa do conhecimento.
Método Waldorf
Baseado na filosofia de Rudolf Steiner, o método Waldorf tem o propósito de promover aulas que estimulam tanto o pensar quanto o sentir. A ideia é que os alunos sejam preparados para os desafios da vida adulta, desenvolvendo clareza de raciocínio, iniciativa, equilíbrio emocional e capacidade crítica.
Ao contrário de outras metodologias, o ensino é dividido em ciclos de aprendizagem, de acordo com cada faixa etária. Os educadores, na elaboração do plano de aula, consideram que cada educando é diferente, por isso, dão preferência a uma diversidade de abordagens.
Em instituições que utilizam o método Waldorf, é comum encontrar discentes participando de aulas de dança, culinária, música e teatro, por exemplo. Até porque o principal intuito é ensinar a lidar com o que é distinto e a respeitar a diversidade por meio desse tipo de atividade.
Sociointeracionista
A metodologia sociointeracionista é considerada uma vertente do ensino tradicional. Nesse formato, os estudantes são incentivados por meio de práticas pedagógicas em equipe que trabalham uma série de habilidades socioemocionais e comportamentais importantes para o seu crescimento.
Por isso, os alunos são motivados a inovar, liderar projetos, criar soluções e aprender a lidar com pessoas. Com isso, eles têm a oportunidade de desenvolver algumas competências essenciais, como a proatividade, o pensamento crítico, a colaboração, a criatividade e a perseverança.
Proposta por Lev Vygotsky, a metodologia sociointeracionista entende que os seres humanos utilizam da cultura, da linguagem e do meio em que vivem, para criar uma rede de conhecimento sólida. Nesse caso, o professor se torna mediador, concede autonomia e engaja a turma para participar ativamente da aprendizagem.
Como deve funcionar nas escolas?
Na rotina pedagógica, a metodologia de ensino é responsável por orientar a didática dos educadores, sendo fundamental para apoiar a formação educativa. Por isso mesmo, sua seleção demanda uma postura estratégica por parte dos professores e da instituição escolar para gerar bons resultados.
O sucesso de alguns modelos se deve muito ao protagonismo do estudante, que é o indivíduo mais ativo de todo o processo. Mesmo assim, é essencial contar com um corpo docente qualificado e aberto para inovar com propostas diferenciadas e diversificadas.
Mesmo que existam inúmeras alternativas de metodologias, é necessário que a gestão escolar seja criteriosa na escolha para conduzir as atividades. Até porque a decisão vai refletir no desempenho dos estudantes e também na satisfação dos pais e responsáveis.
As metodologias ativas, por exemplo, transformam completamente a relação dos educadores com os alunos. Com isso, os educandos passam a ser protagonistas, abrindo espaço para a interação e a participação cada vez mais significativa dos discentes na construção do conhecimento.
Existem diversas maneiras de implementar os modelos de ensino na escola. A aprendizagem baseada em projetos, a sala de aula invertida, a gamificação e o ensino híbrido são algumas das metodologias inovadoras que têm como base a colaboração, a criatividade, o engajamento e o uso de recursos tecnológicos.
O método STEAM também é uma abordagem que propõe trabalhar conceitos de forma interdisciplinar, fazendo com que o aluno entenda a importância dos conteúdos que estão sendo repassados em sala de aula.
É importante ter em mente que não existe uma metodologia de ensino melhor ou mais eficiente. Na realidade, existem algumas que são mais adequadas a propostas específicas, de acordo com as necessidades de cada instituição. Por isso, a escolha deve ser coerente e alinhada aos valores e objetivos da escola.
O que considerar para a escolha?
Existem diversos fatores que devem ser considerados antes de escolher a metodologia ideal para a instituição de ensino. É necessário, por exemplo, que as diretrizes da escola estejam em conformidade com os propósitos e práticas do modelo adotado.
Também é interessante entender como o método pode incorporar novos conhecimentos de forma ativa, compreensiva e construtiva. Ou seja, é fundamental conhecer todas as possibilidades que as ações pedagógicas podem oferecer para o ambiente de aprendizagem.
