A gamificação torna a aprendizagem mais leve, divertida e significativa. Por isso, ela é empregada no mundo inteiro por escolas, universidades e empresas, em atividades educativas e treinamentos corporativos.
Mas o que torna os jogos tão engajadores? Por que eles atraem tanto a nossa atenção? E quais são as aplicações da gamificação na educação? Entenda as respostas para essas perguntas lendo o artigo até o final.
Gamificação é uma metodologia de ensino que emprega elementos típicos de jogos para motivar os estudantes e melhorar o desempenho escolar, tais como:
competições;
prêmios;
desafios;
narrativas lúdicas;
personagens fictícios;
objetivos e regras claras;
divisão da jornada em níveis ou fases;
motivação constante;
feedback imediato, com identificação dos erros e acertos;
elementos divertidos;
abstração da realidade;
e cooperação com outros jogadores.
Para ser devidamente enquadrado como metodologia ativa de aprendizagem, a gamificação precisa estar centrada no aluno. O estudante deve sair da posição cômoda, de mero receptor de informações, e se posicionar como construtor das próprias habilidades, conhecimentos e valores.
O papel do professor, nessa perspectiva, é de mediador, orientador e supervisor do processo.
Segundo o livro Gamification by Design, as pessoas são motivadas a jogar por quatro motivos:
para dominarem determinado assunto;
para aliviarem o estresse;
para se entreterem;
para socializarem.
Além disso, o jogador se diverte tanto na busca pela vitória quanto na exploração de um novo universo, vivenciando sensações inéditas e interagindo com outros jogadores.
É importante salientar que o jogador não acompanha uma história, ele “vive” a narrativa, de forma totalmente imersiva.
Todas essas características contribuem para uma aprendizagem significativa, fortalecida pelo alto interesse e pela atenção focada.
Vantagens da gamificação para a aprendizagem
Estudos recentes revelam que a gamificação tem o poder de transformar o ambiente de aprendizado em um espaço dinâmico e interativo, aumentando a motivação dos alunos.
Eles evidenciam o potencial da gamificação como uma ferramenta eficaz na educação moderna e apontam que a grande vantagem dessa metodologia está no seu alto poder de engajamento.
Quando o aluno se torna um participante do jogo, a tendência é que sua dedicação aumente. Ele tem uma motivação a mais para aprender, atraído pelo desejo de vencer. Além disso, ele acaba passando mais tempo estudando, muitas vezes sem nem perceber.
Como fruto desse engajamento, o estudante assimila os conteúdos com mais facilidade. Até mesmo componentes curriculares popularmente considerados difíceis, como Matemática e Física, são melhor compreendidos.
Outras vantagens da gamificação são:
aprendizagem lúdica e divertida;
retenção da atenção;
mais interação entre os colegas;
aulas mais dinâmicas;
desenvolvimento de habilidades socioemocionais como autonomia, autoconfiança, perseverança, colaboração e respeito.
Como aplicar a gamificação na educação?
A escola pode explorar a gamificação por meio de brincadeiras, competições, jogos físicos e jogos educacionais digitais alinhados ao currículo.
Em todas as atividades, é preciso ter clareza dos objetivos pedagógicos. Desde o planejamento até a execução e avaliação, as habilidades que se deseja desenvolver não podem ser perdidas de vista.
De acordo com o livro Gamificação na Educação, as principais características de uma estratégia educacional gamificada são:
missão bem definida;
sistema de pontuação eficiente;
narrativa envolvente e coerente;
tarefas claras;
criatividade.
Assim, a escola deve criar seus próprios jogos ou utilizar modelos prontos. No contexto digital, o mais prático é adquirir uma plataforma digital com vários games educativos, como é o caso do Aprimora e Pense Mais.
Também é importante ter cuidado para evitar conflitos durante o uso da gamificação em sala de aula.
Algumas dicas para aplicar gamificação na educação de forma saudável são:
1. Defina objetivos claros
Antes de iniciar o jogo, defina objetivos claros e específicos para o que deseja alcançar. Isso ajudará a garantir que a brincadeira esteja alinhada com os objetivos pedagógicos.
2. Foque no processo, não no resultado
Em vez de focar apenas no resultado final, foque no processo de aprendizado. Isso ajudará a reduzir a competição e a ênfase no vencedor.
3. Promova a colaboração
Promova a colaboração entre os alunos, incentivando-os a trabalhar em equipe para alcançar objetivos comuns. Isso contribui para promover a cooperação.
4. Inclua todos os alunos
Inclua todos os alunos na gamificação, independentemente de suas habilidades ou necessidades. Isso auxilia a promover a inclusão.
Seguindo essas dicas, é possível evitar competições não saudáveis, brigas e frustrações desnecessárias.
Exemplos de atividades gamificadas
Para tornar o assunto mais palpável, listamos abaixo alguns exemplos de atividades gamificadas na educação:
Jogos físicos: dominó matemático, dominó de sílabas e tabuleiro de formação de palavras;
Jogos digitais: jogos virtuais que envolvam conceitos de letramento e desafios matemáticos, jogos em primeira pessoa para resolução de problemas e quizzes on-line sobre conteúdo curricular;
Brincadeiras: caça ao tesouro com pistas envolvendo o assunto estudado em sala, batata-quente para revisão de conteúdo (quem ficar com a batata na mão responde a uma pergunta);
Concurso ou competição: bingo de números ou sílabas, concurso de leitura, torneio de robótica;
Sistema de pontos e recompensas: pequenos mimos para quem entregar todas as tarefas de casa, ranking de pontos em plataformas de aprendizagem e troféu virtual para vitória em jogo educativo online.
As tecnologias digitais estão ajudando as escolas do mundo todo a melhorarem o processo de ensino-aprendizagem e a gestão escolar. Aplicativos e plataformas educacionais se tornam cada vez mais comuns na rotina escolar, em vista dos muitos benefícios trazidos pela tecnologia na educação.
Atualmente, existem inúmeras plataformas escolares no mercado, para diversas finalidades. Conhecer todas elas é praticamente impossível para um gestor escolar, considerando a sua ampla lista de afazeres. Além disso, é preciso ter expertise em tecnologia para avaliar as melhores soluções deste nicho.
Por isso, o Educacional selecionou as melhores ferramentas do mercado e reuniu-as em um único ambiente virtual – o Hub Educacional. O objetivo é sanar as principais necessidades da escola e facilitar o acesso à tecnologia.
Confira neste artigo todos os aplicativos e plataformas educacionais disponíveis no Hub Educacional, assim como as funções de cada uma.
Table of Contents
O que são as plataformas educacionais?
As plataformas educacionais são plataformas digitais voltadas para a educação. São sistemas que reúnem conteúdos, ferramentas e canais de comunicação, visando o progresso dos estudantes.
As características de cada plataforma variam bastante, de acordo com o objetivo e o público-alvo.
Algumas plataformas educacionais são focadas no processo de aprendizagem, enquanto outras se destinam à gestão escolar. Algumas são projetadas para estudantes, outras para professores, gestores, pais e responsáveis.
Tudo depende do tipo de plataforma.
Principais tipos de plataforma educacional
As plataformas educacionais podem ser classificadas de várias formas:
por nível de escolaridade: para Educação Infantil, Ensino Fundamental, Ensino Médio ou Ensino Superior;
por modalidade de ensino: ensino a distância (EaD), ensino presencial ou ensino híbrido;
por finalidade: plataforma de aprendizagem, plataforma de gestão escolar, sistema de matrículas, biblioteca digital, agenda escolar digital, entre outras;
Conheça um pouco mais sobre os principais tipos de plataforma educacional:
Plataforma de aprendizagem
Plataforma destinada ao processo de ensino-aprendizagem e com foco no estudante. Contém videoaulas, textos, atividades, jogos e testes. Pode ser utilizada em sala de aula ou em casa, como complemento ao ensino presencial.
Plataforma de aprendizagem adaptativa
Plataforma de aprendizagem que utiliza Inteligência Artificial para personalizar a experiência do aluno. Após identificar o nível de proficiência do usuário, o sistema ajusta os conteúdos para o seu perfil.
Plataforma de aprendizagem gamificada
Plataforma de aprendizagem que usa recursos próprios de jogos, como rankings, troféus, missões e desafios. Ela torna o aprendizado divertido, aumentando o engajamento dos estudantes.
Plataforma de gestão escolar
Plataforma que otimiza tarefas de gestão escolar como formação de turmas, organização financeira, calendário escolar, análise de indicadores educacionais, elaboração de relatórios e avaliações.
Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA)
Ambiente virtual completo para suporte ao ensino a distância (EaD). Geralmente, o AVA inclui lições, vídeos, atividades, avaliações, canal de dúvidas, boletim e emissor de boletos para pagamento.
Biblioteca digital
Acervo de e-books que podem ser lidos em diferentes dispositivos (celulares, tablets, e-readers, notebooks e computadores). Para fazer a leitura, o estudante deve solicitar uma locação pela plataforma e usufruir do material enquanto estiver reservado. Depois, o livro se torna disponível para novas locações.
Sistema de matrículas
Ambiente digital que permite a realização de matrículas à distância.
Sistema de controle de frequência
Plataforma de controle de frequência dos estudantes e, eventualmente, dos profissionais da escola.
Plataforma de monitoria
Plataforma destinada à orientação dos estudantes e ao esclarecimento de dúvidas, sejam elas relacionadas ao conteúdo curricular ou ao processo de escolha da profissão (orientação vocacional).
Vantagens de usar aplicativos e plataformas educacionais
O papel das plataformas digitais na educação vai muito além da continuidade dos estudos em situações de emergência, como ocorreu na pandemia da Covid-19.
Os aplicativos e plataformas educacionais trazem muitos benefícios para as escolas, mesmo quando há aulas regulares e presenciais, porque melhoram a qualidade do ensino e otimizam a gestão escolar.
Segundo a pesquisa TIC Educação 2022, 33% das escolas brasileiras utilizam plataformas ou ambientes virtuais de aprendizagem.
Eis algumas vantagens de usar essas ferramentas:
personalização do ensino;
flexibilidade para acessar os conteúdos em qualquer hora e em qualquer lugar, por meio de diferentes dispositivos;
alto engajamento e interatividade;
agilidade no feedback ao estudante;
geração automática de relatórios escolares, o que melhora a visibilidade de resultados, lacunas de aprendizagem, problemas e riscos de evasão escolar;
não sobrecarrega os profissionais da escola nem altera o horário escolar.
Aplicativos e plataformas educacionais para impulsionar sua escola
Veja abaixo os melhores aplicativos e plataformas educacionais, tanto de gestão escolar quanto da área pedagógica:
De gestão escolar
As ferramentas de gestão escolar são focadas em análise de dados, relatórios escolares, avaliação, organização e comunicação com os pais e colaboradores da escola.
O Hub Educacional possui cinco plataformas de gestão escolar:
1. D2L
A D2L é um sistema de gestão da aprendizagem, também conhecido como Learning Management System (LMS). Ele possibilita o acompanhamento de frequências, a publicação de comunicados, a automatização de lembretes e o compartilhamento de materiais didáticos, fotos e vídeos.
A plataforma também permite a visualização do progresso dos estudantes, a criação de atividades online e a elaboração de avaliações personalizadas.
A D2L favorece a gestão da informação e da comunicação no ambiente escolar, além de impulsionar o ensino híbrido.
2. Max.IA
A Max.IA é uma plataforma de avaliação escolar munida de Inteligência Artificial. Nela, os professores podem criar avaliações automáticas e personalizadas, a partir de um amplo banco de questões.
Uma de suas funcionalidades é a opção de aumentar o nível de dificuldade dos testes para os alunos acima da média e diminuí-lo para os alunos abaixo da média da turma. Incrível, não é?
A plataforma também coleta os dados dos alunos em relação ao perfil cognitivo, psicométrico e comportamental deles. O objetivo é identificar e prever lacunas de aprendizagem.
Baseada nesses dados, a Max.IA recomenda atividades e conteúdos curriculares para o usuário, de acordo com o seu perfil. Os exercícios são gamificados e divertidos.
Além disso, a Max.IA gera relatórios e diagnósticos inteligentes para professores, gestores e familiares. Toda a plataforma é adaptável ao sistema pedagógico e avaliativo da escola.
3. NEDU
A NEDU é uma plataforma de dados escolares, que reúne relatórios inteligentes, dashboards personalizados e recomendações baseadas em indicadores educacionais.
Na plataforma, o gestor escolar acompanha o desempenho, o comportamento e a frequência dos alunos. Isso ajuda a escola a identificar com antecedência os estudantes com risco de evasão e, com isso, tomar medidas preventivas a tempo.
Os dados também incluem a taxa de inadimplência, os custos operacionais, a eficácia do ensino e a satisfação das famílias.
4. Tell me
O Tell me é um aplicativo de agenda escolar digital que permite a comunicação rápida e eficiente entre a escola, os alunos e as famílias.
Nele, é possível acessar rapidamente todos os avisos, tarefas de casa, faltas, datas de prova, notas escolares, eventos, mensagens da equipe pedagógica e informações financeiras.
O Tell me também gera notificações, lembretes e calendários, auxiliando as famílias na organização de suas rotinas e evitando esquecimentos.
Já o diretor escolar consegue acompanhar quem visualizou e respondeu as mensagens, além de monitorar os avisos enviados pelos professores.
5. HubLab – LearnLab
Um ambiente com diversas aplicações que potencializam a criatividade, ampliando o conceito de Ecossistema Hub Educacional ao integrar ferramentas desenvolvidas especialmente para a educação, tais como: autoria de livros digitais, criação de mindmaps colaborativos, podcasts e vídeos, dentre outras.
A solução apoia o uso de metodologias ativas em sala de aula, com integração a plataformas populares como Google e Microsoft, incluindo uma ferramenta de Inteligência Artificial integrada tanto para auxiliar alunos quanto para apoiar professores na construção de aulas e feedbacks.
Indicado para todas as etapas de ensino, da Educação Infantil ao Ensino Médio.
Pedagógicos
Os aplicativos e plataformas educacionais da área pedagógica são voltadas ao processo de ensino-aprendizagem, com o objetivo de melhorar a proficiência dos alunos e desenvolver habilidades específicas da Base Nacional Comum Curricular (BNCC).
Desenvolvida pelo Educacional, a plataforma usa Inteligência Artificial para adaptar os conteúdos de acordo com o ritmo e o nível de proficiência do estudante.
O Aprimora contém vários desafios de Língua Portuguesa e Matemática, com elementos de ludicidade, a fim de tornar a aprendizagem divertida e engajadora.
Na plataforma, o professor e o gestor escolar conseguem visualizar o desempenho de cada estudante, turma ou escola, em tempo real. Assim, as dificuldades de aprendizagem, bem como as potencialidades de cada aluno, podem ser facilmente identificadas.
O Aprimora é destinado ao Ensino Fundamental Anos Iniciais e Anos Finais.
7. Pense Mais Educacional
Outra plataforma desenvolvida pelo Educacional é o Pense Mais. Seu objetivo é desenvolver o pensamento matemático, a partir de problemas da vida real e atividades lúdicas.
Assim como o Aprimora, o Pense Mais é destinado ao Ensino Fundamental Anos Iniciais e Anos Finais.
8. Árvore
A Árvore é uma plataforma digital de leitura, com mais de 50 mil e-books e audiobooks. Durante a leitura, os estudantes interagem com recursos de gamificação e exercícios baseados na obra. Todas as atividades são alinhadas à Base Nacional Comum Curricular.
A plataforma também faz recomendações de livros para os usuários, de acordo com as suas preferências, idade e segmento escolar.
Com a Árvore, a escola tem acesso a um acervo diversificado de obras, que podem ser exploradas em qualquer dispositivo e em qualquer lugar.
