A gamificação torna a aprendizagem mais leve, divertida e significativa. Por isso, ela é empregada no mundo inteiro por escolas, universidades e empresas, em atividades educativas e treinamentos corporativos.
Mas o que torna os jogos tão engajadores? Por que eles atraem tanto a nossa atenção? E quais são as aplicações da gamificação na educação? Entenda as respostas para essas perguntas lendo o artigo até o final.
Gamificação é uma metodologia de ensino que emprega elementos típicos de jogos para motivar os estudantes e melhorar o desempenho escolar, tais como:
competições;
prêmios;
desafios;
narrativas lúdicas;
personagens fictícios;
objetivos e regras claras;
divisão da jornada em níveis ou fases;
motivação constante;
feedback imediato, com identificação dos erros e acertos;
elementos divertidos;
abstração da realidade;
e cooperação com outros jogadores.
Para ser devidamente enquadrado como metodologia ativa de aprendizagem, a gamificação precisa estar centrada no aluno. O estudante deve sair da posição cômoda, de mero receptor de informações, e se posicionar como construtor das próprias habilidades, conhecimentos e valores.
O papel do professor, nessa perspectiva, é de mediador, orientador e supervisor do processo.
Segundo o livro Gamification by Design, as pessoas são motivadas a jogar por quatro motivos:
para dominarem determinado assunto;
para aliviarem o estresse;
para se entreterem;
para socializarem.
Além disso, o jogador se diverte tanto na busca pela vitória quanto na exploração de um novo universo, vivenciando sensações inéditas e interagindo com outros jogadores.
É importante salientar que o jogador não acompanha uma história, ele “vive” a narrativa, de forma totalmente imersiva.
Todas essas características contribuem para uma aprendizagem significativa, fortalecida pelo alto interesse e pela atenção focada.
Vantagens da gamificação para a aprendizagem
Estudos recentes revelam que a gamificação tem o poder de transformar o ambiente de aprendizado em um espaço dinâmico e interativo, aumentando a motivação dos alunos.
Eles evidenciam o potencial da gamificação como uma ferramenta eficaz na educação moderna e apontam que a grande vantagem dessa metodologia está no seu alto poder de engajamento.
Quando o aluno se torna um participante do jogo, a tendência é que sua dedicação aumente. Ele tem uma motivação a mais para aprender, atraído pelo desejo de vencer. Além disso, ele acaba passando mais tempo estudando, muitas vezes sem nem perceber.
Como fruto desse engajamento, o estudante assimila os conteúdos com mais facilidade. Até mesmo componentes curriculares popularmente considerados difíceis, como Matemática e Física, são melhor compreendidos.
Outras vantagens da gamificação são:
aprendizagem lúdica e divertida;
retenção da atenção;
mais interação entre os colegas;
aulas mais dinâmicas;
desenvolvimento de habilidades socioemocionais como autonomia, autoconfiança, perseverança, colaboração e respeito.
Como aplicar a gamificação na educação?
A escola pode explorar a gamificação por meio de brincadeiras, competições, jogos físicos e jogos educacionais digitais alinhados ao currículo.
Em todas as atividades, é preciso ter clareza dos objetivos pedagógicos. Desde o planejamento até a execução e avaliação, as habilidades que se deseja desenvolver não podem ser perdidas de vista.
De acordo com o livro Gamificação na Educação, as principais características de uma estratégia educacional gamificada são:
missão bem definida;
sistema de pontuação eficiente;
narrativa envolvente e coerente;
tarefas claras;
criatividade.
Assim, a escola deve criar seus próprios jogos ou utilizar modelos prontos. No contexto digital, o mais prático é adquirir uma plataforma digital com vários games educativos, como é o caso do Aprimora e Pense Mais.
Também é importante ter cuidado para evitar conflitos durante o uso da gamificação em sala de aula.
Algumas dicas para aplicar gamificação na educação de forma saudável são:
1. Defina objetivos claros
Antes de iniciar o jogo, defina objetivos claros e específicos para o que deseja alcançar. Isso ajudará a garantir que a brincadeira esteja alinhada com os objetivos pedagógicos.
2. Foque no processo, não no resultado
Em vez de focar apenas no resultado final, foque no processo de aprendizado. Isso ajudará a reduzir a competição e a ênfase no vencedor.
3. Promova a colaboração
Promova a colaboração entre os alunos, incentivando-os a trabalhar em equipe para alcançar objetivos comuns. Isso contribui para promover a cooperação.
4. Inclua todos os alunos
Inclua todos os alunos na gamificação, independentemente de suas habilidades ou necessidades. Isso auxilia a promover a inclusão.
Seguindo essas dicas, é possível evitar competições não saudáveis, brigas e frustrações desnecessárias.
Exemplos de atividades gamificadas
Para tornar o assunto mais palpável, listamos abaixo alguns exemplos de atividades gamificadas na educação:
Jogos físicos: dominó matemático, dominó de sílabas e tabuleiro de formação de palavras;
Jogos digitais: jogos virtuais que envolvam conceitos de letramento e desafios matemáticos, jogos em primeira pessoa para resolução de problemas e quizzes on-line sobre conteúdo curricular;
Brincadeiras: caça ao tesouro com pistas envolvendo o assunto estudado em sala, batata-quente para revisão de conteúdo (quem ficar com a batata na mão responde a uma pergunta);
Concurso ou competição: bingo de números ou sílabas, concurso de leitura, torneio de robótica;
Sistema de pontos e recompensas: pequenos mimos para quem entregar todas as tarefas de casa, ranking de pontos em plataformas de aprendizagem e troféu virtual para vitória em jogo educativo online.
As tecnologias digitais estão ajudando as escolas do mundo todo a melhorarem o processo de ensino-aprendizagem e a gestão escolar. Aplicativos e plataformas educacionais se tornam cada vez mais comuns na rotina escolar, em vista dos muitos benefícios trazidos pela tecnologia na educação.
Atualmente, existem inúmeras plataformas escolares no mercado, para diversas finalidades. Conhecer todas elas é praticamente impossível para um gestor escolar, considerando a sua ampla lista de afazeres. Além disso, é preciso ter expertise em tecnologia para avaliar as melhores soluções deste nicho.
Por isso, o Educacional selecionou as melhores ferramentas do mercado e reuniu-as em um único ambiente virtual – o Hub Educacional. O objetivo é sanar as principais necessidades da escola e facilitar o acesso à tecnologia.
Confira neste artigo todos os aplicativos e plataformas educacionais disponíveis no Hub Educacional, assim como as funções de cada uma.
Table of Contents
O que são as plataformas educacionais?
As plataformas educacionais são plataformas digitais voltadas para a educação. São sistemas que reúnem conteúdos, ferramentas e canais de comunicação, visando o progresso dos estudantes.
As características de cada plataforma variam bastante, de acordo com o objetivo e o público-alvo.
Algumas plataformas educacionais são focadas no processo de aprendizagem, enquanto outras se destinam à gestão escolar. Algumas são projetadas para estudantes, outras para professores, gestores, pais e responsáveis.
Tudo depende do tipo de plataforma.
Principais tipos de plataforma educacional
As plataformas educacionais podem ser classificadas de várias formas:
por nível de escolaridade: para Educação Infantil, Ensino Fundamental, Ensino Médio ou Ensino Superior;
por modalidade de ensino: ensino a distância (EaD), ensino presencial ou ensino híbrido;
por finalidade: plataforma de aprendizagem, plataforma de gestão escolar, sistema de matrículas, biblioteca digital, agenda escolar digital, entre outras;
Conheça um pouco mais sobre os principais tipos de plataforma educacional:
Plataforma de aprendizagem
Plataforma destinada ao processo de ensino-aprendizagem e com foco no estudante. Contém videoaulas, textos, atividades, jogos e testes. Pode ser utilizada em sala de aula ou em casa, como complemento ao ensino presencial.
Plataforma de aprendizagem adaptativa
Plataforma de aprendizagem que utiliza Inteligência Artificial para personalizar a experiência do aluno. Após identificar o nível de proficiência do usuário, o sistema ajusta os conteúdos para o seu perfil.
Plataforma de aprendizagem gamificada
Plataforma de aprendizagem que usa recursos próprios de jogos, como rankings, troféus, missões e desafios. Ela torna o aprendizado divertido, aumentando o engajamento dos estudantes.
Plataforma de gestão escolar
Plataforma que otimiza tarefas de gestão escolar como formação de turmas, organização financeira, calendário escolar, análise de indicadores educacionais, elaboração de relatórios e avaliações.
Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA)
Ambiente virtual completo para suporte ao ensino a distância (EaD). Geralmente, o AVA inclui lições, vídeos, atividades, avaliações, canal de dúvidas, boletim e emissor de boletos para pagamento.
Biblioteca digital
Acervo de e-books que podem ser lidos em diferentes dispositivos (celulares, tablets, e-readers, notebooks e computadores). Para fazer a leitura, o estudante deve solicitar uma locação pela plataforma e usufruir do material enquanto estiver reservado. Depois, o livro se torna disponível para novas locações.
Sistema de matrículas
Ambiente digital que permite a realização de matrículas à distância.
Sistema de controle de frequência
Plataforma de controle de frequência dos estudantes e, eventualmente, dos profissionais da escola.
Plataforma de monitoria
Plataforma destinada à orientação dos estudantes e ao esclarecimento de dúvidas, sejam elas relacionadas ao conteúdo curricular ou ao processo de escolha da profissão (orientação vocacional).
Vantagens de usar aplicativos e plataformas educacionais
O papel das plataformas digitais na educação vai muito além da continuidade dos estudos em situações de emergência, como ocorreu na pandemia da Covid-19.
Os aplicativos e plataformas educacionais trazem muitos benefícios para as escolas, mesmo quando há aulas regulares e presenciais, porque melhoram a qualidade do ensino e otimizam a gestão escolar.
Segundo a pesquisa TIC Educação 2022, 33% das escolas brasileiras utilizam plataformas ou ambientes virtuais de aprendizagem.
Eis algumas vantagens de usar essas ferramentas:
personalização do ensino;
flexibilidade para acessar os conteúdos em qualquer hora e em qualquer lugar, por meio de diferentes dispositivos;
alto engajamento e interatividade;
agilidade no feedback ao estudante;
geração automática de relatórios escolares, o que melhora a visibilidade de resultados, lacunas de aprendizagem, problemas e riscos de evasão escolar;
não sobrecarrega os profissionais da escola nem altera o horário escolar.
Aplicativos e plataformas educacionais para impulsionar sua escola
Veja abaixo os melhores aplicativos e plataformas educacionais, tanto de gestão escolar quanto da área pedagógica:
De gestão escolar
As ferramentas de gestão escolar são focadas em análise de dados, relatórios escolares, avaliação, organização e comunicação com os pais e colaboradores da escola.
O Hub Educacional possui cinco plataformas de gestão escolar:
1. D2L
A D2L é um sistema de gestão da aprendizagem, também conhecido como Learning Management System (LMS). Ele possibilita o acompanhamento de frequências, a publicação de comunicados, a automatização de lembretes e o compartilhamento de materiais didáticos, fotos e vídeos.
A plataforma também permite a visualização do progresso dos estudantes, a criação de atividades online e a elaboração de avaliações personalizadas.
A D2L favorece a gestão da informação e da comunicação no ambiente escolar, além de impulsionar o ensino híbrido.
2. Max.IA
A Max.IA é uma plataforma de avaliação escolar munida de Inteligência Artificial. Nela, os professores podem criar avaliações automáticas e personalizadas, a partir de um amplo banco de questões.
Uma de suas funcionalidades é a opção de aumentar o nível de dificuldade dos testes para os alunos acima da média e diminuí-lo para os alunos abaixo da média da turma. Incrível, não é?
A plataforma também coleta os dados dos alunos em relação ao perfil cognitivo, psicométrico e comportamental deles. O objetivo é identificar e prever lacunas de aprendizagem.
Baseada nesses dados, a Max.IA recomenda atividades e conteúdos curriculares para o usuário, de acordo com o seu perfil. Os exercícios são gamificados e divertidos.
Além disso, a Max.IA gera relatórios e diagnósticos inteligentes para professores, gestores e familiares. Toda a plataforma é adaptável ao sistema pedagógico e avaliativo da escola.
3. NEDU
A NEDU é uma plataforma de dados escolares, que reúne relatórios inteligentes, dashboards personalizados e recomendações baseadas em indicadores educacionais.
Na plataforma, o gestor escolar acompanha o desempenho, o comportamento e a frequência dos alunos. Isso ajuda a escola a identificar com antecedência os estudantes com risco de evasão e, com isso, tomar medidas preventivas a tempo.
Os dados também incluem a taxa de inadimplência, os custos operacionais, a eficácia do ensino e a satisfação das famílias.
4. Tell me
O Tell me é um aplicativo de agenda escolar digital que permite a comunicação rápida e eficiente entre a escola, os alunos e as famílias.
Nele, é possível acessar rapidamente todos os avisos, tarefas de casa, faltas, datas de prova, notas escolares, eventos, mensagens da equipe pedagógica e informações financeiras.
O Tell me também gera notificações, lembretes e calendários, auxiliando as famílias na organização de suas rotinas e evitando esquecimentos.
Já o diretor escolar consegue acompanhar quem visualizou e respondeu as mensagens, além de monitorar os avisos enviados pelos professores.
5. HubLab – LearnLab
Um ambiente com diversas aplicações que potencializam a criatividade, ampliando o conceito de Ecossistema Hub Educacional ao integrar ferramentas desenvolvidas especialmente para a educação, tais como: autoria de livros digitais, criação de mindmaps colaborativos, podcasts e vídeos, dentre outras.
A solução apoia o uso de metodologias ativas em sala de aula, com integração a plataformas populares como Google e Microsoft, incluindo uma ferramenta de Inteligência Artificial integrada tanto para auxiliar alunos quanto para apoiar professores na construção de aulas e feedbacks.
Indicado para todas as etapas de ensino, da Educação Infantil ao Ensino Médio.
