A gamificação torna a aprendizagem mais leve, divertida e significativa. Por isso, ela é empregada no mundo inteiro por escolas, universidades e empresas, em atividades educativas e treinamentos corporativos.
Mas o que torna os jogos tão engajadores? Por que eles atraem tanto a nossa atenção? E quais são as aplicações da gamificação na educação? Entenda as respostas para essas perguntas lendo o artigo até o final.
Gamificação é uma metodologia de ensino que emprega elementos típicos de jogos para motivar os estudantes e melhorar o desempenho escolar, tais como:
competições;
prêmios;
desafios;
narrativas lúdicas;
personagens fictícios;
objetivos e regras claras;
divisão da jornada em níveis ou fases;
motivação constante;
feedback imediato, com identificação dos erros e acertos;
elementos divertidos;
abstração da realidade;
e cooperação com outros jogadores.
Para ser devidamente enquadrado como metodologia ativa de aprendizagem, a gamificação precisa estar centrada no aluno. O estudante deve sair da posição cômoda, de mero receptor de informações, e se posicionar como construtor das próprias habilidades, conhecimentos e valores.
O papel do professor, nessa perspectiva, é de mediador, orientador e supervisor do processo.
Segundo o livro Gamification by Design, as pessoas são motivadas a jogar por quatro motivos:
para dominarem determinado assunto;
para aliviarem o estresse;
para se entreterem;
para socializarem.
Além disso, o jogador se diverte tanto na busca pela vitória quanto na exploração de um novo universo, vivenciando sensações inéditas e interagindo com outros jogadores.
É importante salientar que o jogador não acompanha uma história, ele “vive” a narrativa, de forma totalmente imersiva.
Todas essas características contribuem para uma aprendizagem significativa, fortalecida pelo alto interesse e pela atenção focada.
Vantagens da gamificação para a aprendizagem
Estudos recentes revelam que a gamificação tem o poder de transformar o ambiente de aprendizado em um espaço dinâmico e interativo, aumentando a motivação dos alunos.
Eles evidenciam o potencial da gamificação como uma ferramenta eficaz na educação moderna e apontam que a grande vantagem dessa metodologia está no seu alto poder de engajamento.
Quando o aluno se torna um participante do jogo, a tendência é que sua dedicação aumente. Ele tem uma motivação a mais para aprender, atraído pelo desejo de vencer. Além disso, ele acaba passando mais tempo estudando, muitas vezes sem nem perceber.
Como fruto desse engajamento, o estudante assimila os conteúdos com mais facilidade. Até mesmo componentes curriculares popularmente considerados difíceis, como Matemática e Física, são melhor compreendidos.
Outras vantagens da gamificação são:
aprendizagem lúdica e divertida;
retenção da atenção;
mais interação entre os colegas;
aulas mais dinâmicas;
desenvolvimento de habilidades socioemocionais como autonomia, autoconfiança, perseverança, colaboração e respeito.
Como aplicar a gamificação na educação?
A escola pode explorar a gamificação por meio de brincadeiras, competições, jogos físicos e jogos educacionais digitais alinhados ao currículo.
Em todas as atividades, é preciso ter clareza dos objetivos pedagógicos. Desde o planejamento até a execução e avaliação, as habilidades que se deseja desenvolver não podem ser perdidas de vista.
De acordo com o livro Gamificação na Educação, as principais características de uma estratégia educacional gamificada são:
missão bem definida;
sistema de pontuação eficiente;
narrativa envolvente e coerente;
tarefas claras;
criatividade.
Assim, a escola deve criar seus próprios jogos ou utilizar modelos prontos. No contexto digital, o mais prático é adquirir uma plataforma digital com vários games educativos, como é o caso do Aprimora e Pense Mais.
Também é importante ter cuidado para evitar conflitos durante o uso da gamificação em sala de aula.
Algumas dicas para aplicar gamificação na educação de forma saudável são:
1. Defina objetivos claros
Antes de iniciar o jogo, defina objetivos claros e específicos para o que deseja alcançar. Isso ajudará a garantir que a brincadeira esteja alinhada com os objetivos pedagógicos.
2. Foque no processo, não no resultado
Em vez de focar apenas no resultado final, foque no processo de aprendizado. Isso ajudará a reduzir a competição e a ênfase no vencedor.
3. Promova a colaboração
Promova a colaboração entre os alunos, incentivando-os a trabalhar em equipe para alcançar objetivos comuns. Isso contribui para promover a cooperação.
4. Inclua todos os alunos
Inclua todos os alunos na gamificação, independentemente de suas habilidades ou necessidades. Isso auxilia a promover a inclusão.
Seguindo essas dicas, é possível evitar competições não saudáveis, brigas e frustrações desnecessárias.
Exemplos de atividades gamificadas
Para tornar o assunto mais palpável, listamos abaixo alguns exemplos de atividades gamificadas na educação:
Jogos físicos: dominó matemático, dominó de sílabas e tabuleiro de formação de palavras;
Jogos digitais: jogos virtuais que envolvam conceitos de letramento e desafios matemáticos, jogos em primeira pessoa para resolução de problemas e quizzes on-line sobre conteúdo curricular;
Brincadeiras: caça ao tesouro com pistas envolvendo o assunto estudado em sala, batata-quente para revisão de conteúdo (quem ficar com a batata na mão responde a uma pergunta);
Concurso ou competição: bingo de números ou sílabas, concurso de leitura, torneio de robótica;
Sistema de pontos e recompensas: pequenos mimos para quem entregar todas as tarefas de casa, ranking de pontos em plataformas de aprendizagem e troféu virtual para vitória em jogo educativo online.
As tecnologias digitais estão ajudando as escolas do mundo todo a melhorarem o processo de ensino-aprendizagem e a gestão escolar. Aplicativos e plataformas educacionais se tornam cada vez mais comuns na rotina escolar, em vista dos muitos benefícios trazidos pela tecnologia na educação.
Atualmente, existem inúmeras plataformas escolares no mercado, para diversas finalidades. Conhecer todas elas é praticamente impossível para um gestor escolar, considerando a sua ampla lista de afazeres. Além disso, é preciso ter expertise em tecnologia para avaliar as melhores soluções deste nicho.
Por isso, o Educacional selecionou as melhores ferramentas do mercado e reuniu-as em um único ambiente virtual – o Hub Educacional. O objetivo é sanar as principais necessidades da escola e facilitar o acesso à tecnologia.
Confira neste artigo todos os aplicativos e plataformas educacionais disponíveis no Hub Educacional, assim como as funções de cada uma.
Table of Contents
O que são as plataformas educacionais?
As plataformas educacionais são plataformas digitais voltadas para a educação. São sistemas que reúnem conteúdos, ferramentas e canais de comunicação, visando o progresso dos estudantes.
As características de cada plataforma variam bastante, de acordo com o objetivo e o público-alvo.
Algumas plataformas educacionais são focadas no processo de aprendizagem, enquanto outras se destinam à gestão escolar. Algumas são projetadas para estudantes, outras para professores, gestores, pais e responsáveis.
Tudo depende do tipo de plataforma.
Principais tipos de plataforma educacional
As plataformas educacionais podem ser classificadas de várias formas:
por nível de escolaridade: para Educação Infantil, Ensino Fundamental, Ensino Médio ou Ensino Superior;
por modalidade de ensino: ensino a distância (EaD), ensino presencial ou ensino híbrido;
por finalidade: plataforma de aprendizagem, plataforma de gestão escolar, sistema de matrículas, biblioteca digital, agenda escolar digital, entre outras;
Conheça um pouco mais sobre os principais tipos de plataforma educacional:
Plataforma de aprendizagem
Plataforma destinada ao processo de ensino-aprendizagem e com foco no estudante. Contém videoaulas, textos, atividades, jogos e testes. Pode ser utilizada em sala de aula ou em casa, como complemento ao ensino presencial.
Plataforma de aprendizagem adaptativa
Plataforma de aprendizagem que utiliza Inteligência Artificial para personalizar a experiência do aluno. Após identificar o nível de proficiência do usuário, o sistema ajusta os conteúdos para o seu perfil.
Plataforma de aprendizagem gamificada
Plataforma de aprendizagem que usa recursos próprios de jogos, como rankings, troféus, missões e desafios. Ela torna o aprendizado divertido, aumentando o engajamento dos estudantes.
Plataforma de gestão escolar
Plataforma que otimiza tarefas de gestão escolar como formação de turmas, organização financeira, calendário escolar, análise de indicadores educacionais, elaboração de relatórios e avaliações.
Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA)
Ambiente virtual completo para suporte ao ensino a distância (EaD). Geralmente, o AVA inclui lições, vídeos, atividades, avaliações, canal de dúvidas, boletim e emissor de boletos para pagamento.
Biblioteca digital
Acervo de e-books que podem ser lidos em diferentes dispositivos (celulares, tablets, e-readers, notebooks e computadores). Para fazer a leitura, o estudante deve solicitar uma locação pela plataforma e usufruir do material enquanto estiver reservado. Depois, o livro se torna disponível para novas locações.
Sistema de matrículas
Ambiente digital que permite a realização de matrículas à distância.
Sistema de controle de frequência
Plataforma de controle de frequência dos estudantes e, eventualmente, dos profissionais da escola.
Plataforma de monitoria
Plataforma destinada à orientação dos estudantes e ao esclarecimento de dúvidas, sejam elas relacionadas ao conteúdo curricular ou ao processo de escolha da profissão (orientação vocacional).
Vantagens de usar aplicativos e plataformas educacionais
O papel das plataformas digitais na educação vai muito além da continuidade dos estudos em situações de emergência, como ocorreu na pandemia da Covid-19.
Os aplicativos e plataformas educacionais trazem muitos benefícios para as escolas, mesmo quando há aulas regulares e presenciais, porque melhoram a qualidade do ensino e otimizam a gestão escolar.
Segundo a pesquisa TIC Educação 2022, 33% das escolas brasileiras utilizam plataformas ou ambientes virtuais de aprendizagem.
Eis algumas vantagens de usar essas ferramentas:
personalização do ensino;
flexibilidade para acessar os conteúdos em qualquer hora e em qualquer lugar, por meio de diferentes dispositivos;
alto engajamento e interatividade;
agilidade no feedback ao estudante;
geração automática de relatórios escolares, o que melhora a visibilidade de resultados, lacunas de aprendizagem, problemas e riscos de evasão escolar;
não sobrecarrega os profissionais da escola nem altera o horário escolar.
Aplicativos e plataformas educacionais para impulsionar sua escola
Veja abaixo os melhores aplicativos e plataformas educacionais, tanto de gestão escolar quanto da área pedagógica:
De gestão escolar
As ferramentas de gestão escolar são focadas em análise de dados, relatórios escolares, avaliação, organização e comunicação com os pais e colaboradores da escola.
O Hub Educacional possui cinco plataformas de gestão escolar:
1. D2L
A D2L é um sistema de gestão da aprendizagem, também conhecido como Learning Management System (LMS). Ele possibilita o acompanhamento de frequências, a publicação de comunicados, a automatização de lembretes e o compartilhamento de materiais didáticos, fotos e vídeos.
A plataforma também permite a visualização do progresso dos estudantes, a criação de atividades online e a elaboração de avaliações personalizadas.
A D2L favorece a gestão da informação e da comunicação no ambiente escolar, além de impulsionar o ensino híbrido.
2. Max.IA
A Max.IA é uma plataforma de avaliação escolar munida de Inteligência Artificial. Nela, os professores podem criar avaliações automáticas e personalizadas, a partir de um amplo banco de questões.
Uma de suas funcionalidades é a opção de aumentar o nível de dificuldade dos testes para os alunos acima da média e diminuí-lo para os alunos abaixo da média da turma. Incrível, não é?
A plataforma também coleta os dados dos alunos em relação ao perfil cognitivo, psicométrico e comportamental deles. O objetivo é identificar e prever lacunas de aprendizagem.
Baseada nesses dados, a Max.IA recomenda atividades e conteúdos curriculares para o usuário, de acordo com o seu perfil. Os exercícios são gamificados e divertidos.
Além disso, a Max.IA gera relatórios e diagnósticos inteligentes para professores, gestores e familiares. Toda a plataforma é adaptável ao sistema pedagógico e avaliativo da escola.
3. NEDU
A NEDU é uma plataforma de dados escolares, que reúne relatórios inteligentes, dashboards personalizados e recomendações baseadas em indicadores educacionais.
Na plataforma, o gestor escolar acompanha o desempenho, o comportamento e a frequência dos alunos. Isso ajuda a escola a identificar com antecedência os estudantes com risco de evasão e, com isso, tomar medidas preventivas a tempo.
Os dados também incluem a taxa de inadimplência, os custos operacionais, a eficácia do ensino e a satisfação das famílias.
4. Tell me
O Tell me é um aplicativo de agenda escolar digital que permite a comunicação rápida e eficiente entre a escola, os alunos e as famílias.