A plataforma ainda conta com ferramentas de nivelamento: a equipe gestora consegue indicar aos alunos obras que se adequem ao nível de leitura de cada um, conforme o padrão F&P (Fountas & Pinnel).
Além disso, a Árvore inclui revistas, jornais, dicionário integrado, livros em Inglês e dashboard com relatórios.
9. Bibot
Ainda na área de leitura, outra plataforma educacional muito útil para as escolas é o Bibot. Essa biblioteca digital interativa reúne livros de diversas editoras e autores, desde obras clássicas até novos sucessos da literatura.
As categorias abrangem ficção, aventura, crônica, poesia, história, filosofia, redação e muito mais.
A biblioteca também é gamificada e possui exercícios alinhados à BNCC. Ao completarem suas leituras e atividades, os estudantes acumulam pontos e sobem em rankings locais, regionais e nacionais.
Os alunos leem os títulos selecionados pelos professores (que ficam disponíveis na Trilha do Conhecimento do usuário), mas também podem explorar o acervo e adicionar livros à Lista de Favoritos.
10. Descomplica
O Descomplica é um ambiente virtual de aprendizagem voltado para os estudantes do Ensino Médio, com foco na preparação para o Enem e outros vestibulares.
Ele oferece videoaulas (ao vivo e gravadas), simulados, material didático interativo, ambiente para produção de redação e plantão de dúvidas 24 horas por dia, sete dias por semana.
Cada estudante recebe um plano de estudo para organizar sua rotina e aprender de forma autônoma. As escolas podem usufruir dessa ferramenta como um meio de flexibilizar e personalizar o ensino, de acordo com as necessidades de cada aluno.
11. Educacross
O Educacross é um aplicativo de jogos educacionais digitais, destinado aos alunos da Educação Infantil e Ensino Fundamental Anos Iniciais. São mais de 2.000 jogos alinhados à BNCC, que trabalham alfabetização, Língua Portuguesa, Matemática e Lógica.
Os games são organizados pelo professor, que pode utilizar as trilhas de aprendizagem da plataforma ou criar uma nova trilha.
Ao interagir com a ferramenta, o estudante gera dados que são transformados em relatórios de desempenho. Assim, os gestores e professores acompanham facilmente os indicadores pedagógicos do aluno, da turma, da escola e da rede de ensino.
12. Elefante Letrado
O Elefante Letrado é uma plataforma digital de leitura gamificada, que contém livros digitais, games e atividades interativas para alunos de todas as idades.
A plataforma possui um amplo acervo de livros, divididos por gênero, editora e etapa de ensino (Educação Infantil, Ensino Fundamental Anos Iniciais ou Ensino Médio).
O Elefante Letrado inclui também: biblioteca para o professor; teste online de fluência leitora; audiobooks; livros em Inglês; metas individuais de leitura, dashboard de relatórios e gravação de áudio da leitura dos estudantes.
13. Estante Mágica
A Estante Mágica é um aplicativo e, também, uma plataforma escolar que ajuda os estudantes a escreverem e ilustrarem seus próprios livros.
Cada história é publicada em formato digital e transformada em game. Há ainda a opção de comprar a versão impressa do livro, como forma de recordação. No final do projeto, a escola organiza um evento de autógrafos para celebrar a conquista dos estudantes.
Criada em 2009, a Estante Mágica já lançou mais de 2 milhões e meio de livros produzidos pelas crianças.
14. Arukay
Arukay é um sistema de aprendizagem co-curricular voltado para alunos da Educação Infantil ao Ensino Médio.
Nele, o estudante tem acesso ao ensino do pensamento computacional e diversas linguagens de programação de diferentes níveis, auxiliando no desenvolvimento de suas habilidades tecnológicas e contribuindo para o aprendizado de forma gamificada e interativa.
Os projetos da Arukay são estruturados na metodologia Machine Learning e STEAM, levando a interdisciplinaridade em Ciência, Tecnologia, Engenharia, Arte e Matemática para os estudantes.
15. Inventura
Solução para o Ensino Fundamental que integra uma proposta multidisciplinar de STEAM – termo em inglês que conceitua a união dos conceitos de Ciências, Tecnologia, Engenharia, Matemática e Artes, com o objetivo de potencializar a aprendizagem e a resolução de situações-problema.
O Inventura incentiva o uso da tecnologia em práticas maker, ao integrar materiais físicos e digitais: livro do aluno, livro do professor, placa BBC micro:bit e componentes de hardware/eletrônicos, além de ambiente de programação, ambiente online e aplicativo.
16. Robomind
A Robomind é uma solução de robótica educacional que utiliza kits de LEGO® Education. Ele também possui uma plataforma digital de suporte com planos de ensino e conteúdos didáticos, em forma de textos, vídeos e jogos.
Destinado a todas as fases de ensino, da Educação Infantil ao Ensino Médio, a Robomind desenvolve competências digitais, cognitivas e socioemocionais, como criatividade, inovação e proatividade, formando uma nova geração de empreendedores.
17. Vivadí
A Vivadí é uma plataforma educacional focada em habilidades socioemocionais e voltada para alunos da Educação Infantil ao Ensino Médio.
A metodologia da plataforma é dividida em quatro pilares, alinhados à BNCC, que são: autogestão, colaboração, adaptabilidade e comunicação. Os estudantes passam por videoexperiências diárias, baseadas em storytelling, e respondem autoavaliações sobre o estado emocional atual.
Os gestores e professores podem acompanhar a evolução dos estudantes por meio do painel de dados. Além disso, eles podem adicionar informações sobre comportamento e participação dos alunos na escola, a fim de complementar os relatórios.
18. Seren
Já o Seren é um aplicativo de experimentação vocacional que tem o objetivo de ajudar os estudantes do Ensino Médio a escolherem suas futuras profissões.
O aplicativo conecta os alunos a profissionais de diversas áreas, em conversas ao vivo, para que eles conheçam a rotina dos especialistas e tirem suas dúvidas sobre cada carreira.
O Seren também utiliza Inteligência Artificial para mostrar as profissões mais alinhadas ao perfil do aluno, de acordo com suas interações no aplicativo.
19. Tecteca
A Tecteca é um aplicativo de apoio à leitura infantil. Ele é destinado à Educação Infantil e aos Anos Iniciais do Ensino Fundamental, em especial aos primeiros e segundos anos.
Nele, os alunos têm acesso a um acervo de livros digitais exclusivos, que incentiva e desenvolve a fluência leitora. Além disso, disponibiliza aos gestores e professores relatórios que incluem métricas por aluno e por turma.
20. FazGame
O FazGame é uma plataforma gamificada de incentivo à leitura e produção textual. Ele dá aos estudantes a oportunidade de criarem seus próprios jogos narrativos, desenvolvendo suas habilidades de escrita, criatividade e imaginação.
A plataforma inclui trilhas de aprendizagem, com todas as orientações para os professores e estudantes começarem a criar seus jogos.
O FazGame impulsiona a aprendizagem em Língua Portuguesa e o protagonismo juvenil e, ainda, gera relatórios de acompanhamento para os gestores escolares.
21. Escribo
O Escribo é um aplicativo de jogos educacionais das áreas de Língua Portuguesa e Matemática. Destinado aos alunos da Educação Infantil e Ensino Fundamental Anos Iniciais, o app cria jornadas personalizadas de aprendizagem e permite a avaliação interativa dos estudantes, em tempo real.
A ferramenta também gera relatórios de desempenho para acompanhamento dos gestores.
22. Robotis – LEGO® Education
Plataforma de atividades da LEGO® Education, com foco em robótica e STEAM. Ela foi desenvolvida para apoiar as aulas com LEGO® Education – um dos recursos pedagógicos mais populares do Brasil e do mundo.
Contém desafios para todas as idades, da Educação Infantil ao Ensino Médio. Seu objetivo é fazer com que os alunos aprendam brincando, enquanto desenvolvem habilidades do século XXI.
23. Plethora
Destinado ao Ensino Fundamental Anos Iniciais e Anos Finais, a Plethora é uma plataforma de aprendizagem gamificada que trabalha o pensamento computacional.
Durante os jogos, os alunos constroem e completam sentenças lógicas que constituem regras para a resolução de problemas.
A plataforma possui vários planos de aula, com a opção de personalizar o nível de dificuldade e compartilhar os desafios com outros membros da comunidade online.
24. Espaço infantil
O Espaço infantil é um ambiente virtual de aprendizagem para a Educação Infantil, que contém jogos, histórias, músicas e vídeos.
As atividades são divididas em três temáticas (floresta, fazenda e mar), as quais despertam a curiosidade das crianças e auxiliam no processo de alfabetização, letramento, numeracia e compreensão textual.
25. Stift
O Stift é um aplicativo de plantão de dúvidas que conecta estudantes e professores da escola. Ele permite que os alunos enviem suas dúvidas de forma online, pelo celular, e recebam respostas completas dos monitores da instituição.
As perguntas podem ser enviadas via texto, foto, vídeo ou áudio. Depois de receber a resposta, o aluno pode fazer uma réplica, caso continue com alguma dúvida.
Trata-se de uma solução muito útil para complementar ou substituir o plantão de dúvidas tradicional, com potencial de impulsionar os resultados de aprendizagem da escola.
26. Eduqz
O Eduqz é uma plataforma escolar de revisão de textos online, voltada ao Ensino Fundamental Anos Finais e Ensino Médio.
Na ferramenta, os corretores podem enviar áudios, circular, sublinhar e riscar trechos do texto, a fim de facilitar o feedback.
Além de corrigir os textos enviados pelos estudantes, a plataforma oferece cursos e videoaulas sobre redação. O Eduqz também gera relatórios com os principais dados dos estudantes para acompanhamento dos professores e gestores.
27. Aval.IA
O Aval.Ia é uma plataforma educacional que coleta dados dos estudantes em relação ao nível cognitivo, psicométrico e comportamental, a fim de prever e corrigir lacunas de aprendizagem.
A plataforma recomenda atividades para os alunos de acordo com o perfil de cada estudante e cria avaliações automáticas, adaptadas ao plano de ensino da instituição. Além disso, ela gera relatórios relevantes para os professores e gestores.
O Aval.Ia atende os estudantes dos Anos Finais do Ensino Fundamental e do Ensino Médio.
28. Tindin
Um ambiente virtual de aprendizagem gamificado, com foco na educação financeira. Na Tindin, cada aluno tem seu avatar e se movimenta por uma cidade com vários ambientes de interação. Nessa ilha virtual, a escola pode desenvolver diversas atividades, como aulas ao vivo, trilhas pedagógicas, trabalhos interdisciplinares, conteúdos em texto, áudio e vídeo.
Hub Educacional: uma plataforma; mais de 30 soluções
O Hub Educacional é uma plataforma digital completa, que reúne diversos aplicativos e plataformas educacionais no mesmo ambiente virtual. São mais de 30 soluções da área pedagógica, de gestão escolar e de integração tecnológica.
Na plataforma, sua escola tem acesso às melhores tecnologias de forma ágil e prática, com um só login e senha por usuário. Assim, a instituição não precisa se preocupar com inúmeras senhas de vários membros da comunidade escolar.
Além disso, o Hub Educacional atende às principais necessidades da escola, englobando:
ensino de Língua Portuguesa;
ensino de Matemática;
ensino de Ciências da Natureza e Ciências Humanas;
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Dois anos e meio depois da retomada das aulas presenciais, os efeitos da pandemia na educação ainda são perceptíveis: dificuldades de aprendizagem, atraso na alfabetização e desigualdades educacionais profundas. Nesse cenário, a recomposição de aprendizagem é o único caminho para reduzir as sequelas.
Como afirmou a diretora do Centro de Excelência e Inovação em Políticas Educacionais da FGV, Cláudia Costin, em entrevista à Revista Oeste, os problemas causados pela pandemia vão demorar mais de dois anos para serem resolvidos, em um longo processo de recomposição de aprendizagens.
Neste artigo, vamos explicar as etapas dessa estratégia pedagógica e mostrar como a tecnologia pode acelerar os resultados de aprendizagem dos alunos.
Segundo o estudo “Recomposição das aprendizagens em contexto de crise” elaborado pelo Instituto Natura e pela Fundação Lemann, a recomposição de aprendizagem é um conjunto de estratégias educacionais cujo objetivo é preencher lacunas de aprendizagem no contexto pós-pandemia.
Essas estratégias podem variar de programa para programa, mas geralmente incluem:
Existem três tipos de abordagem dentro da recomposição de aprendizagem, sendo a terceira a mais recomendada pelo Instituto Natura:
remediação (apoio para toda a turma);
intervenção (apoio apenas para os alunos com dificuldade de aprendizagem, geralmente dividindo a turma em três grupos);
aceleração (apoio apenas para alunos com dificuldade de aprendizagem, focando nas lacunas mais críticas para recuperar o atraso).
Nos programas de aceleração de aprendizagem, a escola ou rede de ensino identifica as principais perdas de aprendizagem, preenche essas lacunas rapidamente e guia os estudantes de volta ao nível em que deveriam estar.
Esse método é muito interessante porque, quanto mais atrasados ficam os alunos, maior é a desmotivação deles e mais alta é a chance de evasão. Por isso, acelerar o processo é a melhor forma de recompor aprendizagens.
Qual é a diferença entre recomposição, reforço e recuperação?
Apesar de constantemente confundidos, os termos “recomposição”, “reforço” e “recuperação” não são sinônimos.
Enquanto a recuperação escolar busca novas abordagens para o ensino de um conteúdo que o estudante já viu, mas, por algum motivo, não aprendeu, a recomposição mira em conceitos que o aluno nem teve a oportunidade de aprender, por conta do isolamento social.
Além disso, a recuperação é realizada exclusivamente no final do bimestre, após a divulgação das notas escolares, para aqueles que não obtiveram média suficiente.
Em contrapartida, o reforço escolar acontece ao longo do ano letivo, no contraturno, para auxiliar os estudantes com qualquer dificuldade de aprendizagem.
Como a pandemia afetou a aprendizagem dos alunos?
O cenário educacional do Brasil já enfrentava vários desafios antes da pandemia. No entanto, o fechamento das escolas por quase dois anos em decorrência do Covid-19 agravou alguns problemas, como veremos a seguir.
Perdas de 4 a 10 meses de aprendizagem
Apesar de os alunos terem continuado a estudar durante a pandemia por meio das aulas remotas, várias pesquisas mostraram que houve perda de 4 e 10 meses de aprendizagem em linguagens e matemática, dependendo da cidade e da etapa de ensino. Os dados foram divulgados pelo Laboratório de Pesquisa em Oportunidades Educacionais da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), em nota técnica de dezembro de 2022.
A avaliação constatou quedas em Língua Portuguesa e Matemática em todas as etapas de ensino, em relação à última edição de 2019. Porém, no 2º ano do Ensino Fundamental a perda foi maior: passou de 750 para 725 pontos em Língua Portuguesa e de 750 para 741 pontos em Matemática.
Impacto na alfabetização
Um dos motivos dessa queda em Língua Portuguesa no 2º ano do Ensino Fundamental foi a não concretização da alfabetização para muitas crianças.
De acordo com a pesquisa Alfabetiza Brasil, apenas 43,6% das crianças do 2º ano foram consideradas alfabetizadas em 2021 – 16,7 pontos percentuais menor que em 2019.
Sabemos que a alfabetização completa e na idade certa é um desafio no Brasil há muitos anos, mas a pandemia agravou ainda mais o problema. Por isso, os programas de recomposição de aprendizagem devem priorizar as crianças mais novas e em fase de alfabetização.
Efeitos negativos maiores em Matemática
Outro ponto levantado pela nota técnica da UFRJ foi a perda de aprendizagem mais acentuada em Matemática, exceto na Educação Infantil e nos primeiros anos do Ensino Fundamental. Esse padrão foi observado em várias pesquisas acadêmicas e também na comparação dos resultados do Saeb de 2019 e 2021.