Com um projeto e programa diferenciado, o espaço educativo pode se tornar ainda mais completo e preparado para o bom desenvolvimento dos alunos. Veja, a seguir, alguns fatores a serem considerados antes de tomar a decisão pelo tipo de metodologia mais adequada à instituição.
Necessidades de aprendizagem dos estudantes
O primeiro ponto que a gestão escolar deve avaliar é se o modelo de ensino pretendido consegue atender às necessidades de aprendizagem. Mesmo que cada estudante tenha suas particularidades e aprenda de determinada maneira, existem práticas pedagógicas que podem ser mais eficientes.
Formação de pensamento crítico
Outro fator a ser considerado é verificar se o método de ensino contribui com a formação de pensamento crítico dos discentes. Ter um olhar crítico sobre a realidade pode auxiliar inteiramente na formação do aluno, que terá mais facilidade para resolver problemas e refletir sobre os conteúdos apresentados.
Protagonismo no ensino
A escolha da metodologia de ensino também influencia o protagonismo dos estudantes em sala de aula e na realização das atividades pedagógicas. O ideal é que o modelo adotado permita que os educandos se envolvam e aprendam de maneira mais criativa e significativa.
Desenvolvimento de habilidades e competências
O modelo implementado pela escola possibilita o desenvolvimento de habilidades e competências importantes para o avanço das crianças e adolescentes? Essa é uma pergunta muito importante para ser feita, afinal, a partir desse incentivo, os alunos têm a chance de adquirir conhecimentos que serão bastante úteis para a vida adulta.
Como a tecnologia pode ser uma aliada nos métodos de ensino?
Nos dias de hoje, é cada vez mais comum encontrar metodologias de ensino que propõem o uso da tecnologia na dinâmica de aprendizagem. O professor, nesse caso, transforma-se em mediador e facilitador da construção do saber. Já os estudantes têm a possibilidade de se tornarem sujeitos ativos desse processo.
Ao utilizar ferramentas e recursos que aperfeiçoam as atividades pedagógicas, as aulas são mais motivadoras e atrativas. Com isso, a tecnologia enriquece o ambiente educacional, propiciando a construção de conhecimentos por meio de uma atuação ativa, crítica e criativa por parte de educadores e alunos.
A implementação dos recursos digitais em sala de aula só tem sentido se contribuir com a melhoria da qualidade de ensino. De qualquer maneira, a tecnologia proporciona aos estudantes uma experiência única, que oferece vantagens e desafios.
Confira como a tecnologia pode ser uma verdadeira aliada da metodologia de ensino adotada na instituição!
Personalização da educação
A tecnologia possibilita uma interação mais personalizada com cada estudante. Algumas ferramentas, por exemplo, fornecem dados valiosos para os professores desenvolverem estratégias mais adequadas para cada turma e aluno, encontrando meios para amenizar dificuldades e desmotivação.
Existem aplicativos, inclusive, que demonstram de maneira coletiva ou individual quais os conteúdos que precisam ser revistos. Com isso, fica mais simples entender quando é necessário avançar e redobrar a explicação de determinadas disciplinas e temas.
Aumento do interesse dos alunos
A atual geração de estudantes é de nativos digitais, o que significa que eles apresentam grande facilidade com dispositivos e recursos tecnológicos. Ao contar com ferramentas inovadoras em sala de aula, os discentes apresentam maior interesse pelos assuntos curriculares.
Sem dúvidas, os estudantes conseguem aprender com mais rapidez e eficiência, ao contar com práticas pedagógicas diferenciadas e modernas na rotina. As atividades, por exemplo, promovem o aumento da participação e a troca de experiências, permitindo que a turma construa o próprio conhecimento.
Inovação na aprendizagem
A notável inovação no processo de aprendizagem impulsiona a construção do saber e torna os alunos mais engajados para aprender. Com o uso de telas interativas, instrumentos de realidade virtual, ambientes virtuais, bibliotecas online, entre outras ferramentas, o ensino fica lúdico e altamente motivador.