Nele, é possível acessar rapidamente todos os avisos, tarefas de casa, faltas, datas de prova, notas escolares, eventos, mensagens da equipe pedagógica e informações financeiras.
O Tell me também gera notificações, lembretes e calendários, auxiliando as famílias na organização de suas rotinas e evitando esquecimentos.
Já o diretor escolar consegue acompanhar quem visualizou e respondeu as mensagens, além de monitorar os avisos enviados pelos professores.
5. HubLab – LearnLab
Um ambiente com diversas aplicações que potencializam a criatividade, ampliando o conceito de Ecossistema Hub Educacional ao integrar ferramentas desenvolvidas especialmente para a educação, tais como: autoria de livros digitais, criação de mindmaps colaborativos, podcasts e vídeos, dentre outras.
A solução apoia o uso de metodologias ativas em sala de aula, com integração a plataformas populares como Google e Microsoft, incluindo uma ferramenta de Inteligência Artificial integrada tanto para auxiliar alunos quanto para apoiar professores na construção de aulas e feedbacks.
Indicado para todas as etapas de ensino, da Educação Infantil ao Ensino Médio.
Pedagógicos
Os aplicativos e plataformas educacionais da área pedagógica são voltadas ao processo de ensino-aprendizagem, com o objetivo de melhorar a proficiência dos alunos e desenvolver habilidades específicas da Base Nacional Comum Curricular (BNCC).
Desenvolvida pelo Educacional, a plataforma usa Inteligência Artificial para adaptar os conteúdos de acordo com o ritmo e o nível de proficiência do estudante.
O Aprimora contém vários desafios de Língua Portuguesa e Matemática, com elementos de ludicidade, a fim de tornar a aprendizagem divertida e engajadora.
Na plataforma, o professor e o gestor escolar conseguem visualizar o desempenho de cada estudante, turma ou escola, em tempo real. Assim, as dificuldades de aprendizagem, bem como as potencialidades de cada aluno, podem ser facilmente identificadas.
O Aprimora é destinado ao Ensino Fundamental Anos Iniciais e Anos Finais.
7. Pense Mais Educacional
Outra plataforma desenvolvida pelo Educacional é o Pense Mais. Seu objetivo é desenvolver o pensamento matemático, a partir de problemas da vida real e atividades lúdicas.
Assim como o Aprimora, o Pense Mais é destinado ao Ensino Fundamental Anos Iniciais e Anos Finais.
8. Árvore
A Árvore é uma plataforma digital de leitura, com mais de 50 mil e-books e audiobooks. Durante a leitura, os estudantes interagem com recursos de gamificação e exercícios baseados na obra. Todas as atividades são alinhadas à Base Nacional Comum Curricular.
A plataforma também faz recomendações de livros para os usuários, de acordo com as suas preferências, idade e segmento escolar.
Com a Árvore, a escola tem acesso a um acervo diversificado de obras, que podem ser exploradas em qualquer dispositivo e em qualquer lugar.
A plataforma ainda conta com ferramentas de nivelamento: a equipe gestora consegue indicar aos alunos obras que se adequem ao nível de leitura de cada um, conforme o padrão F&P (Fountas & Pinnel).
Além disso, a Árvore inclui revistas, jornais, dicionário integrado, livros em Inglês e dashboard com relatórios.
9. Bibot
Ainda na área de leitura, outra plataforma educacional muito útil para as escolas é o Bibot. Essa biblioteca digital interativa reúne livros de diversas editoras e autores, desde obras clássicas até novos sucessos da literatura.
As categorias abrangem ficção, aventura, crônica, poesia, história, filosofia, redação e muito mais.
A biblioteca também é gamificada e possui exercícios alinhados à BNCC. Ao completarem suas leituras e atividades, os estudantes acumulam pontos e sobem em rankings locais, regionais e nacionais.
Os alunos leem os títulos selecionados pelos professores (que ficam disponíveis na Trilha do Conhecimento do usuário), mas também podem explorar o acervo e adicionar livros à Lista de Favoritos.
10. Descomplica
O Descomplica é um ambiente virtual de aprendizagem voltado para os estudantes do Ensino Médio, com foco na preparação para o Enem e outros vestibulares.
Ele oferece videoaulas (ao vivo e gravadas), simulados, material didático interativo, ambiente para produção de redação e plantão de dúvidas 24 horas por dia, sete dias por semana.
Cada estudante recebe um plano de estudo para organizar sua rotina e aprender de forma autônoma. As escolas podem usufruir dessa ferramenta como um meio de flexibilizar e personalizar o ensino, de acordo com as necessidades de cada aluno.
11. Educacross
O Educacross é um aplicativo de jogos educacionais digitais, destinado aos alunos da Educação Infantil e Ensino Fundamental Anos Iniciais. São mais de 2.000 jogos alinhados à BNCC, que trabalham alfabetização, Língua Portuguesa, Matemática e Lógica.
Os games são organizados pelo professor, que pode utilizar as trilhas de aprendizagem da plataforma ou criar uma nova trilha.
Ao interagir com a ferramenta, o estudante gera dados que são transformados em relatórios de desempenho. Assim, os gestores e professores acompanham facilmente os indicadores pedagógicos do aluno, da turma, da escola e da rede de ensino.
12. Elefante Letrado
O Elefante Letrado é uma plataforma digital de leitura gamificada, que contém livros digitais, games e atividades interativas para alunos de todas as idades.
A plataforma possui um amplo acervo de livros, divididos por gênero, editora e etapa de ensino (Educação Infantil, Ensino Fundamental Anos Iniciais ou Ensino Médio).
O Elefante Letrado inclui também: biblioteca para o professor; teste online de fluência leitora; audiobooks; livros em Inglês; metas individuais de leitura, dashboard de relatórios e gravação de áudio da leitura dos estudantes.
13. Estante Mágica
A Estante Mágica é um aplicativo e, também, uma plataforma escolar que ajuda os estudantes a escreverem e ilustrarem seus próprios livros.
Cada história é publicada em formato digital e transformada em game. Há ainda a opção de comprar a versão impressa do livro, como forma de recordação. No final do projeto, a escola organiza um evento de autógrafos para celebrar a conquista dos estudantes.
Criada em 2009, a Estante Mágica já lançou mais de 2 milhões e meio de livros produzidos pelas crianças.
14. Arukay
Arukay é um sistema de aprendizagem co-curricular voltado para alunos da Educação Infantil ao Ensino Médio.
Nele, o estudante tem acesso ao ensino do pensamento computacional e diversas linguagens de programação de diferentes níveis, auxiliando no desenvolvimento de suas habilidades tecnológicas e contribuindo para o aprendizado de forma gamificada e interativa.
Os projetos da Arukay são estruturados na metodologia Machine Learning e STEAM, levando a interdisciplinaridade em Ciência, Tecnologia, Engenharia, Arte e Matemática para os estudantes.
15. Inventura
Solução para o Ensino Fundamental que integra uma proposta multidisciplinar de STEAM – termo em inglês que conceitua a união dos conceitos de Ciências, Tecnologia, Engenharia, Matemática e Artes, com o objetivo de potencializar a aprendizagem e a resolução de situações-problema.
O Inventura incentiva o uso da tecnologia em práticas maker, ao integrar materiais físicos e digitais: livro do aluno, livro do professor, placa BBC micro:bit e componentes de hardware/eletrônicos, além de ambiente de programação, ambiente online e aplicativo.
16. Robomind
A Robomind é uma solução de robótica educacional que utiliza kits de LEGO® Education. Ele também possui uma plataforma digital de suporte com planos de ensino e conteúdos didáticos, em forma de textos, vídeos e jogos.
Destinado a todas as fases de ensino, da Educação Infantil ao Ensino Médio, a Robomind desenvolve competências digitais, cognitivas e socioemocionais, como criatividade, inovação e proatividade, formando uma nova geração de empreendedores.
17. Vivadí
A Vivadí é uma plataforma educacional focada em habilidades socioemocionais e voltada para alunos da Educação Infantil ao Ensino Médio.
A metodologia da plataforma é dividida em quatro pilares, alinhados à BNCC, que são: autogestão, colaboração, adaptabilidade e comunicação. Os estudantes passam por videoexperiências diárias, baseadas em storytelling, e respondem autoavaliações sobre o estado emocional atual.
Os gestores e professores podem acompanhar a evolução dos estudantes por meio do painel de dados. Além disso, eles podem adicionar informações sobre comportamento e participação dos alunos na escola, a fim de complementar os relatórios.
18. Seren
Já o Seren é um aplicativo de experimentação vocacional que tem o objetivo de ajudar os estudantes do Ensino Médio a escolherem suas futuras profissões.
O aplicativo conecta os alunos a profissionais de diversas áreas, em conversas ao vivo, para que eles conheçam a rotina dos especialistas e tirem suas dúvidas sobre cada carreira.
O Seren também utiliza Inteligência Artificial para mostrar as profissões mais alinhadas ao perfil do aluno, de acordo com suas interações no aplicativo.
19. Tecteca
A Tecteca é um aplicativo de apoio à leitura infantil. Ele é destinado à Educação Infantil e aos Anos Iniciais do Ensino Fundamental, em especial aos primeiros e segundos anos.
Nele, os alunos têm acesso a um acervo de livros digitais exclusivos, que incentiva e desenvolve a fluência leitora. Além disso, disponibiliza aos gestores e professores relatórios que incluem métricas por aluno e por turma.
20. FazGame
O FazGame é uma plataforma gamificada de incentivo à leitura e produção textual. Ele dá aos estudantes a oportunidade de criarem seus próprios jogos narrativos, desenvolvendo suas habilidades de escrita, criatividade e imaginação.
A plataforma inclui trilhas de aprendizagem, com todas as orientações para os professores e estudantes começarem a criar seus jogos.
O FazGame impulsiona a aprendizagem em Língua Portuguesa e o protagonismo juvenil e, ainda, gera relatórios de acompanhamento para os gestores escolares.
21. Escribo
O Escribo é um aplicativo de jogos educacionais das áreas de Língua Portuguesa e Matemática. Destinado aos alunos da Educação Infantil e Ensino Fundamental Anos Iniciais, o app cria jornadas personalizadas de aprendizagem e permite a avaliação interativa dos estudantes, em tempo real.
A ferramenta também gera relatórios de desempenho para acompanhamento dos gestores.
22. Robotis – LEGO® Education
Plataforma de atividades da LEGO® Education, com foco em robótica e STEAM. Ela foi desenvolvida para apoiar as aulas com LEGO® Education – um dos recursos pedagógicos mais populares do Brasil e do mundo.
Contém desafios para todas as idades, da Educação Infantil ao Ensino Médio. Seu objetivo é fazer com que os alunos aprendam brincando, enquanto desenvolvem habilidades do século XXI.
23. Plethora
Destinado ao Ensino Fundamental Anos Iniciais e Anos Finais, a Plethora é uma plataforma de aprendizagem gamificada que trabalha o pensamento computacional.
Durante os jogos, os alunos constroem e completam sentenças lógicas que constituem regras para a resolução de problemas.
A plataforma possui vários planos de aula, com a opção de personalizar o nível de dificuldade e compartilhar os desafios com outros membros da comunidade online.
24. Espaço infantil
O Espaço infantil é um ambiente virtual de aprendizagem para a Educação Infantil, que contém jogos, histórias, músicas e vídeos.
As atividades são divididas em três temáticas (floresta, fazenda e mar), as quais despertam a curiosidade das crianças e auxiliam no processo de alfabetização, letramento, numeracia e compreensão textual.
25. Stift
O Stift é um aplicativo de plantão de dúvidas que conecta estudantes e professores da escola. Ele permite que os alunos enviem suas dúvidas de forma online, pelo celular, e recebam respostas completas dos monitores da instituição.
As perguntas podem ser enviadas via texto, foto, vídeo ou áudio. Depois de receber a resposta, o aluno pode fazer uma réplica, caso continue com alguma dúvida.
Trata-se de uma solução muito útil para complementar ou substituir o plantão de dúvidas tradicional, com potencial de impulsionar os resultados de aprendizagem da escola.
26. Eduqz
O Eduqz é uma plataforma escolar de revisão de textos online, voltada ao Ensino Fundamental Anos Finais e Ensino Médio.
Na ferramenta, os corretores podem enviar áudios, circular, sublinhar e riscar trechos do texto, a fim de facilitar o feedback.
Além de corrigir os textos enviados pelos estudantes, a plataforma oferece cursos e videoaulas sobre redação. O Eduqz também gera relatórios com os principais dados dos estudantes para acompanhamento dos professores e gestores.
27. Aval.IA
O Aval.Ia é uma plataforma educacional que coleta dados dos estudantes em relação ao nível cognitivo, psicométrico e comportamental, a fim de prever e corrigir lacunas de aprendizagem.
A plataforma recomenda atividades para os alunos de acordo com o perfil de cada estudante e cria avaliações automáticas, adaptadas ao plano de ensino da instituição. Além disso, ela gera relatórios relevantes para os professores e gestores.