No 5º ano do Ensino Fundamental, a queda de proficiência em Matemática foi de 11 pontos porcentuais, enquanto em Língua Portuguesa foi de 7 pontos.
No 9º ano do Ensino Fundamental e no Ensino Médio, a perda em Matemática foi de 7 pontos, ao passo que em Língua Portuguesa foi de 2 e 3 pontos, respectivamente.
Aumento das desigualdades educacionais
Não obstante, a suspensão das aulas presenciais na pandemia fortaleceu a desigualdade educacional. Ainda de acordo com a nota técnica da UFRJ, crianças e adolescentes mais vulneráveis socialmente aprenderam menos da metade que seus colegas não vulneráveis em 2020.
Isso porque, provavelmente, os estudantes mais pobres e com pais menos escolarizados tiveram menos acesso a tecnologia e não tiveram um ambiente de estudos adequado em casa.
A pesquisa da FGV “Tempo para Escola na Pandemia” também mostrou que o tempo médio de estudos por dia em agosto de 2020 foi bem menor entre os alunos mais pobres e estudantes da região norte do Brasil.
Como consequência, a desigualdade regional e a desigualdade de renda tendem a se perpetuar ainda mais. Por isso, as escolas precisam intervir e reunir esforços para mudar essa realidade.
Estratégias de recomposição de aprendizagem
Como mencionamos anteriormente, a recomposição de aprendizagem é a somatória de várias estratégias, coexistentes ou não, com o objetivo de preencher as lacunas de aprendizagem deixadas pela pandemia.
Vejamos com detalhes as principais estratégias:
Priorização curricular
É inviável abordar todos os objetos de aprendizagem e trabalhar todas as habilidades previstas no currículo, tanto por questão de tempo quanto pela dificuldade de absorver muito conteúdo de uma só vez.
Por isso, para acelerar o preenchimento das lacunas, a escola ou rede de ensino deve adaptar o currículo, excluindo repetições de habilidades entre as séries e selecionando apenas aquelas consideradas prioritárias.
A priorização leva em conta as habilidades indispensáveis para o avanço do estudante nas próximas séries.
Avaliação diagnóstica
Uma das fases mais importantes da recomposição de aprendizagem é a avaliação diagnóstica. É ela que fornece aos gestores escolares uma visão clara sobre as necessidades e dificuldades dos estudantes para embasar decisões assertivas e direcionar a prática pedagógica.
Embora a principal ferramenta de avaliação seja a aplicação de testes em papel ou em dispositivo eletrônico, o diálogo com os estudantes e os pais ou responsáveis é uma fonte valiosa de informações sobre o desempenho escolar e o bem-estar emocional dos alunos.
Outra prática recomendada é evitar as palavras “teste”, “prova” ou “avaliação”, para não deixar a criança ou o adolescente nervoso. Prefira avaliações orais individuais ou jogos educacionais online que realizem avaliação diagnóstica.
Após a análise dos resultados da avaliação diagnóstica, a escola ou a rede ensino cria agrupamentos com base no nível de aprendizagem, para direcionar os esforços pedagógicos de uma forma mais personalizada.
Ao longo do programa, os estudantes mudam de turma conforme avançam no processo de aprendizagem.
Ampliação do tempo de instrução
Também faz parte da recomposição de aprendizagem a ampliação do tempo de estudo por meio de escolas presenciais de verão, aulas no final de semana ou adaptações do calendário escolar.
Essa estratégia foi adotada em redes de ensino dos Estados Unidos, Argentina e Chile no ano de 2021, com grande adesão dos alunos.
Outra possibilidade é complementar as aulas presenciais com atividades online realizadas em casa – metodologia conhecida como ensino híbrido, que iremos abordar a seguir.
Ensino Híbrido
Além de ser uma solução para ampliação do tempo de estudo, o ensino híbrido dá, ao estudante, a chance de usufruir tanto dos benefícios da aprendizagem online quanto da offline.
Combinando atividades na escola e em casa, o aluno é incentivado a se posicionar no centro do processo de aprendizagem, aprender no seu próprio ritmo e se aprofundar nos assuntos que mais precisa ou que mais lhe interessam.
Tutoria individual ou em grupo
Outra prática popular entre escolas e sistemas de ensino do mundo no contexto pós-pandemia é o recrutamento de tutores para auxiliar os professores e apoiar os estudantes na recomposição de suas aprendizagens.
Esses tutores podem ser professores ou estudantes de Pedagogia ou Licenciatura, desde que passem por formação específica. Eles acompanham pequenos grupos ou atendem os alunos individualmente, em parceria com os docentes.
Monitoramento de resultados
Durante todo o programa de recomposição de aprendizagens, a rede escolar precisa coletar e analisar dados relacionados ao avanço pedagógico dos estudantes.
Os dados precisam ser claros, objetivos e fáceis de serem medidos, a fim de que a equipe de gestão escolar consiga identificar possíveis falhas rapidamente e tomar as melhores decisões.
Como veremos abaixo, a tecnologia é uma forte aliada do monitoramento de resultados.
Como a tecnologia pode facilitar a recomposição?
A tecnologia pode contribuir e muito para o sucesso de um programa de recomposição de aprendizagem.
Primeiramente, é possível automatizar algumas tarefas que acabam tomando tempo do gestor, do coordenador pedagógico e do professor, como elaboração de testes, correção de atividades, cálculo de notas e avaliação de indicadores educacionais.
As plataformas digitais educacionais contêm recursos que facilitam todo o processo de recomposição de aprendizagem, desde a priorização curricular até o monitoramento de resultados, passando pela avaliação diagnóstica.
Em segundo lugar, as tecnologias educacionais favorecem o ensino híbrido, que é uma das principais estratégias de recomposição de aprendizagem, e tornam a experiência do aluno mais interativa, lúdica e atraente.
A Escola Evandro Ferreira dos Santos (EREF), de Cabrobó, Pernambuco, contou com a plataforma Aprimora no plano de recomposição de aprendizagem.
Maria de Oliveira, mãe de 3 alunos que utilizam a plataforma, relata a mudança no ritmo de aprendizado dos filhos: “Eles aprenderam de forma tão fácil e lúdica, e agora em junho, já estavam lendo”.
João Vitor Oliveira, aluno do 9º ano, sentiu a diferença: “Melhorou o jeito de eu aprender. Às vezes eu entendia o que o professor explicava, às vezes não. O Aprimora baseia a minha pergunta e depois explica”.
Quer contar com todos esses benefícios? Então sua escola precisa da Suíte Educacional.
O gestor escolar tem um papel importantíssimo no contexto de recomposição. É ele quem administra a avaliação diagnóstica, analisa os resultados e define os objetivos do projeto pedagógico.
Ele também é responsável pelo monitoramento de resultados, ou seja, por conferir se os esforços da escola estão sendo bem sucedidos e se os estudantes estão avançando nos níveis de aprendizagem.
Além disso, ele busca ter um relacionamento próximo com os pais dos estudantes para conhecer o perfil da comunidade escolar, divulgar as ações da escola, conscientizar os responsáveis e angariar apoio das famílias na educação das crianças.
O gestor tem, ainda, a função de escolher e adquirir as tecnologias educacionais mais pertinentes para o trabalho pedagógico da instituição.
Confira o passo a passo de implementação de tecnologias educacionais, baixando o e-book do Educacional.
A importância do apoio socioemocional
O acompanhamento socioemocional dos alunos também faz parte dos projetos de recomposição de aprendizagem, porque situações de estresse, problemas pessoais e disfunções familiares afetam o desempenho escolar.
A pandemia da Covid-19 trouxe perdas significativas de aprendizagem não só por causa da suspensão das aulas presenciais, mas também devido ao luto, adoecimento, medo, ansiedade e outras emoções negativas que marcaram o período.
O estudo mostrou que o desenvolvimento de competências socioemocionais como autoconsciência, autogerenciamento, consciência social, habilidades relacionais e responsabilidade de tomar decisões, aumenta o engajamento nos estudos e, consequentemente, eleva as notas escolares.
A organização das emoções, o entendimento da própria identidade e a motivação para seguir em frente na vida, nos estudos e no trabalho são todos pré-requisitos para o avanço educacional genuíno.
Por isso, é importante promover ações de acolhimento e escuta ativa, como rodas de conversa, dinâmicas e palestras.
E, se houver disponibilidade de psicólogos escolares na instituição, o acompanhamento regular dos alunos e dos profissionais também é muito proveitoso para orientar a comunidade escolar em relação às melhores práticas de saúde mental.
Programas de recomposição de aprendizagem no Brasil
Desde a retomada das aulas presenciais, diversos estados e municípios lançaram programas de recomposição de aprendizagem. Podemos citar as redes municipais de Curvelo (MG) e Curitiba (PR) e as redes estaduais de Tocantins, Goiás e Minas Gerais.
No Tocantins, o programa Recomeçar incluiu ações de acolhimento, reordenamento do currículo, avaliação diagnóstica, recomposição com foco nas habilidades de letramento, letramento matemático e alfabetização e monitoramento.
Já em Minas Gerais, o Plano de Recomposição das Aprendizagens formou dois núcleos de gestão pedagógica, com a contratação de 1360 professores, para analisar os resultados da avaliação formativa da rede, identificar as habilidades do currículo que precisam ser revistas, orientar as escolas e monitorar os resultados.
Após o retorno das aulas presenciais em 2021, Singapura adotou um sistema permanente de ensino híbrido, com alguns dias do calendário escolar destinados para o ensino remoto. A estrutura curricular nessas datas é mais flexível, com o objetivo de promover a autonomia dos estudantes.
Na Argentina, o Ministério da Educação da Cidade de Buenos Aires realizou uma escola de verão de um mês, com a participação de 131 escolas. As turmas eram formadas por até 9 alunos, preferencialmente aqueles com dificuldade de aprendizagem.
No Chile, a Agencia de Calidad de la Educación implementou o Diagnóstico Abrangente de Aprendizagem em várias escolas públicas e privadas do país. O projeto começa a aplicação de uma avaliação diagnóstica em formato digital ou no papel, que mapeia tanto a aprendizagem acadêmica em leitura e matemática quanto a aprendizagem socioemocional.
Depois, as escolas recebem relatórios dos resultados com orientações, tutoriais e ferramentas de apoio.
Outra iniciativa interessante é o Teaching at the Right Level, criado pela ONG indiana Pratham, que conduz a avaliação diagnóstica dos estudantes em leitura e matemática e agrupa os alunos em grupos de diferentes níveis de aprendizagem.
O projeto já foi implantado na Índia, Quênia, Moçambique, Nigéria e outros países africanos, onde obteve ótimos resultados. Na Zâmbia, por exemplo, a porcentagem de crianças com proficiência básica em leitura passou de 34% para 52%, enquanto em matemática aumentou de 32% para 50%.
Todos esses projetos internacionais servem de inspiração para nossas escolas e redes de ensino na difícil, mas possível tarefa de reduzir as perdas da pandemia e efetuar a recomposição de aprendizagem.
Uma das tecnologias educacionais mais difundidas nas instituições de ensino de hoje é o Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA). Por meio dele, qualquer pessoa conectada à Internet pode estudar e aprender, independentemente da hora e do lugar.
É comum associarmos o AVA à Educação a Distância (Ead) em cursos de Ensino Superior ou formação continuada. Mas várias escolas de Educação Básica já estão tirando proveito desta tecnologia, por causa dos benefícios oferecidos e da tendência de consolidação do ensino híbrido.
Quer entender quais vantagens são essas? Leia até o final para descobrir se vale a pena ter um AVA para a escola!
O Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA) é um espaço digital focado no processo de ensino-aprendizagem, utilizado tanto por instituições educacionais presenciais quanto aquelas de Ensino a Distância (Ead).
Os recursos disponíveis no AVA variam de acordo com a plataforma, mas geralmente incluem:
conteúdos e atividades online;
videoaulas;
avaliações;
meios de interação;
suporte para dúvidas;
acompanhamento de notas ou desempenho.
Benefícios do AVA para a escola
Apesar da importância indiscutível das aulas presenciais e do contato dos alunos com os professores na escola, o Ambiente Virtual de Aprendizagem pode ser uma forte aliada da instituição no apoio ao ensino presencial e beneficiar tanto os estudantes quanto os professores e gestores.
Confira abaixo os efeitos do AVA na escola:
Fortalece o ensino híbrido
Uma das tendências internacionais na área da educação é a consolidação do ensino híbrido – um modelo que integra momentos presenciais e virtuais de aprendizado.
Cada vez mais, os alunos estão usando ferramentas digitais para aprender, solucionar dúvidas e desenvolver novas habilidades. Essa mudança de comportamento começou com a popularização da Internet e foi acelerada na pandemia do Covid-19, quando as escolas do mundo inteiro fecharam as portas.
Ao adotar um AVA, a escola toma frente nesse processo, conduzindo os alunos e monitorando a jornada pessoal de conhecimento deles.
Torna o aprendizado mais interativo
O diferencial dos recursos educacionais digitais em relação aos materiais didáticos tradicionais é que a interatividade (com o dispositivo e com os outros usuários) é incentivada no ambiente virtual.
Os usuários precisam dar comandos no computador, clicar em botões e responder às perguntas para continuar o processo de aprendizagem. Além disso, muitas crianças se sentem desencorajadas a participar em sala de aula, seja por timidez ou pressão dos colegas.
No ambiente virtual, porém, elas se sentem mais confortáveis para solucionar suas dúvidas e expor seus pensamentos. Assim, é mais fácil captar a atenção dos alunos e obter uma participação ativa deles.
Amplia o tempo de estudos
Em geral, quanto mais tempo uma criança passa estudando, mais chances ela tem de desenvolver-se e atingir seus objetivos. Porém, ampliar a carga horária da escola impacta a logística das famílias e aumenta consideravelmente os custos da escola. Nem todos os alunos têm interesse em estudar em tempo integral.
Mesmo assim, a escola pode aumentar o tempo de estudos com conteúdos online do AVA, na forma de dever de casa, atividade extracurricular ou reforço escolar.
Permite a personalização do ensino
Sabemos que o processo de aprendizagem é individual e diferente para cada criança. No entanto, as aulas presenciais em grupo não permitem, na prática, um ensino personalizado para cada estudante.
Esse atendimento personalizado só é possível em momentos de tutoria, plantão de dúvidas ou reforço escolar, que são a minoria da programação escolar. Outra possibilidade, mais acessível, é o uso de ambientes virtuais de aprendizagem com tecnologia de Learning Analytics.
Como já mencionamos, essas plataformas coletam dados dos alunos e adaptam os conteúdos para o nível deles, de forma automática. Então a personalização do ensino fica muito mais fácil.
Auxilia o trabalho do professor
O professor também se beneficia com a implantação do AVA. Além da personalização de ensino que já comentamos, as plataformas de aprendizagem coletam e organizam dados dos estudantes que auxiliam o mapeamento das defasagens, o planejamento de aulas e a avaliação dos alunos.
O ambiente virtual de aprendizagem na escola de Educação Básica não compete com o professor. Muito pelo contrário, ele é mais um recurso à disposição do profissional para gerar uma experiência de aprendizagem significativa.
Gera feedback automatizado
Os dados coletados pelo AVA não só facilitam o acompanhamento dos docentes como também fornecem feedback constante para os alunos. Ao longo da jornada de aprendizado, o estudante recebe notificações e mensagens sobre seu desempenho e seus avanços na plataforma.
Assim, ele é encorajado a corrigir erros específicos, superar dificuldades identificadas pelo AVA e continuar estudando.