Assim, a discussão dos temas apresentados nas aulas se torna possível, incentivando a troca de informações e o aumento da interação entre os colegas. Tudo isso também é altamente benéfico para os professores, que podem planejar aulas mais cativantes e atrativas para cada faixa etária.
Melhora do desempenho escolar
A tecnologia ainda permite mapear possíveis dificuldades dos discentes em relação ao cronograma pedagógico. Assim, fica mais simples tomar medidas em áreas específicas do aprendizado para melhorar o desempenho escolar.
A partir de um equipamento de realidade virtual, por exemplo, o professor pode repassar os assuntos de uma matéria de maneira mais interessante. Ao mesmo tempo em que os alunos se sentem mais motivados pelos conteúdos, eles também podem melhorar a compreensão sobre o que está sendo transmitido.
Estimula o autodidatismo
As instituições de ensino ainda podem utilizar a tecnologia como uma significativa fonte de informação e conhecimento, permitindo que os estudantes busquem tirar dúvidas sozinhos. Isso estimula o autodidatismo e a autonomia, que são habilidades bastante valorizadas nos dias atuais.
Para potencializar ainda mais, os educadores podem selecionar alguns canais de vídeo ou perfis para que os discentes aprofundem constantemente os conteúdos propostos. Assim, eles saberão exatamente onde encontrar as informações necessárias para resolver as atividades e exercícios.
Redução da evasão escolar
Por meio de uma metodologia ativa de ensino, conteúdos envolventes e salas de aula atrativas, por exemplo, a tendência é que a evasão escolar caia de maneira significativa. Dificilmente, as crianças e adolescentes apresentarão desinteresse, já que a tecnologia na prática pedagógica é altamente motivante.
Nesse sentido, a tecnologia passa a ser uma grande facilitadora, sobretudo para os educadores. Com o suporte de dispositivos e instrumentos inovadores, é possível superar barreiras e estimular a turma a compartilhar diariamente os conhecimentos adquiridos.
Escolher a metodologia de ensino ideal é o primeiro passo para proporcionar um ambiente ainda mais atrativo aos estudantes. Mesmo diante das inúmeras linhas pedagógicas, a gestão escolar deve refletir sobre qual o modelo que melhor se adequa ao contexto e necessidades de seus alunos, para ter melhores resultados.
O mercado educacional está cada vez mais inovador e tecnológico. Acompanhando as mudanças que ocorrem no mundo de forma exponencial, surgiram diversas aplicações de apoio à aprendizagem ou à gestão. Diante de tantas novidades, como escolher a melhor solução educacional para a sua escola?
A Associação Brasileira de Startups (Abstartups) e o Centro de Inovação para a Educação Brasileira (CIEB) realizaram um mapeamento sobre as edtechs brasileiras, em 2020, e identificaram que haviam 566 empresas com foco em desenvolver tecnologias para a educação no Brasil. Possivelmente, de lá para cá, já surgiram outras.
Com tantas opções no mercado educacional, é importante saber escolher uma ou mais de uma solução que seja adequada à realidade e o momento que sua instituição vive. Um ponto de partida é verificar qual a maior necessidade da sua escola: a melhora no sistema pedagógico, com ferramentas que auxiliem na jornada de construção do conhecimento; o aumento da agilidade da gestão; ou ambas as situações.
Após essa primeira análise, é preciso verificar se a infraestrutura atual da sua escola está adequada ou se é necessária alguma melhoria. Além de disso, para escolher a melhor solução educacional para a sua escola é importante analisar alguns outros itens:
Facilidade e aumento da produtividade
Ao integrar uma nova solução à instituição, é importante que ela facilite o cotidiano dos educadores e demais colaboradores. Com o apoio de uma ferramenta tecnológica, por exemplo, os processos se tornam menos morosos, otimizando o tempo da sua equipe. Essa facilidade favorece a eficiência operacional, que gera maior rentabilidade, ao mesmo tempo em que os custos são reduzidos.