Pedagógicos
Os aplicativos e plataformas educacionais da área pedagógica são voltadas ao processo de ensino-aprendizagem, com o objetivo de melhorar a proficiência dos alunos e desenvolver habilidades específicas da Base Nacional Comum Curricular (BNCC).
Desenvolvida pelo Educacional, a plataforma usa Inteligência Artificial para adaptar os conteúdos de acordo com o ritmo e o nível de proficiência do estudante.
O Aprimora contém vários desafios de Língua Portuguesa e Matemática, com elementos de ludicidade, a fim de tornar a aprendizagem divertida e engajadora.
Na plataforma, o professor e o gestor escolar conseguem visualizar o desempenho de cada estudante, turma ou escola, em tempo real. Assim, as dificuldades de aprendizagem, bem como as potencialidades de cada aluno, podem ser facilmente identificadas.
O Aprimora é destinado ao Ensino Fundamental Anos Iniciais e Anos Finais.
7. Pense Mais Educacional
Outra plataforma desenvolvida pelo Educacional é o Pense Mais. Seu objetivo é desenvolver o pensamento matemático, a partir de problemas da vida real e atividades lúdicas.
Assim como o Aprimora, o Pense Mais é destinado ao Ensino Fundamental Anos Iniciais e Anos Finais.
8. Árvore
A Árvore é uma plataforma digital de leitura, com mais de 50 mil e-books e audiobooks. Durante a leitura, os estudantes interagem com recursos de gamificação e exercícios baseados na obra. Todas as atividades são alinhadas à Base Nacional Comum Curricular.
A plataforma também faz recomendações de livros para os usuários, de acordo com as suas preferências, idade e segmento escolar.
Com a Árvore, a escola tem acesso a um acervo diversificado de obras, que podem ser exploradas em qualquer dispositivo e em qualquer lugar.
A plataforma ainda conta com ferramentas de nivelamento: a equipe gestora consegue indicar aos alunos obras que se adequem ao nível de leitura de cada um, conforme o padrão F&P (Fountas & Pinnel).
Além disso, a Árvore inclui revistas, jornais, dicionário integrado, livros em Inglês e dashboard com relatórios.
9. Bibot
Ainda na área de leitura, outra plataforma educacional muito útil para as escolas é o Bibot. Essa biblioteca digital interativa reúne livros de diversas editoras e autores, desde obras clássicas até novos sucessos da literatura.
As categorias abrangem ficção, aventura, crônica, poesia, história, filosofia, redação e muito mais.
A biblioteca também é gamificada e possui exercícios alinhados à BNCC. Ao completarem suas leituras e atividades, os estudantes acumulam pontos e sobem em rankings locais, regionais e nacionais.
Os alunos leem os títulos selecionados pelos professores (que ficam disponíveis na Trilha do Conhecimento do usuário), mas também podem explorar o acervo e adicionar livros à Lista de Favoritos.
10. Descomplica
O Descomplica é um ambiente virtual de aprendizagem voltado para os estudantes do Ensino Médio, com foco na preparação para o Enem e outros vestibulares.
Ele oferece videoaulas (ao vivo e gravadas), simulados, material didático interativo, ambiente para produção de redação e plantão de dúvidas 24 horas por dia, sete dias por semana.
Cada estudante recebe um plano de estudo para organizar sua rotina e aprender de forma autônoma. As escolas podem usufruir dessa ferramenta como um meio de flexibilizar e personalizar o ensino, de acordo com as necessidades de cada aluno.
11. Educacross
O Educacross é um aplicativo de jogos educacionais digitais, destinado aos alunos da Educação Infantil e Ensino Fundamental Anos Iniciais. São mais de 2.000 jogos alinhados à BNCC, que trabalham alfabetização, Língua Portuguesa, Matemática e Lógica.
Os games são organizados pelo professor, que pode utilizar as trilhas de aprendizagem da plataforma ou criar uma nova trilha.
Ao interagir com a ferramenta, o estudante gera dados que são transformados em relatórios de desempenho. Assim, os gestores e professores acompanham facilmente os indicadores pedagógicos do aluno, da turma, da escola e da rede de ensino.
12. Elefante Letrado
O Elefante Letrado é uma plataforma digital de leitura gamificada, que contém livros digitais, games e atividades interativas para alunos de todas as idades.
A plataforma possui um amplo acervo de livros, divididos por gênero, editora e etapa de ensino (Educação Infantil, Ensino Fundamental Anos Iniciais ou Ensino Médio).
O Elefante Letrado inclui também: biblioteca para o professor; teste online de fluência leitora; audiobooks; livros em Inglês; metas individuais de leitura, dashboard de relatórios e gravação de áudio da leitura dos estudantes.
13. Estante Mágica
A Estante Mágica é um aplicativo e, também, uma plataforma escolar que ajuda os estudantes a escreverem e ilustrarem seus próprios livros.
Cada história é publicada em formato digital e transformada em game. Há ainda a opção de comprar a versão impressa do livro, como forma de recordação. No final do projeto, a escola organiza um evento de autógrafos para celebrar a conquista dos estudantes.
Criada em 2009, a Estante Mágica já lançou mais de 2 milhões e meio de livros produzidos pelas crianças.
14. Arukay
Arukay é um sistema de aprendizagem co-curricular voltado para alunos da Educação Infantil ao Ensino Médio.
Nele, o estudante tem acesso ao ensino do pensamento computacional e diversas linguagens de programação de diferentes níveis, auxiliando no desenvolvimento de suas habilidades tecnológicas e contribuindo para o aprendizado de forma gamificada e interativa.
Os projetos da Arukay são estruturados na metodologia Machine Learning e STEAM, levando a interdisciplinaridade em Ciência, Tecnologia, Engenharia, Arte e Matemática para os estudantes.
15. Inventura
Solução para o Ensino Fundamental que integra uma proposta multidisciplinar de STEAM – termo em inglês que conceitua a união dos conceitos de Ciências, Tecnologia, Engenharia, Matemática e Artes, com o objetivo de potencializar a aprendizagem e a resolução de situações-problema.
O Inventura incentiva o uso da tecnologia em práticas maker, ao integrar materiais físicos e digitais: livro do aluno, livro do professor, placa BBC micro:bit e componentes de hardware/eletrônicos, além de ambiente de programação, ambiente online e aplicativo.
16. Robomind
A Robomind é uma solução de robótica educacional que utiliza kits de LEGO® Education. Ele também possui uma plataforma digital de suporte com planos de ensino e conteúdos didáticos, em forma de textos, vídeos e jogos.
Destinado a todas as fases de ensino, da Educação Infantil ao Ensino Médio, a Robomind desenvolve competências digitais, cognitivas e socioemocionais, como criatividade, inovação e proatividade, formando uma nova geração de empreendedores.
17. Vivadí
A Vivadí é uma plataforma educacional focada em habilidades socioemocionais e voltada para alunos da Educação Infantil ao Ensino Médio.
A metodologia da plataforma é dividida em quatro pilares, alinhados à BNCC, que são: autogestão, colaboração, adaptabilidade e comunicação. Os estudantes passam por videoexperiências diárias, baseadas em storytelling, e respondem autoavaliações sobre o estado emocional atual.
Os gestores e professores podem acompanhar a evolução dos estudantes por meio do painel de dados. Além disso, eles podem adicionar informações sobre comportamento e participação dos alunos na escola, a fim de complementar os relatórios.
18. Seren
Já o Seren é um aplicativo de experimentação vocacional que tem o objetivo de ajudar os estudantes do Ensino Médio a escolherem suas futuras profissões.
O aplicativo conecta os alunos a profissionais de diversas áreas, em conversas ao vivo, para que eles conheçam a rotina dos especialistas e tirem suas dúvidas sobre cada carreira.
O Seren também utiliza Inteligência Artificial para mostrar as profissões mais alinhadas ao perfil do aluno, de acordo com suas interações no aplicativo.
19. Tecteca
A Tecteca é um aplicativo de apoio à leitura infantil. Ele é destinado à Educação Infantil e aos Anos Iniciais do Ensino Fundamental, em especial aos primeiros e segundos anos.
Nele, os alunos têm acesso a um acervo de livros digitais exclusivos, que incentiva e desenvolve a fluência leitora. Além disso, disponibiliza aos gestores e professores relatórios que incluem métricas por aluno e por turma.
20. FazGame
O FazGame é uma plataforma gamificada de incentivo à leitura e produção textual. Ele dá aos estudantes a oportunidade de criarem seus próprios jogos narrativos, desenvolvendo suas habilidades de escrita, criatividade e imaginação.
A plataforma inclui trilhas de aprendizagem, com todas as orientações para os professores e estudantes começarem a criar seus jogos.
O FazGame impulsiona a aprendizagem em Língua Portuguesa e o protagonismo juvenil e, ainda, gera relatórios de acompanhamento para os gestores escolares.
21. Escribo
O Escribo é um aplicativo de jogos educacionais das áreas de Língua Portuguesa e Matemática. Destinado aos alunos da Educação Infantil e Ensino Fundamental Anos Iniciais, o app cria jornadas personalizadas de aprendizagem e permite a avaliação interativa dos estudantes, em tempo real.
A ferramenta também gera relatórios de desempenho para acompanhamento dos gestores.
22. Robotis – LEGO® Education
Plataforma de atividades da LEGO® Education, com foco em robótica e STEAM. Ela foi desenvolvida para apoiar as aulas com LEGO® Education – um dos recursos pedagógicos mais populares do Brasil e do mundo.
Contém desafios para todas as idades, da Educação Infantil ao Ensino Médio. Seu objetivo é fazer com que os alunos aprendam brincando, enquanto desenvolvem habilidades do século XXI.
23. Plethora
Destinado ao Ensino Fundamental Anos Iniciais e Anos Finais, a Plethora é uma plataforma de aprendizagem gamificada que trabalha o pensamento computacional.
Durante os jogos, os alunos constroem e completam sentenças lógicas que constituem regras para a resolução de problemas.
A plataforma possui vários planos de aula, com a opção de personalizar o nível de dificuldade e compartilhar os desafios com outros membros da comunidade online.
24. Espaço infantil
O Espaço infantil é um ambiente virtual de aprendizagem para a Educação Infantil, que contém jogos, histórias, músicas e vídeos.
As atividades são divididas em três temáticas (floresta, fazenda e mar), as quais despertam a curiosidade das crianças e auxiliam no processo de alfabetização, letramento, numeracia e compreensão textual.
25. Stift
O Stift é um aplicativo de plantão de dúvidas que conecta estudantes e professores da escola. Ele permite que os alunos enviem suas dúvidas de forma online, pelo celular, e recebam respostas completas dos monitores da instituição.
As perguntas podem ser enviadas via texto, foto, vídeo ou áudio. Depois de receber a resposta, o aluno pode fazer uma réplica, caso continue com alguma dúvida.
Trata-se de uma solução muito útil para complementar ou substituir o plantão de dúvidas tradicional, com potencial de impulsionar os resultados de aprendizagem da escola.
26. Eduqz
O Eduqz é uma plataforma escolar de revisão de textos online, voltada ao Ensino Fundamental Anos Finais e Ensino Médio.
Na ferramenta, os corretores podem enviar áudios, circular, sublinhar e riscar trechos do texto, a fim de facilitar o feedback.
Além de corrigir os textos enviados pelos estudantes, a plataforma oferece cursos e videoaulas sobre redação. O Eduqz também gera relatórios com os principais dados dos estudantes para acompanhamento dos professores e gestores.
27. Aval.IA
O Aval.Ia é uma plataforma educacional que coleta dados dos estudantes em relação ao nível cognitivo, psicométrico e comportamental, a fim de prever e corrigir lacunas de aprendizagem.
A plataforma recomenda atividades para os alunos de acordo com o perfil de cada estudante e cria avaliações automáticas, adaptadas ao plano de ensino da instituição. Além disso, ela gera relatórios relevantes para os professores e gestores.
O Aval.Ia atende os estudantes dos Anos Finais do Ensino Fundamental e do Ensino Médio.
28. Tindin
Um ambiente virtual de aprendizagem gamificado, com foco na educação financeira. Na Tindin, cada aluno tem seu avatar e se movimenta por uma cidade com vários ambientes de interação. Nessa ilha virtual, a escola pode desenvolver diversas atividades, como aulas ao vivo, trilhas pedagógicas, trabalhos interdisciplinares, conteúdos em texto, áudio e vídeo.
Hub Educacional: uma plataforma; mais de 30 soluções
O Hub Educacional é uma plataforma digital completa, que reúne diversos aplicativos e plataformas educacionais no mesmo ambiente virtual. São mais de 30 soluções da área pedagógica, de gestão escolar e de integração tecnológica.
Na plataforma, sua escola tem acesso às melhores tecnologias de forma ágil e prática, com um só login e senha por usuário. Assim, a instituição não precisa se preocupar com inúmeras senhas de vários membros da comunidade escolar.
Além disso, o Hub Educacional atende às principais necessidades da escola, englobando:
ensino de Língua Portuguesa;
ensino de Matemática;
ensino de Ciências da Natureza e Ciências Humanas;
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Dois anos e meio depois da retomada das aulas presenciais, os efeitos da pandemia na educação ainda são perceptíveis: dificuldades de aprendizagem, atraso na alfabetização e desigualdades educacionais profundas. Nesse cenário, a recomposição de aprendizagem é o único caminho para reduzir as sequelas.
Como afirmou a diretora do Centro de Excelência e Inovação em Políticas Educacionais da FGV, Cláudia Costin, em entrevista à Revista Oeste, os problemas causados pela pandemia vão demorar mais de dois anos para serem resolvidos, em um longo processo de recomposição de aprendizagens.
Neste artigo, vamos explicar as etapas dessa estratégia pedagógica e mostrar como a tecnologia pode acelerar os resultados de aprendizagem dos alunos.
Segundo o estudo “Recomposição das aprendizagens em contexto de crise” elaborado pelo Instituto Natura e pela Fundação Lemann, a recomposição de aprendizagem é um conjunto de estratégias educacionais cujo objetivo é preencher lacunas de aprendizagem no contexto pós-pandemia.