Facilita o monitoramento de índices de aprendizagem
Pelo AVA, o gestor escolar tem acesso a vários dados dos estudantes em relação às aulas assistidas, atividades realizadas e nível de aprendizagem.
Como você pode notar, o ambiente virtual de aprendizagem traz vários benefícios para a escola. A adoção dessa tecnologia pode transformar sua instituição e destacá-la da concorrência!
A Suíte Educacional é uma plataforma educacional completa que tem o objetivo de reunir as melhores tecnologias educacionais em um só lugar, para maior comodidade e organização da escola.
A solução contempla mais de 30 ferramentas pedagógicas e de gestão escolar, incluindo Ambiente Virtual de Aprendizagem. E ela ainda permite a integração com outros sistemas já utilizados pela instituição, como Google Education e Microsoft Office. Tudo isso com um só login e senha.
Vantagens e diferenciais da Suíte Educacional:
multifuncional: possui várias ferramentas de gestão escolar e práticas pedagógicas;
login único: mais facilidade para os professores, gestores, pais e alunos no dia a dia;
contrato único: menos burocracia em contratos e licitações;
flexibilidade: a plataforma é personalizável de acordo com as necessidades da escola;
integração: conecta-se com outros sistemas informatizados já utilizados pela escola;
segurança: tratamento de dados pessoais conforme a LGPD.
Os dados divulgados em relação a alfabetização no Brasil são preocupantes, o que levou o Governo Federal a desenvolver o Compromisso Nacional Criança Alfabetizada. O último levantamento do Ministério da Educação (MEC), realizado em 2023, mostra que mais de 56% das crianças não estão alfabetizadas na idade certa. Isso significa que, a cada 10 alunos que estão no 2º ano do ensino fundamental, apenas 4 estão alfabetizados.
Além disso, no Progress in International Reading Literacy Study (Pirls) 2021, um exame internacional que analisa o nível de leitura dos alunos do 4º ano do ensino fundamental, o Brasil aparece na 39ª posição entre 43 países, atrás de nações como Uzbequistão e Azerbaijão.
Tais números são reflexos do aprendizado não adquirido nos anos iniciais do ensino fundamental. As informações do Pisa 2018 apenas reforçam os números apontados pelo MEC e Pirls, ao mostrar, como destaque negativo, a baixa compreensão na leitura. Os dados revelam que apenas 2% dos estudantes brasileiros com 15 anos estão acima do nível adequado e 43% estão abaixo do mínimo esperado.
A não alfabetização impacta diretamente na aprendizagem da criança, ocasionando limitações no acesso ao conhecimento e desenvolvimento de habilidades, o que afeta todo o desempenho acadêmico e dificulta seu progresso educacional. Além disso, pode acarretar dificuldades na comunicação e relacionamento interpessoal.
Na vida adulta, a falta de alfabetização pode levar à exclusão social, dificuldades na busca por uma colocação profissional e no desenvolvimento pessoal, o que resulta em questões econômicas futuras, como o aumento da demanda por serviços sociais. Estudos mostram que indivíduos que são alfabetizados têm maior renda, mais chances de emprego formal e maior acesso à saúde de qualidade, em comparação com os não alfabetizados. Portanto, a alfabetização é um direito fundamental que deve ser garantido.
Diante desse grande desafio nas escolas brasileiras, como as redes de ensino podem melhorar os índices de alfabetização?
Compromisso Nacional Criança Alfabetizada tem o objetivo a alfabetização de todos os alunos até o 2º ano fundamental.
Compromisso Nacional Criança Alfabetizada
Em junho de 2023, o MEC e o Governo Federal lançaram o Compromisso Nacional Criança Alfabetizada, com o objetivo de garantir que todos os alunos estejam alfabetizados até o final do 2º ano do ensino fundamental, conforme estabelecido na meta 5 do Plano Nacional de Educação. Além disso, a política visa recompor as aprendizagens das crianças matriculadas nos anos subsequentes, devido ao impacto da pandemia.
A nova política de alfabetização é baseada em cinco eixos: Gestão e Governança, Formação de Profissionais de Educação, Infraestrutura Física e Pedagógica, e Reconhecimento de Boas Práticas e Sistemas de Avaliação. O MEC oferecerá apoio técnico e financeiro às redes de ensino, enquanto estados e municípios terão papéis e responsabilidades específicas, como a formulação de suas políticas territoriais, para que o compromisso seja efetivado em suas instituições.
Apesar das redes serem responsáveis pela melhoria na qualidade no processo de alfabetização, a adesão ao Compromisso Nacional Criança Alfabetizada será voluntária. O apoio da União ocorrerá por meio de assistência técnica e financeira, seguindo as diretrizes estabelecidas pelo programa.
Como potencializar a alfabetização na sua rede de ensino
O Educacional, ecossistema de tecnologia e inovação, desenvolveu a solução ideal para apoiar as redes de ensino a potencializarem a alfabetização dos alunos, seguindo o Compromisso Nacional Criança Alfabetizada. A Mesa Educacional já foi utilizada em mais de 150 municípios e torna o processo de alfabetização uma experiência lúdica, colaborativa e efetiva, facilitando a aprendizagem dos estudantes.
A solução combina hardware, software, material concreto e realidade aumentada, além de contar com propostas didáticas que incentivam a reflexão dos alunos sobre hipóteses de leitura e escrita, enriquecendo a dinâmica da sala de aula.
A Mesa oferece às crianças da educação infantil e aos alunos dos anos iniciais do ensino fundamental ambientes virtuais ilustrados, nos quais podem navegar com seus colegas e construir caminhos para dominar o sistema de escrita e leitura, além de desenvolverem habilidades e competências necessárias para atuação na sociedade.
Além disso, conta com recursos de acessibilidade, como blocos com letras, números e símbolos em Braille, lupa para alunos com baixa visão, animações em Libras, datilologia, sintetizador de voz, navegação pelo teclado e regulagem de altura para cadeirantes, auxiliando o atendimento de estudantes com deficiências e transtornos de desenvolvimento e de aprendizagem. Dessa forma, é assegurado o acesso igualitário à educação de qualidade.
Está pronto para impulsionar e melhorar os índices de alfabetização da sua rede de ensino em, conformidade com o Compromisso Nacional Criança Alfabetizada? Conte com o apoio da Mesa Educacional!
A Escola em Tempo Integral, iniciativa do Ministério da Educação (MEC), representa uma grande oportunidade para as redes públicas ampliarem o tempo de permanência dos estudantes nas escolas.
O prazo para utilização dos recursos do programa Escola em Tempo Integral (MEC), referentes ao ciclo 2023/2024, termina em 31 de outubro de 2025. Após essa data, os valores não utilizados deverão ser devolvidos.
Diante desse cenário, se você é gestor público, secretário de educação ou responsável pela implementação de políticas educacionais, este é o momento ideal para planejar ações concretas que impactem a aprendizagem dos estudantes e atendam aos objetivos da política.
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O que a política Escola em Tempo Integral prevê?
O principal objetivo da Escola em Tempo Integral é garantir ampliação da jornada escolar e diversificação das atividades pedagógicas, promovendo o desenvolvimento de competências cognitivas, emocionais, sociais e culturais dos estudantes.
Além do cumprimento do prazo, que é 31/10/2025, para usar os recursos do Programa educação em tempo integral, a contratação de serviços pode ser feita por modelos simplificados (Ata de Registro de Preços e inexigibilidade).
O programa sugere que os recursos sejam aplicados em ações como:
Como aplicar os recursos de forma ágil e sem burocracia?
A boa notícia para as secretarias é que há soluções educacionais já disponíveis e com modelos de contratação simplificados, respeitando a legislação vigente.
Existem dois caminhos principais para aquisição de soluções educacionais inovadoras: a Ata de Registro de Preços, possível para adquirir LEGO® Education e Inventura e que permite uma aquisição mais rápida e eficiente. Já para a Mesa Educacional e Aprimora, é possível utilizar a inexigibilidade, que dispensa a necessidade de licitação.
Esses formatos de contratação, como a Ata de Registro de Preços e a Inexigibilidade, dispensam a licitação e permitem a aquisição de soluções educacionais com mais agilidade, garantindo a aplicação dos recursos dentro do prazo.
A seguir, vamos descrever com mais profundidade cada um desses tópicos, detalhando como funcionam e como podem ser utilizados para beneficiar as escolas
LEGO® Education: robótica para estimular o protagonismo e a aprendizagem ativa
Com as soluções da LEGO® Education, é possível criar oficinas e projetos de robótica educacional que envolvam os alunos em desafios de construção e programação. Essas atividades desenvolvem raciocínio lógico, resolução de problemas, trabalho em equipe e pensamento crítico – habilidades alinhadas às diretrizes da Educação Integral.
Além disso, os projetos com robótica podem ser integrados a conteúdos de Matemática, Ciências e Tecnologia, criando um currículo mais dinâmico e atrativo.
Inventura: criatividade, tecnologia e programação mão na massa
O Inventura é uma solução que une prática maker, tecnologia e livros didáticos para tornar o ensino de programação envolvente e acessível. Ideal para projetos no contraturno ou para atividades complementares dentro da Escola em Tempo Integral, o Inventura estimula o desenvolvimento de criatividade, pensamento crítico e resolução de problemas reais.
Por meio de desafios práticos, os estudantes aprendem fazendo, explorando conceitos como Inteligência Artificial, programação e tecnologia aplicada ao cotidiano escolar. Além de um material didático completo, o Inventura conta com a placa BBC micro:bit e outros componentes que permitem o desenvolvimento de projetos maker desde o primeiro dia de aula.
Com o Inventura, os estudantes podem desenvolver projetos de pensamento computacional, que estimulam o desenvolvimento de criatividade, pensamento crítico e resolução de problemas reais, preparando os alunos para um futuro cada vez mais tecnológico.
Mesa Educacional: alfabetização com engajamento e interação
A Mesa Educacional é uma solução interativa que promove a alfabetização de forma lúdica e colaborativa. Com atividades em grupo, incentiva a participação ativa dos alunos, o desenvolvimento da linguagem oral e escrita e a aprendizagem por meio da ludicidade.
Ideal para uso em salas de leitura, espaços de reforço escolar ou como parte do planejamento para alfabetização na Educação Integral, a Mesa contribui para melhorar os índices de leitura e escrita da rede.
Aprimora: recomposição da aprendizagem de forma personalizada
O Aprimora é uma plataforma adaptativa voltada à recomposição de aprendizagens essenciais em Língua Portuguesa e Matemática. Com diagnósticos individuais e trilhas de estudo personalizadas, a solução identifica lacunas e propõe atividades que ajudam cada estudante a avançar no seu ritmo.
No contexto da Educação Integral, o Aprimora pode ser utilizado em:
O prazo final para utilizar os recursos da Escola em Tempo Integral está se aproximando rapidamente. É fundamental garantir que os investimentos sejam feitos em projetos com impacto comprovado e que atendam às diretrizes do MEC.
Além disso, utilizar os recursos de forma estratégica pode fortalecer os resultados de aprendizagem na sua rede e valorizar ainda mais as ações da sua gestão pública.
Não perca a chance de aproveitar os recursos do programa escola em tempo integral! Aqui estão alguns pontos importantes a considerar:
Prazo final: 31 de outubro de 2025;
Risco de devolução: Se os recursos não forem utilizados dentro do prazo, há o risco de devolução dos fundos;
Vantagens da contratação simplificada: Agilidade na execução dos projetos, redução da burocracia e maior eficiência na aplicação dos recursos.
Se você quer saber como contratar as soluções LEGO® Education, Inventura, Mesa Educacional ou Aprimora com segurança e dentro das regras legais, fale agora com um especialista do Educacional.
Imagine um mundo onde as crianças crescem com a consciência de que cada ação delas pode mudar o planeta. Um mundo onde a educação ambiental é prioridade desde a infância. É hora de transformar a forma como ensinamos e aprendemos sobre o meio ambiente para tornar esse cenário real!
A educação ambiental é um tema cada vez mais relevante em nossa sociedade, especialmente quando se trata de crianças em idade escolar. Desde a educação infantil, é fundamental ensinar sobre a importância de cuidar do meio ambiente e como as nossas ações podem impactar o planeta.
Esse trabalho desde a mais tenra idade não apenas ajuda a desenvolver a consciência ecológica, mas também promove habilidades essenciais como pensamento crítico, resolução de problemas e responsabilidade social.
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Cuidado com o meio ambiente desde a educação infantil
Através de atividades lúdicas na educação infantil, as crianças podem aprender sobre a importância de cuidar do meio ambiente e desenvolver habilidades essenciais para o futuro.
Neste artigo, vamos explorar seis ideias práticas para implementar a educação ambiental nas escolas, desde atividades lúdicas até projetos de horta e jardinagem, e discutir como essas práticas podem ser integradas de forma eficaz no currículo escolar, promovendo uma educação ambiental de qualidade para as crianças.
1. Atividades lúdicas sobre meio ambiente na educação infantil
Quem disse que aprender sobre meio ambiente precisa ser chato? Com atividades lúdicas, as crianças podem se divertir enquanto aprendem sobre reciclagem, biodiversidade e preservação ambiental, por exemplo.
Jogos, músicas e brincadeiras sobre meio ambiente são ótimas maneiras de tornar a aprendizagem mais significativa. Criar jogos de tabuleiro sobre reciclagem, promover uma caça ao tesouro ecológico e propor a simulação de ecossistemas são boas ideias para trabalhar o tema.
Músicas que falam sobre a importância de cuidar do meio ambiente e proteger a Terra também são atividades interessantes para as crianças da educação infantil.
Já as brincadeiras como teatro de fantoches, passeio ecológico, atividades artísticas como desenho de ecossistemas e poesia ambiental, podem inspirar a criatividade e o engajamento dos alunos.
Para trabalhar os conteúdos de forma divertida, também pode ser útil adotar a Mesa Educacional durante as aulas.
As mesas educacionais possibilitam uma experiência digital interativa e cooperativa e combinam recursos de acessibilidade como Braille, Libras, sintetizador de voz e ajuste de altura, criando um ambiente de aprendizado mais inclusivo e envolvente.
2. Criação de hortas escolares e jardins sensoriais
Com as mãos na terra e o pensamento na natureza, projetos de hortas e jardins são uma excelente maneira de promover o desenvolvimento sustentável e o senso de responsabilidade em crianças.
Ao envolver os alunos em todo o processo, desde o plantio até os cuidados diários, é possível ensinar conceitos importantes sobre meio ambiente e sustentabilidade.
Um projeto sobre meio ambiente para educação infantil como esse pode ser ainda mais enriquecedor quando integrado à metodologia STEAM, de maneira que as crianças desenvolvam habilidades essenciais em ciência, tecnologia, engenharia e matemática, enquanto aprendem sobre a importância de cuidar do meio ambiente.
O micro:bit pode ser um aliado nessa tarefa, com a utilização de sensores programáveis para monitorar e aprender sobre as condições da horta, por exemplo.
3. Rodas de conversa e reflexão sobre o cuidado com a natureza
É hora de abrir espaço para que as crianças compartilhem suas ideias e pensamentos sobre o meio ambiente. Com aulas interativas e rodas de conversa que possibilitem a reflexão, podemos desenvolver a consciência ambiental e inspirar ações positivas!
Promover reflexões a partir de vídeos, reportagens e experiências cotidianas das crianças, estimula o pensamento crítico e a responsabilidade ambiental.
Essa abordagem sobre a educação ambiental permite que as crianças compartilhem suas ideias e perspectivas, desenvolvendo uma compreensão mais profunda sobre a importância de cuidar do meio ambiente e adotar práticas sustentáveis.
4. Oficinas de reutilização de materiais recicláveis
E se o lixo não fosse apenas lixo? Com oficinas de reutilização de materiais recicláveis, as crianças podem criar brinquedos, instrumentos e objetos úteis enquanto aprendem sobre a importância do consumo consciente!