Além disso, para que apoie efetivamente a gestão, é preciso que ofereça uma visão gerencial consistente, por meio da integração de dados, por exemplo. Isso contribui para a tomada de decisão assertiva.
Gamificação
Um ponto a ser analisado, caso o desafio da sua escola esteja vinculado à transformação pedagógica, é a gamificação. Ela tem o poder de motivar os estudantes, independente da idade deles. Isso porque, envolve as crianças e jovens em desafios que aumentam o engajamento, com atividades que ao serem concluídas garantem pontos e fazem com que os alunos subam no ranking. Dessa maneira, eles são incentivados a solucionar as questões impostas de forma rápida e assertiva.
Essa metodologia mais lúdica auxilia na assimilação do conteúdo, tornando a jornada de aprendizagem divertida. Além disso, a gamificação faz com que os alunos participem mais e de forma ativa das aulas, para assim, se tornarem protagonistas do próprio aprendizado.
Apoio aos professores
É importante que a solução apoie os educadores a se tornarem mediadores do conhecimento, oferecendo recursos que se integrem ao plano de aula, para aprimorar a jornada de ensino. Além disso, é preciso que seja fácil de utilizar, para realmente potencializar o trabalho do professor, ao invés de dificultá-lo.
Por isso, soluções que contam com plano de uso, formação e acompanhamento aos educadores tendem a ser grandes aliadas para o sucesso da sua instituição. Bem como, ferramentas que ofereçam dados em relação à utilização e performance dos alunos, pois, contribuem para que o professor identifique as necessidades da turma e reforce os conteúdos que os estudantes têm mais dificuldade.
Competências e habilidades essenciais
As soluções educacionais proporcionam aos alunos, muitas vezes, o desenvolvimento de novas habilidades e competências. Como já mencionamos, é possível encontrar aplicações que levem a gamificação para a sua escola e, por meio dela, os alunos podem desenvolver a socialização, a comunicação, a resiliência e o trabalho em equipe, por exemplo.
Hoje, vivemos em uma sociedade que as soft skills, ou seja, as habilidades comportamentais são cada vez mais exigidas. Por isso, levar soluções que as desenvolvam é importante tanto para os seus alunos, quanto para à sua instituição perante o mercado educacional.
As soluções educacionais são grandes parceiras durante a jornada de aprendizagem, tanto para alunos, quanto para os educadores. Elas podem ser utilizadas em diversas disciplinas, das mais básicas, como Língua Portuguesa e Matemática, até as alinhadas com as demandas do século XXI, como programação e robótica.
É fato que levá-las para dentro das instituições de ensino é um grande diferencial, que impacta positivamente a comunidade escolar, podendo ser aplicadas à alunos de todas as idades, da educação infantil até o ensino médio.
As soluções, além de agregarem valor de mercado para a instituição, transformam o aprendizado dos estudantes, ao oportunizar um ensino mais interativo, dinâmico e divertido. Além disso, reforçam o protagonismo do aluno, para que participem ativamente da jornada de construção do conhecimento.
Para que o impacto seja ainda maior, ter soluções educacionais que se complementam pode ser um caminho assertivo para o sucesso da sua escola, já que o mercado educacional tem à sua disposição diversas ferramentas de apoio à aprendizagem, em áreas distintas da educação.
Benefícios para a sua escola em adquirir soluções educacionais que se complementam
O fato de a escola possuir solução educacional para apoio à aprendizagem já é uma grande vantagem. Quando várias ferramentas são adotadas pela instituição, é importante que elas façam sentido juntas e que se completem. Assim o ensino passa a ser enriquecedor para os alunos e, ao mesmo tempo, facilita o dia a dia dos educadores. Acompanhe algumas das vantagens em ter ferramentas educacionais que se complementam:
1 Aprendizado enriquecedor
Por vezes, é possível que seus alunos precisem de apoio em várias áreas do conhecimento. Para sanar esse desafio, existem inúmeras edtechs, por exemplo, cada uma focada em trabalhar determinado conteúdo. Quando os estudantes têm acesso às ferramentas que os apoiam em diferentes desafios do aprendizado, tendem a ter um ensino mais rico, engajador e alcançam um melhor desempenho.