Essas estratégias podem variar de programa para programa, mas geralmente incluem:
Existem três tipos de abordagem dentro da recomposição de aprendizagem, sendo a terceira a mais recomendada pelo Instituto Natura:
remediação (apoio para toda a turma);
intervenção (apoio apenas para os alunos com dificuldade de aprendizagem, geralmente dividindo a turma em três grupos);
aceleração (apoio apenas para alunos com dificuldade de aprendizagem, focando nas lacunas mais críticas para recuperar o atraso).
Nos programas de aceleração de aprendizagem, a escola ou rede de ensino identifica as principais perdas de aprendizagem, preenche essas lacunas rapidamente e guia os estudantes de volta ao nível em que deveriam estar.
Esse método é muito interessante porque, quanto mais atrasados ficam os alunos, maior é a desmotivação deles e mais alta é a chance de evasão. Por isso, acelerar o processo é a melhor forma de recompor aprendizagens.
Qual é a diferença entre recomposição, reforço e recuperação?
Apesar de constantemente confundidos, os termos “recomposição”, “reforço” e “recuperação” não são sinônimos.
Enquanto a recuperação escolar busca novas abordagens para o ensino de um conteúdo que o estudante já viu, mas, por algum motivo, não aprendeu, a recomposição mira em conceitos que o aluno nem teve a oportunidade de aprender, por conta do isolamento social.
Além disso, a recuperação é realizada exclusivamente no final do bimestre, após a divulgação das notas escolares, para aqueles que não obtiveram média suficiente.
Em contrapartida, o reforço escolar acontece ao longo do ano letivo, no contraturno, para auxiliar os estudantes com qualquer dificuldade de aprendizagem.
Como a pandemia afetou a aprendizagem dos alunos?
O cenário educacional do Brasil já enfrentava vários desafios antes da pandemia. No entanto, o fechamento das escolas por quase dois anos em decorrência do Covid-19 agravou alguns problemas, como veremos a seguir.
Perdas de 4 a 10 meses de aprendizagem
Apesar de os alunos terem continuado a estudar durante a pandemia por meio das aulas remotas, várias pesquisas mostraram que houve perda de 4 e 10 meses de aprendizagem em linguagens e matemática, dependendo da cidade e da etapa de ensino. Os dados foram divulgados pelo Laboratório de Pesquisa em Oportunidades Educacionais da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), em nota técnica de dezembro de 2022.
A avaliação constatou quedas em Língua Portuguesa e Matemática em todas as etapas de ensino, em relação à última edição de 2019. Porém, no 2º ano do Ensino Fundamental a perda foi maior: passou de 750 para 725 pontos em Língua Portuguesa e de 750 para 741 pontos em Matemática.
Impacto na alfabetização
Um dos motivos dessa queda em Língua Portuguesa no 2º ano do Ensino Fundamental foi a não concretização da alfabetização para muitas crianças.
De acordo com a pesquisa Alfabetiza Brasil, apenas 43,6% das crianças do 2º ano foram consideradas alfabetizadas em 2021 – 16,7 pontos percentuais menor que em 2019.
Sabemos que a alfabetização completa e na idade certa é um desafio no Brasil há muitos anos, mas a pandemia agravou ainda mais o problema. Por isso, os programas de recomposição de aprendizagem devem priorizar as crianças mais novas e em fase de alfabetização.
Efeitos negativos maiores em Matemática
Outro ponto levantado pela nota técnica da UFRJ foi a perda de aprendizagem mais acentuada em Matemática, exceto na Educação Infantil e nos primeiros anos do Ensino Fundamental. Esse padrão foi observado em várias pesquisas acadêmicas e também na comparação dos resultados do Saeb de 2019 e 2021.
No 5º ano do Ensino Fundamental, a queda de proficiência em Matemática foi de 11 pontos porcentuais, enquanto em Língua Portuguesa foi de 7 pontos.
No 9º ano do Ensino Fundamental e no Ensino Médio, a perda em Matemática foi de 7 pontos, ao passo que em Língua Portuguesa foi de 2 e 3 pontos, respectivamente.
Aumento das desigualdades educacionais
Não obstante, a suspensão das aulas presenciais na pandemia fortaleceu a desigualdade educacional. Ainda de acordo com a nota técnica da UFRJ, crianças e adolescentes mais vulneráveis socialmente aprenderam menos da metade que seus colegas não vulneráveis em 2020.
Isso porque, provavelmente, os estudantes mais pobres e com pais menos escolarizados tiveram menos acesso a tecnologia e não tiveram um ambiente de estudos adequado em casa.
A pesquisa da FGV “Tempo para Escola na Pandemia” também mostrou que o tempo médio de estudos por dia em agosto de 2020 foi bem menor entre os alunos mais pobres e estudantes da região norte do Brasil.
Como consequência, a desigualdade regional e a desigualdade de renda tendem a se perpetuar ainda mais. Por isso, as escolas precisam intervir e reunir esforços para mudar essa realidade.
Estratégias de recomposição de aprendizagem
Como mencionamos anteriormente, a recomposição de aprendizagem é a somatória de várias estratégias, coexistentes ou não, com o objetivo de preencher as lacunas de aprendizagem deixadas pela pandemia.
Vejamos com detalhes as principais estratégias:
Priorização curricular
É inviável abordar todos os objetos de aprendizagem e trabalhar todas as habilidades previstas no currículo, tanto por questão de tempo quanto pela dificuldade de absorver muito conteúdo de uma só vez.
Por isso, para acelerar o preenchimento das lacunas, a escola ou rede de ensino deve adaptar o currículo, excluindo repetições de habilidades entre as séries e selecionando apenas aquelas consideradas prioritárias.
A priorização leva em conta as habilidades indispensáveis para o avanço do estudante nas próximas séries.
Avaliação diagnóstica
Uma das fases mais importantes da recomposição de aprendizagem é a avaliação diagnóstica. É ela que fornece aos gestores escolares uma visão clara sobre as necessidades e dificuldades dos estudantes para embasar decisões assertivas e direcionar a prática pedagógica.
Embora a principal ferramenta de avaliação seja a aplicação de testes em papel ou em dispositivo eletrônico, o diálogo com os estudantes e os pais ou responsáveis é uma fonte valiosa de informações sobre o desempenho escolar e o bem-estar emocional dos alunos.
Outra prática recomendada é evitar as palavras “teste”, “prova” ou “avaliação”, para não deixar a criança ou o adolescente nervoso. Prefira avaliações orais individuais ou jogos educacionais online que realizem avaliação diagnóstica.
Após a análise dos resultados da avaliação diagnóstica, a escola ou a rede ensino cria agrupamentos com base no nível de aprendizagem, para direcionar os esforços pedagógicos de uma forma mais personalizada.
Ao longo do programa, os estudantes mudam de turma conforme avançam no processo de aprendizagem.
Ampliação do tempo de instrução
Também faz parte da recomposição de aprendizagem a ampliação do tempo de estudo por meio de escolas presenciais de verão, aulas no final de semana ou adaptações do calendário escolar.
Essa estratégia foi adotada em redes de ensino dos Estados Unidos, Argentina e Chile no ano de 2021, com grande adesão dos alunos.
Outra possibilidade é complementar as aulas presenciais com atividades online realizadas em casa – metodologia conhecida como ensino híbrido, que iremos abordar a seguir.
Ensino Híbrido
Além de ser uma solução para ampliação do tempo de estudo, o ensino híbrido dá, ao estudante, a chance de usufruir tanto dos benefícios da aprendizagem online quanto da offline.
Combinando atividades na escola e em casa, o aluno é incentivado a se posicionar no centro do processo de aprendizagem, aprender no seu próprio ritmo e se aprofundar nos assuntos que mais precisa ou que mais lhe interessam.
Tutoria individual ou em grupo
Outra prática popular entre escolas e sistemas de ensino do mundo no contexto pós-pandemia é o recrutamento de tutores para auxiliar os professores e apoiar os estudantes na recomposição de suas aprendizagens.
Esses tutores podem ser professores ou estudantes de Pedagogia ou Licenciatura, desde que passem por formação específica. Eles acompanham pequenos grupos ou atendem os alunos individualmente, em parceria com os docentes.
Monitoramento de resultados
Durante todo o programa de recomposição de aprendizagens, a rede escolar precisa coletar e analisar dados relacionados ao avanço pedagógico dos estudantes.
Os dados precisam ser claros, objetivos e fáceis de serem medidos, a fim de que a equipe de gestão escolar consiga identificar possíveis falhas rapidamente e tomar as melhores decisões.
Como veremos abaixo, a tecnologia é uma forte aliada do monitoramento de resultados.
Como a tecnologia pode facilitar a recomposição?
A tecnologia pode contribuir e muito para o sucesso de um programa de recomposição de aprendizagem.
Primeiramente, é possível automatizar algumas tarefas que acabam tomando tempo do gestor, do coordenador pedagógico e do professor, como elaboração de testes, correção de atividades, cálculo de notas e avaliação de indicadores educacionais.
As plataformas digitais educacionais contêm recursos que facilitam todo o processo de recomposição de aprendizagem, desde a priorização curricular até o monitoramento de resultados, passando pela avaliação diagnóstica.
Em segundo lugar, as tecnologias educacionais favorecem o ensino híbrido, que é uma das principais estratégias de recomposição de aprendizagem, e tornam a experiência do aluno mais interativa, lúdica e atraente.
A Escola Evandro Ferreira dos Santos (EREF), de Cabrobó, Pernambuco, contou com a plataforma Aprimora no plano de recomposição de aprendizagem.
Maria de Oliveira, mãe de 3 alunos que utilizam a plataforma, relata a mudança no ritmo de aprendizado dos filhos: “Eles aprenderam de forma tão fácil e lúdica, e agora em junho, já estavam lendo”.
João Vitor Oliveira, aluno do 9º ano, sentiu a diferença: “Melhorou o jeito de eu aprender. Às vezes eu entendia o que o professor explicava, às vezes não. O Aprimora baseia a minha pergunta e depois explica”.
Quer contar com todos esses benefícios? Então sua escola precisa da Suíte Educacional.
O gestor escolar tem um papel importantíssimo no contexto de recomposição. É ele quem administra a avaliação diagnóstica, analisa os resultados e define os objetivos do projeto pedagógico.
Ele também é responsável pelo monitoramento de resultados, ou seja, por conferir se os esforços da escola estão sendo bem sucedidos e se os estudantes estão avançando nos níveis de aprendizagem.
Além disso, ele busca ter um relacionamento próximo com os pais dos estudantes para conhecer o perfil da comunidade escolar, divulgar as ações da escola, conscientizar os responsáveis e angariar apoio das famílias na educação das crianças.
O gestor tem, ainda, a função de escolher e adquirir as tecnologias educacionais mais pertinentes para o trabalho pedagógico da instituição.
Confira o passo a passo de implementação de tecnologias educacionais, baixando o e-book do Educacional.
A importância do apoio socioemocional
O acompanhamento socioemocional dos alunos também faz parte dos projetos de recomposição de aprendizagem, porque situações de estresse, problemas pessoais e disfunções familiares afetam o desempenho escolar.
A pandemia da Covid-19 trouxe perdas significativas de aprendizagem não só por causa da suspensão das aulas presenciais, mas também devido ao luto, adoecimento, medo, ansiedade e outras emoções negativas que marcaram o período.
O estudo mostrou que o desenvolvimento de competências socioemocionais como autoconsciência, autogerenciamento, consciência social, habilidades relacionais e responsabilidade de tomar decisões, aumenta o engajamento nos estudos e, consequentemente, eleva as notas escolares.
A organização das emoções, o entendimento da própria identidade e a motivação para seguir em frente na vida, nos estudos e no trabalho são todos pré-requisitos para o avanço educacional genuíno.
Por isso, é importante promover ações de acolhimento e escuta ativa, como rodas de conversa, dinâmicas e palestras.
E, se houver disponibilidade de psicólogos escolares na instituição, o acompanhamento regular dos alunos e dos profissionais também é muito proveitoso para orientar a comunidade escolar em relação às melhores práticas de saúde mental.
Programas de recomposição de aprendizagem no Brasil
Desde a retomada das aulas presenciais, diversos estados e municípios lançaram programas de recomposição de aprendizagem. Podemos citar as redes municipais de Curvelo (MG) e Curitiba (PR) e as redes estaduais de Tocantins, Goiás e Minas Gerais.
No Tocantins, o programa Recomeçar incluiu ações de acolhimento, reordenamento do currículo, avaliação diagnóstica, recomposição com foco nas habilidades de letramento, letramento matemático e alfabetização e monitoramento.
Já em Minas Gerais, o Plano de Recomposição das Aprendizagens formou dois núcleos de gestão pedagógica, com a contratação de 1360 professores, para analisar os resultados da avaliação formativa da rede, identificar as habilidades do currículo que precisam ser revistas, orientar as escolas e monitorar os resultados.
Após o retorno das aulas presenciais em 2021, Singapura adotou um sistema permanente de ensino híbrido, com alguns dias do calendário escolar destinados para o ensino remoto. A estrutura curricular nessas datas é mais flexível, com o objetivo de promover a autonomia dos estudantes.
Na Argentina, o Ministério da Educação da Cidade de Buenos Aires realizou uma escola de verão de um mês, com a participação de 131 escolas. As turmas eram formadas por até 9 alunos, preferencialmente aqueles com dificuldade de aprendizagem.
No Chile, a Agencia de Calidad de la Educación implementou o Diagnóstico Abrangente de Aprendizagem em várias escolas públicas e privadas do país. O projeto começa a aplicação de uma avaliação diagnóstica em formato digital ou no papel, que mapeia tanto a aprendizagem acadêmica em leitura e matemática quanto a aprendizagem socioemocional.
Depois, as escolas recebem relatórios dos resultados com orientações, tutoriais e ferramentas de apoio.