Além disso, os kits LEGO® Education podem complementar a atividade sobre o meio ambiente ao explorar conceitos de engenharia e design sustentável, permitindo que as crianças desenvolvam habilidades essenciais em criatividade, resolução de problemas e pensamento crítico, enquanto criam soluções inovadoras e sustentáveis para o mundo ao seu redor.
5. Desenvolvimento de campanhas escolares de conscientização
Desenvolver campanhas escolares de conscientização, é uma ação que pode inspirar ações positivas e desenvolver a consciência ambiental. Criar cartazes, vídeos ou podcasts é uma excelente forma de disseminar conhecimento e inspirar outros a se juntarem à causa.
Assim, ao engajar os alunos em campanhas sobre economia de água, redução de plástico ou proteção da fauna local, promove-se uma educação ambiental na escola que pode ser eficaz e duradoura.
FIRST® LEGO® League Challenge
A nova temporada da FIRST LEGO League 2025/2026 já foi iniciada! Com o tema UNEARTHED essa edição promete revolucionar as salas de aula brasileiras, convidando estudantes a explorar a arqueologia de uma forma inovadora.
No Brasil, a competição é organizada em três categorias distintas, cada uma adaptada para faixas etárias específicas. A categoria Discover é destinada a crianças de 3 a 6 anos, enquanto a categoria Explore é voltada para alunos de 6 a 10 anos. Já a categoria Challenge é direcionada a estudantes de 9 a 15 anos.
Por meio da ciência e tecnologia, alunos de diversas idades vão conectar passado, presente e futuro, desenvolvendo habilidades essenciais como pensamento crítico, colaboração e resolução criativa de problemas.
6. Integração da educação ambiental com outras áreas do conhecimento
A educação ambiental não precisa ser uma disciplina isolada. Uma abordagem interdisciplinar possibilita integrar temas ambientais com matemática, língua portuguesa e ciências, tornando o aprendizado mais significativo e interessante!
Ao explorar temas ambientais, como estatísticas sobre consumo de água e papel, por exemplo, os alunos desenvolvem habilidades matemáticas essenciais, enquanto a criação de textos e histórias sobre questões do meio ambiente, potencializa a escrita e a reflexão crítica.
Com o Aprimora é possível incluir o aprendizado de matemática e língua portuguesa de forma personalizada e divertida!
Transforme educação ambiental na sua escola com inovação pedagógica
É hora de transformar o ensino e a aprendizagem sobre o meio ambiente! Com as soluções do Educacional, podemos levar a educação ambiental para o próximo nível.
Fale com um consultor e saiba como implementar a Mesa Educacional, LEGO® Education e micro:bit na sua instituição. Juntos, podemos criar um futuro mais sustentável para as próximas gerações!
A educação está em constante evolução e as plataformas adaptativas estão revolucionando a forma como os alunos aprendem. Com a capacidade de se ajustar automaticamente ao ritmo e às necessidades de cada aluno, essas ferramentas de ensino personalizam a experiência de aprendizado.
Neste artigo, vamos explorar o que é uma plataforma adaptativa e como o Aprimora 5.0 está utilizando a inteligência artificial generativa para proporcionar uma experiência de aprendizado personalizada e eficaz.
Descubra como essa plataforma pode ajudar a melhorar o desempenho acadêmico, aumentar a motivação e reduzir a lacuna de habilidades entre os alunos.
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O que é uma plataforma adaptativa?
A aprendizagem personalizada é um dos principais objetivos da educação moderna, e as plataformas adaptativas são a resposta para essa demanda.
Essas ferramentas de ensino utilizam tecnologia avançada para se ajustar automaticamente ao ritmo e às necessidades de cada aluno, proporcionando uma experiência de aprendizado personalizada e eficaz.
Além disso, elas fornecem aos professores insights valiosos sobre o progresso dos alunos, permitindo que eles ajustem sua abordagem de ensino e forneçam apoio adicional onde necessário.
O que é o Aprimora 5.0?
A nova versão do Aprimora se destaca por ser uma plataforma adaptativa com inteligência artificial generativa, apoiando o ensino de Língua Portuguesa e Matemática. Ela também se diferencia por inserir os alunos em um ambiente lúdico, que os torna protagonistas do processo de aprendizagem durante todo o ensino fundamental. Nessa jornada, o estudante é estimulado e recompensado a cada avanço, em uma dinâmica totalmente gamificada. A solução ainda conta com elementos de acessibilidade, como ajustes de fontes, Libras e alto contraste.
A interface do Aprimora 5.0 reproduz a cabine de controle de um submarino. Nela, o aluno tem uma visão panorâmica de seu processo educacional. Cada ano escolar corresponde a uma ilha temática que o usuário deve explorar e na qual haverá desafios a serem resolvidos. O sucesso possibilita que cada estudante customize a ilha à sua própria maneira, o que potencializa e individualiza a experiência rumo às metas educacionais.
MARIA – assistente de IA generativa
A nova plataforma ainda utiliza a inovadora inteligência artificial generativa, no modelo de chat integrado, com tecnologia GPT, batizada como “MARIA” (Módulo de Assistência Remota com Inteligência Artificial), para apoiar os alunos na resolução de questões, no esclarecimento de dúvidas e na personalização do conteúdo.
Por que Uma Nova Versão do Aprimora?
“Não estamos apenas lançando uma versão do Aprimora, mas sim uma jornada única de aprendizado em que a tecnologia está inserida de forma a potencializar o estudo, sem diminuir a necessidade do usuário buscar as informações”, afirma Martin Oyanguren, CEO do Educacional. “Estamos comprometidos em impulsionar o sucesso acadêmico e a paixão pela aprendizagem. O Aprimora 5.0 irá transformar o modo como os alunos percebem o conhecimento.”
O aperfeiçoamento da experiência de aprendizagem por meio de uma plataforma adaptativa com inteligência artificial generativa, representada pela MARIA, reflete a evolução tecnológica da sociedade. A plataforma foi desenvolvida com engenharia de prompt que limita as pesquisas e apenas direciona o estudante na busca pelo conhecimento.
Benefícios para professores e gestores escolares
A atualização do Aprimora 5.0 também oferece ferramentas avançadas de monitoramento e análise de desempenho para professores e gestores educacionais. Com essas ferramentas, é possível:
Monitorar o desenvolvimento dos alunos em tempo real;
Acessar indicadores de desempenho e engajamento precisos;
Analisar gráficos que medem o desempenho por nível de ensino;
Identificar pontos negativos e trabalhar de forma mais assertiva.
Essas ferramentas permitem que os professores e gestores tomem decisões pedagógicas informadas, ajustando sua abordagem de ensino e fornecendo apoio adicional onde necessário.
Com o Aprimora 5.0, é possível oferecer uma educação mais personalizada e eficaz, impulsionando o sucesso acadêmico dos alunos.
Importância da IA generativa
A IA generativa é uma realidade em diversos nichos da sociedade e com a educação acontece o mesmo. Nessa nova jornada, o Educacional se preparou para que todos os alunos que utilizam o Aprimora 5.0 por meio do Hub Educacional possam aprender a partir de uma plataforma cada vez mais interativa, segura e adaptada às necessidades do aluno”, afirma Martin.
Em um mundo cada vez mais complexo e conectado, as escolas enfrentam desafios significativos na gestão de conflitos e bullying entre alunos. Esses problemas não apenas afetam a saúde mental nas escolas e o bem-estar dos estudantes, mas também podem ter impactos duradouros em suas vidas acadêmicas e pessoais.
De acordo com a UNESCO as pesquisas sobre bullying utilizam abordagens e definições distintas, o que resulta em estimativas variadas sobre a prevalência do problema.
No entanto, apesar dessas diferenças, os dados disponíveis convergem para uma conclusão clara: o bullying é um fenômeno comum em todos os países e atinge um número significativo de crianças e adolescentes, com estimativas indicando que até 30% dos estudantes em todo o mundo podem ser afetados por esse comportamento.
Isso sugere que o bullying é um problema global que requer atenção e ação coordenada para mitigar seus efeitos negativos sobre as vítimas.
Neste artigo, vamos explorar as causas e consequências do bullying, bem como apresentar soluções práticas, metodologias e tecnologias que podem ajudar a prevenir e combater esse problema. Vamos descobrir como podemos trabalhar juntos para criar um ambiente escolar mais seguro e acolhedor para todos.
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O papel da escola na mediação escolar de conflitos
Isso é preocupante, uma vez que de acordo com dados recentes do Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania (MDHC), publicados na Revista da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp), houve um aumento alarmante de mais de 250% na violência interpessoal em escolas entre 2013 e 2023.
Essa violência inclui discriminação e hostilidades entre alunos e professores, o que é um indicador alarmante sobre o ambiente escolar no país. Esses números destacam a necessidade de ações eficazes para prevenir e combater a violência nas escolas e promover um ambiente mais seguro e respeitoso para todos.
Assim, promover saúde mental é fundamental para criar um ambiente escolar acolhedor e a escola deve trabalhar para prevenir o bullying e outros problemas dessa ordem, oferecendo apoio e recursos para os alunos que precisam.
A escola deve atuar como mediadora neutra, promovendo espaços seguros e políticas claras de convivência. Isso inclui estabelecer normas e escutar os alunos, criando um ambiente onde eles se sintam confortáveis em expressar suas preocupações e necessidades.
Além disso, a escola deve ter políticas anti-bullying eficazes e implementar programas de mediação de conflitos que envolvam professores e estudantes.
Como implementar programas de mediação de conflitos?
É importante lembrar que A Lei nº 13.185, que entrou em vigor em 2016, define o bullying como uma forma de intimidação sistemática que envolve violência física ou psicológica, caracterizada por atos de humilhação, discriminação, agressões físicas, insultos, ameaças, comentários maliciosos e apelidos pejorativos, entre outros comportamentos prejudiciais.
Essa classificação visa esclarecer e combater as diversas formas de bullying que podem afetar a vida de estudantes e outros membros da comunidade escolar.
Além disso, Ministério da Educação e Cultura (MEC) também tem trabalhado ativamente para combater o bullying, implementando iniciativas como o Pacto Universitário pela Promoção do Respeito à Diversidade, da Cultura da Paz e dos Direitos Humanos.
Faz parte desse trabalho a escolha do dia 7 de abril como o Dia Nacional de Combate ao Bullying e à Violência nas Escolas, uma data importante para refletir e agir contra essa prática prejudicial, de modo a promover a mediação escolar.
E é justamente a mediação escolar, uma ferramenta poderosa para resolver conflitos e promover a convivência harmoniosa entre os alunos. É possível adotar algumas estratégias nas escolas para ajudar a gerenciar disputas e melhorar as relações entre os estudantes, como:
Rodas de conversa: onde os alunos podem discutir seus problemas e preocupações de forma aberta e respeitosa;
Círculo restaurativo: um processo que ajuda os alunos a refletir sobre seus comportamentos e a encontrar soluções para os problemas;
Treinamento de mediadores internos: onde os próprios alunos são treinados para atuar como mediadores em conflitos;
Políticas anti-bullying: que estabelecem consequências claras para o bullying e oferecem apoio aos alunos que são vítimas.
A importância da educação socioemocional para prevenir o bullying
Outra questão preocupante é o aumento do cyberbullying nas escolas. Esse aumento está diretamente relacionado ao crescimento acelerado do acesso à internet e às novas tecnologias de informação e comunicação (TICs) entre as crianças.
Com o avanço da tecnologia e a maior acessibilidade à internet, mais jovens estão se conectando online, o que pode aumentar o risco de exposição a comportamentos negativos, como o cyberbullying.
De acordo com a pesquisa TIC Kids Online Brasil 2024, da grande maioria das crianças e adolescentes brasileiros que usam a internet, cerca de 83%, têm presença em plataformas populares como WhatsApp, Instagram, TikTok e YouTube.
Além disso, a pesquisa revelou que 60% das crianças entre 9 e 10 anos que estão online possuem conta em pelo menos uma rede social, apesar de a maioria dessas plataformas ter uma política de idade mínima de 13 anos para os usuários.
Isso sugere que muitas crianças estão acessando essas plataformas antes da idade permitida, o que pode ter implicações importantes para a segurança e o bem-estar dessas crianças.
No Brasil, a proposta de lei nº 2.628/2022, que ainda está em tramitação, visa proteger crianças e adolescentes em ambientes digitais no Brasil, estabelecendo diretrizes para plataformas digitais e monitoramento parental.
Nesse contexto, a educação socioemocional é uma ferramenta poderosa para prevenir o bullying e o cyberbullying e promover a saúde mental dos alunos.
Ao desenvolver habilidades como empatia, autocontrole e resolução de problemas, os estudantes podem aprender a lidar com situações difíceis de forma mais eficaz. Isso pode ser alcançado por meio de atividades práticas e envolventes, como aulas de educação socioemocional, que ensinam os alunos a gerenciar seus sentimentos e comportamentos de forma consciente e responsável.
Além disso, dinâmicas de grupo podem ser utilizadas para promover a colaboração e a comunicação entre os alunos, ajudando a construir relacionamentos respeitosos.
Essas atividades podem incluir jogos cooperativos, discussões em grupo e projetos em equipe, que incentivam os estudantes a trabalhar juntos e a se apoiarem mutuamente.
Ao investir na educação socioemocional, as escolas podem criar um ambiente mais positivo e acolhedor, onde os alunos se sintam seguros e apoiados para crescer e se desenvolver. Isso pode ter um impacto duradouro na vida dos estudantes, ajudando a prevenir problemas de saúde mental e a promover relacionamentos saudáveis ao longo da vida.
Atividades Socioemocionais
A educação socioemocional como prevenção primária pode ter benefícios significativos para os alunos. Alguns estudos mostram que os programas de educação socioemocional podem reduzir os conflitos e melhorar a convivência escolar.
O programa educacional Pense+ trabalha o Pensamento Computacional e a Resolução de Problemas Reais, com o uso da metodologia STEAM, ao mesmo tempo que trabalha as competências socioemocionais com muito trabalho em equipe, empatia, liderança, comunicação e inteligência emocional.
Com atividades práticas e divertidas, os alunos podem aprender a gerenciar seus sentimentos e comportamentos, reduzindo conflitos e promovendo a convivência colaborativa
Os docentes desempenham um papel fundamental em identificar e apoiar alunos com dificuldades comportamentais. Ao observar e registrar esses comportamentos, eles podem identificar sinais de alerta precoce e desenvolver intervenções personalizadas para atender às necessidades específicas de cada aluno.
Isso pode incluir o acompanhamento individualizado, relatórios detalhados e a implementação de planos de ação para ajudar os alunos a gerenciar seus comportamentos e alcançar seus objetivos.
Além disso, os docentes podem trabalhar em estreita colaboração com outros profissionais, como psicólogos escolares, para garantir que os alunos recebam o apoio necessário para superar desafios.
Os conflitos entre alunos podem ter um impacto significativo no desempenho escolar, afetando não só o bem-estar emocional e social dos estudantes, mas também a aprendizagem.
Quando os alunos estão envolvidos em conflitos, podem se sentir ansiosos, estressados e desmotivados, o que pode levar a uma queda no rendimento acadêmico.
Além disso, os conflitos podem criar um ambiente escolar hostil e desagradável, tornando mais difícil para os estudantes se concentrarem e aprenderem. Isso pode resultar em notas mais baixas, falta de interesse em atividades escolares e até mesmo em evasão escolar.
Portanto, é papel da escola desenvolver estratégias eficazes para prevenir e resolver conflitos entre alunos, criando um ambiente escolar mais pacífico e propício ao aprendizado.