Além disso, ter disponíveis ferramentas diversas proporciona a autonomia dos estudantes, fornecendo conteúdos que façam com que trilhem seu caminho de aprendizado, no seu ritmo, para que alcancem o sucesso desejado.
2 Otimização de recursos
Integrar várias soluções à escola, além de garantir um aprendizado mais engajador aos estudantes, também pode auxiliar na gestão escolar, na comunicação com as famílias, na avaliação do desempenho dos alunos e professores e no planejamento anual. Portanto, as ferramentas educacionais podem impactar toda a comunidade escolas: alunos, pais, professores e gestores.
3 Apoio aos professores
Quando os professores têm à disposição mais de uma solução educacional podem avaliar qual a melhor a ser aplicada em determinado conteúdo. Dessa forma, conseguem elaborar planos de aula completos, já que elas oferecem recursos para que as atividades sejam mais dinâmicas e engajadoras, com metodologias ativas de ensino, por exemplo.
Além disso, os educadores podem acompanhar a performance dos alunos em cada uma das soluções, identificando as maiores dificuldades, para que seja reforçado e melhorado o que é necessário.
4 Aumento da retenção e a atração de novos
O fato da sua escola ter diversas soluções que se complementam em apoio à aprendizagem faz com que seus alunos sintam que o conhecimento que estão construindo é completo e enriquecedor. Isso acaba por gerar maior retenção das matrículas, já que veem e vivenciam o valor da sua instituição em suas vidas.
Além disso, uma escola referência atrai novos estudantes com as provas sociais que são geradas pelas crianças e jovens que já fazem parte da escola.
Integre soluções na sua escola
Como você viu, ter soluções educacionais que se complementam é benéfico para as escolas. Mas, conseguir identificar quais são as mais adequadas para a sua instituição, acessá-las de forma individual ou ter vínculo com diversos contratos podem ser um dificultador.
Atualmente, já existe no mercado uma solução que integra, em uma única plataforma, as melhores soluções do mercado educacional nacional e internacional, com acesso por login e senha únicos e apenas um contrato: a Suítes Pedagógicas.
No início da pandemia da Covid-19, o Ministério da Educação (MEC), autorizou a substituição das atividades presenciais pelo modelo remoto, da educação básica ao ensino superior.
Desde sua implementação, o formato a distância agravou significativamente o déficit educacional no Brasil. Isso porque estudantes de diferentes idades e regiões apresentaram dificuldades e desafios após a suspensão das aulas presenciais.
Acompanhe a seguir e entenda quais são os impactos que o déficit educacional, pós-pandemia, gerou e como as instituições podem se recuperar da defasagem!
Como foram as aulas durante a pandemia?
A educação foi, sem dúvidas, um dos segmentos mais impactados pela pandemia de 2020. Na ocasião, escolas e faculdades adotaram diferentes métodos de ensino, infraestruturas e tecnologias com o objetivo de dar continuidade de parte do processo de aprendizagem dos estudantes.
Nesse período, milhares de alunos foram afetados pelo fechamento das instituições e pela rápida implementação do ensino remoto. Mesmo que a tecnologia tenha permitido que muitas redes continuassem funcionando, isso não ocorreu de forma homogênea.
Muitos estudantes, por exemplo, não conseguiram ter acesso ao nível de qualidade que costumavam ter no modelo presencial. Esse processo desencadeou, em muitas regiões, perdas significativas, como aumento da evasão escolar e maior inadimplência.
Além de tudo, muitas escolas, sobretudo as públicas, não tiveram condições para manter o calendário letivo original de anos anteriores. Todos esses fatores são indícios de como o período da pandemia foi desafiador para o setor educacional brasileiro.