O Aval.Ia atende os estudantes dos Anos Finais do Ensino Fundamental e do Ensino Médio.
28. Tindin
Um ambiente virtual de aprendizagem gamificado, com foco na educação financeira. Na Tindin, cada aluno tem seu avatar e se movimenta por uma cidade com vários ambientes de interação. Nessa ilha virtual, a escola pode desenvolver diversas atividades, como aulas ao vivo, trilhas pedagógicas, trabalhos interdisciplinares, conteúdos em texto, áudio e vídeo.
Hub Educacional: uma plataforma; mais de 30 soluções
O Hub Educacional é uma plataforma digital completa, que reúne diversos aplicativos e plataformas educacionais no mesmo ambiente virtual. São mais de 30 soluções da área pedagógica, de gestão escolar e de integração tecnológica.
Na plataforma, sua escola tem acesso às melhores tecnologias de forma ágil e prática, com um só login e senha por usuário. Assim, a instituição não precisa se preocupar com inúmeras senhas de vários membros da comunidade escolar.
Além disso, o Hub Educacional atende às principais necessidades da escola, englobando:
ensino de Língua Portuguesa;
ensino de Matemática;
ensino de Ciências da Natureza e Ciências Humanas;
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Dois anos e meio depois da retomada das aulas presenciais, os efeitos da pandemia na educação ainda são perceptíveis: dificuldades de aprendizagem, atraso na alfabetização e desigualdades educacionais profundas. Nesse cenário, a recomposição de aprendizagem é o único caminho para reduzir as sequelas.
Como afirmou a diretora do Centro de Excelência e Inovação em Políticas Educacionais da FGV, Cláudia Costin, em entrevista à Revista Oeste, os problemas causados pela pandemia vão demorar mais de dois anos para serem resolvidos, em um longo processo de recomposição de aprendizagens.
Neste artigo, vamos explicar as etapas dessa estratégia pedagógica e mostrar como a tecnologia pode acelerar os resultados de aprendizagem dos alunos.
Segundo o estudo “Recomposição das aprendizagens em contexto de crise” elaborado pelo Instituto Natura e pela Fundação Lemann, a recomposição de aprendizagem é um conjunto de estratégias educacionais cujo objetivo é preencher lacunas de aprendizagem no contexto pós-pandemia.
Essas estratégias podem variar de programa para programa, mas geralmente incluem:
Existem três tipos de abordagem dentro da recomposição de aprendizagem, sendo a terceira a mais recomendada pelo Instituto Natura:
remediação (apoio para toda a turma);
intervenção (apoio apenas para os alunos com dificuldade de aprendizagem, geralmente dividindo a turma em três grupos);
aceleração (apoio apenas para alunos com dificuldade de aprendizagem, focando nas lacunas mais críticas para recuperar o atraso).
Nos programas de aceleração de aprendizagem, a escola ou rede de ensino identifica as principais perdas de aprendizagem, preenche essas lacunas rapidamente e guia os estudantes de volta ao nível em que deveriam estar.
Esse método é muito interessante porque, quanto mais atrasados ficam os alunos, maior é a desmotivação deles e mais alta é a chance de evasão. Por isso, acelerar o processo é a melhor forma de recompor aprendizagens.
Qual é a diferença entre recomposição, reforço e recuperação?
Apesar de constantemente confundidos, os termos “recomposição”, “reforço” e “recuperação” não são sinônimos.
Enquanto a recuperação escolar busca novas abordagens para o ensino de um conteúdo que o estudante já viu, mas, por algum motivo, não aprendeu, a recomposição mira em conceitos que o aluno nem teve a oportunidade de aprender, por conta do isolamento social.
Além disso, a recuperação é realizada exclusivamente no final do bimestre, após a divulgação das notas escolares, para aqueles que não obtiveram média suficiente.
Em contrapartida, o reforço escolar acontece ao longo do ano letivo, no contraturno, para auxiliar os estudantes com qualquer dificuldade de aprendizagem.
Como a pandemia afetou a aprendizagem dos alunos?
O cenário educacional do Brasil já enfrentava vários desafios antes da pandemia. No entanto, o fechamento das escolas por quase dois anos em decorrência do Covid-19 agravou alguns problemas, como veremos a seguir.
Perdas de 4 a 10 meses de aprendizagem
Apesar de os alunos terem continuado a estudar durante a pandemia por meio das aulas remotas, várias pesquisas mostraram que houve perda de 4 e 10 meses de aprendizagem em linguagens e matemática, dependendo da cidade e da etapa de ensino. Os dados foram divulgados pelo Laboratório de Pesquisa em Oportunidades Educacionais da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), em nota técnica de dezembro de 2022.
A avaliação constatou quedas em Língua Portuguesa e Matemática em todas as etapas de ensino, em relação à última edição de 2019. Porém, no 2º ano do Ensino Fundamental a perda foi maior: passou de 750 para 725 pontos em Língua Portuguesa e de 750 para 741 pontos em Matemática.
Impacto na alfabetização
Um dos motivos dessa queda em Língua Portuguesa no 2º ano do Ensino Fundamental foi a não concretização da alfabetização para muitas crianças.
De acordo com a pesquisa Alfabetiza Brasil, apenas 43,6% das crianças do 2º ano foram consideradas alfabetizadas em 2021 – 16,7 pontos percentuais menor que em 2019.
Sabemos que a alfabetização completa e na idade certa é um desafio no Brasil há muitos anos, mas a pandemia agravou ainda mais o problema. Por isso, os programas de recomposição de aprendizagem devem priorizar as crianças mais novas e em fase de alfabetização.
Efeitos negativos maiores em Matemática
Outro ponto levantado pela nota técnica da UFRJ foi a perda de aprendizagem mais acentuada em Matemática, exceto na Educação Infantil e nos primeiros anos do Ensino Fundamental. Esse padrão foi observado em várias pesquisas acadêmicas e também na comparação dos resultados do Saeb de 2019 e 2021.
No 5º ano do Ensino Fundamental, a queda de proficiência em Matemática foi de 11 pontos porcentuais, enquanto em Língua Portuguesa foi de 7 pontos.
No 9º ano do Ensino Fundamental e no Ensino Médio, a perda em Matemática foi de 7 pontos, ao passo que em Língua Portuguesa foi de 2 e 3 pontos, respectivamente.
Aumento das desigualdades educacionais
Não obstante, a suspensão das aulas presenciais na pandemia fortaleceu a desigualdade educacional. Ainda de acordo com a nota técnica da UFRJ, crianças e adolescentes mais vulneráveis socialmente aprenderam menos da metade que seus colegas não vulneráveis em 2020.
Isso porque, provavelmente, os estudantes mais pobres e com pais menos escolarizados tiveram menos acesso a tecnologia e não tiveram um ambiente de estudos adequado em casa.
A pesquisa da FGV “Tempo para Escola na Pandemia” também mostrou que o tempo médio de estudos por dia em agosto de 2020 foi bem menor entre os alunos mais pobres e estudantes da região norte do Brasil.
Como consequência, a desigualdade regional e a desigualdade de renda tendem a se perpetuar ainda mais. Por isso, as escolas precisam intervir e reunir esforços para mudar essa realidade.
Estratégias de recomposição de aprendizagem
Como mencionamos anteriormente, a recomposição de aprendizagem é a somatória de várias estratégias, coexistentes ou não, com o objetivo de preencher as lacunas de aprendizagem deixadas pela pandemia.
Vejamos com detalhes as principais estratégias:
Priorização curricular
É inviável abordar todos os objetos de aprendizagem e trabalhar todas as habilidades previstas no currículo, tanto por questão de tempo quanto pela dificuldade de absorver muito conteúdo de uma só vez.
Por isso, para acelerar o preenchimento das lacunas, a escola ou rede de ensino deve adaptar o currículo, excluindo repetições de habilidades entre as séries e selecionando apenas aquelas consideradas prioritárias.
A priorização leva em conta as habilidades indispensáveis para o avanço do estudante nas próximas séries.
Avaliação diagnóstica
Uma das fases mais importantes da recomposição de aprendizagem é a avaliação diagnóstica. É ela que fornece aos gestores escolares uma visão clara sobre as necessidades e dificuldades dos estudantes para embasar decisões assertivas e direcionar a prática pedagógica.
Embora a principal ferramenta de avaliação seja a aplicação de testes em papel ou em dispositivo eletrônico, o diálogo com os estudantes e os pais ou responsáveis é uma fonte valiosa de informações sobre o desempenho escolar e o bem-estar emocional dos alunos.
Outra prática recomendada é evitar as palavras “teste”, “prova” ou “avaliação”, para não deixar a criança ou o adolescente nervoso. Prefira avaliações orais individuais ou jogos educacionais online que realizem avaliação diagnóstica.
Após a análise dos resultados da avaliação diagnóstica, a escola ou a rede ensino cria agrupamentos com base no nível de aprendizagem, para direcionar os esforços pedagógicos de uma forma mais personalizada.
Ao longo do programa, os estudantes mudam de turma conforme avançam no processo de aprendizagem.
Ampliação do tempo de instrução
Também faz parte da recomposição de aprendizagem a ampliação do tempo de estudo por meio de escolas presenciais de verão, aulas no final de semana ou adaptações do calendário escolar.
Essa estratégia foi adotada em redes de ensino dos Estados Unidos, Argentina e Chile no ano de 2021, com grande adesão dos alunos.
Outra possibilidade é complementar as aulas presenciais com atividades online realizadas em casa – metodologia conhecida como ensino híbrido, que iremos abordar a seguir.
Ensino Híbrido
Além de ser uma solução para ampliação do tempo de estudo, o ensino híbrido dá, ao estudante, a chance de usufruir tanto dos benefícios da aprendizagem online quanto da offline.
Combinando atividades na escola e em casa, o aluno é incentivado a se posicionar no centro do processo de aprendizagem, aprender no seu próprio ritmo e se aprofundar nos assuntos que mais precisa ou que mais lhe interessam.
Tutoria individual ou em grupo
Outra prática popular entre escolas e sistemas de ensino do mundo no contexto pós-pandemia é o recrutamento de tutores para auxiliar os professores e apoiar os estudantes na recomposição de suas aprendizagens.
Esses tutores podem ser professores ou estudantes de Pedagogia ou Licenciatura, desde que passem por formação específica. Eles acompanham pequenos grupos ou atendem os alunos individualmente, em parceria com os docentes.
Monitoramento de resultados
Durante todo o programa de recomposição de aprendizagens, a rede escolar precisa coletar e analisar dados relacionados ao avanço pedagógico dos estudantes.
Os dados precisam ser claros, objetivos e fáceis de serem medidos, a fim de que a equipe de gestão escolar consiga identificar possíveis falhas rapidamente e tomar as melhores decisões.
Como veremos abaixo, a tecnologia é uma forte aliada do monitoramento de resultados.
Como a tecnologia pode facilitar a recomposição?
A tecnologia pode contribuir e muito para o sucesso de um programa de recomposição de aprendizagem.
Primeiramente, é possível automatizar algumas tarefas que acabam tomando tempo do gestor, do coordenador pedagógico e do professor, como elaboração de testes, correção de atividades, cálculo de notas e avaliação de indicadores educacionais.
As plataformas digitais educacionais contêm recursos que facilitam todo o processo de recomposição de aprendizagem, desde a priorização curricular até o monitoramento de resultados, passando pela avaliação diagnóstica.
Em segundo lugar, as tecnologias educacionais favorecem o ensino híbrido, que é uma das principais estratégias de recomposição de aprendizagem, e tornam a experiência do aluno mais interativa, lúdica e atraente.
A Escola Evandro Ferreira dos Santos (EREF), de Cabrobó, Pernambuco, contou com a plataforma Aprimora no plano de recomposição de aprendizagem.
Maria de Oliveira, mãe de 3 alunos que utilizam a plataforma, relata a mudança no ritmo de aprendizado dos filhos: “Eles aprenderam de forma tão fácil e lúdica, e agora em junho, já estavam lendo”.
João Vitor Oliveira, aluno do 9º ano, sentiu a diferença: “Melhorou o jeito de eu aprender. Às vezes eu entendia o que o professor explicava, às vezes não. O Aprimora baseia a minha pergunta e depois explica”.
Quer contar com todos esses benefícios? Então sua escola precisa da Suíte Educacional.
O gestor escolar tem um papel importantíssimo no contexto de recomposição. É ele quem administra a avaliação diagnóstica, analisa os resultados e define os objetivos do projeto pedagógico.
Ele também é responsável pelo monitoramento de resultados, ou seja, por conferir se os esforços da escola estão sendo bem sucedidos e se os estudantes estão avançando nos níveis de aprendizagem.
Além disso, ele busca ter um relacionamento próximo com os pais dos estudantes para conhecer o perfil da comunidade escolar, divulgar as ações da escola, conscientizar os responsáveis e angariar apoio das famílias na educação das crianças.
O gestor tem, ainda, a função de escolher e adquirir as tecnologias educacionais mais pertinentes para o trabalho pedagógico da instituição.