Outra iniciativa interessante é o Teaching at the Right Level, criado pela ONG indiana Pratham, que conduz a avaliação diagnóstica dos estudantes em leitura e matemática e agrupa os alunos em grupos de diferentes níveis de aprendizagem.
O projeto já foi implantado na Índia, Quênia, Moçambique, Nigéria e outros países africanos, onde obteve ótimos resultados. Na Zâmbia, por exemplo, a porcentagem de crianças com proficiência básica em leitura passou de 34% para 52%, enquanto em matemática aumentou de 32% para 50%.
Todos esses projetos internacionais servem de inspiração para nossas escolas e redes de ensino na difícil, mas possível tarefa de reduzir as perdas da pandemia e efetuar a recomposição de aprendizagem.
Uma das tecnologias educacionais mais difundidas nas instituições de ensino de hoje é o Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA). Por meio dele, qualquer pessoa conectada à Internet pode estudar e aprender, independentemente da hora e do lugar.
É comum associarmos o AVA à Educação a Distância (Ead) em cursos de Ensino Superior ou formação continuada. Mas várias escolas de Educação Básica já estão tirando proveito desta tecnologia, por causa dos benefícios oferecidos e da tendência de consolidação do ensino híbrido.
Quer entender quais vantagens são essas? Leia até o final para descobrir se vale a pena ter um AVA para a escola!
O Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA) é um espaço digital focado no processo de ensino-aprendizagem, utilizado tanto por instituições educacionais presenciais quanto aquelas de Ensino a Distância (Ead).
Os recursos disponíveis no AVA variam de acordo com a plataforma, mas geralmente incluem:
conteúdos e atividades online;
videoaulas;
avaliações;
meios de interação;
suporte para dúvidas;
acompanhamento de notas ou desempenho.
Benefícios do AVA para a escola
Apesar da importância indiscutível das aulas presenciais e do contato dos alunos com os professores na escola, o Ambiente Virtual de Aprendizagem pode ser uma forte aliada da instituição no apoio ao ensino presencial e beneficiar tanto os estudantes quanto os professores e gestores.
Confira abaixo os efeitos do AVA na escola:
Fortalece o ensino híbrido
Uma das tendências internacionais na área da educação é a consolidação do ensino híbrido – um modelo que integra momentos presenciais e virtuais de aprendizado.
Cada vez mais, os alunos estão usando ferramentas digitais para aprender, solucionar dúvidas e desenvolver novas habilidades. Essa mudança de comportamento começou com a popularização da Internet e foi acelerada na pandemia do Covid-19, quando as escolas do mundo inteiro fecharam as portas.
Ao adotar um AVA, a escola toma frente nesse processo, conduzindo os alunos e monitorando a jornada pessoal de conhecimento deles.
Torna o aprendizado mais interativo
O diferencial dos recursos educacionais digitais em relação aos materiais didáticos tradicionais é que a interatividade (com o dispositivo e com os outros usuários) é incentivada no ambiente virtual.
Os usuários precisam dar comandos no computador, clicar em botões e responder às perguntas para continuar o processo de aprendizagem. Além disso, muitas crianças se sentem desencorajadas a participar em sala de aula, seja por timidez ou pressão dos colegas.
No ambiente virtual, porém, elas se sentem mais confortáveis para solucionar suas dúvidas e expor seus pensamentos. Assim, é mais fácil captar a atenção dos alunos e obter uma participação ativa deles.
Amplia o tempo de estudos
Em geral, quanto mais tempo uma criança passa estudando, mais chances ela tem de desenvolver-se e atingir seus objetivos. Porém, ampliar a carga horária da escola impacta a logística das famílias e aumenta consideravelmente os custos da escola. Nem todos os alunos têm interesse em estudar em tempo integral.
Mesmo assim, a escola pode aumentar o tempo de estudos com conteúdos online do AVA, na forma de dever de casa, atividade extracurricular ou reforço escolar.
Permite a personalização do ensino
Sabemos que o processo de aprendizagem é individual e diferente para cada criança. No entanto, as aulas presenciais em grupo não permitem, na prática, um ensino personalizado para cada estudante.
Esse atendimento personalizado só é possível em momentos de tutoria, plantão de dúvidas ou reforço escolar, que são a minoria da programação escolar. Outra possibilidade, mais acessível, é o uso de ambientes virtuais de aprendizagem com tecnologia de Learning Analytics.
Como já mencionamos, essas plataformas coletam dados dos alunos e adaptam os conteúdos para o nível deles, de forma automática. Então a personalização do ensino fica muito mais fácil.
Auxilia o trabalho do professor
O professor também se beneficia com a implantação do AVA. Além da personalização de ensino que já comentamos, as plataformas de aprendizagem coletam e organizam dados dos estudantes que auxiliam o mapeamento das defasagens, o planejamento de aulas e a avaliação dos alunos.
O ambiente virtual de aprendizagem na escola de Educação Básica não compete com o professor. Muito pelo contrário, ele é mais um recurso à disposição do profissional para gerar uma experiência de aprendizagem significativa.
Gera feedback automatizado
Os dados coletados pelo AVA não só facilitam o acompanhamento dos docentes como também fornecem feedback constante para os alunos. Ao longo da jornada de aprendizado, o estudante recebe notificações e mensagens sobre seu desempenho e seus avanços na plataforma.
Assim, ele é encorajado a corrigir erros específicos, superar dificuldades identificadas pelo AVA e continuar estudando.
Facilita o monitoramento de índices de aprendizagem
Pelo AVA, o gestor escolar tem acesso a vários dados dos estudantes em relação às aulas assistidas, atividades realizadas e nível de aprendizagem.
Como você pode notar, o ambiente virtual de aprendizagem traz vários benefícios para a escola. A adoção dessa tecnologia pode transformar sua instituição e destacá-la da concorrência!
A Suíte Educacional é uma plataforma educacional completa que tem o objetivo de reunir as melhores tecnologias educacionais em um só lugar, para maior comodidade e organização da escola.
A solução contempla mais de 30 ferramentas pedagógicas e de gestão escolar, incluindo Ambiente Virtual de Aprendizagem. E ela ainda permite a integração com outros sistemas já utilizados pela instituição, como Google Education e Microsoft Office. Tudo isso com um só login e senha.
Vantagens e diferenciais da Suíte Educacional:
multifuncional: possui várias ferramentas de gestão escolar e práticas pedagógicas;
login único: mais facilidade para os professores, gestores, pais e alunos no dia a dia;
contrato único: menos burocracia em contratos e licitações;
flexibilidade: a plataforma é personalizável de acordo com as necessidades da escola;
integração: conecta-se com outros sistemas informatizados já utilizados pela escola;
segurança: tratamento de dados pessoais conforme a LGPD.
Os dados divulgados em relação a alfabetização no Brasil são preocupantes, o que levou o Governo Federal a desenvolver o Compromisso Nacional Criança Alfabetizada. O último levantamento do Ministério da Educação (MEC), realizado em 2023, mostra que mais de 56% das crianças não estão alfabetizadas na idade certa. Isso significa que, a cada 10 alunos que estão no 2º ano do ensino fundamental, apenas 4 estão alfabetizados.
Além disso, no Progress in International Reading Literacy Study (Pirls) 2021, um exame internacional que analisa o nível de leitura dos alunos do 4º ano do ensino fundamental, o Brasil aparece na 39ª posição entre 43 países, atrás de nações como Uzbequistão e Azerbaijão.
Tais números são reflexos do aprendizado não adquirido nos anos iniciais do ensino fundamental. As informações do Pisa 2018 apenas reforçam os números apontados pelo MEC e Pirls, ao mostrar, como destaque negativo, a baixa compreensão na leitura. Os dados revelam que apenas 2% dos estudantes brasileiros com 15 anos estão acima do nível adequado e 43% estão abaixo do mínimo esperado.
A não alfabetização impacta diretamente na aprendizagem da criança, ocasionando limitações no acesso ao conhecimento e desenvolvimento de habilidades, o que afeta todo o desempenho acadêmico e dificulta seu progresso educacional. Além disso, pode acarretar dificuldades na comunicação e relacionamento interpessoal.
Na vida adulta, a falta de alfabetização pode levar à exclusão social, dificuldades na busca por uma colocação profissional e no desenvolvimento pessoal, o que resulta em questões econômicas futuras, como o aumento da demanda por serviços sociais. Estudos mostram que indivíduos que são alfabetizados têm maior renda, mais chances de emprego formal e maior acesso à saúde de qualidade, em comparação com os não alfabetizados. Portanto, a alfabetização é um direito fundamental que deve ser garantido.
Diante desse grande desafio nas escolas brasileiras, como as redes de ensino podem melhorar os índices de alfabetização?
Compromisso Nacional Criança Alfabetizada tem o objetivo a alfabetização de todos os alunos até o 2º ano fundamental.
Compromisso Nacional Criança Alfabetizada
Em junho de 2023, o MEC e o Governo Federal lançaram o Compromisso Nacional Criança Alfabetizada, com o objetivo de garantir que todos os alunos estejam alfabetizados até o final do 2º ano do ensino fundamental, conforme estabelecido na meta 5 do Plano Nacional de Educação. Além disso, a política visa recompor as aprendizagens das crianças matriculadas nos anos subsequentes, devido ao impacto da pandemia.
A nova política de alfabetização é baseada em cinco eixos: Gestão e Governança, Formação de Profissionais de Educação, Infraestrutura Física e Pedagógica, e Reconhecimento de Boas Práticas e Sistemas de Avaliação. O MEC oferecerá apoio técnico e financeiro às redes de ensino, enquanto estados e municípios terão papéis e responsabilidades específicas, como a formulação de suas políticas territoriais, para que o compromisso seja efetivado em suas instituições.
Apesar das redes serem responsáveis pela melhoria na qualidade no processo de alfabetização, a adesão ao Compromisso Nacional Criança Alfabetizada será voluntária. O apoio da União ocorrerá por meio de assistência técnica e financeira, seguindo as diretrizes estabelecidas pelo programa.
Como potencializar a alfabetização na sua rede de ensino
O Educacional, ecossistema de tecnologia e inovação, desenvolveu a solução ideal para apoiar as redes de ensino a potencializarem a alfabetização dos alunos, seguindo o Compromisso Nacional Criança Alfabetizada. A Mesa Educacional já foi utilizada em mais de 150 municípios e torna o processo de alfabetização uma experiência lúdica, colaborativa e efetiva, facilitando a aprendizagem dos estudantes.
A solução combina hardware, software, material concreto e realidade aumentada, além de contar com propostas didáticas que incentivam a reflexão dos alunos sobre hipóteses de leitura e escrita, enriquecendo a dinâmica da sala de aula.
A Mesa oferece às crianças da educação infantil e aos alunos dos anos iniciais do ensino fundamental ambientes virtuais ilustrados, nos quais podem navegar com seus colegas e construir caminhos para dominar o sistema de escrita e leitura, além de desenvolverem habilidades e competências necessárias para atuação na sociedade.
Além disso, conta com recursos de acessibilidade, como blocos com letras, números e símbolos em Braille, lupa para alunos com baixa visão, animações em Libras, datilologia, sintetizador de voz, navegação pelo teclado e regulagem de altura para cadeirantes, auxiliando o atendimento de estudantes com deficiências e transtornos de desenvolvimento e de aprendizagem. Dessa forma, é assegurado o acesso igualitário à educação de qualidade.
Está pronto para impulsionar e melhorar os índices de alfabetização da sua rede de ensino em, conformidade com o Compromisso Nacional Criança Alfabetizada? Conte com o apoio da Mesa Educacional!
Para explicar melhor sobre a competição, a área de negócios dedicada à educação da Positivo Tecnologia promove live no dia 14 de junho.
Você está pronto para fazer a diferença na aprendizagem de seus alunos e dar destaque para a sua instituição? Se a resposta é sim, você não pode perder a live que marca o início de um desafio de proporções nacionais. No dia 14 de junho, o Educacional realizará uma transmissão gratuita que fornecerá informações e insights sobre o “do your:bit”, o desafio nacional com a placa micro:bit.
Com o objetivo de inspirar o movimento que busca maneiras de ajudar as comunidades e causar impacto na sociedade atual, o Educacional organizou a competição “do your:bit”, a nível nacional. O projeto visa engajar alunos, docentes e toda a comunidade escolar, incentivando-os a contribuir para a superação dos desafios enfrentados no mundo, unindo forças em prol de causas em comum.
Para Helinton Marques, Gerente de Operações do Educacional, a participação dos alunos em competições como essa são muito valiosas, pois permitem o seu desenvolvimento em vários aspectos, por exemplo criatividade, colaboração, trabalho em equipe, consciência social, cidadania global, empoderamento, confiança e reconhecimento. “O ‘do your:bit’ é uma experiência enriquecedora para os alunos, combinando aprendizado técnico, habilidades sociais e consciência global. Ainda, incentiva-os a usarem a tecnologia de maneira criativa e responsável, capacitando-os a se tornarem agentes de mudança em suas comunidades e no mundo”, ressalta.
Como ponto de partida para a competição nacional, a área de negócios para a educação da Positivo Tecnologia está organizando uma live, na qual especialistas explicarão como os interessados podem participar do “do your:bit”, bem como o desafio pode auxiliar a gerar mudanças significativas na educação e também na sociedade em que vivemos. Além disso, os participantes terão a oportunidade de ouvir histórias inspiradoras de pessoas que fizeram parte do desafio em edições anteriores e já estão fazendo a diferença em suas comunidades.
Durante a transmissão, serão abertas as inscrições para aqueles que desejam participar do desafio nacional. Essa é a chance de colocar as habilidades, paixões e ideias em prática, promovendo a educação, apoiando iniciativas e fazendo a diferença na sociedade.
O “do your:bit” é um movimento que acredita no poder das pessoas em criar grandes impactos no mundo. Ao participar da live e se inscrever para o desafio nacional, você, seus alunos e sua instituição se tornam parte de uma comunidade de agentes de mudança determinados a criar uma sociedade melhor.