Como a pandemia afetou o aprendizado dos alunos?
Tanto a gestão educativa quanto os alunos vivenciaram dificuldades contínuas para fortalecer os laços, ainda que a distância. Sem dúvidas, o processo de aprendizagem foi consideravelmente afetado nesse momento devido à desigualdade de acesso e ao isolamento social.
Muitos estudantes, por exemplo, não tinham conexão com a internet e muito menos equipamentos adequados para a condução dos estudos. A falta de suporte e da dinâmica presencial com os professores e colegas, igualmente, foi um forte motivo para muitos discentes abandonarem as atividades escolares.
A ausência do convívio no ambiente de ensino afetou de maneira particular as crianças e os adolescentes. Isso porque o isolamento social anda no sentido oposto de um equilibrado desenvolvimento socioemocional e cognitivo. A falta de adaptação a esse modelo, portanto, contribui para o déficit educacional.
A infrequência nas aulas também foi recorrente. Muitos estudantes não tinham acesso às aulas síncronas e, por isso, ficaram em desvantagem em relação aos alunos que tinham mais condições de acompanhar as atividades.
Por fim, justamente após a pandemia, os professores perceberam um aumento na ansiedade e na indisciplina.
Embora com diversos problemas, o período de reclusão ensinou que existem inúmeras maneiras de alcançar os discentes. O aumento no tempo da duração das aulas, o uso de diferentes dinâmicas pedagógicas e de recursos tecnológicos são ótimos exemplos de ferramentas que podem auxiliar a reverter a situação de defasagem na educação.
Como está o rendimento educacional do Brasil?
A combinação dos efeitos causados pela pandemia afetou diretamente o desempenho socioemocional dos estudantes. De acordo com boletim publicado pela Secretaria de Política Econômica (SPE), o efeito do déficit educacional causa consequências na produtividade e pode, inclusive, acentuar a desigualdade social.
O documento ainda prevê um hiato de três anos na educação de uma grande parcela da população na idade escolar. O efeito da pandemia pode deixar consequências por até 15 anos, período necessário para boa parte dos atuais estudantes ingressarem no mercado de trabalho.
Veja, a seguir, mais detalhes de como está a situação do rendimento educacional brasileiro pós-pandemia!
Rendimento
O desempenho escolar como um todo teve queda, apresentando um dos piores índices na aprendizagem desde 2019. Esses dados, levantados pela Secretaria Estadual de Educação de São Paulo (Seduc-SP), exaltam que as dificuldades podem ser observadas entre crianças de todo o país, tanto no ensino público quanto privado.
Engajamento dos alunos
Mesmo que muitos alunos tenham facilidade para aprender os conteúdos da grade curricular, hoje, muitos discentes sentem desmotivação e desinteresse em fazer as atividades propostas em sala. A pandemia acentuou, por exemplo, a dificuldade com a leitura e a memorização, essenciais para o êxito de muitos métodos de aprendizagem.
Dificuldades relacionadas à saúde mental
Desde a pandemia, diversos estudantes têm enfrentado dificuldades que ainda persistem no cotidiano, como ansiedade, insônia, exaustão ou cansaço constante. O distanciamento e a perda de pessoas próximas também são fatores preocupantes que afetam significativamente a saúde mental dos alunos.
Como a adoção de novas metodologias ajuda na recuperação da aprendizagem?
Para superar os desafios do déficit na educação brasileira, as instituições de ensino implementaram uma série de recursos e ferramentas voltadas ao impulsionamento da aprendizagem.
O objetivo da inserção das novas metodologias é, justamente, conseguir superar as dificuldades e proporcionar um ensino mais relevante para os estudantes nesse momento tão crítico.
Atualmente, as escolas têm investido em plataformas e softwares educacionais, ambientes virtuais de aprendizagem, entre outras soluções que potencializam a transmissão do conhecimento, como:
realidade virtual;
realidade aumentada;
gamificação;
videoaulas;
lousas digitais;
personalização do ensino;
dispositivos móveis em sala de aula.