Confira o passo a passo de implementação de tecnologias educacionais, baixando o e-book do Educacional.
A importância do apoio socioemocional
O acompanhamento socioemocional dos alunos também faz parte dos projetos de recomposição de aprendizagem, porque situações de estresse, problemas pessoais e disfunções familiares afetam o desempenho escolar.
A pandemia da Covid-19 trouxe perdas significativas de aprendizagem não só por causa da suspensão das aulas presenciais, mas também devido ao luto, adoecimento, medo, ansiedade e outras emoções negativas que marcaram o período.
O estudo mostrou que o desenvolvimento de competências socioemocionais como autoconsciência, autogerenciamento, consciência social, habilidades relacionais e responsabilidade de tomar decisões, aumenta o engajamento nos estudos e, consequentemente, eleva as notas escolares.
A organização das emoções, o entendimento da própria identidade e a motivação para seguir em frente na vida, nos estudos e no trabalho são todos pré-requisitos para o avanço educacional genuíno.
Por isso, é importante promover ações de acolhimento e escuta ativa, como rodas de conversa, dinâmicas e palestras.
E, se houver disponibilidade de psicólogos escolares na instituição, o acompanhamento regular dos alunos e dos profissionais também é muito proveitoso para orientar a comunidade escolar em relação às melhores práticas de saúde mental.
Programas de recomposição de aprendizagem no Brasil
Desde a retomada das aulas presenciais, diversos estados e municípios lançaram programas de recomposição de aprendizagem. Podemos citar as redes municipais de Curvelo (MG) e Curitiba (PR) e as redes estaduais de Tocantins, Goiás e Minas Gerais.
No Tocantins, o programa Recomeçar incluiu ações de acolhimento, reordenamento do currículo, avaliação diagnóstica, recomposição com foco nas habilidades de letramento, letramento matemático e alfabetização e monitoramento.
Já em Minas Gerais, o Plano de Recomposição das Aprendizagens formou dois núcleos de gestão pedagógica, com a contratação de 1360 professores, para analisar os resultados da avaliação formativa da rede, identificar as habilidades do currículo que precisam ser revistas, orientar as escolas e monitorar os resultados.
Após o retorno das aulas presenciais em 2021, Singapura adotou um sistema permanente de ensino híbrido, com alguns dias do calendário escolar destinados para o ensino remoto. A estrutura curricular nessas datas é mais flexível, com o objetivo de promover a autonomia dos estudantes.
Na Argentina, o Ministério da Educação da Cidade de Buenos Aires realizou uma escola de verão de um mês, com a participação de 131 escolas. As turmas eram formadas por até 9 alunos, preferencialmente aqueles com dificuldade de aprendizagem.
No Chile, a Agencia de Calidad de la Educación implementou o Diagnóstico Abrangente de Aprendizagem em várias escolas públicas e privadas do país. O projeto começa a aplicação de uma avaliação diagnóstica em formato digital ou no papel, que mapeia tanto a aprendizagem acadêmica em leitura e matemática quanto a aprendizagem socioemocional.
Depois, as escolas recebem relatórios dos resultados com orientações, tutoriais e ferramentas de apoio.
Outra iniciativa interessante é o Teaching at the Right Level, criado pela ONG indiana Pratham, que conduz a avaliação diagnóstica dos estudantes em leitura e matemática e agrupa os alunos em grupos de diferentes níveis de aprendizagem.
O projeto já foi implantado na Índia, Quênia, Moçambique, Nigéria e outros países africanos, onde obteve ótimos resultados. Na Zâmbia, por exemplo, a porcentagem de crianças com proficiência básica em leitura passou de 34% para 52%, enquanto em matemática aumentou de 32% para 50%.
Todos esses projetos internacionais servem de inspiração para nossas escolas e redes de ensino na difícil, mas possível tarefa de reduzir as perdas da pandemia e efetuar a recomposição de aprendizagem.
Uma das tecnologias educacionais mais difundidas nas instituições de ensino de hoje é o Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA). Por meio dele, qualquer pessoa conectada à Internet pode estudar e aprender, independentemente da hora e do lugar.
É comum associarmos o AVA à Educação a Distância (Ead) em cursos de Ensino Superior ou formação continuada. Mas várias escolas de Educação Básica já estão tirando proveito desta tecnologia, por causa dos benefícios oferecidos e da tendência de consolidação do ensino híbrido.
Quer entender quais vantagens são essas? Leia até o final para descobrir se vale a pena ter um AVA para a escola!
O Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA) é um espaço digital focado no processo de ensino-aprendizagem, utilizado tanto por instituições educacionais presenciais quanto aquelas de Ensino a Distância (Ead).
Os recursos disponíveis no AVA variam de acordo com a plataforma, mas geralmente incluem:
conteúdos e atividades online;
videoaulas;
avaliações;
meios de interação;
suporte para dúvidas;
acompanhamento de notas ou desempenho.
Benefícios do AVA para a escola
Apesar da importância indiscutível das aulas presenciais e do contato dos alunos com os professores na escola, o Ambiente Virtual de Aprendizagem pode ser uma forte aliada da instituição no apoio ao ensino presencial e beneficiar tanto os estudantes quanto os professores e gestores.
Confira abaixo os efeitos do AVA na escola:
Fortalece o ensino híbrido
Uma das tendências internacionais na área da educação é a consolidação do ensino híbrido – um modelo que integra momentos presenciais e virtuais de aprendizado.
Cada vez mais, os alunos estão usando ferramentas digitais para aprender, solucionar dúvidas e desenvolver novas habilidades. Essa mudança de comportamento começou com a popularização da Internet e foi acelerada na pandemia do Covid-19, quando as escolas do mundo inteiro fecharam as portas.
Ao adotar um AVA, a escola toma frente nesse processo, conduzindo os alunos e monitorando a jornada pessoal de conhecimento deles.
Torna o aprendizado mais interativo
O diferencial dos recursos educacionais digitais em relação aos materiais didáticos tradicionais é que a interatividade (com o dispositivo e com os outros usuários) é incentivada no ambiente virtual.
Os usuários precisam dar comandos no computador, clicar em botões e responder às perguntas para continuar o processo de aprendizagem. Além disso, muitas crianças se sentem desencorajadas a participar em sala de aula, seja por timidez ou pressão dos colegas.
No ambiente virtual, porém, elas se sentem mais confortáveis para solucionar suas dúvidas e expor seus pensamentos. Assim, é mais fácil captar a atenção dos alunos e obter uma participação ativa deles.
Amplia o tempo de estudos
Em geral, quanto mais tempo uma criança passa estudando, mais chances ela tem de desenvolver-se e atingir seus objetivos. Porém, ampliar a carga horária da escola impacta a logística das famílias e aumenta consideravelmente os custos da escola. Nem todos os alunos têm interesse em estudar em tempo integral.
Mesmo assim, a escola pode aumentar o tempo de estudos com conteúdos online do AVA, na forma de dever de casa, atividade extracurricular ou reforço escolar.
Permite a personalização do ensino
Sabemos que o processo de aprendizagem é individual e diferente para cada criança. No entanto, as aulas presenciais em grupo não permitem, na prática, um ensino personalizado para cada estudante.
Esse atendimento personalizado só é possível em momentos de tutoria, plantão de dúvidas ou reforço escolar, que são a minoria da programação escolar. Outra possibilidade, mais acessível, é o uso de ambientes virtuais de aprendizagem com tecnologia de Learning Analytics.
Como já mencionamos, essas plataformas coletam dados dos alunos e adaptam os conteúdos para o nível deles, de forma automática. Então a personalização do ensino fica muito mais fácil.
Auxilia o trabalho do professor
O professor também se beneficia com a implantação do AVA. Além da personalização de ensino que já comentamos, as plataformas de aprendizagem coletam e organizam dados dos estudantes que auxiliam o mapeamento das defasagens, o planejamento de aulas e a avaliação dos alunos.
O ambiente virtual de aprendizagem na escola de Educação Básica não compete com o professor. Muito pelo contrário, ele é mais um recurso à disposição do profissional para gerar uma experiência de aprendizagem significativa.
Gera feedback automatizado
Os dados coletados pelo AVA não só facilitam o acompanhamento dos docentes como também fornecem feedback constante para os alunos. Ao longo da jornada de aprendizado, o estudante recebe notificações e mensagens sobre seu desempenho e seus avanços na plataforma.
Assim, ele é encorajado a corrigir erros específicos, superar dificuldades identificadas pelo AVA e continuar estudando.
Facilita o monitoramento de índices de aprendizagem
Pelo AVA, o gestor escolar tem acesso a vários dados dos estudantes em relação às aulas assistidas, atividades realizadas e nível de aprendizagem.
Como você pode notar, o ambiente virtual de aprendizagem traz vários benefícios para a escola. A adoção dessa tecnologia pode transformar sua instituição e destacá-la da concorrência!
A Suíte Educacional é uma plataforma educacional completa que tem o objetivo de reunir as melhores tecnologias educacionais em um só lugar, para maior comodidade e organização da escola.
A solução contempla mais de 30 ferramentas pedagógicas e de gestão escolar, incluindo Ambiente Virtual de Aprendizagem. E ela ainda permite a integração com outros sistemas já utilizados pela instituição, como Google Education e Microsoft Office. Tudo isso com um só login e senha.
Vantagens e diferenciais da Suíte Educacional:
multifuncional: possui várias ferramentas de gestão escolar e práticas pedagógicas;
login único: mais facilidade para os professores, gestores, pais e alunos no dia a dia;
contrato único: menos burocracia em contratos e licitações;
flexibilidade: a plataforma é personalizável de acordo com as necessidades da escola;
integração: conecta-se com outros sistemas informatizados já utilizados pela escola;
segurança: tratamento de dados pessoais conforme a LGPD.
Os dados divulgados em relação a alfabetização no Brasil são preocupantes, o que levou o Governo Federal a desenvolver o Compromisso Nacional Criança Alfabetizada. O último levantamento do Ministério da Educação (MEC), realizado em 2023, mostra que mais de 56% das crianças não estão alfabetizadas na idade certa. Isso significa que, a cada 10 alunos que estão no 2º ano do ensino fundamental, apenas 4 estão alfabetizados.
Além disso, no Progress in International Reading Literacy Study (Pirls) 2021, um exame internacional que analisa o nível de leitura dos alunos do 4º ano do ensino fundamental, o Brasil aparece na 39ª posição entre 43 países, atrás de nações como Uzbequistão e Azerbaijão.
Tais números são reflexos do aprendizado não adquirido nos anos iniciais do ensino fundamental. As informações do Pisa 2018 apenas reforçam os números apontados pelo MEC e Pirls, ao mostrar, como destaque negativo, a baixa compreensão na leitura. Os dados revelam que apenas 2% dos estudantes brasileiros com 15 anos estão acima do nível adequado e 43% estão abaixo do mínimo esperado.
A não alfabetização impacta diretamente na aprendizagem da criança, ocasionando limitações no acesso ao conhecimento e desenvolvimento de habilidades, o que afeta todo o desempenho acadêmico e dificulta seu progresso educacional. Além disso, pode acarretar dificuldades na comunicação e relacionamento interpessoal.
Na vida adulta, a falta de alfabetização pode levar à exclusão social, dificuldades na busca por uma colocação profissional e no desenvolvimento pessoal, o que resulta em questões econômicas futuras, como o aumento da demanda por serviços sociais. Estudos mostram que indivíduos que são alfabetizados têm maior renda, mais chances de emprego formal e maior acesso à saúde de qualidade, em comparação com os não alfabetizados. Portanto, a alfabetização é um direito fundamental que deve ser garantido.
Diante desse grande desafio nas escolas brasileiras, como as redes de ensino podem melhorar os índices de alfabetização?
Compromisso Nacional Criança Alfabetizada tem o objetivo a alfabetização de todos os alunos até o 2º ano fundamental.
Compromisso Nacional Criança Alfabetizada
Em junho de 2023, o MEC e o Governo Federal lançaram o Compromisso Nacional Criança Alfabetizada, com o objetivo de garantir que todos os alunos estejam alfabetizados até o final do 2º ano do ensino fundamental, conforme estabelecido na meta 5 do Plano Nacional de Educação. Além disso, a política visa recompor as aprendizagens das crianças matriculadas nos anos subsequentes, devido ao impacto da pandemia.
A nova política de alfabetização é baseada em cinco eixos: Gestão e Governança, Formação de Profissionais de Educação, Infraestrutura Física e Pedagógica, e Reconhecimento de Boas Práticas e Sistemas de Avaliação. O MEC oferecerá apoio técnico e financeiro às redes de ensino, enquanto estados e municípios terão papéis e responsabilidades específicas, como a formulação de suas políticas territoriais, para que o compromisso seja efetivado em suas instituições.
Apesar das redes serem responsáveis pela melhoria na qualidade no processo de alfabetização, a adesão ao Compromisso Nacional Criança Alfabetizada será voluntária. O apoio da União ocorrerá por meio de assistência técnica e financeira, seguindo as diretrizes estabelecidas pelo programa.