Para saber mais sobre a live e garantir sua participação, basta clicar no banner abaixo:
Serviço:
Live “do your:bit” Data: 14/06/2023 Horário: 19 horas
Gratuito e online.
Um dos grandes desafios do professor hoje é engajar o estudante no processo educacional. Um recurso que vem sendo utilizado para solucionar essa questão é colocar o discente no centro desse processo, posicionamento conhecido como aluno protagonista.
Esse conceito passou a ser debatido por favorecer uma educação estimulante. Assim, não se trata da liderança solidária, mas de incentivar os estudantes na escola com práticas que os convidem a uma postura participativa e autônoma. Saiba o que é ser um aluno protagonista e quais são as características desse conceito!
O que é aluno protagonista?
Os alunos protagonistas são aqueles que atuam diretamente em seu processo de aprendizagem, desenvolvendo, inclusive, novas habilidades. Para isso, o conceito preconiza uma abordagem inovadora, com o uso de ferramentas e metodologias diferenciadas.
Desse modo, é possível tornar os estudantes protagonistas e propiciar uma maior autonomia a eles, algo que pode auxiliá-los a vencer as dificuldades de aprendizado. Essa também é uma boa forma de evitar a falta de interesse pelas aulas.
Além disso, nesse modelo, os professores não são os únicos detentores do saber, tendo o papel de incentivar a curiosidade e a participação dos estudantes. A sua função é direcionar os alunos em sua investigação para que incorporem o conhecimento com mais autonomia.
Como surgiu o conceito de aluno protagonista?
A educação teve origem na Idade Média. Naquele período, a função do ensino era adquirir conhecimentos sobre a técnica produtiva e orientações para a realização de um bom trabalho.
Com o surgimento da burguesia, as escolas passaram a ser um ambiente de aquisição de conhecimentos mais abrangentes, reflexivos e filosóficos. Nesse período, o espaço de ensino era ocupado, em grande parte, por pessoas de famílias ricas.
No século XXI, muitos alunos já nasceram inseridos no meio digital, com a capacidade de aprender por diferentes canais de informação. A inovação tecnológica, como a internet, está a todo o momento atualizando a dinâmica escolar, gerando reconfigurações e mudanças.
As escolas devem acompanhar esse movimento, já que os discentes têm acesso a um grande número de informações. Vale ressaltar também que, apesar da facilidade de acesso à informação, em muitos casos, o aluno não sabe o que fazer com ela.
É aqui que entra o novo papel dos professores e da escola, que consiste em fornecer orientações sobre como organizar e usar as informações disponíveis para atingir os objetivos. Ou seja, o docente atua como um orientador, e o aluno como o responsável por adquirir os próprios conhecimentos.
Quais são as principais características e vantagens do aluno protagonista?
Quer saber como reconhecer os estudantes que seguem esse perfil? É bem simples! Geralmente, eles apresentam algumas características que apontam o protagonismo na própria jornada. Veja quais são elas:
curiosidade;
proatividade;
disciplina;
planejamento.
Agora, você vai conhecer as principais vantagens do protagonismo do aluno!
Desenvolvimento da autonomia
Ao adotar metodologias ativas e a educação maker, por exemplo, é possível incentivar os alunos a ter mais autonomia, o que melhora a sua autoconfiança e participação.
Assim, o papel do docente é intermediar o conteúdo e garantir que o estudante siga pelo caminho do aprendizado. Por outro lado, o discente deve se empenhar mais para conseguir desenvolver as habilidades e absorver os assuntos.
Estímulo à criatividade
O aluno protagonista também costuma ser mais criativo e estar pronto para resolver os problemas que surgem na vida. Com uma participação maior, ele tende a se inteirar mais dos assuntos e, quando as adversidades surgem, consegue ser criativo para continuar evoluindo.
Além disso, é comum que essa metodologia auxilie na inovação, assim como no pensamento matemático e crítico, entre outros aspectos. Os alunos devem analisar as situações, gerir os conteúdos, realizar escolhas e desenvolver o raciocínio lógico para continuar evoluindo.
Isso também pode ser obtido por meio da metodologia STEAM ou STEM, que visa apresentar um modo de aprendizagem integrado, com base em projetos que incentivam o conhecimento reflexivo e a autonomia dos alunos.
Ganho de responsabilidade
O aluno protagonista também precisa ter mais responsabilidade para estudar os assuntos, de forma a estar preparado para debater e participar durante as aulas. Assim, ao implementar essa metodologia, o professor consegue estimular essa habilidade.
Além disso, o processo de aprendizagem se torna mais eficiente e o desenvolvimento dos estudantes ocorre de modo mais efetivo, proporcionando um desempenho melhor durante o período escolar.
Evolução do espírito em equipe
Existem algumas atividades que incentivam o protagonismo dos alunos e o senso de trabalho em equipe e cooperação. Nesse caso, é possível usar brincadeiras para motivar, divertir e fazer com que os estudantes trabalhem em grupo para alcançar objetivos.
Por isso, vale a pena inserir algumas dinâmicas que combinem o protagonismo dos estudantes ao hábito de trabalhar em equipe.
Como tornar os alunos protagonistas na sua escola?
Agora, você vai conhecer algumas dicas de como tornar o aluno protagonista na escola. Veja!
Realize um planejamento
O protagonismo dos alunos deve ser uma metodologia abordada gradativamente. Dessa forma, o planejamento é fundamental para que a escola obtenha um resultado positivo. Para isso, a ordem de aplicação dos conteúdos, as atividades e a rotina no dia a dia escolar precisam ser definidas.
Ouça os estudantes
Ouvir os estudantes faz parte da essência da educação e deixa de lado a ideia de que os professores são os únicos detentores dos conhecimentos. Os docentes têm o importante papel de tirar dúvidas, guiar os conteúdos das aulas e avaliar se as respostas estão certas, sempre incentivando discussões sobre as disciplinas entre os discentes.
Faça trabalhos em grupo
Uma atividade que promove o protagonismo do aluno é o trabalho em grupo. Desse modo, ofereça situações-problema e jogos para serem solucionados pelo estudante em equipes. Essa é uma das oportunidades de colocar em prática cooperação, argumentação, organização, empatia e criatividade.
Agora que você está por dentro do conceito de aluno protagonista, saiba que é essencial incentivar esse protagonismo por meio da tecnologia. Com a Suíte Educacional, é possível potencializar o aprendizado e desenvolver o processo de ensino-aprendizagem de maneira ativa e participativa!
Gostou de entender o que é um aluno protagonista e quer ficar por dentro de outros temas sobre o assunto? Então, confira mais conteúdos como este em nosso blog!
O uso de novas tecnologias, como a inteligência artificial, não é necessariamente uma novidade na educação, mas o avanço do chatGPT e o possível impacto de seu uso se tornou um dos assuntos mais debatidos e comentados do setor educacional. Se inicialmente muitos especialistas, pesquisadores e docentes se mostraram contrários a essa novidade – sugerindo até a sua proibição –, agora, passado o susto inicial, vivemos um novo cenário. Nele, outras ideias para o emprego dessas ferramentas começam a surgir, e o seu uso apresenta-se como uma realidade mais amigável, que, inclusive, pode contribuir com os sistemas atuais de ensino.
A verdade é que a inteligência artificial está presente na educação há muito tempo. Bem antes das ferramentas que ganharam visibilidade nos últimos meses. Ela faz parte, por exemplo, do dia a dia de diversas edtechs que lançam mão dessa tecnologia para personalizar o ensino e o aprendizado. Muitas inovações, como soluções relacionadas a gamificação e realidade aumentada, agregaram facilidades ao ensino e à gestão escolar, trazendo resultados extremamente positivos. Portanto, cabe a nós ponderarmos o medo ou receio em aplicar essas mudanças e buscar os benefícios e funcionalidades que cada solução pode apresentar, sempre levando em conta os prós e os contras.
A inteligência artificial deve ser encarada como uma ferramenta para tornar o ensino mais dinâmico. Um recurso com potencial de facilitar a rotina de todos os participantes do sistema educacional, oferecendo aos gestores, por exemplo, auxílio e rapidez em funções administrativas e na coleta e análise de dados sobre o desempenho dos alunos. Isso permite identificar as necessidades individuais de cada estudante e, assim, adaptar o ritmo, o conteúdo e o estilo de ensino em suas instituições. Já aos professores, abre portas em atividades de rotina como a correção das avaliações e a construção de planos de aula e atividades, reduzindo o tempo investido nessas tarefas diárias e proporcionando mais qualidade de vida e formas de estimular o interesse e participação colaborativa dos alunos.
Em relação aos estudantes, não podemos nos limitar ao pensamento de que a inteligência artificial será usada apenas para facilitar a redação e criação de textos, pois suas funcionalidades, se bem acompanhadas pelos docentes, podem ser aplicadas de diversas maneiras, com múltiplos benefícios. Alguns exemplos são a criação de tutoriais e de jogos educativos que ofereçam uma forma independente de aprender e que apresentem feedbacks instantâneos sobre desempenho. Ainda há uso para o desenvolvimento de tutorias online, aulas personalizadas e apresentação de novas habilidades para uma aprendizagem mais inclusiva e envolvente, proporcionando acesso a recursos para alunos com necessidades especiais ou dificuldades de aprendizado.
É importante destacar que a inteligência artificial, assim como qualquer outra nova ferramenta ou solução educacional, não deve ser vista como alternativa única e definitiva, mas como algo complementar ao ensino tradicional. A melhor compreensão das possibilidades de aplicação pode torná-la uma grande aliada e contribuir para a promoção de uma aprendizagem muito mais colaborativa e moderna, tornando a dinâmica de estudo entre alunos e professores ainda mais interessante.
Nesse cenário cada vez mais tecnológico, o professor continua tendo papel de protagonista. Um personagem essencial para a educação e que vai orientar os alunos sobre o direcionamento das disciplinas e o uso dessas inovações. Reforçado por novas soluções, o docente passa a atuar cada vez mais ativamente como motivador e mediador do conhecimento. Ninguém substitui o professor na tarefa de estimular o pensamento crítico dos alunos, seja através do raciocínio lógico, da criatividade ou de tantos outros estímulos que auxiliem o desenvolvimento da autonomia intelectual e da autoconfiança para superar problemas e desenvolver habilidades além da sala de aula.
As mudanças fazem parte de um processo evolutivo, e ainda estamos apenas na etapa inicial de mais uma delas. O papel da IA na educação deve ser debatido nas instituições, e essa reflexão irá motivar atualizações entre os professores, gestores e alunos. Uma discussão conjunta que pode contribuir para um entendimento mais concreto sobre o tema e sobre as melhores práticas de uso. Já presente em nosso dia a dia da educação, a inteligência artificial é disruptiva e veio para ficar. Sendo assim, será parte importante no ensino ainda que muitos não gostem. Porém, com a devida orientação, acompanhamento e, principalmente, mediação dos responsáveis pela educação (gestores e professores), essas novas abordagens e ferramentas podem ajudar e contribuir não apenas para atualizações sobre ensino tradicional ou como lidamos com a evolução da educação, mas possibilitar o acompanhamento das mudanças de pensamento, ampliação de repertórios, aprendizagens e comportamentos. Tudo, sempre, como uma ferramenta do ser humano, que continuará sendo o protagonista da transmissão e geração de conhecimento.
Participar da Obmep é uma oportunidade para sua escola despertar o interesse dos alunos em Matemática, descobrir e valorizar talentos nessa área e melhorar a qualidade do ensino.
Para as secretarias municipais de educação, a classificação dos alunos na olimpíada também é vista como medidor de sucesso das ações pedagógicas para a rede.
Por isso, vale muito a pena inscrever sua instituição na Obmep. Mais que isso, é fundamental capacitar seus alunos para fazerem uma boa prova! Quer saber como? Leia até o final para descobrir!
Sumário:
O que é a Obmep?
Qual é a premiação da olimpíada?
Como preparar sua escola para a Obmep?
Fortaleça o pensamento matemático
Utilize metodologias inovadoras de ensino
Resolva questões das edições anteriores
Identifique dificuldades de aprendizagem dos alunos
Invista em reforço e recomposição de aprendizagem
Complemente o ensino presencial com atividades on-line
Potencialize seu ensino de Matemática com a Suíte Educacional
O que é a Obmep?
A Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas (Obmep) é um projeto nacional com foco em alunos do 6º ao 9º ano do Ensino Fundamental e 1ª à 3ª série do Ensino Médio. Ela é dividida em duas fases, sendo que a primeira é uma prova objetiva e a segunda é uma prova subjetiva.
A Obmep é realizada desde 2005 pelo Instituto de Matemática Pura e Aplicada (IMPA) e custeada pelo Ministério da Educação (MEC) e Ministério de Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI).
Destinada inicialmente apenas para escolas públicas, a olimpíada conta também com a participação de escolas particulares desde 2017.
Em 2023, a Obmep bateu recorde de inscrições, com mais de 55 mil instituições cadastradas de 5.563 municípios (99,8% das cidades brasileiras).
Todas as questões da olimpíada são alinhadas com a Base Nacional Comum Curricular (BNCC) e os níveis de cada série.
Qual é a premiação da olimpíada?
Os estudantes que conquistam as melhores notas na segunda fase da Obmep recebem medalhas de ouro, prata ou bronze ou menções honrosas.
Alguns deles também podem participar do Programa de Iniciação Científica Júnior da Obmep e até receber bolsa de Iniciação Científica Jr do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).
As escolas que apresentam mais estudantes premiados também recebem troféus e kits de material didático. Enquanto isso, as duas secretarias municipais com maior pontuação em sua unidade federativa são premiadas com troféus.
Além disso, os professores vinculados ao maior número de estudantes premiados ganham vaga no Programa de Formação de Professores da OBMEP, diploma de homenagem e livro de apoio para formação matemática.