Vivemos uma intensa revolução tecnológica que também significa uma transformação na educação, nas formas de comunicação e nas maneiras de realizar as atividades. Todas essas mudanças podem ser aperfeiçoadas com recursos que enriquecem as práticas pedagógicas.
A tecnologia, portanto, representa uma verdadeira solução para enfrentar os problemas da educação no Brasil. Por isso, cada vez mais educadores e gestores escolares estão atentos ao potencial da transformação digital no processo de aprendizagem.
Diante desse cenário, já é possível observar novas tendências que estão sendo colocadas em prática. O desenvolvimento de plataformas e soluções virtuais, por exemplo, permite que as instituições desenvolvam ambientes personalizados e melhores sistemas de avaliação.
Mesmo que tais mudanças tenham sido impulsionadas com a pandemia, o déficit educacional ainda persiste e representa uma grave ameaça para o avanço dos estudantes. Por isso, cada vez mais, é necessário investir em práticas pedagógicas estratégicas, que proporcionem o aprofundamento dos conteúdos e a melhora geral do desempenho escolar.
Edtechs são startups de tecnologia que atuam no setor educativo, criando e aprimorando uma série de soluções. Cada vez mais presentes no cenário de aprendizagem, as Edtechs vêm ganhando importância econômica e social, sobretudo nos últimos anos.
A tendência se fortalece a cada dia por modernizar o ambiente educacional, proporcionando novas oportunidades de transmissão e de construção do conhecimento. Na ocasião, essas plataformas adotam cursos online, jogos e sistemas voltados ao processo de ensino.
Acompanhe a seguir e entenda qual a relação das Edtechs com as Suítes Pedagógicas — uma tecnologia inovadora que apoia as escolas no desenvolvimento de práticas pedagógicas mais significativas!
O que são Edtechs?
Como citamos, as Edtechs são empresas que empregam recursos tecnológicos para a área da educação. Essas startups educacionais adotam ferramentas para auxiliar as instituições na transformação dos ambientes de aprendizagem em uma experiência digital e lúdica.
Ou seja, as Edtechs têm como foco o desenvolvimento de soluções e a reinvenção dos métodos de ensino. Com isso, são empregadas uma série de tecnologias inovadoras, como robótica, gamificação e inteligência artificial. O intuito é desenvolver competências socioemocionais e outras habilidades nos alunos.
Atualmente, as Edtechs fornecem grande suporte para as escolas que desejam complementar o modelo tradicional com um formato que atenda às novas demandas da geração de estudantes. Isso porque a tecnologia viabiliza uma série de experiências, promovendo uma aprendizagem bastante adaptativa e personalizada.
Como as Edtechs revolucionam o setor educacional?
Mesmo com a pandemia da Covid-19, as Edtechs têm feito a diferença na educação brasileira. Essas empresas trazem muitas oportunidades de melhoria, já que adotam soluções que acabam impactando positivamente a maneira como as atividades escolares são conduzidas.
Não há dúvidas de que os recursos melhoram o acesso e a qualidade do processo de ensino como um todo. Ainda que boa parte dos problemas educacionais do país sejam estruturais e socioeconômicos, as Edtechs surgem justamente para auxiliar o cenário com a implementação de ferramentas modernas e inovadoras.
As Edtechs contribuem com a aprendizagem de diferentes formas, por exemplo, ao tornarem as aulas mais dinâmicas e interativas, apostarem no avanço tecnológico e ainda promoverem capacitações valiosas para os educadores. Além de tudo, as startups disponibilizam plataformas que propiciam um ensino mais individualizado.
No Brasil, já existem diversas Edtechs que prestam serviços para inúmeros segmentos do setor educacional. Desde a educação básica até o nível superior, as Edtechs são verdadeiras aliadas para estimular comportamentos e aumentar o engajamento.
Qual sua relação com as Suítes Pedagógicas?