Como potencializar a alfabetização na sua rede de ensino
O Educacional, ecossistema de tecnologia e inovação, desenvolveu a solução ideal para apoiar as redes de ensino a potencializarem a alfabetização dos alunos, seguindo o Compromisso Nacional Criança Alfabetizada. A Mesa Educacional já foi utilizada em mais de 150 municípios e torna o processo de alfabetização uma experiência lúdica, colaborativa e efetiva, facilitando a aprendizagem dos estudantes.
A solução combina hardware, software, material concreto e realidade aumentada, além de contar com propostas didáticas que incentivam a reflexão dos alunos sobre hipóteses de leitura e escrita, enriquecendo a dinâmica da sala de aula.
A Mesa oferece às crianças da educação infantil e aos alunos dos anos iniciais do ensino fundamental ambientes virtuais ilustrados, nos quais podem navegar com seus colegas e construir caminhos para dominar o sistema de escrita e leitura, além de desenvolverem habilidades e competências necessárias para atuação na sociedade.
Além disso, conta com recursos de acessibilidade, como blocos com letras, números e símbolos em Braille, lupa para alunos com baixa visão, animações em Libras, datilologia, sintetizador de voz, navegação pelo teclado e regulagem de altura para cadeirantes, auxiliando o atendimento de estudantes com deficiências e transtornos de desenvolvimento e de aprendizagem. Dessa forma, é assegurado o acesso igualitário à educação de qualidade.
Está pronto para impulsionar e melhorar os índices de alfabetização da sua rede de ensino em, conformidade com o Compromisso Nacional Criança Alfabetizada? Conte com o apoio da Mesa Educacional!
Vários documentos educacionais citam a cultura digital para contextualizar o momento atual ou expôr aprendizagens relacionadas à tecnologia. Mas, o que é cultura digital afinal? E o que a BNCC fala sobre ela?
Neste artigo, o Educacional vai explicar as principais definições desse conceito e mostrar as competências que os alunos devem desenvolver diante dela, segundo a Base Nacional Comum Curricular (BNCC).
De acordo com o cientista da informação Dalton Martins, a cultura digital é o conjunto de práticas sociais que acontecem exclusivamente no espaço digital. São valores, ideias, conhecimentos, hábitos e comportamentos inerentes ao contexto digital.
Por outro lado, a Política Nacional de Educação Digital coloca a cultura digital como um dos pilares da educação digital, definindo-a como uma aprendizagem destinada àparticipação consciente e democrática na sociedade por meio das tecnologias digitais.
Essa aprendizagem engloba a “compreensão dos impactos da revolução digital e seus avanços na sociedade” e a “construção de atitude crítica, ética e responsável” em relação às tecnologias digitais.
O que a BNCC fala sobre cultura digital?
A Base Nacional Comum Curricular (BNCC) define a cultura digital nos mesmos moldes da Política Nacional de Educação Digital. A única diferença está no acréscimo de uma competência: “a fluência no uso da tecnologia digital para expressão de soluções e manifestações culturais”.
Ela aparece em uma das competências específicas de Língua Portuguesa para o Ensino Fundamental:
“Mobilizar práticas da cultura digital, diferentes linguagens, mídias e ferramentas digitais para expandir as formas de produzir sentidos (nos processos de compreensão e produção), aprender e refletir sobre o mundo e realizar diferentes projetos autorais”.
Já no Ensino Médio, ela se relaciona com várias competências e habilidades:
“buscar dados e informações de forma crítica nas diferentes mídias, inclusive as sociais, analisando as vantagens do uso e da evolução da tecnologia na sociedade atual, como também seus riscos potenciais;
apropriar-se das linguagens da cultura digital, dos novos letramentos e dos multiletramentos para explorar e produzir conteúdos em diversas mídias, ampliando as possibilidades de acesso à ciência, à tecnologia, à cultura e ao trabalho;
usar diversas ferramentas de software e aplicativos para compreender e produzir conteúdos em diversas mídias, simular fenômenos e processos das diferentes áreas do conhecimento, e elaborar e explorar diversos registros de representação matemática;
utilizar, propor e/ou implementar soluções (processos e produtos) envolvendo diferentes tecnologias, para identificar, analisar, modelar e solucionar problemas complexos em diversas áreas da vida cotidiana, explorando de forma efetiva o raciocínio lógico, o pensamento computacional, o espírito de investigação e a criatividade.”
Além disso, a cultura digital é citada na BNCC como um dos contextos a serem considerados pela escola no cumprimento de seu papel social:
“Há que se considerar, ainda, que a cultura digital tem promovido mudanças sociais significativas nas sociedades contemporâneas Todo esse quadro impõe à escola desafios ao cumprimento do seu papel em relação à formação das novas gerações”.
Quais competências os alunos precisam desenvolver?
A seguir, confira um resumo das principais competências que os estudantes precisam desenvolver em relação à cultura digital, de acordo com a BNCC.
1. Reflexão sobre os impactos da revolução digital
O avanço das tecnologias digitais impactou todas as áreas da vida: desde a educação até a política, passando por cultura, economia, saúde, negócios, arte, lazer e assim por diante.
Por isso, os estudantes devem compreender os efeitos da revolução digital no mundo do trabalho, nas linguagens, no meio ambiente, na biologia, em sociologia, política e ética.
2. Atitude crítica, ética e responsável diante da cultura digital
Mais do que refletir sobre as mudanças já instauradas, é esperado que os alunos desenvolvam uma atitude crítica, ética e responsável diante da realidade.
A educação tem o objetivo de impulsionar a transformação social, a fim de torná-la mais justa, humana e sustentável. Para isso, a escola deve afirmar valores e estimular atitudes que contribuam para a construção de uma sociedade melhor.
Também compete à escola alertar os jovens sobre os riscos do ambiente digital: problemas de saúde causados pela hiperconectividade, desinformação, ciberbullying, ataques de segurança e invasão de privacidade.
Contextualizando os 4 pilares da educação, enquanto a primeira competência se relaciona com o Aprender a Conhecer, essa segunda corresponde ao Aprender a Fazer. Já a próxima competência tem uma ênfase maior no Aprender a Ser.
3. Protagonismo juvenil e participação ativa
A BNCC considera os jovens não apenas consumidores da cultura digital, mas também “protagonistas da cultura digital”.
Grande parte dos estudantes já estão envolvidos em ambientes virtuais, atuando em movimentos sociais, projetos culturais, petições políticas, ações de voluntariado, debates, manifestações artísticas e outras práticas.
Diante disso, a escola precisa incentivar esse protagonismo, reconhecendo as potencialidades da tecnologia digital para a realização de uma série de atividades, em todas as áreas do conhecimento.
Essas atividades, segundo a BNCC, devem ser voltadas à resolução de problemas, comunicação e produção de conhecimento.
4. Fluência no uso de tecnologia digitais
Outra competência essencial para os estudantes na cultura digital é o uso fluente de tecnologias digitais, como computadores, smartphones, softwares, mecanismos de busca, bibliotecas digitais, programas de Inteligência Artificial, planilhas eletrônicas e outras ferramentas.
Os estudantes precisam entender o funcionamento dessas tecnologias e serem capazes de usá-las, modificá-las e criá-las. É o que diz a quinta competência geral da educação básica na BNCC:
“Compreender, utilizar e criar tecnologias digitais de informação e comunicação de forma crítica, significativa, reflexiva e ética nas diversas práticas sociais (incluindo as escolares) para se comunicar, acessar e disseminar informações, produzir conhecimentos, resolver problemas e exercer protagonismo e autoria na vida pessoal e coletiva”.
Diferentemente dos “conjuntos tradicionais”, os kits da LEGO® Education são programáveis, possibilitando a montagem de robôs. Cada conjunto é acompanhado de planos de aula, alinhados à BNCC, com atividades de robótica e resolução de problemas.
Todos os exercícios são contextualizados com narrativas lúdicas e possuem personagens de LEGO® Education. Assim, o aprendizado é mais leve e divertido.
Você já ouviu falar de pensamento matemático? Essa habilidade é importantíssima para os estudantes, porque os ajuda a reconhecer e utilizar a matemática em diferentes situações do cotidiano.
Ela parte do pressuposto que a matemática é para ser compreendida, não apenas executada. Continue a leitura para entender o que é pensamento matemático e como a sua escola pode incentivá-lo.
O pensamento matemático é uma forma de raciocinar que usa conceitos matemáticos, como números, operações, álgebra e geometria, consciente ou inconscientemente, para resolver problemas e compreender o mundo.
“A matemática está entrelaçada à nossa forma de raciocinar. E deixa você melhor em muita coisa. Saber matemática é como usar um par de óculos de raios X que revelam estruturas ocultas por sob a superfície caótica e bagunçada do mundo. Matemática é a ciência de como não estar errado em relação às coisas. Suas técnicas e hábitos foram moldados ao longo de séculos de trabalho árduo e muita argumentação. Com as ferramentas da matemática à mão, você pode entender o mundo de maneira mais profunda, consistente e significativa”.
Todas as pessoas estão cercadas de atividades matemáticas corriqueiramente. Quando preparam uma receita culinária, fazem compras, pagam contas ou, até mesmo, observam a numeração das casas.
Por isso, muitas vezes os alunos pensam matematicamente sem perceber. O objetivo da escola é tornar esse processo mental consciente e expandi-lo, por meio do ensino da matemática.
“A matemática é a extensão do senso comum por outros meios”
Jordan Ellenberg, matemático
Quais habilidades estão relacionadas ao pensamento matemático?
Ao desenvolver o pensamento matemático, o estudante aprimora diversas habilidades, tais como:
Qual é a importância dele para a formação dos estudantes?
O pensamento matemático foca no processo mental da resolução de problemas matemáticos, e não na repetição de regras, fórmulas e teoremas. Sua ênfase está na construção do conhecimento, valendo-se principalmente das questões do cotidiano.
Assim, o pensamento matemático contribui para uma aprendizagem significativa da matemática, relacionada à vida diária.
Como alertou o matemático John von Neumann, quanto mais a matemática se afasta da realidade empírica, mais perigosa ela se torna: abstrata, insignificante, desorganizada e meramente estética.
Com razão, os alunos se sentem entediados e afligidos por esse tipo de disciplina.
Por isso, a escola deve ensinar os alunos a “pensar matematicamente”, não apenas “fazer matemática”. Só assim os jovens ganharão confiança e estarão preparados para enfrentar os desafios da vida.
Como desenvolver o pensamento matemático na escola?
Para trabalhar o pensamento matemático na escola, o ensino de matemática precisa dialogar com as experiências de vida dos estudantes e ter como objetivo uma aplicação prática.
Nesse sentido, tanto as questões de tarefa de casa quanto os problemas resolvidos em sala de aula devem ser relacionados com o mundo real – de preferência, dentro do contexto em que a instituição está inserida, conforme a cultura local.
Além disso, é recomendado que a escola:
Incentive a autonomia, o protagonismo e a autoconfiança dos estudantes;
Realize jogos e brincadeiras envolvendo a Matemática;
Não pule as demonstrações de fórmulas e teoremas ao introduzir um conceito novo nas aulas expositivas de matemática, pois eles são úteis para revelar o raciocínio por trás de uma regra;
Convide os alunos a escreverem sobre o que aprenderam na aula de matemática, a fim de catalisar reflexões sobre o conteúdo e melhorar a aprendizagem;
Utilize materiais manipuláveis e tecnologias digitais, a fim de despertar o interesse dos alunos e facilitar a visualização dos conceitos matemáticos.
A plataforma digital Pense Mais, desenvolvida pelo Educacional, reúne várias atividades de matemática relacionadas ao cotidiano. Ela desenvolve o pensamento matemático de uma forma divertida e criativa!
Os estilos de aprendizagem são características de comportamento que indicam como uma pessoa aprende conhecimentos, habilidades e atitudes novas com mais facilidade.
Cada estudante aprende de uma forma diferente e o papel da escola é atender a essas individualidades. Mas como fazer isso? Continue a leitura para entender como sua instituição pode lidar com os diferentes estilos de aprendizagem.
Não existe uma teoria universal sobre os estilos de aprendizagem. Esse tema é estudado por educadores e psicólogos desde a década de 70, que criaram modelos bem distintos de aprendizagem, baseados em dimensões diferentes.
Veja a seguir os principais modelos de aprendizagem.
Modelo de Kolb
De acordo com Kolb, existem quatro estilos de aprendizagem:
Experiência Concreta
Os estudantes deste estilo aprendem melhor com experiências emotivas e exemplos específicos nos quais se sintam envolvidos. Eles são mais empáticos e se relacionam melhor com os colegas do que com o professor. Geralmente, consideram abordagens teóricas desnecessárias.
Melhores técnicas de ensino para esse grupo:
exemplos em aula;
resolução de problemas;
projetos escolares;
leituras;
filmes;
simulações;
prática de laboratório;
observação;
trabalho em campo.