Como preparar sua escola para Obmep
Para que a sua escola ou rede de ensino se destaque na Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas, é preciso garantir que o processo de ensino-aprendizagem em Matemática esteja adequado. A seguir, veja algumas dicas para melhorar essa área:
Fortaleça o pensamento matemático
Oriente os docentes de todas as disciplinas (não só de Matemática) a trabalharem de forma interdisciplinar e incentivarem o pensamento matemático em suas aulas e atividades, de modo prático, aplicado aos problemas do cotidiano.
Isso vai ajudar os alunos a entenderem que Matemática não consiste em um emaranhado de questões tediosas e difíceis, e sim em um raciocínio útil para a vida.
Nas palavras do professor Jordan Ellenberg, “a matemática está entrelaçada à nossa forma de raciocinar. E deixa você melhor em muita coisa. Saber matemática é como usar um par de óculos raio X que revelam estruturas ocultas por sob a superfície caótica e bagunçada do mundo”.
Utilize metodologias inovadoras de ensino
O ensino da Matemática também será mais eficiente se for interativo, divertido e inovador. As crianças e os adolescentes estão cansados de quadro e giz! Dê a eles a oportunidade de colocarem a mão na massa!
As metodologias ativas de ensino, como gamificação, cultura maker, sala de aula invertida e estudos de caso, posicionam o estudante no centro do processo de aprendizagem, como verdadeiros protagonistas e construtores do conhecimento. E é disso que sua escola precisa para impulsionar talentos juvenis!
Resolva questões das edições anteriores
Talvez esta dica pareça óbvia, mas ela não poderia faltar na lista. Utilize algumas questões das edições anteriores da Obmep, seja em sala de aula ou em atividades para casa.
Assim, os estudantes ficarão familiarizados com o estilo da prova e se sentirão mais confiantes para participar.
Identifique dificuldades de aprendizagem dos alunos
As intervenções pedagógicas só serão eficientes se elas mirarem as dificuldades de aprendizagem certas. Para isso, é necessário entender, de fato, quais são as fragilidades dos alunos e quais unidades temáticas precisam de reforço.
Uma forma de descobrir isso é realizando avaliações diagnósticas. Analisando os resultados dos testes, o professor e o coordenador pedagógico poderão mapear os déficits mais comuns e planejar ações personalizadas para cada aluno.
Existem plataformas que já geram esses dados automaticamente, como é o caso do Aprimora, disponível na Suíte Educacional.
Invista em reforço e recomposição de aprendizagem
Depois de identificar as dificuldades de aprendizagem dos alunos, crie projetos de reforço escolar ou recomposição de aprendizagem.
Enquanto o primeiro é indicado para estudantes que viram um conteúdo, mas, por alguma razão, não assimilaram o conhecimento, o segundo é destinado a alunos que não tiveram a oportunidade de estudar um tema, porque estavam afastados da escola.
De qualquer maneira, consolidar essas aprendizagens será fundamental para os alunos seguirem em frente.
Complemente o ensino presencial com atividades on-line
Nem sempre o tempo de permanência na escola é amplo o suficiente para sanar todas as necessidades. Mas a boa notícia é que os alunos podem continuar estudando em casa, com plataformas de aprendizagem digital.
Na verdade, essa é uma tendência internacional da educação: o ensino híbrido. Para fomentá-lo na sua instituição, adquira tecnologias educacionais que possibilitem o aprendizado a qualquer hora e em qualquer lugar.
Potencialize seu ensino de Matemática com a Suíte Educacional
O ensino de Matemática na sua escola pode ser muito mais interativo, divertido e contextualizado!
Com a Suíte Educacional, seus alunos podem aprender Matemática de forma interdisciplinar em várias plataformas de aprendizagem. A solução reúne mais de 30 tecnologias educacionais para fins pedagógicos, gestão escolar e integração com outros sistemas já utilizados pela escola.
Todas as ferramentas podem ser acessadas facilmente, com um só login e senha! Para contratar a Suíte Educacional ou obter mais informações, entre em contato com a equipe do Educacional.
Em meio aos desafios que a pandemia lançou para a educação, gestores e educadores precisam descobrir como retomar o aprendizado dos alunos. Voltar às aulas já não é suficiente, afinal, elas se transformaram desde o ensino remoto.
Com isso, nessa retomada, a tecnologia não pode ficar de fora. Assim, usar uma plataforma de educação é o melhor caminho para aplicar essa nova dinâmica.
Neste post, veja como a plataforma funciona e quais as vantagens de adotá-la em sua escola. Confira também algumas das melhores plataformas e como a Suíte Educacional se destaca. Boa leitura!
Plataforma de educação: o que é e como faz diferença na escola?
O conceito de plataforma de educação remete a um ambiente virtual. Nele, diferentes ferramentas são implementadas para facilitar o ensino para as novas gerações de alunos.
Além disso, algumas delas também otimizam o trabalho de professores e gestores. Por exemplo, ao oferecer dados para o acompanhamento de cada estudante ou integrar resultados com outros sistemas da escola, como o financeiro ou CRM.
Outro ponto importante é que podem existir diferentes tipos de plataformas de educação. Por exemplo, uma plataforma de educação básica pode ser focada apenas em alunos do Ensino Fundamental e Médio, atendendo as necessidades desse público.
Já a plataforma de jogos educativos pode ser um recurso extra, pelo qual os professores aplicam seus conteúdos por meio da gamificação. Assim, cada estudante pode aprender por trilhas como se estivesse brincando, o que facilita o aprendizado.
Por sua vez, uma plataforma de educação continuada segue o conceito de aprendizado constante. Por isso, pode ser usada na capacitação dos educadores quanto aos novos desafios em sala de aula. Nesse caso, ela evita extensos programas de capacitação e otimiza cursos e palestras, para que a pessoa os cumpra no momento em que puder.
Por que investir em uma plataforma de educação?
Investir na plataforma não é só uma maneira de atualizar a instituição de ensino. Mais do que isso, na prática, ela realmente otimiza o processo de aprendizagem e sua evolução constante por meio das ferramentas e do monitoramento. Dessa forma, oferece muitas vantagens. Confira algumas, a seguir:
Escalabilidade
A escalabilidade de um sistema está interligada à capacidade de se adaptar a novas necessidades, mantendo o mesmo custo-benefício e qualidade do que é oferecido.
Dessa forma, na plataforma de educação, uma escola pode usar as ferramentas para otimizar o ensino e oferecer melhorias constantes, sem que, para isso, seja necessária uma grande reformulação ou custos adicionais. Por exemplo, é o que acontece quando o sistema é atualizado para incluir um novo recurso.
Diferentes formatos e conteúdos
Atualmente, é difícil não usar um ensino tecnológico. Dessa forma, ele passa pelo uso de ferramentas, mas também de recursos digitais, como foto e vídeo. Nesse sentido, a plataforma de educação consegue suportar esses formatos e novos conteúdos construídos com eles.
Outra vantagem é que, mais do que aulas comuns, a plataforma pode suportar recursos de apoio extras, que tornam o aprendizado ou a formação mais rica. Por exemplo:
palestras ao vivo com especialistas de determinada área;
webinars de temas variados pré-gravados;
reuniões online;
palestras;
chat;
biblioteca virtual;
cursos rápidos.
Incentivo do autoaprendizado
Uma boa plataforma de educação é intuitiva. Ou seja, tanto o aluno quanto o professor devem encontrar facilmente as soluções e o meio de usá-las. Com isso, para o estudante, é possível exercer o papel de aluno protagonista. Afinal, essa pessoa pode tomar a iniciativa e aprender por meio dos recursos, sem a ajuda do educador.
Maior engajamento do estudante
O formato de conteúdos mais dinâmicos e interativos da plataforma ajuda os estudantes a se engajarem melhor no ensino. Afinal, eles podem entender determinada matéria de forma mais facilitada ou relacionada ao seu dia a dia. Além disso, com recursos envolventes, como a gamificação, fica mais fácil manter o interesse e propor desafios que esse estudante queira cumprir.
Personalização
Outra grande vantagem da plataforma de educação é que ela pode ser personalizada. Ou seja, por ser uma solução educacional versátil, cada instituição pode receber os recursos que precisa, conforme as necessidades de seu público e dos educadores.
opte pela que oferece a maior personalização de recursos e que garante uma experiência exclusiva;
escolha uma plataforma com bom suporte para seu sistema, bem como soluções de ajuda para os usuários;
valorize plataformas que ofereçam interação com outros sistemas usados pela sua instituição;
decida pela que tem a melhor navegabilidade.
Por que optar pela Suíte Educacional?
Dentre as diversas opções de plataforma de educação, a Suíte Educacional é ideal para a sua instituição de ensino. Criada para dar suporte tanto a escolas quanto a municípios, a plataforma oferece os melhores soluções nas frentes de gestão, integração e pedagógica.
Nesse processo de aprendizagem, as soluções são integradas para tornar o ensino mais eficiente. Para isso, a Suíte tem é ecossistema digital que reúne as melhores Edtechs do mercado. Assim, em constante evolução, os recursos são sempre aprimorados para você ter mais eficiência em um ambiente único, o que facilita a rotina dos três principais atores no processo educacional.
No caso do gestor, é possível acessar todas as soluções digitais que a escola já possui, bem como as da Suíte, o que garante segurança de dados e melhores tomadas de decisões, já que é possível acompanhar o progresso de alunos e educadores.
Para os professores, é possível monitorar diferentes turmas, além de distribuir diferentes conteúdos programáticos para cada série e acompanhar seu diagnóstico. Por sua vez, os alunos encontram um ambiente lúdico, no qual acessam os conteúdos das aulas e podem cumprir suas trilhas de aprendizagem.
Os desafios da pandemia aceleraram a implantação da tecnologia no ensino. Agora, com ele sendo pautado pelos recursos digitais, você precisa de uma boa plataforma de educação. Afinal, por meio dela, é possível auxiliar os estudantes para aprenderem melhor, bem como ajudar os professores a se organizarem, e a escola a tomar melhores decisões.
Para isso, existem muitas opções no mercado, mas com a Suíte Educacional, você encontra um ambiente completo e em constante evolução, que pode ser personalizado conforme o que você e seus estudantes precisam.
Quer conhecer melhor a Suíte Educacional? Acesse o site e impulsiona a transformação digital da sua instituição!
A disciplina positiva é uma abordagem que objetiva promover o desenvolvimento integral das crianças, auxiliando no desenvolvimento de habilidades e competências socioemocionais, promovendo a saúde mental, melhorando os relacionamentos e o desempenho escolar.
Esta abordagem prepara as crianças para o futuro de forma respeitosa e pacífica, mas com disciplina e estabelecimento de limites. Conheça mais sobre a disciplina positiva e suas vantagens acompanhando o artigo!
O que é a disciplina positiva?
A disciplina positiva é uma abordagem educacional com base em princípios de gentileza e firmeza. Isso significa estabelecer limites claros e consistentes, sempre de maneira respeitosa. Em vez de usar punições, o foco é ajudar as crianças a aprenderem com seus erros e a desenvolverem habilidades sociais e emocionais.
A disciplina positiva enfatiza a importância da comunicação aberta e do diálogo, incentivando pais e educadores a ouvirem as preocupações e opiniões das crianças e levá-las a sério. Promove a responsabilidade compartilhada, em que as crianças são encorajadas a participar ativamente das decisões da família ou do grupo em que estão inseridas.
Quais são os 5 pilares da disciplina positiva?
Respeito mútuo
Na disciplina positiva, os relacionamentos baseados devem ser baseados em respeito, consideração e valorização mútua. Isso se dá por meio da comunicação aberta e honesta, da escuta ativa, da empatia e do reconhecimento das necessidades e sentimentos.
Quando os pais ou educadores mostram respeito pelos sentimentos e necessidades das crianças, elas se sentem ouvidas, compreendidas e valorizadas. Isso cria um ambiente emocionalmente seguro e saudável, o que contribui para reconhecerem e respeitarem a autoridade dos adultos.
O respeito mútuo também inclui o estabelecimento de limites claros e firmes, mas com gentileza e compreensão. Punições ou recompensas não são utilizadas. O que se busca é o desenvolvimento de habilidades e capacidades para agir de forma autônoma e responsável.
Importância e pertencimento
Esses princípios se concentram em ajudar as crianças a se sentirem valorizadas, aceitas e integradas em suas famílias e comunidades.
A importância se refere à necessidade de ser reconhecido, valorizado e apreciado. Na disciplina positiva, os pais ou educadores são incentivados a elogiar e reconhecer os esforços e conquistas da criança, em vez de apenas focar nos erros ou no comportamento inadequado.
O pertencimento se refere à necessidade de se sentir parte de um grupo, de ter conexões e relacionamentos significativos com outras pessoas. Para isso é preciso envolver as crianças em decisões da comunidade, encorajá-las a participar de atividades em grupo e incentivar o respeito mútuo e a cooperação.
Quando a criança se sente importante e pertencente, tende a se comportar de maneira mais positiva e a cooperar mais facilmente. Assim, desenvolve senso de responsabilidade compartilhada.
Eficiência a longo prazo
É o apoio dos pais e educadores no processo da criança de desenvolvimento de habilidades e capacidades para se tornarem adultos responsáveis, independentes e autônomos. A ideia é que se tornem capazes de lidar com desafios e adversidades de forma construtiva.
A disciplina positiva não se concentra apenas em resolver problemas de curto prazo ou em administrar o comportamento das crianças de maneira imediata. O propósito é ajudar as crianças no aprendizado e no desenvolvimento de habilidades sociais e emocionais, preparando-as para enfrentar os desafios da vida de forma mais eficaz a longo prazo.
Por exemplo, uma criança que aprende a se comunicar de forma eficaz e a resolver conflitos construtivamente é mais capaz de lidar com problemas sociais e interpessoais, tanto na escola quanto na vida adulta. Uma criança que aprende a regular suas emoções saberá lidar melhor com o estresse e a pressão na vida adulta.