Assim como as Edtechs, as Suítes Pedagógicas são uma plataforma de aprendizagem criada para apoiar as instituições de ensino na criação de estratégias de uso da tecnologia. Em apenas um ecossistema, a escola acessa todos os recursos e também aplicações de Língua Portuguesa, Matemática e STEAM.
As Suítes Pedagógicas proporcionam diversos benefícios no processo de transformação das práticas pedagógicas. Isso porque o foco do projeto é integrar conteúdos e oferecer inovação e desenvolvimento completo, proporcionando uma base segura para que a instituição cumpra sua missão com eficiência.
Como as Suítes Pedagógicas proporcionam a transformação das práticas pedagógicas?
Com o auxílio das Suítes Pedagógicas, a aprendizagem é potencializada, já que são adotadas soluções de educação que falam a língua do aluno. Com isso, a construção do conhecimento é facilitada, além de se tornar mais atrativa para o estudante.
Inclusive, as Suítes Pedagógicas têm acesso às melhores Edtechs do mercado, atuando de forma contínua para manter a plataforma sempre atualizada com as principais tendências.
Outro diferencial é que todas as aplicações são reunidas em um único ambiente digital integrado. A gestão escolar, por exemplo, pode utilizar o ecossistema para gerar dados relevantes e, com isso, apoiar a tomada de decisão.
Quais são seus principais benefícios?
Ao contratar as Suítes Pedagógicas, a instituição de ensino tem a flexibilidade de solicitar a troca do ecossistema das Edtechs escolhidas sempre que necessário. A plataforma conta com recursos selecionados de acordo com as necessidades de cada rede.
O diferencial é que as Suítes Pedagógicas são totalmente alinhadas às habilidades e competências descritas na Base Nacional Comum Curricular (BNCC) em todos os níveis da educação. As aplicações tecnológicas são qualificadas e atendem a padrões técnicos, que passam pela curadoria de especialistas da área.
Outro benefício é em relação à personalização da plataforma, que realiza continuamente levantamentos para entender o cenário e os objetivos de cada instituição. Com base em um mapeamento, por exemplo, são selecionadas atividades para cada segmento de ensino.
Quais são as principais soluções educacionais deste momento?
Atualmente, as Suítes Pedagógicas atuam em três campos do conhecimento: Língua Portuguesa, Matemática e STEAM — baseado em robótica, cultura maker e pensamento computacional.
A plataforma compreende que a geração de alunos de hoje pede uma aprendizagem interdisciplinar e experiências mais significativas para a sua realidade.
Por isso, as soluções educacionais propostas pelas Suítes Pedagógicas são completamente alinhadas à evolução das estratégias educativas. Assim, incentivam a colaboração, a criatividade, a sustentabilidade, o pensamento crítico e muitas outras habilidades importantes para a formação dos estudantes.
Qual é a importância de proporcionar um estudo diversificado?
Como citamos, as Suítes Pedagógicas oferecem inúmeros benefícios que transformam completamente a prática em sala de aula.
As ferramentas de aprendizagem, por exemplo, proporcionam um estudo diversificado, individualizado e dinâmico aos alunos. Já os recursos interativos das Suítes Pedagógicas auxiliam na potencialização do ensino e podem ser adotadas em diferentes eixos e segmentos. Por fim, a metodologia em que a plataforma é baseada tem o objetivo de aumentar o engajamento, a criatividade e o interesse dos estudantes.
Sem falar que o modelo oferecido pelas Suítes Pedagógicas oferece auxilia na superação de inúmeros problemas, colocando o aluno como protagonista de sua educação. O propósito do estudo diversificado, inclusive, é facilitar a construção do conhecimento, levando aos discentes os conteúdos de forma acessível.
Não há dúvidas de como as Edtechs potencializam e transformam significativamente o processo de ensino nas instituições escolares. As Suítes Pedagógicas, por terem um ecossistema completo como esse e outros tipos de soluções, representa a alternativa ideal para aprimorar o ambiente educacional.
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