Conceituação Abstrata
Típica de alunos que possuem modo de aprendizado analítico e conceitual, baseado em raciocínio lógico. Reagem melhor a símbolos do que a outras pessoas e aprendem mais quando são dirigidos por uma autoridade de modo impessoal.
Não gostam do aprendizado por meio de descobertas desestruturadas, como exercícios e simulações.
Melhores técnicas de ensino para esse grupo:
palestras;
analogias;
leitura de textos;
projetos escolares;
construção de modelos.
Observação Reflexiva
São estudantes que aprendem assistindo às aulas e fazendo tentativas. Baseiam-se em cuidadosas observações e julgamentos imparciais. Por isso, tendem a ser introvertidos.
Melhores técnicas de ensino para esse grupo:
perguntas para reflexão;
tempestade de ideias (brainstorming);
discussões;
júris;
leitura de jornais.
exemplos em aula.
Experimentação Ativa
Os estudantes deste estilo aprendem com mais facilidade por meio de projetos práticos, discussões em grupo e tarefas de casa, porém não gostam de experiências passivas como assistir às aulas. São, em geral, extrovertidos.
Melhores técnicas de ensino para esse grupo:
exemplos em aula;
prática de laboratório;
projetos escolares;
estudos de casa;
tarefa de casa;
trabalho em campo.
O modelo de Kolb é o mais conhecido e utilizado em pesquisas. Ele teve sua validade testada e confirmada por outros pesquisadores.
Modelo Vark
Outro modelo muito difundido é o VARK, desenvolvido por Neil Fleming. Para o educador, há quatro estilos de aprendizagem:
Visual
Referente a pessoas que aprendem melhor com demonstrações visuais. Elas gostam de utilizar listas para organizar seus pensamentos e costumam lembrar do rosto das pessoas, mas se esquecem dos nomes. Elas se distraem facilmente com movimentos ou ações, mas conseguem ignorar distúrbios sonoros.
Melhores técnicas de ensino para esse grupo:
diagramas;
fotos;
vídeos;
aulas expositivas;
resolução de exercícios;
pesquisas na Internet;
aulas práticas;
slides.
Auditivo:
Relacionado a indivíduos que preferem aprender com instruções faladas, diálogos e discussões. Ao contrário dos estudantes de estilo visual, elas são facilmente distraídas por sons.
Melhores técnicas de ensino para esse grupo:
debates;
palestras;
áudios;
vídeos;
conversas;
seminários;
música;
dramatização.
Leitura/escrita
Estilo de aprendizagem dos alunos que costumam fazer anotações durante as aulas, palestras e leituras de materiais difíceis, a fim de reter melhor as informações. Além de tomar notas, eles frequentemente elaboram resumos e esquemas.
Melhores técnicas de ensino para esse grupo:
livros;
textos;
comentários escritos;
produção de resumos;
questões de múltipla escolha;
bibliografia.
Sinestésico
Referente a pessoas que preferem aprender fazendo, com autonomia e movimento. São estudantes com muita energia, que gostam de tocar e interagir com o ambiente.
Melhores técnicas de ensino para esse grupo:
aulas práticas;
estudos de caso;
demonstração;
atividade física;
resolução de exercícios.
Modelo de Dunn e Dunn
O modelo de estilos de aprendizagem de Dunn e Dunn consiste em um agrupamento de 20 fatores ambientais, emocionais, sociais, físicos e psicológicos.
O indivíduo deve selecionar uma pontuação de 20 a 80 para cada fator. As categorias que recebem entre 40 e 60 são de baixa preferência ou equilibrada, enquanto as de 60 a 80 pontos são classificadas como de alta preferência.
Modelo de aprendizagem de Dunn e Dunn, extraído do artigo acadêmico Estilos de aprendizagem: um estudo comparativo
Modelo de Gregorc
O modelo de Gregorc é muito semelhante ao de Kolb. Segundo o educador, os estilos de aprendizagem são quatro:
Sequencial Concreto
Estilo de aprendizagem das pessoas que possuem pensamento metódico, estruturado e minucioso, seguindo uma linha sequencial. Esses estudantes são focados em realidades concretas e objetos físicos.
Sequencial Abstrato
Referente a pessoas lógicas, analíticas, conceituais e estudiosas, que preferem instruções verbais e explicações em sequência. Elas são mais ligadas a ideias que a experiências concretas.
Aleatório Abstrato
Os estudantes desse estilo são emotivos, sociáveis e criativos. Eles possuem muita imaginação e percebem os acontecimentos de forma abrangente. Seus pensamentos são direcionados aos sentimentos.
Aleatório Concreto
É o estilo de aprendizagem das pessoas intuitivas, investigadoras e boas em solucionar problemas. Elas aprendem por meio de tentativa e erro.
Modelo de Felder e Silverman
Felder e Silvermann criaram o Índice de Estilos de Aprendizagem, dividido em quatro dimensões com onze escalas e dois pontos extremos.
Dependendo das preferências assinaladas, o estilo de aprendizagem do estudante pode ser classificado como:
Ativo ou Reflexivo
É ativo o aluno que gosta de se esforçar para aprender, trabalhando em grupo. No outro extremo, ele é considerado passivo se ele aprende pensando, preferencialmente sozinho ou com um ou dois parceiros.
Sensitivo ou Intuitivo
É sensitivo o estudante que prefere procedimentos concretos e práticos. No outro extremo, o aluno intuitivo é aquele que é conceitual, inovador e orientado para teorias e significados.
Visual ou Verbal
O estudante visual é aquele que gosta de representações visuais do conteúdo, tais como imagens e diagramas. Já o aluno verbal prefere escrever e comentar explicações.
Sequencial ou Global
A aprendizagem sequencial é aquela que acontece em sequência linear, em um passo a passo. Já a aprendizagem global é holística, ou seja, prefere entender o todo primeiro para depois se concentrar nos detalhes.
É importante ressaltar que, neste modelo, todos os estudantes são enquadrados em quatro estilos de aprendizagem concomitantemente, porque eles não se excluem.
Como a escola deve lidar com os diferentes estilos de aprendizagem?
Independentemente do modelo de referência, é certo que as pessoas aprendem de forma diferente.
O professor deve ser capaz de identificar os estilos de aprendizagem da turma, por meio de observação, entrevistas e questionários.
Além disso, o docente, em colaboração com a equipe de gestão escolar, deve orientar os estudantes sobre os estilos de aprendizagem, ajudando-os a reconhecerem suas preferências.
2. Utilizar diferentes abordagens em sala de aula
A partir dessas informações, o professor consegue escolher as metodologias e os recursos mais alinhados com o perfil da turma. Possivelmente, ele terá que revezar entre elas ou usar duas ao mesmo tempo.
Por exemplo, para ensinar os alunos de estilo de aprendizagem “Conceituação Abstrata”, o professor pode expor o conteúdo oralmente ou mediar a leitura de um material.
Depois, para atender os alunos de estilo “Experimentação Concreta”, a turma irá aplicar os conceitos aprendidos, construindo um modelo com LEGO® Education.
Ao coordenador pedagógico cabe orientar os docentes quanto à aplicação dessas metodologias e a utilização de recursos educacionais variados.
3. Diversificar as tarefas de casa
Além de diversificar as metodologias e os recursos utilizados em sala de aula, é importante contemplar, nas tarefas de casa, diferentes estratégias e formatos de conteúdo.
Como mencionamos anteriormente, alguns alunos possuem mais facilidade de reter informações quando estas são representadas visualmente. Outros preferem áudios e ainda outros preferem produção de texto. Há também aqueles que aprendem melhor por meio de questionários e jogos.
Nesse quesito, é muito vantajoso para a escola ter uma plataforma de aprendizagem digital. Na plataforma, há uma grande variedade de conteúdos e exercícios, em diferentes formatos.
Conheça a Suíte Educacional
A Suíte Educacional é uma plataforma digital completa que reúne mais de 30 tecnologias educacionais, da área pedagógica, de gestão escolar e de integração tecnológica.
Em um só ambiente virtual, sua escola tem acesso a vários conteúdos, exercícios e games de:
Ao utilizarem esses recursos, os estudantes geram dados que são organizados em relatórios automatizados, para acompanhamento do professor, coordenador pedagógico e gestor escolar.
O objetivo da plataforma é melhorar a experiência de aprendizagem dos alunos, conforme os seus respectivos estilos de aprendizagem, e otimizar a gestão escolar. Quer obter mais informações sobre a Suíte Educacional? Entre em contato com um dos consultores do Educacional.
Uma pesquisa recentemente publicada levou as escolas a questionarem como incentivar a leitura no contexto escolar, especialmente em tempos de intenso uso das Tecnologias Digitais de Informação e Comunicação (TDICs).
Sabemos que a falta do hábito de leitura prejudica o estudante de várias formas: afeta sua interpretação de texto, seu vocabulário, sua escrita, concentração e senso crítico.
Então, como reverter este cenário? O Educacional preparou seis dicas para auxiliar sua escola. Leia até o final!
Confira abaixo como incentivar a leitura na sua instituição.
1. Tenha uma biblioteca atrativa
Tenha na escola uma biblioteca organizada, bonita e acolhedora. Esse espaço precisa ser convidativo para a permanência dos estudantes, pensado estrategicamente para proporcionar uma experiência prazerosa de leitura.
Também é necessário diversificar o acervo com livros de diferentes gêneros textuais, para todas as idades e gostos, tanto físicos quanto digitais.
Outra boa prática é adquirir uma plataforma digital de leitura para a escola. Além de livros digitais, essas plataformas possuem exercícios e recursos interativos para tornar a leitura mais envolvente.
Elas também criam dashboards de relatório com dados de engajamento dos estudantes (títulos lidos, número de páginas e outras informações), o que facilita o acompanhamento pedagógico. Muito útil, não é?
Desenvolva um projeto de leitura para engajar os estudantes da sua escola na leitura de obras, gêneros ou temas específicos. Para isso, selecione um conjunto de textos e combine com os alunos um prazo de, por exemplo, uma semana para ler cada um.
Incremente a programação com rodas de conversa e outras atividades interativas, como dramatização, gravação de vídeos, produção de ensaios e desenhos.
4. Faça um concurso de redação
Realizar concursos de redação na escola é uma forma de incentivar os estudantes a lerem e pesquisarem sobre um assunto, a fim de se prepararem para a escrita.
Como em qualquer competição saudável, a disputa pelos primeiros lugares traz uma motivação a mais. Ao adotar essa estratégia, não se esqueça de escolher um bom prêmio e divulgar todas as regras com clareza e antecedência.
Cuide também para reconhecer os talentos dos participantes, dando a eles elogios, feedbacks e sugestões de melhoria.
5. Dialogue com a família
A família é a parceira número 1 da escola. Todas as ações educacionais, para terem êxito, precisam do apoio da família. É em casa que as crianças passam a maior parte do tempo. Lá elas observam e imitam os comportamentos dos familiares, inclusive com relação à leitura.
Por isso, é recomendado conversar com as famílias sobre o objetivo da escola em aumentar a fluência leitora dos alunos. Peça para as famílias incentivarem a leitura em casa, lendo com os filhos, contando histórias e trocando, de vez em quando, a TV por um livro.
6. Inclua a contação de histórias na rotina escolar
Falando em contação de histórias, essa atividade precisa estar presente na rotina escolar, principalmente na Educação Infantil e Ensino Fundamental Anos Iniciais.
Ao contar histórias, o professor instiga as crianças a descobrirem o que os livros oferecem e dão a elas a chance de adentrar no mundo da leitura antes mesmo de aprenderem a ler.
Por isso, reserve um horário semanal para a contação de histórias na escola.
A Suíte Educacional ajuda seus alunos a lerem mais
A Suíte Educacional é uma plataforma digital completa que reúne mais de 30 tecnologias educacionais da área pedagógica à gestão escolar. Ela contém milhares de livros literários, conteúdos didáticos, games, testes e atividades.
Tudo isso em um único ambiente virtual, com apenas um login e uma senha para cada membro da comunidade escolar. É fácil, ágil e seguro!
A plataforma tem o objetivo de melhorar o processo de ensino-aprendizagem e otimizar a gestão escolar, com acesso facilitado a:
plataformas de leitura;
bibliotecas digitais;
plataformas gamificadas;
plataformas adaptativas;
plataformas de dados para gestão escolar;
e plataformas de aprendizagem de apoio a Língua Portuguesa, Matemática, ciências, STEAM, robótica e educação socioemocional.
Com a transformação digital crescente, as escolas começaram a se adaptar ao uso de novas tecnologias. Seja para uma mudança completa ou como uma forma de complementar as metodologias de ensino tradicionais, diversas soluções têm sido experimentadas. Dentre elas, a plataforma gamificada é um exemplo que ganhou força nos últimos anos.
A seguir, entenda o que é essa plataforma e quais são as suas vantagens para a aprendizagem. Saiba também porque o Hub Educacional é a melhor opção para sua escola na adoção dessa estratégia. Boa leitura!