Para promover o apoio pedagógico, as escolas podem contar com o Aprimora, uma plataforma adaptativa e gamificada, que oferece uma abordagem personalizada de ensino que se adapta ao ritmo e nível de aprendizagem de cada estudante em Língua Portuguesa e Matemática.
Com diagnósticos em tempo real, identifica lacunas de aprendizagem e potencialidades para criar experiências de aprendizado envolventes e divertidas. A plataforma motiva os estudantes com desafios, metas e prêmios, enquanto fornece aos educadores relatórios detalhados para tomar decisões informadas e melhorar o desempenho dos alunos.
Fortaleça a função social da escola com tecnologia educacional
Quer transformar a convivência escolar e prevenir conflitos com apoio pedagógico e tecnológico? Conte com o Educacional para fortalecer a mediação escolar e a educação socioemocional na sua instituição.
Com a tecnologia educacional certa, é possível criar um ambiente escolar onde os alunos possam se desenvolver de forma integral. Não perca a oportunidade de transformar a convivência escolar e prevenir conflitos com apoio pedagógico e tecnológico.
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No dia 18 de outubro, São Paulo será palco da Etapa Nacional da FIRST® LEGO® League Explore, um evento que reúne crianças de todo o Brasil em torno da robótica e da aprendizagem criativa. A partir das 13h, na Praça Dr. José Getúlio de Lima, equipes, que avançaram nas etapas regionais, vão apresentar seus projetos, fruto de meses de pesquisa e trabalho.
O Educacional, operador oficial da categoria no Brasil, é responsável por trazer ao país esta iniciativa global, que tem transformado a forma como escolas e professores trabalham metodologias ativas em sala de aula.
O que é a FIRST® LEGO® League Explore?
A FIRST® LEGO® League Explore é uma das categorias do maior torneio de robótica do mundo, voltada para estudantes de 6 a 10 anos. O objetivo é incentivar, desde cedo, o interesse pela Ciência, Tecnologia, Engenharia, Arte e Matemática (STEAM).
Por meio de kits LEGO® Education e desafios temáticos, as crianças aprendem a:
Trabalhar em equipe;
Resolver problemas de forma criativa;
Explorar conceitos de programação e design;
Desenvolver habilidades socioemocionais.
Cada temporada traz um desafio global, em que os participantes devem pesquisar uma temática atual, criar uma solução e construir um modelo em LEGO® Education para apresentá-lo.
A importância da Etapa Nacional da FIRST® LEGO® League Explore
A Etapa Nacional da FIRST® LEGO® League Explore é o momento em que equipes de diferentes estados apresentam seus projetos em um ambiente de celebração e troca de experiências.
Mais do que um torneio, o evento é uma vitrine de boas práticas pedagógicas e do impacto positivo da robótica educacional no desenvolvimento integral dos estudantes.
Por que gestores e professores devem participar?
A Etapa Nacional daFIRST® LEGO® League Explore não é apenas um espaço para apresentação de projetos estudantis. Para gestores e professores, o evento representa uma oportunidade de observar, na prática, como a robótica educacional pode ser aplicada como ferramenta pedagógica transformadora. Participar é vivenciar um ambiente rico em inovação, troca de experiências e inspiração para novas práticas escolares.
Inspiração pedagógica
Contato com exemplos reais de metodologias ativas em ação, aplicadas com criatividade no dia a dia escolar.
Networking educacional
Interação com professores, gestores e instituições que já utilizam a robótica educacional como ferramenta de aprendizagem.
Olhar para o futuro
Compreensão de como torneios como a FIRST® LEGO® League Explore contribuem para preparar os estudantes para os desafios do hoje e do amanhã.
Participe e conheça mais sobre robótica educacional
O Educacional convida gestores, professores e entusiastas a participarem da Etapa Nacional da FIRST® LEGO® League Explore, no dia 18 de outubro, em São Paulo. Será uma experiência enriquecedora para quem busca inovação na educação.
Se você deseja levar essa experiência transformadora para sua escola, conheça mais sobre robótica educacional com a Robotis.
A educação atual enfrenta desafios significativos, desde a falta de engajamento dos alunos até a necessidade de se adaptar às novas tecnologias e às diretrizes da Base Nacional Comum Curricular (BNCC).
Nesse contexto, as estratégias de ensino se destacam como ferramentas cruciais para promover uma aprendizagem significativa e duradoura. Neste artigo, vamos explorar algumas das estratégias eficazes para transformar a prática pedagógica e elevar o desempenho dos alunos.
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Estratégias de ensino que promovem aprendizagem
Em um ambiente de aprendizagem inspirador, as estratégias de ensino são a chave para desbloquear o potencial dos alunos.
As estratégias de ensino são métodos e técnicas utilizadas pelos professores para facilitar a aprendizagem e promover o engajamento dos alunos. Seu objetivo é criar um ambiente de aprendizagem dinâmica e interativa, onde os alunos possam desenvolver habilidades e conhecimentos de forma significativa.
Ao utilizar estratégias de ensino eficazes, os professores podem aumentar a motivação dos alunos e melhorar a compreensão duradoura dos conceitos.
Gamificação e resolução de problemas
Você já se perguntou como tornar o aprendizado mais divertido e desafiador para seus alunos? A gamificação é uma estratégia de ensino que envolve o uso de elementos de jogos, como pontos, desafios e recompensas, para aumentar a motivação e o engajamento dos alunos.
Ao incluir a gamificação, os jogos matemáticos e as atividades de resolução de problemas, os professores podem tornar o aprendizado mais divertido e desafiador.
Desde os primeiros passos na educação básica, o Pense + se destaca como uma solução educacional que vai além do tradicional. Com uma abordagem inovadora, o programa estimula a mente dos estudantes, desenvolvendo habilidades essenciais para o sucesso no futuro.
Ao cultivar o pensamento computacional e o raciocínio crítico, os alunos aprendem a enfrentar desafios de forma criativa, lógica e empática. Com atividades STEAM(Ciência, Tecnologia, Engenharia, Artes e Matemática) e metodologias ativas, o Pense + transforma a aprendizagem em uma jornada prática e significativa, preparando os estudantes para um mundo em constante evolução. É mais do que uma solução educacional – é um caminho para o futuro.
As metodologias ativas são estratégias de ensino que envolvem os alunos de forma ativa no processo de aprendizado. Assim, a criatividade e a colaboração podem ser estimuladas de forma eficaz em sala de aula por meio de estratégias inovadoras ao trabalhar o que é preconizado nas competências gerais da BNCC (Base Nacional Curricular Comum) .
A aprendizagem baseada em projetos, por exemplo, permite que os alunos trabalhem em equipes para desenvolver soluções para problemas reais, aplicando conceitos teóricos de forma prática e significativa.
Já a cultura maker incentiva a experimentação e a prototipagem, permitindo que os alunos criem e testem suas próprias ideias. O role-playing, por sua vez, possibilita que os alunos assumam diferentes papéis e perspectivas, desenvolvendo habilidades de comunicação e resolução de problemas de forma interativa e divertida.
Imagine um kit que combina teoria e prática para ensinar programação de forma divertida e interativa. O Inventura é exatamente isso! Com 24 atividades práticas e uma placa de programação BBC micro:bit, os alunos podem criar e inventar enquanto aprendem.
O kit inclui um livro com atividades, um ambiente online para registrar e acompanhar o progresso, e recursos para professores. O objetivo é:
Desenvolver habilidades essenciais, como criatividade, colaboração e resolução de problemas;
Despertar o interesse por tecnologias, inovação e empreendedorismo.
Com o Inventura, os alunos são incentivados a experimentar, criar e solucionar problemas de forma inovadora, preparando-os para um futuro cheio de possibilidades.
Cultura maker com o Inventura e micro:bit
Vamos colocar a mão na massa? Esse conceito é trazido pela cultura maker, uma abordagem que envolve a criação e a experimentação de projetos práticos, estimulando a criatividade e a resolução de problemas.
Ao desenvolver um projeto maker, os alunos têm a oportunidade de aplicar conceitos teóricos em contextos reais, trabalhando com materiais e ferramentas diversas para criar novas soluções.
Isso não apenas desenvolve habilidades técnicas, mas também promove a colaboração, a comunicação e o pensamento crítico. Além disso, a cultura maker incentiva a experimentação e a prototipagem, permitindo que os alunos testem e aprimorem suas ideias de forma interativa.
O Inventura pode ser um grande aliado nessa estratégia, pois utiliza a placa micro:bit para desenvolver pensamento computacional, criatividade e resolução de problemas nos alunos. Com o Inventura, os alunos podem criar projetos e aprender conceitos de programação e eletrônica de forma prática.
Em um mundo cada vez mais digital, o pensamento computacional tornou-se uma habilidade essencial para o sucesso em diversas áreas. Mas como desenvolver essa habilidade de forma eficaz nos alunos?
O Pense+ é um programa que integra STEAM (Ciência, Tecnologia, Engenharia, Artes e Matemática) e atividades estruturadas para desenvolver lógica, criatividade e resolução de problemas nos alunos.
Com o Pense+, os professores podem criar um ambiente de aprendizado dinâmico e estimulante, onde os alunos possam desenvolver habilidades fundamentais para o século XXI.
Robótica educacional para engajar e desenvolver habilidades
Mãos que criam, mentes que inovam! A robótica educacional é uma estratégia de ensino que une teoria e prática, desenvolvendo pensamento lógico, criatividade e trabalho em equipe nos alunos.
A Robotis é uma solução que pode ser utilizada em projetos de gamificação, metodologias ativas e atividades lúdicas de matemática, por exemplo.
Ela apoia o desenvolvimento socioemocional dos estudantes, além de habilidades essenciais em programação, codificação e robótica. Os conjuntos LEGO® Education são projetados com base nos princípios do aprendizado através do jogo, que promove a aprendizagem por meio da exploração e da criatividade.
Com uma variedade de temas adaptados a diferentes níveis de ensino, desde a Educação Infantil até o Ensino Médio, os estudantes podem se envolver em projetos desafiadores que desenvolvam habilidades essenciais para o sucesso na vida acadêmica.
Transforme sua prática pedagógica com estratégias de ensino eficazes
Pronto para levar essas estratégias à sua escola? Conheça as soluções do Educacional, como Inventura, Pense+, Robotis e micro:bit, para promover uma aprendizagem realmente significativa. Fale com um consultor e comece agora a transformar sua prática pedagógica.
Com as estratégias de ensino certas, você pode criar um ambiente de aprendizado dinâmico e interativo. Não perca a oportunidade de transformar a educação em sua escola!
Em um mundo onde a informação e o conhecimento são fundamentais para impulsionar a inovação e o crescimento, avaliar a qualidade da educação é essencial para entender como os sistemas educacionais estão preparados para enfrentar os desafios do futuro e como impactam diretamente o desenvolvimento socioeconômico dos países.
Neste contexto, este artigo pretende avaliar como o Brasil se posiciona em termos de qualidade da educação, utilizando indicadores confiáveis como o PISA e o IDEB.
Com base nessa análise, apresentaremos soluções inovadoras que podem melhorar a qualidade da educação no Brasil e impulsionar o desenvolvimento.
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A qualidade da educação no mundo
A qualidade da educação é um conceito multifacetado que abrange diversas dimensões, incluindo desempenho acadêmico, equidade no acesso e oportunidades de aprendizado, além de infraestrutura adequada para o ensino.
Esses componentes são importantes para garantir que os estudantes recebam uma educação de qualidade, que os prepare para enfrentar os desafios do mundo contemporâneo.
A seguir, vamos comparar o Brasil com outros países em termos de qualidade da educação, analisando indicadores como desempenho em provas internacionais, taxas de conclusão e investimento em educação, com o objetivo de entender melhor os pontos fortes e as necessidade de melhoria do sistema educacional brasileiro em relação a outras nações.
Como o Brasil se sai no ranking mundial da educação?
Para mensurar a qualidade da educação existem várias avaliações e rankings nacionais e internacionais que fornecem dados da educação no Brasil e do mundo, trazendo informações importantes sobre o desempenho dos sistemas educacionais. Entre essas avaliações, destacam-se:
PISA (Programa Internacional de Avaliação de Alunos): Avalia o desempenho de estudantes de 15 anos em leitura, matemática e ciências.
TIMSS (Trends in International Mathematics and Science Study): Avalia o desempenho de estudantes em matemática e ciências em diferentes níveis de ensino.
PIRLS (Progress in International Reading Literacy Study): Avalia a capacidade de leitura e compreensão de textos em estudantes de 4ª série.
No Brasil, o Ideb (Índice de Desenvolvimento da Educação Básica) também é um importante indicador da qualidade da educação. Os dados são obtidos por meio do Censo Escolar e do Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb), e o índice é medido em uma escala de 0 a 10.
Ele considera o desempenho dos alunos em português e matemática, bem como as taxas de aprovação. Os resultados mais recentes indicam que o Ideb atingiu 6,0 nos primeiros anos do ensino fundamental, 5,0 nos anos finais e 4,3 no ensino médio.
Além disso, o Brasil ocupa a 72ª posição no ranking da UNESCO “Education For All”, que avalia o desempenho dos países em garantir acesso à educação de qualidade para todos. Embora ocupe essa posição entre 125 países, é importante salientar que o Brasil tem apresentado uma evolução gradual ao longo dos anos.
Resultados do Brasil no PISA
O Brasil tem enfrentado desafios significativos em termos de qualidade da educação, como demonstram os resultados do Pisa (Programa Internacional de Avaliação de Estudantes).
O Brasil apresentou resultados estáveis no Pisa 2022, com pontuações de 379 em matemática, 410 em leitura e 403 em ciências. Em comparação com a edição de 2018, quando as pontuações foram de 384 em matemática, 413 em leitura e 404 em ciências, os números atuais indicam uma manutenção dos níveis alcançados.
No ranking global de 81 países, o desempenho do Brasil foi:
Leitura: 53º lugar, com avanço de 4 posições em relação a 2018;
Ciências: 61º lugar, com ganho de 3 posições em relação a 2018;
Matemática: 65º lugar, com subida de 5 posições em relação a 2018.
Embora os resultados ainda estejam abaixo da média internacional, é notável que o Brasil tenha conseguido manter sua estabilidade e até melhorar sua posição no ranking, mesmo diante dos desafios impostos pela pandemia de Covid-19, que afetaram os resultados dessa edição em todo o mundo.
Ranking em Matemática
Entretanto, o desempenho do Brasil no Pisa 2022 foi abaixo também da média de alguns países latino-americanos. Como já foi mencionado, o Brasil alcançou 379 pontos em Matemática, ficando atrás do Chile (412), Uruguai (409) e Peru (391). Já em relação à Colômbia (383) e Argentina (379), não houve diferença estatisticamente significativa.
Ranking em Leitura
Em leitura, o Brasil obteve 410 pontos, resultado inferior ao do Chile (448) e Uruguai (430), mas semelhante ao da Colômbia (409) e Peru (408).
No entanto, metade dos estudantes brasileiros apresentou baixo desempenho em leitura, abaixo do nível 2, enquanto nos países da OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico) esse percentual foi de 26%. Além disso, apenas 2% dos brasileiros alcançaram alto desempenho em leitura, contra 7% nos países da OCDE.
Ranking em Ciências
Em ciências, o Brasil alcançou 403 pontos, ficando atrás do Chile (444), Uruguai (435) e Colômbia (411).
O país empatou com a Argentina e Peru em último lugar na América do Sul. Mais da metade dos estudantes brasileiros (55%) teve baixo desempenho em ciências, enquanto apenas 1% alcançou alto desempenho, contrastando com os países da OCDE, onde esses percentuais são de 24% e 7%, respectivamente.
Participação no TIMSS: desempenho do 4º e 8º anos
O Brasil participou pela primeira vez do TIMSS (Trends in International Mathematics and Science Study) em 2023, avaliando o desempenho de estudantes em matemática e ciências. Os resultados reforçam que o país enfrenta desafios significativos em termos de educação.