Habilidades para a vida
São as habilidades sociais, emocionais e cognitivas que ajudam as pessoas a lidar com os desafios da vida cotidiana de maneira eficaz e positiva. Na disciplina positiva, essas habilidades são ensinadas às crianças para ajudá-las a se tornarem adultos responsáveis e autônomos. Elas incluem:
Autocontrole: capacidade de controlar impulsos e emoções fortes e tomar decisões conscientes em situações desafiadoras;
Resolução de problemas: capacidade de identificar problemas, gerar soluções criativas e implementá-las de forma eficaz;
Comunicação eficaz: capacidade de ouvir ativamente, expressar pensamentos e sentimentos de forma clara e construtiva e resolver conflitos de forma positiva;
Empatia: capacidade de compreender e responder aos sentimentos dos outros;
Tomada de decisão responsável: capacidade de avaliar as consequências de diferentes escolhas e tomar decisões responsáveis e conscientes;
Pensamento crítico: capacidade de analisar informações, avaliar evidências e tomar decisões informadas.
Desenvolvimento consciente
É uma abordagem que enfatiza a importância de ser consciente e intencional em relação ao desenvolvimento das crianças. Requer o envolvimento, a presença e o engajamento de pais e educadores em todos os momentos. É o contrário de uma educação que apenas reage de forma imediata aos comportamentos. Envolve, da parte dos adultos:
Consciência emocional: reconhecer e gerenciar as próprias emoções para poder estar presente e disponível emocionalmente para as crianças;
Atenção plena: consciência do momento presente, em vez de se distrair com outras coisas;
Comunicação consciente: comunicação clara, aberta e respeitosa, evitando julgamento ou críticas negativas;
Empatia: entender as perspectivas e sentimentos das crianças;
Intencionalidade: agir de forma intencional e deliberada em relação ao desenvolvimento das crianças, em vez de reagir apenas aos seus comportamentos.
Como desenvolver a disciplina positiva na escola?
A disciplina positiva busca promover o desenvolvimento integral dos estudantes por meio da construção de relacionamentos saudáveis, do incentivo à autonomia, da valorização das emoções positivas e do desenvolvimento de habilidades socioemocionais.
Para desenvolver essa abordagem na escola, aqui estão algumas sugestões para a gestão escolar:
Capacite os professores
É importante que os professores tenham conhecimento sobre a disciplina positiva e saibam como aplicá-la em sala de aula. Para isso, é possível oferecer cursos de capacitação, workshops e palestras com pessoas habilitadas para formar equipes nesse tipo de abordagem.
Promova um ambiente acolhedor
Crie um ambiente acolhedor e seguro na escola, com a criação de espaços para diálogo, a valorização da diversidade e a promoção da cultura de respeito mútuo.
Incentive a autonomia
Ofereça oportunidades para que os estudantes possam tomar decisões e ter autonomia em suas escolhas, como a participação em projetos, a escolha de temas para trabalhos e atividades em grupo.
Valorize as emoções positivas
Incentive a valorização das emoções positivas, como alegria, gratidão, esperança e amor, por meio de atividades lúdicas, rodas de conversa e exercícios de mindfulness.
Fomente a comunicação
Fomente a comunicação entre estudantes, professores e famílias. Crie canais de diálogo e mantenha um ambiente aberto e colaborativo para que todos possam se expressar livremente, comunicando suas necessidades de forma respeitosa e desenvolvendo a escuta.
Lembre-se de que a disciplina positiva é um processo contínuo e que requer dedicação e esforço para ser desenvolvida. Com essas estratégias, é possível criar um ambiente escolar mais saudável e promover o desenvolvimento integral dos estudantes.
O acesso às informações está em constante mudança, e a educação precisa acompanhar essa transformação. Não se trata mais de encher a cabeça dos alunos com números e conceitos de forma arbitrária, mas de ensiná-los a pensar por si próprios. É aí que entra a importância de estimular a autonomia dos alunos na escola.
Em um mundo em que a informação está a apenas um toque de distância, é necessário que o ensino vá além do acúmulo de conhecimento e se preocupe em formar cidadãos críticos, capazes de tomar decisões e agir de forma independente.
Caso contrário, as consequências podem ser graves: alunos desmotivados, baixo desempenho escolar, alta taxa de evasão e falta de preparo para lidar com os desafios da vida adulta. Então, continue a leitura para entender por que a autonomia é um desafio da educação e explorar 4 dicas de como as escolas podem estimular seus alunos a desenvolvê-la.
O que é autonomia dos alunos e por que é importante?
A palavra “autonomia” vem do grego e significa “governo próprio”. Quando falamos sobre autonomia dos alunos, estamos nos referindo à capacidade dos estudantes de tomar decisões independentes e responsáveis em relação ao seu próprio processo de aprendizagem. É a habilidade de ter iniciativa, independência e autoconfiança.
Quando os estudantes são encorajados a tomar decisões e assumir responsabilidades, eles se tornam mais envolvidos e motivados em seu aprendizado. Isso também ajuda a desenvolver habilidades como pensamento crítico, resolução de problemas e liderança.
As diversas matérias escolares, em especial as que podem parecer mais abstratas, são mais bem absorvidas quando os estudantes são estimulados a desenvolver a liberdade de pensar, investigar e tirar conclusões no processo de aprendizagem.
Em metodologias de ensino que estimulam a autonomia dos alunos, os professores atuam como mentores e facilitadores, ajudando os estudantes a desenvolver habilidades de autoavaliação e auto-regulação. Eles dão um feedback construtivo e uma orientação quando necessário, mas deixam os alunos liderarem o caminho em seu próprio processo de aprendizagem.
Como estimular a autonomia nas escolas? 4 dicas!
Sabemos que os desafios dos educadores são inúmeros, e um dos principais é manter os alunos motivados e engajados em sala de aula. Com o avanço da tecnologia, os aprendizes se deparam com uma infinidade de informações e distrações, o que pode tornar a aprendizagem em sala de aula um desafio ainda maior.
Se você, como profissional da educação, deseja aprender como estimular a autonomia na prática, confira agora nossa lista de dicas e torne suas aulas ainda mais dinâmicas e produtivas.
1. Ofereça um ambiente favorável
Um ambiente favorável é aquele que permite aos alunos experimentar, criar e inovar. Isso pode incluir desde um espaço físico acolhedor até a possibilidade de acesso a recursos diversos, como livros, materiais de pesquisa e tecnologias.
Um exemplo de ambiente favorável é uma das metodologias ativas conhecida como sala de aula invertida, que se baseia no conceito de que os alunos têm um papel mais ativo no processo de aprendizagem.
Nesse modelo, os estudantes acessam conteúdo prévio em casa e, em seguida, utilizam o tempo em sala para discutir e aplicar o conhecimento adquirido.
2. Incentive pesquisas
Não basta ter um espaço bacana para estimular a autonomia dos alunos. É preciso incentivá-los a colocar a mão na massa e buscar novos conhecimentos.
Uma estratégia interessante é propor atividades baseadas no conceito de gamificação, que é uma abordagem que utiliza elementos de jogos para motivar e engajar os alunos, tornando o processo de aprendizado mais divertido e envolvente.
É possível criar jogos educativos, projetos tecnológicos e até mesmo atividades em grupo baseadas em desafios e competições. Por exemplo, uma aula de história pode se transformar em um jogo de perguntas e respostas, em que os alunos precisam acertar as questões para avançar no jogo e desbloquear novos desafios.
3. Conte com o apoio da família
A escola e a família podem trabalhar juntas para criar um ambiente de ensino mais acolhedor e participativo. E o melhor é que os educadores podem contar com o apoio da família de várias formas. Vejam algumas dicas:
realize reuniões com os pais para discutir o processo de aprendizagem do aluno e orientá-lo sobre como podem apoiar o seu desenvolvimento;
explique o papel da autonomia no processo educativo e sugira atividades que possam ser realizadas em casa para estimular essa habilidade;
utilize a tecnologia como aliada e mantenha os pais informados sobre o desempenho do aluno por meio de plataformas online e aplicativos educacionais;
estimule a participação dos pais nas atividades da escola. Eles podem ser convidados a participar de eventos escolares, como feiras de ciências ou apresentações culturais.
4. Utilize a tecnologia como aliada
Com as soluções educacionais adequadas, é possível incentivar a aprendizagem autônoma e criar um ambiente de ensino mais participativo. Mas como isso pode acontecer nas práticas pedagógicas? Bem, aqui vão algumas dicas:
crie projetos desafiadores que permitam que as crianças façam investigações de forma autônoma e colaborativa usando smartphones e outras tecnologias;
utilize plataformas educativas online que possibilitem a personalização do processo de aprendizado e o acompanhamento individualizado do desempenho dos alunos;
incentive a criação de conteúdo digital, como vídeos, podcasts e blogs, que permitam que as crianças compartilhem suas ideias e conhecimentos com o mundo;
promova o uso de aplicativos educativos, que ajudem as crianças a desenvolver habilidades específicas, como leitura, escrita, matemática e programação.
Vale ressaltar sempre que é importante orientar os alunos sobre o uso seguro e responsável da tecnologia, além de garantir que todos tenham acesso às ferramentas necessárias para uma experiência completa de aprendizado.
Como a Suíte Educacional estimula a autonomia no ensino?
Acreditamos que o aprendizado se torne mais fácil quando o aluno é o protagonista de sua própria história, e isso envolve desenvolver a autonomia para tomar decisões e resolver problemas de forma independente. Nesse sentido, a Suíte Educacional pode ser uma excelente ferramenta para estimular a autonomia dos alunos.
A Suíte Educacional é uma plataforma online de aprendizagem integral, que contribui para o desenvolvimento de habilidades específicas dos alunos das escolas parceiras.
Com a Suíte, os educadores podem criar um plano de ensino personalizado, com atividades diversificadas que abordem diferentes aspectos das disciplinas.
Com o acompanhamento individualizado dos alunos e das turmas, os educadores conseguem ter uma avaliação diagnóstica para identificar as necessidades e dificuldades de cada estudante, incentivando-o a buscar soluções para os problemas de forma autônoma. Assim, a Suíte Educacional é uma importante aliada dos alunos para enfrentar suas necessidades e desafios na vida escolar.
É importante entendermos que o papel da escola vai além da transmissão de conteúdo, sendo também um espaço para formar cidadãos independentes. Ao incentivar a autonomia dos alunos, os estamos ajudando a serem protagonistas de suas próprias histórias para que construam um futuro melhor para si e para a sociedade.
A escola é um ambiente mágico. Nela, coisas incríveis acontecem: transformações, aquisição de conhecimentos, novas experiências, desenvolvimento de amizades e muito mais. E, claro, para que tudo isso floresça nesse local, é fundamental que tenhamos o substrato adequado, ou seja, uma boa infraestrutura.
Um dos componentes essenciais para esse processo são os ambientes inteligentes, uma nova tendência que tem tudo a ver com a “roupagem” atual da educação. Nunca ouviu falar sobre esse termo? Então, veio ao lugar certo!
Ao longo do nosso artigo, você vai descobrir o que são os ambientes inteligentes na educação e conferir os principais benefícios de investir nessa estratégia, tanto para os alunos quanto para a instituição de ensino. Boa leitura!
O que são ambientes inteligentes?
De modo geral, ambientes inteligentes são aqueles que promovem a educação de forma completa, com a abordagem de conceitos do mundo real e do âmbito digital. Assim, é o diálogo entre tradição e tecnologia, em que ambas as áreas não se opõem. Pelo contrário: complementam-se.
Por que ambientes inteligentes são tão importantes nas escolas?
A implementação de ambientes inteligentes nas escolas é fundamental para a promoção de uma educação inovadora. Trazemos essa afirmação por conta da relevância da tecnologia não só no ensino, mas em tudo o que fazemos e vivemos. É só olhar ao redor: todos estamos fortemente conectados.
Sendo assim, implementar esse tipo de ambiente no contexto escolar é essencial para trabalharmos questões como o letramento digital — ou seja, a alfabetização de crianças e adolescentes no mundo digital — e o desenvolvimento de competências ligadas às tecnologias.
Além disso, trata-se de uma estratégia que promove uma maior adesão e engajamento dos alunos ao ensino. Portanto, permite que eles não apenas participem mais, como também se mostrem mais interessados nos assuntos estudados.
Dessa forma, a longo prazo, o desempenho dos estudantes tende a aumentar, assim como a aceitação deles aos métodos tradicionais de ensino — que permanecem em uso, mas com uma abordagem diferente e o apoio de outros recursos. Ou seja: nada de perder a essência com novas práticas pedagógicas, apenas seguir as tendências que potencializarão sua escola e a aprendizagem dos seus alunos.
Como implementar ambientes inteligentes nas escolas?
Agora que você já sabe o que são ambientes inteligentes e como eles podem potencializar o processo de ensino-aprendizagem, vamos para a parte prática. A seguir, confira algumas dicas de como aplicar a transformação digital na sua escola e, com isso, trazer mais engajamento e melhores resultados para o dia a dia letivo.
Invista em metodologias ativas
Uma das melhores formas de trabalhar os ambientes inteligentes é fazendo as adaptações necessárias para introduzir metodologias ativas na instituição de ensino. Elas podem trazer a tecnologia para o dia a dia escolar, sem abandonar a tradição, além de colocar o aluno como protagonista do próprio aprendizado.
Alguns bons exemplos são as metodologias STEM (sigla inglesa que significa Ciência, Tecnologia, Engenharia e Matemática) e STEAM (quase igual, com a adição das Artes). Ambas são de aplicação simples — desde que a gestão esteja disposta a investir um pouco — e trazem ótimos resultados.
Capriche na gamificação
Outra dica imperdível é investir na gamificação. Esse método proporciona um estímulo para que o processo de transferência e absorção do conteúdo ocorra de maneira mais lúdica, reforçando tanto a teoria quanto a prática.
Nesse caso, a vantagem está no maior engajamento dos alunos no aprendizado. Enquanto “jogam” e se divertem, eles aprendem muitos conceitos e desenvolvem uma maior afinidade com a tecnologia, o que é bem útil para o futuro.