O que é uma plataforma gamificada?
A plataforma gamificada é uma plataforma de aprendizagem que utiliza a gamificação como metodologia de ensino, por meio de recursos e mecanismos típicos dos jogos, tais como:
prêmios;
desafios;
competições;
narrativas lúdicas;
personagens fictícios;
objetivos e regras claras;
divisão da jornada em níveis ou fases;
motivação constante;
feedback imediato, com identificação dos erros e acertos;
elementos divertidos;
abstração da realidade;
cooperação com outros jogadores.
Essas características elevam o engajamento do estudante em sua jornada de aprendizado, por meio de uma experiência ativa e desafiadora.
Sabemos que os jogos têm o grande poder de gerar interação entre as pessoas, incentivar criatividade e promover a resolução de problemas. Eles também são divertidos e, por isso, tornam a experiência de aprendizagem mais leve e memorável.
Os resultados da estratégia são tão positivos que muitas instituições têm adotado as plataformas gamificadas em suas rotinas – não só escolas, mas também as universidades e as empresas (treinamento corporativo). Veja abaixo as vantagens da plataforma gamificada.
Vantagens da plataforma gamificada
A plataforma gamificada traz muitos benefícios para o estudante e para a escola:
Ludicidade
Na plataforma gamificada, os alunos têm a oportunidade de aprender brincando. A diversão não apenas torna o conteúdo curricular mais atrativo como também melhora a criatividade e imaginação dos estudantes.
“Por meio da brincadeira o aluno desperta o desejo do saber, a vontade de participar e a alegria da conquista. Quando a criança percebe que existe uma sistematização na proposta de uma atividade dinâmica e lúdica, a brincadeira passa a ser interessante e a concentração do aluno fica maior, assimilando os conteúdos com mais facilidades e naturalidade”
Tizuko M. Kishimoto
Motivação
Seja por meio de notificações ou mensagens durante o game, é comum que as plataformas gamificadas incentivem o usuário a continuar estudando e resolvendo exercícios. Elas também fazem elogios e recompensam o usuário quando ele tem êxito em uma tarefa.
Esses mecanismos melhoram a autoestima do estudante e o ajudam a manter-se motivado.
Engajamento
O caráter lúdico e interativo dos jogos tem o poder de engajar os estudantes/jogadores no processo de aprendizagem. Como explica a Teoria da Aprendizagem Significativa, o interesse em aprender é fundamental para a construção de novos conhecimentos.
Com maior engajamento, há melhoria no desempenho escolar e redução dos riscos de evasão.
Geração de dados
Na plataforma gamificada, as ações dos usuários são registradas, filtradas e convertidas em relatórios automatizados. Os dados servem tanto para a autoavaliação do estudante quanto para o acompanhamento pedagógico de professores e coordenadores.
Assim, o uso dessas plataformas facilita o monitoramento de indicadores de aprendizagem, como média de proficiência e áreas do conhecimento em defasagem.
Personalização do ensino
Algumas plataformas gamificadas são capazes de adaptar a jornada do estudante de acordo com seu ritmo e nível de proficiência. É o caso do Aprimora, plataforma adaptativa desenvolvida pelo Educacional que está disponível no Hub Educacional.
Essa tecnologia promove a personalização do ensino, o que também contribui para a melhoria do desempenho escolar.
Praticidade
A plataforma gamificada é muito prática, tanto para os alunos quanto para a escola. Do ponto de vista do estudante, ele pode estudar em qualquer hora e em qualquer lugar, usando seu celular, tablet, computador ou notebook.
Por outro lado, a escola otimiza o seu tempo, uma vez que não há necessidade de corrigir manualmente as atividades nem de planejar os conteúdos.
Porém, é preciso selecionar uma plataforma de qualidade, alinhada com a Base Nacional Comum Curricular (BNCC) e com o planejamento pedagógico da instituição, para que os resultados sejam realmente efetivos.
Adquira plataformas gamificadas para sua rede de ensino
O Hub Educacional é uma plataforma digital completa que reúne mais de 30 aplicações da área pedagógica, de gestão escolar e integração tecnológica. Na ferramenta, sua rede de ensino tem acesso a várias plataformas gamificadas de apoio à Língua Portuguesa, Matemática e leitura.
O Hub Educacional inclui as soluções Aprimora e Pense Mais, que já ajudaram mais de 130 mil estudantes a melhorarem o desempenho em Língua Portuguesa e Matemática.
Outras ferramentas de edtechs parceiras também foram incorporadas à Suíte para contemplar as mais diversas necessidades educacionais.
Todas as aplicações contidas na plataforma foram avaliadas e cuidadosamente selecionadas por um time de especialistas em tecnologia educacional. Assim, sua instituição pode ter certeza que está extraindo o melhor da tecnologia em prol da aprendizagem.
No atual estágio da educação (a educação 5.0), o papel das plataformas digitais vai desde a otimização da gestão escolar até o aperfeiçoamento do processo de aprendizagem, com funcionalidades inovadoras que permitem a personalização e a interação à distância.
Não é à toa que essas ferramentas estão cada vez mais presentes na comunidade escolar. Segundo a pesquisa TIC Educação 2022, 33% das escolas brasileiras utilizam plataformas ou ambientes virtuais de aprendizagem.
Entenda as vantagens das plataformas digitais na educação lendo o artigo até o final. Aproveite também para baixar o e-book gratuito para gestores: Como Implantar Tecnologias Educacionais na Escola.
Quais são os tipos de plataformas digitais na educação?
Existem vários tipos de plataformas digitais educacionais, com diferentes objetivos e metodologias.
Enquanto algumas são mais centradas no processo de ensino-aprendizagem, outras são mais focadas na gestão escolar.
Há também plataformas desenvolvidas especialmente para um nível de escolarização (Educação Infantil, Ensino Fundamental, Ensino Médio ou Ensino Superior) ou modalidade de ensino específico (como o ensino a distância, por exemplo).
Confira abaixo os principais tipos de plataformas educacionais:
Plataforma destinada ao processo de ensino-aprendizagem e com foco no estudante. Contém videoaulas, textos, atividades, jogos e testes. Pode ser utilizada em sala de aula ou em casa, como complemento ao ensino presencial.
Algumas plataformas de aprendizagem também são adaptativas, ou seja, ajustam o conteúdo de acordo com o ritmo e o nível de proficiência do aluno. É o caso do Aprimora e do Pense+, ambas disponíveis na Suíte Educacional.
Ambiente virtual completo para suporte ao ensino a distância (EaD). Geralmente, inclui lições, vídeos, atividades, avaliações, canal de dúvidas, boletim e emissor de boletos para pagamento.
Plataforma de gestão escolar
Plataforma que otimiza tarefas de gestão escolar como formação de turmas, organização financeira, calendário escolar, análise de indicadores educacionais, elaboração de relatórios e avaliações.
Biblioteca digital
Acervo de e-books que podem ser lidos em diferentes dispositivos (celulares, tablets, e-readers, notebooks e computadores). Para fazer a leitura, o estudante deve solicitar uma locação pela plataforma e usufruir do material enquanto estiver reservado. Depois, o livro se torna disponível para novas locações.
Sistema de matrículas
Ambiente digital que permite a realização de matrículas à distância.
Sistema de controle de frequência
Plataforma de controle de frequência dos estudantes e, eventualmente, dos profissionais da escola.
Plataforma de monitoria
Plataforma destinada à orientação dos estudantes e ao esclarecimento de dúvidas, sejam elas relacionadas ao conteúdo curricular ou ao processo de escolha da profissão (orientação vocacional).
Além dos exemplos citados acima, as escolas podem utilizar outras plataformas em sua rotina, como as salas de videoconferência, as agendas online, o correio eletrônico, os aplicativos de mensagem e as redes sociais.
Qual é o papel dessas plataformas?
Como mencionamos anteriormente, cada plataforma educacional tem um objetivo específico. Porém, no geral, elas têm o papel de:
melhorar a comunicação entre a escola e a família;
complementar o ensino presencial, seja em casa ou em sala de aula;
e viabilizar o ensino à distância (no caso do ensino superior, da formação continuada e da educação básica em situações de emergência).
Vantagens do uso de plataformas educacionais
As vantagens do uso das plataformas educacionais vão muito além da continuidade dos estudos em situações de emergência, como ocorreu na pandemia da Covid-19.
As plataformas trazem benefícios para as escolas, mesmo quando há aulas regulares e presenciais, porque melhoram a qualidade do ensino e otimizam a gestão escolar.
Eis algumas vantagens do uso de plataformas na educação:
geração automática de relatórios escolares, o que melhora a visibilidade de resultados, lacunas de aprendizagem, problemas e riscos de evasão escolar;
agilidade no feedback ao estudante;
personalização do ensino de acordo com o ritmo e o nível de proficiência de cada estudante (plataforma de aprendizagem adaptativa);
flexibilidade para acessar os conteúdos em qualquer hora e em qualquer lugar, por meio de diferentes dispositivos;
alto engajamento e interatividade;
melhoria contínua do conteúdo e das funcionalidades da ferramenta;
não sobrecarrega os profissionais da escola nem altera o horário escolar.
Conheça a Suíte Educacional: plataforma completa e flexível
A Suíte Educacional é uma plataforma educacional digital que reúne mais de 30 soluções educacionais, da área pedagógica à gestão escolar.
São diversos conteúdos, jogos e avaliações para os estudantes, além de recursos educacionais para professores e dashboards de dados para gestores escolares.
Município de Governador Valadares realiza pesquisa para conhecer o impacto da Mesa Educacional e destaca que solução potencializa a alfabetização e letramento dos alunos
No final de 2021, Governador Valadares deu um passo em direção à inovação ao adquirir 270 Mesas Educacionais Alfabeto e Matemática do Educacional, área de negócios Positivo Tecnologia voltada à educação. O objetivo da iniciativa era mitigar os impactos na aprendizagem dos alunos fomentada pelo período de pandemia, enquanto transforma a alfabetização e o letramento.
Após o uso da solução, a Secretaria de Educação da cidade realizou uma pesquisa para medir os resultados na aprendizagem dos estudantes, bem como mensurar a percepção de docentes e familiares sobre o impacto da Mesa Educacional, especialmente na alfabetização.
A pesquisa envolveu 21 professores regentes do 1º e 2º anos do ciclo de alfabetização, e 21 familiares de alunos. A coleta de dados teve início em maio de 2023, incluindo questionário e análise das ações formativas e do planejamento pedagógico da Sala da Mesa Educacional, além do relatório interno de avaliação sistêmica de Língua Portuguesa, das turmas de 2º ano dos anos iniciais do ensino fundamental.
Resultados: o impacto da Mesa Educacional em Governador Valadares
Os resultados destacam avanços no processo de apropriação da escrita. Mesmo em um contexto pós-pandêmico, os alunos mostraram evolução significativa, com as atividades pedagógicas na sala da Mesa Educacional. As melhorias vão além do aspecto cognitivo, abrangendo também o desenvolvimento emocional dos alunos, que são incentivados a aprender em equipe.
A Mesa Educacional revelou-se um recurso pedagógico eficaz. Os depoimentos das professoras enfatizam como as funcionalidades e elementos multimodais, incluindo o personagem animado “Patrulheiro das Galáxias”, promovem a compreensão leitora e escrita. A versatilidade da Mesa vai além das atividades padrão, permitindo aos professores ajustar configurações conforme necessário, promovendo competências de alfabetização, escrita e habilidades digitais essenciais.
Confira alguns dos depoimentos dos docentes:
Os depoimentos das famílias corroboram o sucesso do projeto, destacando o impacto da Mesa Educacional para a evolução do aprendizado e alfabetização. Além disso, a Mesa estimula a leitura e a escrita de maneira lúdica, gerando entusiasmo nas crianças, que compartilham suas experiências em casa.
Confira alguns dos depoimentos dos familiares:
Os dados da prova sistêmica do município refletem um grande desempenho. Os resultados, mostram que os estudantes superam 60% na maioria das habilidades avaliadas em Língua Portuguesa, destacando a eficácia do projeto.
De acordo com o parecer da pesquisa, a Mesa Educacional trouxe grandes benefícios para o processo de aprendizagem dos alunos da rede municipal de Governador Valadares. Tanto professores quanto as famílias têm uma percepção favorável em relação à solução. O resultado positivo, dos alunos do 2º ano, ciclo de alfabetização, na prova sistêmica interna de Língua Portuguesa, reforça esse panorama e evidenciam que a educação no município está trilhando um caminho inovador e impactante.
Conheça a Mesa Educacional
A Mesa Educacional é a primeira solução brasileira integrada por hardware, software e material concreto. Além disso, oferece recursos de acessibilidade, como blocos com letras, números e símbolos em Braille, lupa para alunos com baixa visão, animações em Libras, datilologia, sintetizador de voz, navegação pelo teclado e regulagem de altura para alunos cadeirantes.
A solução foi desenvolvida para apoiar o processo de alfabetização e letramento das crianças, tanto em Língua Portuguesa como em Matemática. Assim, elas aprendem brincando, o que contribui para o seu desenvolvimento.