No 4º ano do Ensino Fundamental, o Brasil obteve uma média de 400 pontos em matemática, ficando entre os países com pontuação mais baixa, com desempenho superior apenas ao de Marrocos, Kuwait e África do Sul. A média internacional foi de 503 pontos. Já no 8º ano, a pontuação do Brasil foi de 378 pontos em matemática, sendo o segundo país com pontuação mais baixa, empatado com Marrocos
Em ciências, o Brasil também apresentou resultados abaixo da média internacional. No 4º ano, a média foi de 425 pontos, abaixo da média internacional de 494 pontos. No 8º ano, a pontuação foi de 420 pontos, também abaixo da média geral de 478 pontos.
Os níveis de proficiência também são preocupantes. Em matemática, 51% dos estudantes brasileiros do 4º ano e 62% do 8º ano não alcançaram o nível baixo de proficiência. Em ciências, 39% dos estudantes do 4º ano e 42% do 8º ano não atingiram o nível baixo.
No ranking geral, o Brasil ficou em 55º lugar em matemática e 47º em ciências no 4º ano, em comparação com 58 países avaliados. No 8º ano, o país ocupou a 41ª posição em matemática e 37ª em ciências, entre 42 países avaliados. Esses resultados destacam a necessidade de melhorias significativas na educação brasileira para garantir que os estudantes estejam preparados para a vida acadêmica e o mercado de trabalho.
Panorama do Ideb no Brasil
O Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) é um indicador fundamental para avaliar a qualidade da educação no Brasil. Recentemente, o Ministério da Educação (MEC) e o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (INEP) divulgaram os resultados do Ideb 2023.
O Brasil apresentou resultados variados em relação às metas educacionais. Nos Anos Iniciais do Ensino Fundamental, o país atingiu a meta nacional, demonstrando um avanço significativo na qualidade da educação.
Já nos Anos Finais do Ensino Fundamental, a pontuação foi de 5 pontos, abaixo da meta de 5,5, indicando que ainda há desafios a serem superados para melhorar a qualidade da educação nessa etapa.
No Ensino Médio, a pontuação foi de 4,3 pontos, abaixo da meta de 5,2, evidenciando a necessidade de políticas públicas mais eficazes para melhorar a qualidade educacional nesse nível de ensino.
A melhoria no Ideb reflete na qualidade da educação oferecida aos alunos, visando desenvolver habilidades essenciais para o mercado de trabalho e vida em sociedade, reduzir desigualdades educacionais entre regiões e grupos sociais e preparar os alunos para o futuro, tornando-os mais competitivos e capazes de contribuir para o desenvolvimento do país.
Desafios e oportunidades na qualidade da educação no Brasil
Como vimos, a qualidade da educação é essencial para o desenvolvimento do Brasil, mas enfrenta vários desafios, incluindo desigualdades regionais, infraestrutura escolar inadequada, formação docente insuficiente e evasão escolar.
Esses obstáculos afetam principalmente as regiões mais pobres e remotas, onde o acesso à educação de qualidade é limitado. No entanto, existem oportunidades para melhorar a situação, como investir em infraestrutura escolar, formação docente e tecnologia.
Com apoio e soluções adequadas, é possível superar esses desafios e garantir uma educação de qualidade para todos. Quer saber mais sobre como melhorar a qualidade da educação no Brasil? Entre em contato com os consultores do Educacional e leve a Mesa Educacional para a sua escola e descubra como você pode contribuir para a melhoria da educação no país.
Soluções para qualificar o ensino e elevar os indicadores
A educação é um motor poderoso que pode transformar vidas e a sociedade. Para que isso aconteça, é fundamental implementar ações estratégicas e investimentos em diversas áreas.
A adoção de metodologias ativas, que incentivam a participação ativa dos estudantes no processo de aprendizagem, permite que eles sejam protagonistas de sua própria educação.
Isso pode melhorar significativamente a educação, tornando-a mais engajadora, relevante e eficaz, pois os estudantes se tornam mais motivados e comprometidos com o aprendizado, além de desenvolverem habilidades importantes para o sucesso em suas carreiras e vidas pessoais.
O uso de tecnologias educacionais também pode melhorar a aprendizagem e aumentar a eficiência do ensino. Nesse quesito, o Aprimora pode contribuir, pois é uma plataforma inovadora que combina tecnologia adaptativa e elementos de gamificação para ensinar Língua Portuguesa e Matemática.
Além disso, a capacitação docente é fundamental para garantir que os professores estejam atualizados e preparados para ensinar de forma eficaz. Com essas e outras ações, além de investimentos robustos na área, é possível melhorar os indicadores e níveis de qualidade da educação.
Conclusão e caminho para o futuro da educação no Brasil
A qualidade da educação no Brasil é um desafio que precisa ser superado. Com investimentos robustos e ações estratégicas, é possível melhorar os indicadores e níveis de qualidade da educação.
É fundamental adotar soluções de qualidade que promovam a aprendizagem e o desenvolvimento dos alunos. Juntos, podemos trabalhar para criar um sistema educacional mais eficaz e inclusivo, que prepare os alunos para a vida.
Em um mundo cada vez mais tecnológico e interconectado, a educação precisa evoluir para preparar os estudantes para os desafios do futuro.
É nesse contexto que a robótica educacional surge como uma ferramenta poderosa para desbloquear o potencial dos estudantes, desenvolvendo habilidades essenciais como pensamento crítico, resolução de problemas e colaboração.
E quando se trata de ensinar robótica para crianças de forma eficaz, a LEGO® Education é uma das principais soluções que pode fazer a diferença. Ela é uma solução educacional inovadora que combina diversão e aprendizado, oferecendo kits práticos de alta qualidade.
Com planos de aula alinhados à Base Nacional Comum Curricular (BNCC), os kits LEGO® Education promovem atividades interdisciplinares que estimulam a cultura maker e a criatividade.
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Veja algumas atividades de robótica com kits LEGO® Education
Assista ao vídeo sobre as atividades de robótica com kits LEGO® Education e veja como os estudantes podem aprender de forma divertida e interativa.
Por que Ensinar Robótica com LEGO® Education?
Quando se pensa em ensinar robótica na escola, é fundamental escolher uma ferramenta que seja ao mesmo tempo eficaz, divertida e adaptável às necessidades dos estudantes.
É importante também que o ensino de robótica esteja alinhado àa Educação 4.0. Ela é uma abordagem educacional que busca preparar os estudantes para o futuro, integrando tecnologias emergentes, metodologias ativas de aprendizagem e práticas inovadoras no processo de ensino e aprendizagem.
Pensando nisso, os kits LEGO® Education são uma excelente opção por uma variedade de razões. Listamos algumas das principais vantagens de utilizar esses kits para ensinar robótica:
1. Acessibilidade para Iniciantes
Os kits LEGO® Education são projetados para serem intuitivos e de fácil utilização, mesmo para estudantes sem experiência prévia em robótica ou programação. A linguagem de programação para crianças dos kits é o Scratch, que é uma linguagem fácil de aprender e usar.
2. Progressão de Aprendizado
Os kits LEGO® Education oferecem uma progressão de aprendizado que permite aos estudantes avançar em seu próprio ritmo. Existem kits para diferentes níveis de aprendizagem, desde o iniciante até o avançado, com desafios apropriados para cada série ou faixa etária.
3. Suporte Pedagógico
Os kits LEGO® Education não são apenas uma ferramenta de aprendizado inovadora, mas também vêm acompanhados de um suporte abrangente para garantir o sucesso educacional.
Cada kit de robótica é complementado por planos de aula detalhados e materiais de apoio que como foi dito anteriormente, estão alinhados com a Base Nacional Comum Curricular (BNCC), facilitando a integração das atividades com o currículo escolar.
Além disso, ao adquirir os kits LEGO® Education por meio do programa Robotis, as escolas têm acesso a uma gama de benefícios adicionais que ampliam ainda mais o potencial de aprendizado:
Formação para professores: oportunidades de capacitação que equipam os educadores com as habilidades necessárias para utilizar os kits de forma eficaz em sala de aula;
Conteúdo online em plataforma: acesso a uma plataforma com recursos educacionais digitais que complementam os kits e oferecem uma experiência de aprendizado mais rica e interativa;
Suporte pedagógico: para resolver quaisquer questões que possam surgir durante o uso dos kits;
Acompanhamento pedagógico: monitoramento contínuo do progresso da escola, com feedback e recomendações para otimizar o uso dos materiais e melhorar os resultados educacionais.
4. Interdisciplinaridade
As atividades da LEGO® Education são projetadas para trabalhar conhecimentos de Matemática, Física, Engenharia e Artes de forma integrada e interdisciplinar, incentivando o aprendizado STEAM (Ciência, Tecnologia, Engenharia, Artes e Matemática).
Essa abordagem permite que os estudantes desenvolvam uma compreensão mais ampla e profunda dos conceitos científicos e tecnológicos, preparando-os para enfrentar os desafios do mundo real.
O professor Renato Ramos, professor do colégio Chaminade em Bauru, utiliza a LEGO® Education desde 2004 e afirma que é uma das melhores ferramentas para trabalhar os conceitos das diversas áreas do conhecimento.
Ele diz que “por meio de projetos estruturados, criatividade e programação, os educandos desenvolvem competências e habilidades como o trabalho em equipe, liderança e resolução de problemas”.
5. Atividades Divertidas e Significativas
Imagine um mundo onde a aprendizagem é uma aventura emocionante, onde os estudantes são desafiados a resolver problemas da vida real com criatividade e inovação.
Os kits LEGO® Education tornam essa visão uma realidade, oferecendo uma abordagem única e inovadora para o aprendizado que combina o aspecto lúdico dos famosos blocos de LEGO com atividades contextualizadas. As atividades desafiam os estudantes a resolverem problemas da vida real com criatividade e inovação.
A professora da rede pública de Joinville, Francine da Silveira, destaca a importância da LEGO® Education no ensino, ressaltando que o acesso a esses recursos é fundamental para o aprendizado eficaz. “Poder ter esse material como parceiro e como base para alguns momentos de aprendizagem, é algo dos sonhos”, afirma.
Com a LEGO® Education, os professores podem criar experiências de aprendizado mais divertidas e engajadoras, preparando os estudantes para que tenham sucesso acadêmico.
6. Qualidade e Durabilidade
Os kits LEGO® Education são projetados para durar, com componentes robustos e de alta qualidade que podem ser utilizados para inúmeros projetos ao longo de vários anos. Isso significa que os estudantes podem continuar a aprender e criar com os mesmos kits, sem a necessidade de comprar novos materiais.
Essa durabilidade e versatilidade permitem que os materiais sejam utilizados de forma eficaz em diferentes níveis de aprendizado, desde o básico até o avançado.
7. Possibilidade de Participar da FIRST® LEGO® League
A LEGO® Education possui conjuntos próprios da FIRST® LEGO® League, que é a maior competição de robótica do mundo. Isso oferece aos estudantes a oportunidade de trocar experiências com outros alunos e mostrar suas habilidades e criatividade.
No Brasil, a FIRST® LEGO® League é operada pelo Educacional e pelo SESI. Para participar do evento, é necessário o conjunto LEGO® específico da competição, que muda a cada temporada. A FIRST® LEGO® League é dividida em três categorias:
Discover: o programa é destinado a crianças de 3 a 6 anos. As equipes de até 4 alunos constroem modelos LEGO® Education e realizam atividades práticas, desenvolvendo habilidades essenciais com orientação dos professores.
Explore: as equipes são formadas por até 6 alunos de 6 a 10 anos que precisam construir e motorizar um modelo de exploração utilizando LEGO® Education SPIKE Essential.
Challenge: equipes de até 6 alunos de 6 a 10 anos constroem e motorizam modelos LEGO® Education, participando de 12 atividades ao longo da temporada. Com orientação para professores, os alunos criam um projeto inovador para solucionar um problema de acordo com a temática da temporada.
A participação na FIRST®LEGO® League não é apenas uma experiência educativa, mas também uma jornada emocional e transformadora para os estudantes.
É o que afirma o estudante Carlos Eduardo da E.M.E.F. Antônio Estanislau do Amaral: “Durante o projeto, cada etapa era uma emoção diferente. Me fez perceber quando temos confiança em nós mesmos, conseguimos fazer.”
Essa confiança e autoestima são fundamentais para o sucesso dos estudantes, e a FIRST® LEGO® League oferece uma oportunidade única para desenvolvê-las.
Pensando em todas essas vantagens, os kits LEGO® Education são a escolha perfeita para ensinar robótica na escola de forma inovadora e envolvente. Com uma abordagem prática e divertida, os estudantes aprendem conceitos importantes de robótica e programação enquanto desenvolvem habilidades essenciais para o sucesso.
Desde o pensamento crítico até a resolução de problemas, os kits LEGO® Education oferecem uma experiência de aprendizado completa e interdisciplinar. Com o suporte pedagógico abrangente, os educadores podem confiar que estão oferecendo aos seus estudantes uma experiência de aprendizado de alta qualidade.
A possibilidade de participar da FIRST® LEGO® League é um incentivo adicional, permitindo que os estudantes coloquem suas habilidades em prática em um ambiente competitivo e colaborativo.
Dessa forma, os kits LEGO® Education são uma ferramenta valiosa para qualquer educador que deseje inspirar e motivar seus estudantes, preparando-os para ter sucesso em um mundo cada vez mais tecnológico.
O pensamento computacional não está necessariamente ligado a computadores e à programação. Talvez você já tenha usado essa habilidade, mesmo que de forma inconsciente.
Na verdade, o pensamento computacional é uma forma de pensar, usando princípios da ciência da computação, para resolver problemas de diversas áreas do conhecimento.
Quer entender o que esse conceito significa e como ensiná-lo na escola? Continue a leitura do artigo ou baixe nosso e-book gratuito sobre o tema: Pensamento Computacional na Educação Básica.
O que é pensamento computacional?
O pensamento computacional pode ser definido como uma habilidade para resolver problemas e desafios de forma eficiente, assim como um computador faria.
Essa resolução pode ou não envolver equipamentos tecnológicos, mas a sua base é a exploração de forma criativa, crítica e estratégica dos domínios computacionais.
Usar o pensamento computacional é ver um desafio ou problema, refletir sobre ele, separá-lo em partes, resolver cada uma dessas partes da maneira mais lógica e assertiva para depois chegar a um resultado final.
“O Pensamento Computacional é uma distinta capacidade criativa, crítica e estratégica humana de saber utilizar os fundamentos da Computação, nas mais diversas áreas do conhecimento, com a finalidade de identificar e resolver problemas, de maneira individual ou colaborativa, através de passos claros, de tal forma que uma pessoa ou uma máquina possam executá-los” – Christian Brackmann, doutor em Informática na Educação
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Quatro pilares do pensamento computacional
O pensamento computacional é uma habilidade fundamental para resolver problemas de forma eficiente e eficaz. Ele pode ser dividido em quatro pilares principais:
Decomposição
A decomposição é como criar um mapa do tesouro. Você divide o problema em partes menores e mais gerenciáveis, como se estivesse dividindo um quebra-cabeça em peças menores. Isso ajuda a:
Reduzir a complexidade do problema;
Identificar as partes mais importantes do problema;
Desenvolver soluções mais específicas e eficazes para cada parte do problema.
Abstração
A abstração é como tirar uma foto do problema e focar apenas nos detalhes mais importantes. Você ignora o que não é essencial e se concentra no que realmente importa, o que contribui para:
Reduzir a quantidade de informações irrelevantes;
Focar nos aspectos mais importantes do problema;
Desenvolver soluções mais gerais e aplicáveis a diferentes situações.