Considere o ensino a distância
Por falar em plataformas, outra maneira de adotar ambientes inteligentes no contexto educacional é a partir do ensino a distância ou, simplesmente, do uso de Ambientes Virtuais de Aprendizagem (AVA).
Com esse tipo de recurso, você pode trazer aulas para serem feitas em casa, além de atividades e trabalhos ou avaliações. E é possível ministrar as aulas digitais na própria escola, desde que tenham propósito. Assim, é mais fácil inserir a criançada e os jovens na tecnologia enquanto aprendem.
Personalize os métodos de ensino
Para implementar os ambientes inteligentes na sua escola, você também pode fazer a personalização da educação de acordo com as demandas, as vontades e as limitações da instituição e do contexto em geral.
Por exemplo: não há recursos suficientes para fazer uma transformação geral no ensino? Comece aos poucos, implementando medidas de maneira gradativa. Essa é, inclusive, uma boa forma de testar o termômetro da aceitação das turmas e de seus pais e responsáveis.
Considere a opinião de pais e alunos
E já que falamos de aceitação, lembre-se de sempre considerar a opinião dos principais interessados em todo esse processo. Nesse sentido, além de notificar previamente qualquer alteração e trazer um tempo para que todos se acostumem com as novidades, é fundamental permitir que eles participem da tomada de decisões.
Aqui, o melhor caminho é começar pela educação. Convoque reuniões, mande notificações (invista no digital para fazer essa comunicação!) e mostre quais são as vantagens de investir nesse tipo de estratégia. Depois, promova votações e pesquisas de opinião para saber o que fazer, o que não fazer e como fazer as mudanças.
Favoreça a interação
Por fim, não se esqueça de que os ambientes inteligentes não são apenas espaços exclusivamente tecnológicos. É importante oferecer meios para que a interação tradicional também aconteça entre os estudantes, o próprio aprendizado e os mestres envolvidos no processo.
Para isso, disponibilize ambientes confortáveis, com estratégias que favoreçam a criação e a criatividade. É possível unir o clássico ao inovador e, assim, criar espaços que permitam que os alunos naveguem com tranquilidade entre esses dois universos, com ou sem o apoio dos professores.
Esperamos que você tenha gostado de aprender mais sobre os ambientes inteligentes nas escolas e de conhecer os benefícios que eles podem proporcionar. Agora, não deixe de buscar estratégias que favoreçam essa implementação. Todas as pessoas envolvidas vão agradecer!
Conexão familiar é tudo. Imagine viver em um ambiente harmônico, no qual todas as opiniões são ouvidas sem nenhuma distinção e, claro, há um equilíbrio que favorece a saúde física e mental?
E se nós disséssemos que esse tipo de harmonia também é crucial para a gestão escolar? Um bom diálogo com pais e responsáveis pode fazer toda a diferença no sucesso das escolas e, consequentemente, na educação fornecida a estudantes de todas as idades.
Mas como? Foi pensando nessa dúvida que preparamos este conteúdo com informações sobre a participação da família em questões voltadas à gestão escolar. Continue a leitura e veja como isso é possível!
Por que a conexão familiar é tão importante na gestão educacional?
Pode até parecer que uma coisa não tem nada a ver com a outra. No entanto, a verdade é que a conexão familiar interfere diretamente na qualidade da gestão educacional.
Uma conversa eficaz com os membros da família é essencial para uma melhor fluidez do fluxo educacional. Por exemplo: por meio dos pais e responsáveis, a escola pode ficar ciente de problemas que estão acontecendo com os alunos, obter feedbacks importantes e definir estratégias para lidar com queixas e críticas.
Além disso, essa conexão é muito eficiente na promoção de uma educação mais bem-sucedida para os alunos. Com a maior participação na vida escolar dos filhos e uma comunicação mais direta com a instituição, é possível observar uma otimização no desempenho dos estudantes.
Como promover a conexão familiar na comunidade escolar?
Agora, confira algumas maneiras de trabalhar o conceito de conexão familiar nas escolas!
Promova o diálogo constante com a família
O primeiro passo para ajudar na conexão familiar com a escola é, sem dúvidas, travar um diálogo sincero, direto e frequente com os familiares dos estudantes. Isso é válido para alunos de todas as idades, uma vez que a conversa passa a fluir ao longo de toda a vida escolar.
A princípio, pode existir certa resistência por parte dos pais, mas é provável que todos passem a se engajar mais com o tempo. Por isso, não desista e tente sempre promover esse diálogo.
Traga a família para o ambiente escolar
Outra forma de favorecer essa conexão é incentivar que a família esteja no ambiente escolar. Essa iniciativa envolve, por exemplo, investir em ações que façam com que pais e responsáveis precisem comparecer ao local, como feiras e eventos diversos.
Lembrando que essa integração também pode ser feita online. Então, trabalhe bem os canais de comunicação da sua instituição. As redes sociais, por exemplo, são boas ferramentas para essa troca, por meio de enquetes ou comentários, entre outros recursos que podem ser explorados com sucesso.
Permita que a família participe da tomada de decisões
Além de ouvir a família e fazê-la participar ativamente do dia a dia escolar, é importante que suas opiniões sejam consideradas na tomada de decisões da instituição. É claro que os gestores têm voz ativa e devem decidir, mas por que não colocar pais e responsáveis em uma posição de mais destaque?
Vamos a um exemplo prático nesse contexto. Antes de implementar uma mudança no ambiente escolar, converse com a gestão para identificar duas possibilidades e leve-as à votação entre os familiares. Assim, você terá em mãos duas alternativas viáveis, mas trará a participação ativa da família e mostrará que ela é ouvida sempre que possível.
Converse com os alunos no dia a dia letivo
O diálogo com os alunos também é muito importante para promover a conexão familiar nas escolas. Afinal, eles são parte da dinâmica escolar e devem ser ouvidos sempre que a ocasião pedir e permitir.
Outro ponto que vale ressaltar é que esses alunos podem ser os pais e os responsáveis do futuro. Diante disso, é hora de nutrir as relações e mostrar, desde já, que toda a família é igualmente ouvida e considerada na sua instituição de ensino.
Peça a participação dos pais no dia a dia educacional
Por último, uma medida imprescindível tanto para o sucesso da gestão quanto para a qualidade de ensino e o aprendizado dos alunos: a participação dos pais e de toda a família na vida escolar das crianças e dos adolescentes.
A escola não é a única ferramenta de educação, mas sim uma extensão do que é feito em casa. Da mesma forma, a casa é uma extensão da escola e ambas se completam na árdua tarefa de criar bons cidadãos e futuros profissionais. Desse modo, todos precisam falar a mesma língua e se ajudar em prol do aprendizado dos jovens.
Como a tecnologia pode favorecer a conexão familiar nas escolas?
Que tecnologia e educação são temas completamente relacionados, nós já sabemos. Há uma tendência crescente na inclusão de recursos tecnológicos no dia a dia pedagógico, o que favorece o aprendizado e promove um maior letramento digital.
Essa vantagem de implantar tecnologia na escola é observada por meio da facilitação da comunicação. Com aplicativos, plataformas e mensagens instantâneas, é muito mais fácil dialogar com os familiares. Ou seja: é possível aposentar a antiga e nostálgica “agendinha” e tornar a comunicação mais dinâmica, direta e em tempo real.
Sendo assim, investir em transformações tecnológicas nas escolas é uma revolução e tanto para o ambiente escolar, pois viabiliza uma educação inovadora. Que tal fazer parte disso e, assim, trazer os pais e os responsáveis para perto da sua gestão educacional?
Gostou de saber mais sobre a relação entre conexão familiar, gestão escolar e qualidade do ensino? A gente espera que sim! Agora, é hora de colocar essas informações em prática e mudar o modo como a sua instituição se comunica com os pais e os responsáveis dos estudantes.
Antes de ir, aproveite para conferir a nossa postagem sobre o desafio do desenvolvimento socioemocional nas escolas. Esse é um tema atemporal e que merece a atenção dos responsáveis pela gestão escolar e pedagógica. Boa leitura!
A área da educação, assim como qualquer outra, enfrenta vários desafios e gargalos (formação deficiente dos professores, dificuldades de aprendizagem dos estudantes, comunicação falha entre pais, alunos e escola, etc). No entanto, muitos desses problemas já possuem soluções disponíveis no mercado que foram desenvolvidas por edtechs.
Se você é gestor escolar, já deve ter ouvido falar desse termo. Mas neste artigo, você poderá entender melhor o que ele significa, conhecer os principais tipos de edtechs e descobrir como selecionar as melhores soluções para sua escola. Vamos lá?
Sumário:
O que é edtech?
Qual é o número de edtechs no Brasil?
Quais são os tipos de edtechs?
Por que a educação precisa de uma mudança?
É o fim das escolas físicas?
Como escolher as melhores edtechs para minha escola?
O que é edtech?
As edtechs são startups do ramo educacional, com o objetivo de tornar o processo de ensino-aprendizagem mais eficiente e significativo. O termo edtech é derivado da junção de duas palavras inglesas: education e technology.
Assim como as fintechs, healthtechs e agrotechs, essas pequenas empresas utilizam a tecnologia como ferramenta central para resolução de problemas.
Além disso, por natureza, elas possuem uma estrutura enxuta para crescer de forma escalável e acelerada e atuam em condições de extrema incerteza, já que oferecem produtos e serviços inovadores.
No caso das edtechs, a pandemia da Covid-19 e a suspensão das aulas presenciais motivaram a explosão de soluções tecnológicas em todo o mundo, na necessidade de dar continuidade, de alguma forma, ao processo educacional.
No Brasil, o cenário não foi diferente. O número de edtechs no país passou de 364, em 2018, para 449, em 2019, segundo o Mapeamento Edtech, realizado pela Associação Brasileira de Startups (Abstartups) e o Centro de Inovação para a Educação Brasileira (CIEB).
Em relação a 2020, esse número cresceu 44%, o que mostra o amadurecimento desse setor e o reconhecimento, por parte dos gestores escolares, da importância da tecnologia na educação.
Quais são os tipos de edtechs?
Existem vários tipos de edtechs no Brasil e no mundo, focadas na Educação Infantil, Educação Básica ou Ensino Superior. Há também aquelas dedicadas a cursos livres, ou seja, de educação não formal.
Em relação aos produtos e serviços que oferecem, a maioria das edtechs comercializam plataformas (52%) e conteúdos (29%). A minoria vende ferramentas (17%) e hardwares (2%), segundo o Mapeamento Edtech 2022.
Outra forma de classificar as startups da educação é por especialidade do produto, como fizeram a Edtech Report 2019 e o Mapeamento Edtech 2018. Nesse caso, teríamos edtechs de:
O desejo pela mudança está no DNA das startups. Da mesma forma, as edtechs têm o objetivo comum de não só melhorar a qualidade de ensino, mas causar uma verdadeira transformação na educação.
Neste contexto, vale a pena perguntar: será que a educação precisa mesmo de uma mudança? E a resposta é: sim. Se a sociedade e a cultura mudam, as metodologias de ensino também precisam se adaptar, para não correrem o risco de perder a relevância e eficácia.
Na verdade, se pararmos para pensar, a educação sempre esteve em transformação. Basta lembrar das escolas do século XIX, em que a memorização de conteúdo era a principal estratégia de aprendizagem, as disciplinas eram bem delimitadas e o professor era a figura mais importante.
As crianças se sentavam em bancos-carteiras e dispunham, quanto muito, de papel, lápis, livros, régua e pedra (lousa negra).
Dois séculos depois, os estudantes têm acesso não apenas a vários livros e materiais didáticos físicos, como também videoaulas, podcasts, plataformas, equipamentos de robótica e placas de programação.
Além dos recursos, as metodologias de ensino mudaram, colocando o aluno no centro do processo de ensino-aprendizagem, em seu papel de protagonista. As metodologias ativas entraram em cena e o papel do professor foi ressignificado.
Todas essas mudanças continuam acontecendo e as escolas que não se adaptarem deixarão de existir! Por isso, as instituições não podem ignorar as novas tecnologias educacionais, promovidas pelas edtechs.
A cultura digital é um caminho sem volta e o mercado de trabalho está demandando habilidades pouco trabalhadas nas escolas, até pouco tempo atrás, como pensamento computacional, uso de Inteligência Artificial e inteligência emocional.
É o fim das escolas físicas?
Por mais que o processo de aprendizagem do estudante esteja cada vez mais assíncrono, personalizado e livre dos limites territoriais da escola, é pouco provável que o espaço escolar perca sua importância.
Afinal, a escola é um espaço sociocultural, onde as crianças e os adolescentes aprendem a conviver, respeitar as diferenças e desenvolver habilidades emocionais. É também lugar de construir vínculos com os professores, que são essenciais para o processo pedagógico.
Ao invés de substituírem as escolas físicas, as edtechs prometem fortalecer as instituições educacionais, por meio da reinvenção do modelo escolar e da apropriação das novas tecnologias.
Como escolher as melhores edtechs para minha escola?
Como mencionamos anteriormente, existem mais de 800 edtechs no Brasil em diferentes frentes da educação. Para um gestor escolar, é quase impossível parar as atividades diárias para conhecer cada uma das tecnologias educacionais existentes, antes de decidir quais adotar na instituição.
Mesmo quando há clareza de quais soluções a escola precisa, implantar diferentes tecnologias de forma isolada pode confundir os professores e estudantes, em um emaranhado de contas e senhas.
É por isso que o Ecossistema de Tecnologia e Inovação Educacional criou a Suíte Educacional. Com um só login e senha, sua escola tem acesso integrado a diferentes aplicativos e programas, todos reunidos na mesma plataforma educacional.
E a melhor parte é que a Suíte Educacional é flexível e personalizável. Ou seja, mesmo que as necessidades da sua instituição mudem e você queira trocar de tecnologia educacional, não será preciso encerrar e firmar novos contratos.
A Suíte Educacional é uma plataforma digital que facilita o dia a dia das escolas inovadoras e acompanha o ritmo acelerado das transformações educacionais. Conheça melhor a Suíte Educacional!
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