Desde a primeira edição do Pisa, em 2000, o Brasil se mantém com notas bem abaixo da média em comparação à OCDE
O resultado Pisa 2022 (Programa Internacional de Avaliação de Estudantes) revela um cenário alarmante para a educação brasileira, especialmente no que diz respeito ao desempenho em matemática. De acordo com os dados, sete em cada dez estudantes brasileiros de 15 anos não atingiram o nível mínimo esperado nessa disciplina, evidenciando uma lacuna preocupante no sistema educacional do país.
Diferentemente de países da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), onde 31% dos alunos apresentam baixo desempenho em matemática, no Brasil, esse percentual atinge 73%. Em 2018, o resultado do Pisa já era preocupante, com 68% dos estudantes abaixo da média, destacando uma persistência nos desafios enfrentados pelo sistema educacional brasileiro ao longo dos anos.
No ranking global de desempenho em matemática, o Brasil ocupa a 64ª posição, uma colocação distante de líderes como Singapura, Macau, Japão e Coreia. A disparidade entre os alunos brasileiros mais ricos e os mais pobres é evidente, com uma diferença de 77 pontos, apontando para uma clara questão de desigualdade no acesso à educação de qualidade.
Apesar do desafio significativo em matemática, os estudantes brasileiros apresentaram desempenho melhor em leitura e ciências, embora ainda abaixo da média da OCDE. O resultado do Pisa 2022 mostra necessidade de aprimorar as habilidades de interpretação de texto e compreensão científica é evidente, com 50% dos alunos incapazes de identificar a ideia principal em um texto.
Especialistas apontam que a pandemia pode ter exacerbado essas defasagens, aliada à falta de formação adequada dos professores. Regina da Silva, Diretora Pedagógica do Educacional, destaca que, após um período prolongado sem aulas presenciais, a transformação digital na educação pode ter contribuído para uma queda menos acentuada em comparação com outros países. Ela observa que, embora o Brasil ainda se mantenha entre os últimos colocados no resultado Pisa 2022, os esforços direcionados à transformação digital podem ser cruciais para uma recuperação mais eficaz.
“Mesmo que não tenha sido plenamente refletida nos resultados em relação a edições anteriores, a mobilização intensiva dos municípios brasileiros, e dos sistemas de ensino em geral, visando à integração de tecnologias inovadoras ao contexto educacional, à reformulação de currículos, ao investimento em programas de formação e à inserção de recursos tecnológicos sem perder a humanização, podem garantir resultados mais significativos na aprendizagem dos estudantes”, ressalta Regina.
Além das medidas já implementadas, a incorporação adequada da tecnologia, especialmente por meio de estratégias como a gamificação, é vista como uma possível solução para impulsionar o interesse dos estudantes em matemática. Contudo, ressalta-se a importância de condições nas escolas, preparo dos professores e um monitoramento contínuo da aprendizagem para garantir o sucesso dessas abordagens inovadoras.
Como enfrentar os desafios apresentados no resultado Pisa 2022
O Pisa 2022 alerta para a urgência de ações concretas visando a melhoria do ensino de Matemática e Língua Portuguesa no Brasil. A superação desses desafios requer uma abordagem integrada, envolvendo investimentos na formação de professores, redução das desigualdades educacionais e a promoção de métodos inovadores de aprendizagem, para que os futuros relatórios possam testemunhar um avanço significativo na educação brasileira.
Para enfrentar tais desafios, o uso da tecnologia dentro das escolas pode contribuir para a melhoria nos resultados dos estudantes. O Aprimora, solução desenvolvida pelo Educacional, oferece conteúdos adaptativos e gamificados de Língua Portuguesa e de Matemática, com o objetivo de auxiliar na recomposição e desenvolvimento da aprendizagem. Contando com inteligência artificial, a solução sugere atividades para que os estudantes avancem na aprendizagem de acordo com a suas necessidades. Assim, cada um trilha sua própria trajetória, garantindo que todos cheguem ao objetivo final.
O Aprimora está disponível na Suíte Educacional, plataforma educacional completa que reúne mais de 30 soluções educacionais em um único ambiente virtual, para otimização da gestão escolar e potencialização das práticas pedagógicas.
A intensificação do uso de Tecnologias de Informação e Comunicação levou à criação de termos como transformação digital, educação digital e ecossistema digital. De fato, a digitalização de conteúdos, documentos e processos revolucionou a forma como interagimos e aprendemos.
Na educação, os ecossistemas digitais favorecem a colaboração entre os membros da comunidade escolar e potencializam a aprendizagem, com metodologias inovadoras e recursos educacionais digitais.
Continue a leitura para entender a fundo o que é um ecossistema digital e quais as vantagens dele para sua escola.
O ecossistema digital é uma rede de atores interdependentes, conectados pela tecnologia, que colaboram entre si.
Assim como nos ecossistemas biológicos, cada membro do ecossistema (empresa ou organização) tem sua função específica e precisa dos outros agentes para sobreviver e evoluir. É um sistema complexo, dinâmico, organizado e adaptativo.
Segundo o livro Digital Business Ecosystems, publicado pela União Europeia, a existência dos ecossistemas digitais foi possível graças à convergência de três redes: redes de Tecnologia de Informação e Comunicação, redes sociais e redes de conhecimento.
Essa convergência, impulsionada pela popularização da Internet, facilitou a colaboração e o compartilhamento de recursos entre pessoas, empresas, governos e organizações.
Pilares do ecossistema digital
Ainda de acordo com o livro citado, as características fundamentais de um ecossistema digital são:
infraestrutura técnica, baseada em uma tecnologia de software de distribuição P2P, que distribui serviços e informações;
valores partilhados e visão comum;
formação de alianças e coordenação regional;
modelo de organização descentralizado;
licenciamento de conhecimento e tecnologia;
participação e adesão expressa em documentos constitucionais como manifesto, declaração de direitos e código de conduta;
transparência, inclusão e responsabilidade.
Qual é o benefício do ecossistema digital para a educação?
Os ecossistemas digitais podem estar relacionados a diferentes segmentos: negócios, política, saúde e também à educação.
No contexto educacional, a maior vantagem do ecossistema digital é a colaboração facilitada entre estudantes, pais, professores, gestores, pais e organizações.
Graças às Tecnologias de Informação e Comunicação, ficou muito mais fácil compartilhar conhecimentos, informações e recursos que enriquecem o processo de ensino-aprendizagem.
Agora, as escolas podem acessar diversas ferramentas que melhoram a qualidade do ensino e agilizam a gestão escolar, por meio de plataformas e sistemas informatizados, como:
Assim, o ecossistema digital na área da educação é um verdadeiro sistema de aprendizagem em rede, movido pela inovação e cooperação.
Tenha um ecossistema digital personalizado para a sua escola
Você sabia que a sua escola pode ter um ecossistema digital organizado e potencializador da aprendizagem?
Provavelmente, sua instituição já utiliza diversas ferramentas, sites e aplicativos educacionais, mas eles estão espalhados em várias contas por aí, não é mesmo?
A Suíte Educacional foi desenvolvida justamente para integrar todas as soluções tecnológicas da escola em um único ambiente virtual. O objetivo é facilitar o acesso dos gestores, professores, pais e estudantes às tecnologias educacionais, usando apenas um login e senha.
Também sabemos que cada escola possui necessidades diferentes. Por isso, a plataforma educacional é flexível e personalizável, de acordo com os objetivos da sua instituição.
A Suíte Educacional reúne mais de 30 soluções da área pedagógica, de gestão escolar e integração tecnológica. E ela atende a todos os níveis da educação básica, desde a Educação Infantil até o Ensino Médio!
Extraia o melhor da tecnologia a favor da aprendizagem com a plataforma educacional mais completa do mercado!
Nos últimos 29 anos de história, já impactamos 14 mil escolas, de 40 países diferentes, e mais de 1 milhão de estudantes.
Nossa missão é impulsionar a transformação digital da educação para tornar a aprendizagem mais significativa, eficiente e engajadora.
Nossas principais soluções são:
Suíte Educacional: plataforma educacional completa que reúne mais de 30 soluções educacionais em um único ambiente virtual, para otimização da gestão escolar e potencialização das práticas pedagógicas;
Robotis: locação de kits LEGO® Education, formação para professores e orientação pedagógica para fortalecimento da aprendizagem STEAM (Ciências, Tecnologia, Engenharia, Artes e Matemática), envolvendo programação, robótica, cultura maker e trabalho em grupo;
Inventura: solução completa de ensino de programação, robótica e cultura maker para alunos do 4º ao 9º ano do Ensino Fundamental;
Tivy: solução de robótica educacional, programação e STEAM para alunos do 1º ao 5º ano do Ensino Fundamental;
Aprimora: plataforma de aprendizagem adaptativa e gamificada para fortalecer o ensino de Língua Portuguesa e Matemática. Está disponível na Suíte Educacional.
Pense Mais: plataforma de aprendizagem para desenvolvimento do pensamento matemático, STEAM e resolução de problemas. Também está disponível na Suíte Educacional.
Mesa Educacional: solução de apoio à alfabetização e inclusão escolar. Com capacidade para até 6 estudantes, a Mesa é formada por vários blocos de letras, desenhos, sinais em Braille e animações em Libras, conectados a uma tela de computador.
Qual é o maior desafio da sua rede de ensino atualmente? Entre em contato com um dos consultores do Educacional para conhecer as soluções mais indicadas para sua instituição. Conte conosco para equipar seu ecossistema digital!
No início de novembro, uma comitiva da LEGO® Education vinda da Dinamarca, país sede da marca, visitou duas cidades do Nordeste brasileiro para conhecer seus projetos de robótica: João Pessoa, na Paraíba, e Recife, em Pernambuco.
Claudette Munõz, representante da LEGO® Education que participou da visita, conta o motivo de terem vindo até o Brasil. “A nossa finalidade principal é ver o projeto funcionado, além de vermos todo o trabalho que também foi feito com os professores, e reconhecer que o trabalho é valorizado mundialmente. O nosso objetivo de aprendizagem é trazer experiências e ver os resultados na vida real. Essa é a razão por que estamos aqui”.
A comitiva fez sua primeira parada em João Pessoa, onde o projeto teve início este ano e é o maior com LEGO® Education já desenvolvido pelo Educacional no país.
O vice-prefeito Leo Bezerra e a secretária de Educação e Cultura de João Pessoa (Sedec), América Castro, acompanhados de integrantes da Divisão de Educação Tecnológica (DTIC) da Sedec, recepcionaram o time do Educacional juntamente com a Comitiva LEGO® Education.
“Saímos dessa reunião bastante felizes pelo reconhecimento não só da LEGO® Education, mas também da Positivo Tecnologia, pelo trabalho que toda a nossa equipe da educação vem desenvolvendo. Estamos avançando mundialmente com a tecnologia implantada em nossas escolas”, comentou o vice-prefeito.
Apesar de recente, a implantação dessa tecnologia nas escolas já vem gerando frutos. Equipes de robótica da rede pública de João Pessoa participaram da Olímpiada Brasileira de Robótica e três escolas conquistaram os três primeiros lugares no “Nível 1” da competição.
No dia seguinte, a visita foi em Recife. O município iniciou o projeto de robótica em 2018, sendo a primeira capital brasileira a implementar LEGO® Education em sua rede de ensino e hoje conta com 13 centros de tecnologia.
A metodologia tem enriquecido a aprendizagem, incentivando o trabalho em equipe e apoiando no desenvolvimento de habilidades essenciais para os alunos, preparando-os para os desafios de hoje e do amanhã.
Na ocasião, a comitiva foi recebida por, Fred Amâncio, Secretário de Educação do Município; Eduardo Fonseca, Secretário Executivo de Projetos, Inovação e Tecnologia; Paloma Oliveira, Gerente de Infraestrutura em Tecnologia e Priscilla Dutra; Coordenadora de Programação e Robótica. Além desses, também acompanharam a visita os gestores da Escola Municipal Doutor Rodolfo Aureliano.
“Acreditamos que a robótica educacional é um marco na nossa Rede, desde 2014, desenvolvemos um trabalho contínuo nas escolas e entedemos a importância de momentos como esse, pois colabora com a disseminação e fortalecimento de uma política pública significatica para estudantes e professores, e a comunidade escolar. Ficamos bastante felizes com essa visita, pois é mais uma maneira de compartilhar conhecimento”, comentou Priscilla.
Recife também tem outros projetos de grande impacto, como a implementação de mais de 800 Mesas Educacionais, com foco na melhoria da alfabetização e letramento dos alunos da rede pública.
Assim, com mais de 90 mil estudantes matriculados em sua rede de ensino, Recife tem avançado nos resultados do IDEB, tanto dos anos iniciais, quanto nos anos finais do ensino fundamental.
Deseja levar LEGO® Education e outras tecnologias para o seu município? Entre em contato com nossos consultores e torne-se referência em inovação educacional.
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