Reconhecimento de Padrão
O reconhecimento de padrão é como descobrir um código secreto. Você identifica as repetições e similaridades em problemas para auxiliar na resolução.
Isso ajuda a identificar soluções que já foram desenvolvidas para problemas semelhantes, desenvolver soluções mais eficientes e reduzir o tempo e o esforço necessários para resolver problemas.
Algoritmo
Um algoritmo é uma sequência de passos bem definida para resolver um problema, permitindo que você desenvolva soluções mais claras e concisas, reduza a ambiguidade e a incerteza e crie soluções mais eficientes e eficazes.
Com um algoritmo bem estruturado, você pode resolver problemas de forma mais organizada e eficaz.
Ao dominar esses quatro pilares do pensamento computacional, você pode se tornar mais assertivo em resolver problemas complexos e encontrar soluções inovadoras e criativas.
Qual é a importância do pensamento computacional para a escola?
Para além de ser usado em situações cotidianas, o pensamento computacional é muito importante na escola, pois, por meio dele, as crianças desenvolvem o pensamento crítico e passam a revisar o que produzem. Quando bem aplicado, os alunos passam a resolver situações com base nos quatro pilares do pensamento computacional, notando padrões e chegando a conclusões de maneira lógica.
Como já citamos anteriormente, essa habilidade não está necessariamente ligada à programação, mas sim a princípios que auxiliam a resolver problemas. Portanto, o pensamento computacional auxilia na construção do conhecimento em diversas áreas, uma vez que o raciocínio lógico fomenta o aprendizado de qualquer disciplina.
Competências e habilidades trabalhadas no pensamento computacional:
O pensamento computacional desenvolve diversas competências e habilidades essenciais na Educação 5.0, como:
raciocínio lógico;
trabalho em grupo;
criatividade;
análise de dados;
gestão de projetos;
programação;
codificação.
Como desenvolver o pensamento computacional na escola?
Assim como as outras competências digitais, o pensamento computacional é uma competência interdisciplinar e, por isso, pode ser trabalhada de diversas formas na escola:
Em horário específico ou como projeto transversal
Ele pode ser desenvolvido em um horário específico, dentro de um componente curricular (como Matemática ou Informática) ou em projetos transversais, como o clube de robótica.
Essa decisão compete à equipe de gestão escolar, levando em conta o horário escolar e o tempo de permanência dos alunos na escola.
Algumas escolas e redes de ensino têm criado componentes curriculares específicos para a educação digital, que integram o pensamento computacional com outras disciplinas.
Exemplos disso incluem o uso do Inventura, uma solução completa de aprendizado de programação. Com atividades baseadas em temas atuais e relevantes, os alunos podem desenvolver habilidades em programação de forma engajada e divertida.
Já a Robotis apresenta uma abordagem educacional inovadora e completa, utilizando conjuntos LEGO® Education. Oferece conteúdo estruturado por etapa escolar e utiliza robótica para desenvolver habilidades em programação, engenharia e resolução de problemas.
Esses projetos transversais permitem que os alunos desenvolvam habilidades em pensamento computacional de forma prática e aplicada, preparando-os para os desafios do século XXI.
Presencialmente ou à distância
Falando em tempo de permanência na escola, o pensamento computacional pode ser trabalhado em atividades presenciais ou à distância, dependendo da estratégia da instituição.
No modelo de ensino híbrido, que é uma tendência cada vez mais forte no segmento educacional, é normal que as escolas ampliem o tempo de estudo dos estudantes com conteúdos online.
Neste caso, é necessário adotar uma plataforma de aprendizagem com foco em resolução de problemas, Matemática e computação, como o Pense+.
Com atividades plugadas ou desplugadas
Existem duas formas principais de trabalhar com conceitos de tecnologia e pensamento computacional em sala de aula: atividades plugadas e desplugadas.
As atividades plugadas envolvem o uso de dispositivos eletrônicos, como computadores e tablets, para desenvolver habilidades práticas em tecnologia. Já as atividades desplugadas são realizadas sem o uso de tecnologia digital, utilizando materiais físicos e jogos para ensinar conceitos importantes de forma interativa.
Ambas as abordagens têm o objetivo de desenvolver habilidades essenciais em tecnologia e pensamento computacional nos alunos. Na segunda opção, os estudantes utilizam atividades impressas de decomposição, abstração, reconhecimento de padrões e codificação.
Enquanto o método desplugado é mais acessível e uma maneira mais simples de ensinar princípios computacionais, o método plugado é o mais recomendado para a aprendizagem de programação.
Além disso, o trabalho direto com softwares, hardwares e aplicativos tende a despertar maior interesse dos estudantes.
Soluções do Educacional que trabalham pensamento computacional
Quer ajuda para inserir o pensamento computacional na sua escola? O Educacional possui quatro soluções que fortalecem o pensamento computacional. Conheça cada uma delas abaixo:
Pense+
A matemática está mais viva do que nunca! Com o Pense+, os alunos descobrem que a matemática é uma parte natural do seu dia a dia. Essa plataforma inteligente se adapta ao ritmo e à capacidade de cada aluno, tornando o aprendizado personalizado e eficaz.
Os professores têm acesso a gráficos interativos que mostram o progresso dos estudantes, permitindo que eles identifiquem áreas de melhoria e forneçam apoio individualizado. Com o Pense+, os alunos desenvolvem habilidades essenciais em matemática e STEAM, preparando-se para um futuro brilhante.
Robotis
Com a Robotis, os alunos têm a oportunidade de aplicar conceitos de pensamento computacional em projetos práticos e divertidos.
A plataforma inovadora combina a magia dos conjuntos LEGO® Education com conteúdo estruturado para cada etapa escolar, oferecendo uma abordagem pedagógica completa e interativa.
Conta com formação para professores e planos de aula personalizados. Os alunos podem aprender de forma lúdica e divertida, desenvolvendo habilidades essenciais em tecnologia e pensamento criativo.
Inventura
Já o Inventura é um roteiro completo de experiências educacionais que une programação, cultura maker e pensamento computacional. A solução é destinada a estudantes do 4º ao 9º ano do Ensino Fundamental de escolas públicas e privadas.
Ao contratar o Inventura, a escola recebe placas de programação micro:bit, sensores, atuadores, livro com atividades para os alunos, material de apoio para os professores e uma plataforma digital para registro de atividades e acompanhamento dos estudantes.
Você já deve ter ouvido alguém dizer que tem TDAH sem ter feito um diagnóstico adequado, ou pior, que o transtorno é apenas uma desculpa para a falta de atenção causada pelo uso excessivo de telas.
Mas a verdade é que o Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH) é um transtorno que afeta milhões de crianças e adolescentes em todo o mundo.
A Organização Mundial de Saúde (OMS) estima que pelo menos 3% da população mundial seja afetada pelo Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH). No entanto, as taxas de diagnóstico podem variar significativamente de um país para outro.
De acordo com a Associação Brasileira do Déficit de Atenção (ABDA), a prevalência global do TDAH é de aproximadamente 5% a 8%. Além disso, muitas pessoas com TDAH também apresentam outras condições associadas, com cerca de 70% das crianças com TDAH tendo pelo menos uma comorbidade e 10%, tendo três ou mais comorbidades associadas.
Assim, no Brasil, estima-se que cerca de 2 milhões de crianças e adolescentes tenham o transtorno, com uma prevalência maior em meninos do que em meninas, numa proporção de cerca de 3:1.
É hora de entender melhor o que é o TDAH e como ele afeta as pessoas, para uma educação inclusiva e respeitosa.
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Para começar, o que é o TDAH?
O TDAH é um transtorno do neurodesenvolvimento que afeta a capacidade de uma pessoa de controlar seu comportamento e regular a sua atenção. As pessoas com TDAH podem ter dificuldade em se concentrar, seguir instruções e controlar impulsos e por conta disso podem apresentar também dificuldades de aprendizagem.
Sintomas mais comuns
Os sintomas do TDAH podem variar de pessoa para pessoa e variar também em intensidade, mas alguns dos mais comuns incluem:
Dificuldade em se concentrar e manter a atenção;
Hiperatividade e agitação;
Dificuldade em seguir instruções e completar tarefas;
Dificuldade em permanecer sentado ou em silêncio por muito tempo;
Desorganização e falta de planejamento;
Dificuldade em controlar emoções e impulsos.
Como ajudar o aluno com TDAH?
Com o crescente uso de telas pelas crianças, planejar aulas que engajem e mantenha os alunos concentrados nas aulas, é um desafio. Ajudar um aluno com TDAH a se concentrar é um desafio ainda maior, mas com as estratégias certas, é possível melhorar seu desempenho acadêmico e social.
“É importante notar que cada pessoa com TDAH é única e pode apresentar uma combinação diferente de sintomas e comorbidades. Um diagnóstico preciso e um tratamento individualizado são fundamentais para ajudar as pessoas com TDAH a gerenciar seus sintomas e melhorar o seu desempenho escolar e a sua qualidade de vida”, destaca a psicopedagoga Patrícia Ehlke.
Cada aluno com TDAH têm necessidades e desafios específicos. Alguns podem ter dificuldade em se concentrar, enquanto outros podem ter problemas com a impulsividade ou a hiperatividade. Levando em conta essas especificidades, como ajudar um aluno com TDAH na escola?
Pensando exatamente nisso, vamos explorar algumas dicas práticas para auxiliar esses estudantes a ter um maior sucesso escolar. Desde a criação de um ambiente de aprendizado estruturado até a implementação de estratégias de ensino personalizadas, vamos descobrir como a escola pode fazer uma diferença positiva na vida desses alunos.
1.Fornecer estrutura, rotina e apoiar a organização e planejamento
Fornecer uma estrutura e rotina claras é fundamental para ajudar os alunos com TDAH a se sentirem mais seguros e focados. Para isso acontecer é importante:
Estabelecer horários claros para as aulas e atividades;
Fornecer instruções claras e concisas;
Utilizar recursos visuais para ajudar a organizar as atividades;
Certificar-se de que o espaço de trabalho esteja organizado e livre de distrações. Isso pode incluir manter a mesa de trabalho limpa e organizada, usar pastas e etiquetas para organizar os materiais;
Reduzir o ruído e as distrações no ambiente;
Definir metas e objetivos claros para cada atividade ou projeto, estabelecer prazos e prazos intermediários e fornecer feedback regular sobre o progresso;
Propiciar transições suaves entre as atividades para ajudar os alunos a se adaptarem às mudanças,, como uma atividade de aquecimento ou uma pausa, certificando-se de que os alunos estejam preparados para a próxima atividade;
Utilizar aplicativos de gerenciamento de tempo e organização ou agendas físicas.
2.Ensino personalizado
O ensino personalizado e a aprendizagem adaptativa são fundamentais para estudantes com TDAH porque permitem respeitar as necessidades individuais de cada aluno, considerando as variações no perfil neurológico e adaptando estratégias para atender às suas necessidades específicas.
“Essas abordagens otimizam o potencial de aprendizagem ao explorar os pontos fortes dos alunos, como criatividade e pensamento não-linear, enquanto oferecem suporte e acompanhamento pedagógico para as suas dificuldades”, ressalta a psicopedagoga.
Isso ajuda a prevenir problemas secundários, como baixa autoestima, ansiedade e aversão à escola, promovendo experiências de sucesso e reduzindo o risco de problemas emocionais e comportamentais.
A tecnologia é uma aliada importante nesse processo, oferecendo ferramentas que ajustam a dificuldade, fornecem feedback imediato e apresentam conteúdos em formatos variados, proporcionando estimulação e engajamento necessários para o aprendizado eficaz de alunos com TDAH.
Esse é o caso da plataforma Aprimora. Ela é uma plataforma de aprendizagem adaptativa e gamificada que utiliza Inteligência Artificial generativa para oferecer uma experiência de personalização do ensino de Língua Portuguesa e Matemática.
Com a ajuda da assistente virtual, os alunos recebem orientação e incentivo individualizado, promovendo o desenvolvimento do pensamento crítico e da autonomia.
A plataforma detecta o ritmo de aprendizado e o nível de proficiência de cada aluno em Língua Portuguesa e Matemática, e oferece jornadas personalizadas de aprendizagem, ajustando automaticamente os conteúdos de acordo com as características individuais de cada estudante.
Com a utilização de Inteligência Artificial generativa, o Aprimora cria experiências de aprendizagem mais eficazes e interativas.
3.Recursos didáticos atrativos
Quando se trata de ensinar alunos com TDAH, é fundamental criar um ambiente de aprendizado que seja ao mesmo tempo estruturado, atrativo e flexível.
Alunos com TDAH se beneficiam de abordagens educacionais diferenciadas que incluem recursos como materiais manipuláveis e táteis, recursos visuais e organizadores gráficos, tecnologias interativas, atividades de movimento incorporado, temporizadores visuais e materiais de aprendizagem multissensorial.
Esses recursos ajudam a manter o engajamento e o foco, enquanto permitem a criatividade e a liberdade.
Os kits LEGO® Education são uma excelente opção para alunos com TDAH, pois oferecem uma experiência de aprendizado prática e interativa. Com esses kits, os estudantes podem desenvolver habilidades importantes, como resolução de problemas, pensamento crítico e colaboração, enquanto se divertem construindo e criando.
O feedback positivo é uma ferramenta poderosa para ajudar os alunos com TDAH a se sentirem motivados e confiantes. Os professores podem fornecer feedback positivo sobre o desempenho do aluno, celebrar os sucessos e conquistas, e reconhecer os esforços e progressos.
O feedback positivo ajuda a construir a autoestima e a confiança do aluno, o que é essencial para o sucesso acadêmico e pessoal.
No entanto, ele não é suficiente por si só. É igualmente importante criar um ambiente de aprendizado que seja acolhedor e que ofereça suporte. Isso significa que os professores e educadores devem se esforçar para criar um espaço onde os alunos se sintam confortáveis para experimentar e aprender com os erros.
Quando os alunos se sentem acolhidos e apoiados, eles estão mais propensos a se sentirem motivados e confiantes para enfrentar desafios e alcançar seus objetivos.
A combinação de feedback positivo e acolhimento escolar é especialmente poderosa para os alunos com TDAH.
“Quando professores mostram interesse genuíno pelo bem-estar e sucesso dos alunos, eles se sentem vistos e valorizados. Com isso, começam a desenvolver uma visão mais positiva de si mesmos e de suas habilidades, levando a uma maior motivação e engajamento no processo de aprendizado”, explica a Psicopedagoga.
5. Trabalho em conjunto com a família
No apoio a alunos com Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH), a colaboração entre a escola e a família é fundamental para criar um ambiente de apoio e suporte que atenda às necessidades específicas do aluno, promovendo seu desenvolvimento acadêmico, social e emocional.
A troca de informações entre professores e pais ajuda a entender melhor as necessidades e desafios do aluno, permitindo que ambos os lados trabalhem em direção a objetivos comuns.
Com reuniões regulares, comunicação aberta e desenvolvimento de planos conjuntos, escola e família podem trabalhar juntas para ajudar o aluno a alcançar seus objetivos e superar os desafios do TDAH, garantindo assim um apoio integral e eficaz para o seu sucesso.
6. Trabalho em conjunto com Profissionais
O trabalho em equipe com profissionais como psicólogos, psicopedagogos e neuropsicólogos, é fundamental para ajudar os alunos com TDAH.
Esse contato permite desenvolver planos de intervenção personalizados para atender às necessidades específicas do aluno, compartilhar informações e estratégias para ajudá-lo a alcançar seus objetivos e trabalhar em conjunto para monitorar o seu progresso e fazer ajustes necessários.
O Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH) é um desafio complexo que afeta o ambiente escolar. Assim, compreender suas causas, sintomas e impactos é fundamental para oferecer apoio adequado e criar ambientes escolares inclusivos.
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